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Opinião: avaliação de Márcia Conrado não é ruim, mas tem que melhorar

Por Nill Júnior

O instituto Múltipla em parceria com o Farol de Notícias divulgou a avaliação da gestão Márcia Conrado em Serra Talhada.

Foram ouvidas 350 pessoas na zona rural e urbana de Serra Talhada.

O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 5.2% para mais ou menos.

Segundo o Múltipla, Márcia tem 62% de aprovação e 29% de desaprovação. 9% não opinaram.

No meu comentário no Sertão Notícias,  da Cultura FM,  destaco que a avaliação não é ruim, mas que é importante para a prefeita Márcia Conrado melhorar esse número,  principalmente pensando em projetar Breno Araújo em 2026 e na sua sucessão,  em 2028.

Quanto à pesquisa para Estadual,  não há novidades nos números.  Isso porque Breno Araújo ainda não se lançou como esperado,  buscando a imprensa,  principalmente o rádio,  e se anunciando como pré-candidato pra valer.

Outras Notícias

Inclusão: Sebrae promove bate-papo sobre inclusão de pessoas com deficiência intelectual

Na próxima terça-feira (11), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Serra Talhada e o Sebrae vão realizar um Bate-Papo sobre Inclusão Profissional de Pessoas com Deficiência Intelectual (PcDI). De acordo com a analista do Sebrae, Naidjanne Souza, o evento tem o objetivo de conscientizar os empresários locais quanto à importância econômica e social de  contratar pessoas com deficiência intelectual. “Convidamos o […]

Na próxima terça-feira (11), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Serra Talhada e o Sebrae vão realizar um Bate-Papo sobre Inclusão Profissional de Pessoas com Deficiência Intelectual (PcDI).

De acordo com a analista do Sebrae, Naidjanne Souza, o evento tem o objetivo de conscientizar os empresários locais quanto à importância econômica e social de  contratar pessoas com deficiência intelectual.

“Convidamos o Psicólogo e também consultor do Sebrae, Walter Oliveira para mostrar quais as obrigações e os benefícios para as empresas. Além de apresentar a importância socioeconômica para a região”, conta a analista.

Em outubro, a parceria APAE Serra Talhada e Sebrae deu início a um curso de atendimento ao público para usuários da instituição com deficiência intelectual, com objetivo de preparar os jovens para a inserção no mercado de trabalho.

“Vamos apresentar aos empresários os alunos concluintes desse curso, que foi o pioneiro em Pernambuco, com resultados excepcionais. Mais uma vez Serra Talhada larga na frente com projetos inovadores e que trarão mais dignidade a esses jovens”, afirma Pedro Lira, Gerente da Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica.

O presidente da Apae de Serra Talhada, Silberto Fortunato, está animado com o resultado do curso e com a possibilidade de que esses jovens sejam inseridos no mercado de trabalho.

“É uma emoção inexplicável ver que todos eles têm potencial para trabalhar e crescer profissionalmente. A deficiência não impede que os mesmos sejam educados, atenciosos e carinhosos com os clientes. Hoje uma empresa precisa atrair seus clientes e deixar seu atendimento mais humano. Essa é a nossa proposta e principal benefício para as empresas de Serra Talhada”, ressalta Fortunato.

O evento será na Sede da Apae, às 19h30, no dia 11 de novembro e tem entrada gratuita.

O fato e a foto: encontros inesquecíveis para reverenciar Louro do Pajeú

Os registros são do parceiro Marcelo Patriota e mostram encontros únicos registrados em meio à programação pelo centenário de Lourival Batista, o Louro do Pajeú, que tem feito de São José do Egito a capital da cultura até o próximo dia seis. Parcerias fantásticas, encontros inesquecíveis:

Os registros são do parceiro Marcelo Patriota e mostram encontros únicos registrados em meio à programação pelo centenário de Lourival Batista, o Louro do Pajeú, que tem feito de São José do Egito a capital da cultura até o próximo dia seis. Parcerias fantásticas, encontros inesquecíveis:

O genial Cacá Malaquias e sua orquestra pifônica
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No palco, Maciel Melo, Tonfil e Xangai: grande show
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Acesso a armas: cadeirante morre após ser baleada em ataque a escola no oeste da Bahia

Uma aluna cadeirante, identificada como Geane da Silva Brito, de 20 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (26) durante um ataque a tiros a uma escola municipal em Barreiras, no oeste da Bahia. Um jovem invadiu o local com uma arma de fogo e um facão, e atirou contra os alunos. Não há informações sobre a motivação […]

Uma aluna cadeirante, identificada como Geane da Silva Brito, de 20 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (26) durante um ataque a tiros a uma escola municipal em Barreiras, no oeste da Bahia.

Um jovem invadiu o local com uma arma de fogo e um facão, e atirou contra os alunos. Não há informações sobre a motivação do crime.

O atirador foi baleado e levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral do Oeste. Não há detalhes sobre o estado de saúde do jovem. Um dos estudantes, que estava no colégio na hora, contou o que viu.

Informações preliminares apuradas no local do crime pela equipe da TV Oeste, emissora da TV Bahia na cidade de Barreiras, apontam que o atirador estudava na escola, mas não frequentava as aulas. Não há informações desde quando ele estava ausente das atividades escolares.

