Operação Força Tarefa chega à Vila do Presídio, em Arcoverde
Por Nill Júnior
Equipes de trabalho da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente da Prefeitura de Arcoverde estão, desde a última segunda-feira, 27 e maio, promovendo em ruas da Vila do Presídio, ações envolvendo reposição de calçamentos e retirada de metralhas. As atividades fazem parte da Operação Força Tarefa, iniciada no município em fevereiro deste ano.
De acordo com o encarregado pelas equipes de trabalho, Claudelino Costa, as ações devem prosseguir na referida comunidade até esta quinta-feira (30/05), para conclusão geral dos serviços. “Conseguimos concluir a operação em seis ruas e vamos intensificar o ritmo de atuação até amanhã, para garantir que a comunidade seja contemplada em diversos trechos”, informou.
Para o secretário municipal de Serviços Públicos e Meio Ambiente, Freed Gomes, até o início do ciclo junino outras comunidades na periferia de Arcoverde também serão contempladas com a Força Tarefa, visando não apenas o preparo para as fortes chuvas da temporada, como também para receber um maior número de visitantes na cidade, durante as celebrações do São João.
“Estamos trabalhando com 10 colaboradores para a mão-de-obra e um caminhão auxiliando na retirada de metralhas, no intuito de que até a chegada do período junino boa parte do município esteja devidamente pronta para receber o ciclo e os turistas”, garantiu o secretário.
Por Anchieta Santos Se a obra da barragem de Ingazeira já estava ameaçada de ter sequencia pela ausência de recursos, agora com a crise em Brasília e diante da forte possibilidade de interrupção do governo Temer, a possibilidade de retomada da ação se torna ainda mais difícil. O Blog do Finfa até informa que foi […]
Se a obra da barragem de Ingazeira já estava ameaçada de ter sequencia pela ausência de recursos, agora com a crise em Brasília e diante da forte possibilidade de interrupção do governo Temer, a possibilidade de retomada da ação se torna ainda mais difícil.
O Blog do Finfa até informa que foi comunicado pelo Prefeito de Ingazeira Lino Moraes que a reunião que teria ontem pela manhã com o Ministro das Minas e Energia, Fernando Filho para pedir sua mediação junto ao Ministério da Integração pela retomada da construção da barragem, diante do terremoto político que se abateu sobre Brasília, foi cancelada.
Por Magno Martins, jornalista Bob Marley dizia que o melhor da música é que quando ela bate não sente dor. Para mim, música é uma inspiração tão profunda quanto meu amor pela minha Nayla. Correndo, há pouco, na Jaqueira, procurei no Google as canções antigas de maior sucesso do rei Roberto Carlos e eis que […]
Bob Marley dizia que o melhor da música é que quando ela bate não sente dor. Para mim, música é uma inspiração tão profunda quanto meu amor pela minha Nayla.
Correndo, há pouco, na Jaqueira, procurei no Google as canções antigas de maior sucesso do rei Roberto Carlos e eis que o start se deu pela música que ele chora de saudade da sua terra, o seu Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo.
Como não associar seu saudosismo ao meu chão de vidas secas, minha Afogados da Ingazeira! Ele diz que passa a vida recordando de tudo quanto ali deixou.
Em tom de perdão, diz que foi para o Rio de Janeiro para voltar e não voltou. Eu também pensei em um dia voltar ao meu Pajeú, mas só volto em viagens “vapt-vupt”, que não matam a saudade, só ameniza.
“Mas te confesso na saudade/ As dores que arranjei pra mim/ Pois todo o pranto destas mágoas/ Ainda irei juntar nas águas/ Do teu Itapemirim”. Veja que pedido de perdão apaixonante!
Meu pequeno cachoeiro/ Vivo só pensando em ti/ Ai que saudade dessas terras/ Entre as serras/ Doce terra onde eu nasci!”
Também vivo a pensar o tempo todo em minha doce Afogados. Doce de recordações, da minha infância, dos meus pais, dos meus amigos que jogavam peão comigo na praça.
Na canção, Roberto recorda a casa onde morava, o muro alto, o laranjal. Seu flambuaiã na primavera, que bonito que ele era dando sombra no quintal. Minha casa em Afogados da Ingazeira era um casarão de nove quartos, onde funciona hoje o Banco do Brasil.
Era tão imensa que papai criava até umas vacas de leite no quintal. Havia muitas árvores, goiabas e mangas maravilhosas, um chiqueiro para as galinhas e até um espaço gigante para meu pai, comerciante, estocar mercadorias.
Quando o estoque zerava, o armazém, como a gente chamava, seus nove filhos, virava uma quadra de esportes. Os homens, cinco, jogavam futebol. As mulheres, quatro, vôlei e peteca. A minha escola, a minha rua, que Roberto também recorda em sua bela declaração de amor ao seu Cachoeiro, também estão fortemente encravadas em mim.
A escola era o Colégio Normal, o clube da Luluzinha: só estudavam mulheres. Eu, Josete, Flávio Torreão, César Henrique e Roberval Medeiros, cujo nome artístico virou Daniel Bueno, hoje cantor no Recife, fomos os primeiros alunos a quebrar a ditadura do monopólio do sexo feminino.
Já a minha rua não era rua, a casa ficava na praça Arruda Câmara. Cachoeiro também serviu para os primeiros madrigais (composições) do rei. Meus primeiros madrigais eram crônicas que escrevia para a Rádio Pajeú.
