Oposição se une e fecha chapa com Zé Raimundo na cabeça
Por Nill Júnior
O sertanejo de Serra Talhada José Raimundo (PP) será o candidato das oposições nas eleições da UVP – União dos Vereadores de Pernambuco. Em reunião realizada nesta terça-feira (09) na cidade de São Caetano, os diversos candidatos oposicionistas desistiram do pleito em favor da candidatura de José Raimundo .
O vereador José Chaves de São Caetano será o candidato a vice na chapa oposicionista. Dentre os principais compromissos de mudanças assumidos pela chapa oposicionista, proibição de Reeleição para a Presidência da UVP, cursos regionalizados para capacitação dos vereadores, retomada da credibilidade da entidade através de diversas ações e parcerias com o Tribunal de Contas, Ministério Público, AMUPE, Governo de Pernambuco, Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Ainda perda automática do mandato em caso de não prestação contas do exercício financeiro da entidade.
A convite dos vereadores candidatos os ex-presidentes da UVP, Biu Farias e João a Batista estiveram presentes e manifestaram apoio ao projeto denominado por José Raimundo de “Retomada da credibilidade da UVP”. “Não é um projeto individual, aqui vários bons e representativos candidatos abriram mão de suas candidaturas em prol da retomada da credibilidade da UVP, nossa entidade de classe”, afirmou Raimundo.
A surpresa da reunião realizada nesta terça no Agreste Pernambucano com a presença dos nove candidatos, ficou por conta da participação de Gilvan da Malhadinha, um dos principais diretores do atual Presidente Josinaldo Barbosa, que também irá compor a chapa oposicionista.
Do blog de Jamildo Em resolução aprovada neste sábado (9), em Belo Horizonte (MG), onde foi lançada na noite anterior a pré-candidatura de Lula à presidência da República, a executiva nacional do PT admitiu abrir espaço na composição da chapa majoritária para os dois partidos com que têm crescido as articulações de aliança: PSB e […]
Em resolução aprovada neste sábado (9), em Belo Horizonte (MG), onde foi lançada na noite anterior a pré-candidatura de Lula à presidência da República, a executiva nacional do PT admitiu abrir espaço na composição da chapa majoritária para os dois partidos com que têm crescido as articulações de aliança: PSB e PCdoB. “Essa construção passa pela indicação do candidato a vice-presidente em entendimento com os partidos aliados”, afirma o documento.
O PSB não tem candidatura própria lançada ao Palácio do Planalto após a desistência do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Enquanto isso, o PCdoB lançou a deputada estadual Manuela D’Ávila para a disputa, em ato com a participação do próprio Lula.
Ambos os partidos têm conversado também com o PDT, que tem como presidenciável Ciro Gomes.
Antes, na negociação com o PSB, era proposta uma aliança nos 11 estados, incluindo Pernambuco, mas não uma coligação nacional. No último dia 31, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, havia dito que não há clima para uma aliança nacional com o PT. “Não existe (conversas para fechar a aliança nacional com o PT). Se essa discussão existe é fora do partido”, disse. O Blog de Jamildo tentou contato com ele e outros socialistas neste sábado, mas as ligações não foram atendidas.
Documento impacta nos estados
A resolução pode interferir na aliança com o PSB nos estados, incluindo Pernambuco, onde o apoio à reeleição do governador socialista Paulo Câmara lima a candidatura da petista Marília Arraes ao cargo. O texto determina que as decisões locais devem ser submetidas à comissão.
“Está clara, portanto, a primazia do projeto nacional sobre as disputas regionais”, afirma o documento. O texto afirma que a prioridade é “construir uma coligação nacional para apoiar a candidatura Lula com PSB, PCdoB e outros partidos” e que essas siglas devem indicar o vice na chapa. Além disso, os palanques estaduais devem seguir a mesma orientação.
A resolução vem após a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, fazer um aceno ao PSB e colocar o partido como aliança prioritária. “Se tivermos uma aliança nacional com o PSB, as alianças locais vão ser estabelecidas em razão da aliança nacional”, havia afirmado em entrevista coletiva antes do evento de lançamento.