Um dos funcionários da Secretaria de Educação de Barreiras, Aparecido Freitas, contou que não viu o momento do ataque, mas confirmou o relato do estudante.

“Quando a polícia chegou, que tentou apreender, ele enfrentou a polícia, e aí foi alvejado, e está sendo levado para socorro agora. É um fato que acabou de acontecer, a partir de agora vamos tomar todas as providências para entender o que houve”, disse o funcionário.

Serra: Sinézio Rodrigues diz que defende governo Duque mas na hora de debater piso “tem lado”

Vereador do PT e Presidente do Sintest diz que vai defender aumento acima do piso para professores O Presidente do Sintest e vereador pelo PT serra-talhadense Sinézio Rodrigues, falou em entrevista a este blogueiro na Rádio Pajeú sobre o debate entre o Sindicato dos Professores e a Prefeitura de Serra Talhada quanto ao piso da […]

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Vereador do PT e Presidente do Sintest diz que vai defender aumento acima do piso para professores

O Presidente do Sintest e vereador pelo PT serra-talhadense Sinézio Rodrigues, falou em entrevista a este blogueiro na Rádio Pajeú sobre o debate entre o Sindicato dos Professores e a Prefeitura de Serra Talhada quanto ao piso da categoria. O Sintest é tido como Sindicato de referência pelas conquistas recentes para professores no Pajeú. E Sinézio já avisou: quer percentual de aumento maior que o simples repasse do percentual anunciado pelo Governo Federal.  Leia:

Como está o debate com a Prefeitura de Serra Talhada sobre o piso da categoria ?

Nós estamos iniciando o debate com relação ao piso. Até o final de março devemos chegar a um acordo com o governo. Fizemos uma reunião onde foi feira uma troca de informações sobre a situação financeira da pasta. Vamos travar um diálogo com o Secretário Edmar Júnior como sempre travamos, buscando manter o piso superior ao nacional.

E o que vocês vão pedir concretamente ?

A nossa ideia é convencer o governo da necessidade de se aplicar percentual superior ao nacional. Se aplicar o mesmo percentual do ano passado  ainda assim teremos salário base superior ao piso. Mas nossa ideia é dar um passo a mais para essa diferença ser maior que já é. Há uma coisa que sempre estabelecemos que qualquer reajuste será retroativo a janeiro. Mesmo que não concluamos a discussão até fim de março o aumento  será retroativo a janeiro. Vamos parcelar isso pelos meses que a gente levar debatendo.

Mas o governo sinaliza aceitar a proposta ? Porque na região há choradeira dos gestores…

Temos boa relação política mas nas negociações cada um tem sua estratégia. O que posso afirmar é que em uma administração que vê educação como prioridade dá pra se trabalhar com o que tiver disponível. Ano passado tivemos disponível do Fundep par Serra R$ 23 milhões e recebemos mais de R$ 25 milhões. Este ano já há previsão para 2015 que pode chegar a R$ 28 milhões, mas vamos estar fechando com algo em torno de R$ 30 milhões, sem contar contrapartida municipal. O problema é que os prefeitos usam como base na despesa reforma, ampliação de escolas, equipar escolas, como se só tivesse recurso do Fundeb. Tem a contrapartida do município para alcançar os 25% . Há governos que superam esta meta. Se tiverem compromisso com educação terão dinheiro para educação. Isso exige mais capacidade que choradeira.

O Sintest é tido como referência em conquistas para a categoria mesmo com você fazendo parte da base governista. Como conseguir este equilíbrio ?

Não existe sindicato forte sem lideranças respeitadas pela base. Ainda recebemos críticas da base mas mostramos que é necessária participação dos trabalhadores. Sem respaldo da categoria, não obramos milagre. Temos ligação política com o governo que defendemos, mas responsabilidade de representar os trabalhadores. Na hora em que estiverem em jogo interesses do governo e dos trabalhadores não vou vacilar, eu tenho lado. É de onde vim, é minha profissão e para onde vou retornar.

Trabalhadores param obras do Hospital do Sertão, em ST

Farol de Notícias Cerca de 50 trabalhadores cruzaram os braços no canteiro de obras do Hospital Geral do Sertão (HGS), que está sendo construídos às margens da BR-232, em Serra Talhada. As primeiras informações são de que a empreiteira responsável pagou apenas a uma parcela de operários, sem perspectivas de quitar com os demais, que […]

Farol de Notícias

Cerca de 50 trabalhadores cruzaram os braços no canteiro de obras do Hospital Geral do Sertão (HGS), que está sendo construídos às margens da BR-232, em Serra Talhada.

As primeiras informações são de que a empreiteira responsável pagou apenas a uma parcela de operários, sem perspectivas de quitar com os demais, que estão greve até uma resposta sobre o assunto.

A denúncia do atraso veio à redação do programa Frequência Democrática, na rádio Vila Bela FM, através de um operário que pediu anonimato.

“A informação é que a culpa não é do governo do Estado, que já teria repassado o dinheiro para empresa. O problema é de total responsabilidade da empresa”, disse o trabalhador. A reportagem do Farol teve no canteiro de obras e comprovou que há um quadro reduzido de operário. Um dos representantes da empresa disse ‘não ter nada a declarar sobre o assunto’.