“Ai como o pensamento voa/ Ao lembrar a terra boa/ Coisas que não voltam mais!/ Meu pequeno cachoeiro/ Vivo só pensando em ti/ Ai que saudade dessas terras/ Entre as serras/ Doce terra onde eu nasci.”
Ao final da música, Roberto faz uma declaração: “Sabe, meu cachoeiro/ Eu trouxe muita coisa de você/ E todas essas coisas me fizeram saber crescer/ E hoje eu me lembro de você/ Me lembro e me sinto criança outra vez!/
Que coisa linda! Mário Quintana diz que a saudade é o que faz as coisas pararem no tempo. Além do meu torrão sertanejo, sinto saudade das coisas que deixei passar, de quem não tive, mas quis muito ter.
Sinto saudades de quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito.
O ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Coronel Fábio Augusto, também teve a prisão determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Ele era o responsável pela PMDF no domingo (8), quando ocorreram os ataques terroristas de bolsonaristas contra o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal […]
O ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Coronel Fábio Augusto, também teve a prisão determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Ele era o responsável pela PMDF no domingo (8), quando ocorreram os ataques terroristas de bolsonaristas contra o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Sobre a Polícia Militar do DF, recaem suspeitas de conivência com os terroristas bolsonaristas.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um grupo de policiais que observa, sem reação, a invasão de bolsonaristas ao Congresso Nacional.
Na segunda (9), o interventor nomeado por Lula, Ricardo Cappelli, já havia retirado Fábio Augusto do comando da Polícia Militar do DF. Para o lugar dele foi nomeado o coronel Klepter Rosa Gonçalves.
Por Anchieta Santos Entre as diversas alterações proporcionadas pelo comando da PM em Pernambuco, está o 23º BPM de Afogados da Ingazeira. O Tenente-coronel da Polícia Militar, Fábio César de Souza Lins, vai deixar o comando após 8 meses e assumirá a 8ª CIPM na cidade de Pesqueira. Em contato com a produção dos programas […]
Entre as diversas alterações proporcionadas pelo comando da PM em Pernambuco, está o 23º BPM de Afogados da Ingazeira.
O Tenente-coronel da Polícia Militar, Fábio César de Souza Lins, vai deixar o comando após 8 meses e assumirá a 8ª CIPM na cidade de Pesqueira.
Em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta nesta quarta-feira (21), o cel. Souza informou que será substituído pelo Tenente-coronel Carlos Eduardo Gomes de Sá.
Ele está vindo do 3º Batalhão da Polícia Militar, em Arcoverde. O Cel. Sá já conhece a regional, pois atuou anteriormente em Afogados.
Os estudantes da Escola Cidadã Integral (ECI) Nossa Senhora das Graças, em Ouro Velho, município do Cariri paraibano, se destacaram no cenário nacional ao conquistar o segundo lugar na 59ª Jornada de Foguetes, realizada em Barra do Piraí, Rio de Janeiro. A competição, promovida pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), reuniu equipes de […]
Os estudantes da Escola Cidadã Integral (ECI) Nossa Senhora das Graças, em Ouro Velho, município do Cariri paraibano, se destacaram no cenário nacional ao conquistar o segundo lugar na 59ª Jornada de Foguetes, realizada em Barra do Piraí, Rio de Janeiro.
A competição, promovida pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), reuniu equipes de várias partes do país, destacando-se entre medalhistas da Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog).
A equipe “Spacecariri”, formada por Fernando Flávio Faria, Flávio Júnior Freitas e Gabriel Souza, todos estudantes da segunda série do Ensino Médio, competiu sob a orientação do professor Vinícius Nunes, responsável pelas disciplinas de Química e Física na ECI.
O grupo foi criado através do programa Ouse Criar, da Secretaria de Estado da Educação (SEE), e teve uma trajetória de destaque na etapa estadual da Mobfog, onde obteve quatro medalhas – ouro, prata e bronze – ao atingir um lançamento de 293 metros, o que garantiu sua vaga na etapa nacional.
Durante a competição no Rio de Janeiro, os alunos participaram no nível 4 da Jornada de Foguetes, lançando foguetes impulsionados por uma reação entre bicarbonato e vinagre, o que demanda precisão técnica e conhecimento de princípios físicos. A equipe Spacecariri representou a Paraíba diante de outras 90 equipes de 13 estados brasileiros, competindo com escolas e até universidades de regiões como Goiás, São Paulo, Pernambuco e Maranhão.
Nas redes sociais, o prefeito de Ouro Velho celebrou o resultado com entusiasmo: “Orgulho de Ouro Velho, Orgulho da Paraíba. Nossos meninos conquistaram o Vice-Campeonato da Jornada dos Foguetes do Brasil!”. A conquista reflete não apenas o talento dos alunos, mas o esforço dedicado ao projeto.
O professor Vinícius Nunes destacou o impacto da jornada no desenvolvimento acadêmico dos estudantes. “Esta é a segunda vez que estamos representando a Paraíba e eu desejo que eles nunca deixem de sonhar, pois tudo com objetivo e propósito pode se tornar realidade. Essa olimpíada é extremamente importante para o desenvolvimento dos alunos em diversos conteúdos, e participar com diversas escolas do país todo os motiva a melhorar cada vez mais e buscar uma construção de alto nível de seus foguetes”, comentou.
A conquista da equipe Spacecariri é mais uma prova do talento dos jovens paraibanos e do papel transformador da educação científica em suas vidas, inspirando novos sonhos e possibilidades para o futuro de Ouro Velho.
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