“É natural que os pré-candidatos reafirmem suas pré-candidaturas, porque se nem eles se defenderem, como vão convencer os outros a defenderem, né? Isso é natural, A gente também tem, por parte do PT, em alguns lugares, candidaturas que são viáveis, importantes, que também se defendem, têm apoio partidário, mas que possivelmente a gente tem que conversar para formar uma aliança. Esse é o processo, as coisas acontecem assim”, disse ainda, em resposta que minimizou a manutenção do nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), para o governo. A retirada da candidatura do socialista e o apoio à reeleição do governador mineiro, Fernando Pimentel (PT), é uma das condições para a aliança.
No Estado, uma parte dos petistas, incluindo o senador Humberto Costa, defende apoiar a reeleição do governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB que tem estado à frente das articulações com os petistas. Outro grupo é a favor da candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes.
Essa semana, após a parlamentar aparecer em empate técnico com o socialista, mas à frente dele, em pesquisa interna do partido, o senador afirmou que continua defendendo a aliança, mas que não iria se opor à candidatura e que o assunto deveria ser decidido pela executiva nacional do partido, alegando que, para ele, o apoio ajudaria Lula.
Durante o ato em Minas Gerais, Marília Arraes alfinetou o PSB em transmissão ao vivo no seu Facebook. “É imprescindível a unidade dos partidos de esquerda, mas essa unidade não pode vir mediante chantagem, mediante condicionamento, essa unidade tem que vir mediante posicionamento ideológico”, afirma no vídeo. A vereadora cita o PCdoB e diz que o partido esteve com o PT em momentos como os que antecederam a prisão de Lula, em São Bernardo do Campo, em abril. “Diferentemente, por exemplo, do PSB”.
Leia a íntegra da resolução do PT
“O agravamento constante da crise política, econômica e social do país confirma o acerto do Partido dos Trabalhadores em sustentar, como prioridade absoluta, a candidatura do companheiro Lula à Presidência da República.
Essa prioridade absoluta, que corresponde ao anseio da grande maioria do povo brasileiro, foi adotada em resolução do Diretório Nacional nos dias 15 e 16 de dezembro de 2017, para enfrentar os retrocessos e atrasos impostos pela articulação golpista que se apossou do país.
A mesma resolução apontou que cabe ao PT viabilizar e fazer vencedora a candidatura Lula, sendo este nosso maior dever e responsabilidade para com o país e o povo brasileiro. Logo em seguida a esta prioridade, foram estabelecidos os objetivos de fortalecer as bancadas na Câmara e Senado e reeleger os governos estaduais do PT.
Está clara, portanto, a primazia do projeto nacional sobre as disputas regionais. Toda e qualquer definição de candidaturas e política de aliança nos estados terá que ser submetida antecipadamente à Comissão Executiva Nacional, também como definido na Resolução de dezembro.
No decorrer desses quase seis meses, a evolução da conjuntura tem mostrado que nosso candidato, mesmo preso injustamente, lidera a disputa presidencial com larga vantagem, registrando nas pesquisas um percentual maior que a soma das intenções de votos de todos os demais candidatos.
Neste sentido, a CEN, reunida em 09 de junho de 2018 em Belo Horizonte, resolve estabelecer os seguintes critérios para nossa tática eleitoral:
a) Construir uma coligação nacional para apoiar a candidatura Lula com PSB, PCdoB e outros partidos que venham a assumir este apoio.
b) Essa construção passa pela indicação do candidato a vice-presidente em entendimento com os partidos aliados.
c) O PT deve construir palanques estaduais com partidos de centro-esquerda, preferencialmente com PSB, PCdoB e outros partidos que apoiem Lula, sempre de acordo com a tática eleitoral nacional.
d) A CEN conduzirá, este processo, por meio do GTE, iniciando as tratativas para a aliança nacional e nos estados em que governamos e em que aqueles partidos governam, sempre cabendo à CEN a decisão final.
e) Nos demais estados o PT deve priorizar as alianças com os partidos considerando a composição da nossa chapa de deputados federais e senadores, bem como buscando participação nas chapas majoritárias sempre que possível.
Belo Horizonte, 9 de junho de 2018
Comissão Nacional Executiva do Partido dos Trabalhadores”
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou em suas redes sociais, neste sábado (12), um importante avanço para a região: a retomada das obras da Adutora do Pajeú, que ligará Itapetim ao município de Desterro, na Paraíba. A obra será executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), por meio da empresa Ankara […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou em suas redes sociais, neste sábado (12), um importante avanço para a região: a retomada das obras da Adutora do Pajeú, que ligará Itapetim ao município de Desterro, na Paraíba.
A obra será executada pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), por meio da empresa Ankara Engenharia, e beneficiará também as comunidades rurais dos Sítios Mocambo, Maurício e Raposa.
O encontro que marcou o anúncio das obras contou com a presença de diversas autoridades locais, como a prefeita eleita de Itapetim, Aline Karina, o vice-prefeito Chico, o atual prefeito de Desterro, Sinhô, e o prefeito eleito do município, Tiago. Também estiveram presentes o vereador Júnio Moreira e o secretário de Agricultura, Ednaldo.
Adelmo Moura expressou sua satisfação com a retomada das obras, destacando o impacto positivo que a Adutora trará para a região. “Estou feliz demais por esta conquista, que vai melhorar a vida de muitas famílias e trazer mais desenvolvimento para a nossa zona rural”, afirmou o prefeito.
A Adutora do Pajeú é um projeto aguardado há anos pela população e promete melhorar o abastecimento de água, trazendo mais qualidade de vida para as famílias e impulsionando o desenvolvimento rural de Itapetim e região.
Logo mais, à meia noite, sai a segunda pesquisa divulgada pelo blog em parceria com o Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabella, trazendo a corrida à sucessão estadual em Pernambuco. No estado a pesquisa afere a chegada de Marília Arraes no processo. Em 22 de março, a primeira pesquisa mostrava liderança de Raquel Lyra, com Miguel […]
Logo mais, à meia noite, sai a segunda pesquisa divulgada pelo blog em parceria com o Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabella, trazendo a corrida à sucessão estadual em Pernambuco.
No estado a pesquisa afere a chegada de Marília Arraes no processo. Em 22 de março, a primeira pesquisa mostrava liderança de Raquel Lyra, com Miguel Coelho (MDB) em segundo e Anderson Ferreira (PL) em terceiro. O candidato Danilo Cabral, do PSB, aparecia em quarto.
Claro, a chegada da candidata do Solidariedade a se levar em conta levantamentos recentes mudou o jogo. Por outro lado, a pesquisa também dará sinais sobre a estratégia de Danilo Cabral de colar no ex-presidente Lula e dos principais cabos eleitorais dos outros candidatos.
O blog ainda traz o cenário para Presidente da República, onde os candidatos ao Estado pontuam melhor, avaliação de Paulo Câmara e Bolsonaro e o poder de transferência das principais lideranças com inserção no estado.
Como os dados foram coletados em uma semana em que ainda não havia definição dos nomes ao Senado, sem a confirmação de candidatos da Frente Popular e oposições, o blog, assim como na pesquisa de março, não realizou o levantamento para a Casa Alta.
A pesquisa foi registrada no TSE sob os números PE 00386/2022 e BR 05529/2022. Os números foram coletados entre 09 a 13 de maio.
A amostra é composta por 800 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no estado de Pernambuco e distribuídas da seguinte forma: Região Metropolitana (42,0%), Zona da Mata (14,8%), Agreste (25,2%) e Sertão (18,0%). O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 3,5%.
O Senador Fernando Bezerra Coelho deu uma entrevista a Tony Alencar e Karen Diniz na Cultura FM. Ao Sertão Notícias, comentou o mal estar ao ser rifado pelos próprios governistas como líder do governo Bolsonaro à indicação do TCU. O governo se empenhou pela indicação de Antonio Anastasia, impondo uma derrota histórica ao líder sertanejo. […]
O Senador Fernando Bezerra Coelho deu uma entrevista a Tony Alencar e Karen Diniz na Cultura FM.
Ao Sertão Notícias, comentou o mal estar ao ser rifado pelos próprios governistas como líder do governo Bolsonaro à indicação do TCU.
O governo se empenhou pela indicação de Antonio Anastasia, impondo uma derrota histórica ao líder sertanejo.
“Fui surpreendido. Se comunicado fosse faria uma reavaliação sobre a postulação. Houve uma indelicadeza. O governo fez um acordo com o presidente do Senado (Rodrigo Pacheco), para emprestar o apoio da base governista ao seu candidato e não teve a elegância para me comunicar e a gente fazer uma avaliação mais correta”. E tratou o episódio como página virada.
O Senador confirmou que não disputa cargo eletivo este ano e que sua missão é ajudar no projeto de fazer o filho Miguel Coelho governador do estado. Ele defendeu a gestão Miguel em Petrolina e sua aprovação pelo Instituto Ipespe.
Fernando garantiu que o emedebista é candidatíssimo, mas não criticou os projetos de Raquel Lyra e Anderson Ferreira. Ao contrário, criticou Paulo Câmara. “Há um sentimento de frustração e decepção. Paulo Câmara foi nosso governador por dois mandatos, mas a população sente que as entregas foram poucas”.
Sobre estratégia, disse que a oposição só ganhou quando se dividiu, citando a vitória de Eduardo Campos – então oposição em 2006 – quando ele e Humberto enfrentaram o grupo de Jarbas. No segundo turno Campos bateu Mendonça Filho. Fernando defende mais de uma candidata da oposição e todos unidos com quem estiver no segundo turno.
Sobre disputa presidencial, disse que as pesquisas sugerem uma polarização entre Lula e Bolsonaro, mas disse que não está descartado o crescimento de uma terceira via, citando nomes como Simone Tebet e Rodrigo Pacheco.
Bezerra esteve nos estúdios com o médico Waldir Tenório, o vereador Zé Raimundo e o ex-candidato a prefeito Marquinhos Dantas. Marquinhos já confirmou apoio a Antonio Coelho. Eles podem seguir o rumo da oposição na disputa estadual.
Por Anchieta Santos Na cidade da Ingazeira o ano letivo na rede Municipal começa no dia 11 de fevereiro. A informação foi passada pela Secretária Mércia Rodrigues durante entrevista ao programa institucional da Prefeitura transmitido pela Rádio Pajeú 104,9 FM. Amanhã terça-feira (6) já acontece no Centro de Atividades o chamado encontro de Formação promovido […]
Na cidade da Ingazeira o ano letivo na rede Municipal começa no dia 11 de fevereiro. A informação foi passada pela Secretária Mércia Rodrigues durante entrevista ao programa institucional da Prefeitura transmitido pela Rádio Pajeú 104,9 FM.
Amanhã terça-feira (6) já acontece no Centro de Atividades o chamado encontro de Formação promovido pela Secretaria de Educação com participação de 70 professores. O Governo Lino Morais aproveitou o recesso escolar para efetuar manutenção nos ônibus do transporte escolar, carteiras e nas nove escolas da municipalidade.
O Governo Ingazeirense conquistou junto ao PAR 620 carteiras escolares para as escolas Argemiro Veras e Santa Rosa e mais 155 para as escolas da zona rural. Com isso todo mobiliário das escolas de ingazeira será modificado ainda no primeiro semestre, garantiu a Secretária. Mércia também deu uma ótima noticia para os estudantes de Ingazeira. Está em fase de licitação a aquisição do novo fardamento escolar para os alunos do município. Será o segundo fardamento para os estudantes na gestão Lino Morais.
O prefeito conquistou mais dois ônibus junto ao FNDE e um deles já deverá ser entregue nos próximos dias. A Secretária Mércia Rodrigues alertou pais e responsáveis que as matriculas seguem abertas no município de Ingazeira.
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