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Operação da PF investiga suposto esquema de ‘rachadinha’ em prefeitura de Mulungu, na PB

Por André Luis
Imagem ilustrativa

Pelo menos quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante uma operação da Polícia Federal na Paraíba, deflagrada na manhã desta quarta-feira (21). Segundo a PF, a operação “Falsum Latere” investiga um suposto esquema de “rachadinha” envolvendo uma rede de prestadores de serviço e servidores “fantasmas” contratados na Prefeitura de Mulungu. As informações são do G1-PB.

Durante a operação, policiais federais, acompanhados de servidores da Corregedoria Geral da União (CGU), realizaram buscas em quatro endereços ligados aos investigados na cidade de Mulungu. A operação também teve atuação do Ministério Público Federal (MPF). Os mandados foram expedidos pela 12ª Vara Federal da cidade de Guarabira.

Segundo representação criminal formalizada por alguns vereadores de Mulungu, posteriormente aprofundadas por uma análise da CGU, os contratados “fantasmas”, após receberem os valores, repassariam o dinheiro para um funcionário da empresa de um dos secretários municipais. Conforme as investigações, as práticas criminosas já teriam causado um total de R$ 224.801,28 de danos ao erário.

Além disso, foi verificado que os prestadores de serviços “fantasmas” contratados pela prefeitura deveriam fazer serviços de apoio junto a agentes de saúde e da Vigilância Sanitária nas atividades de enfrentamento à Covid-19, sendo encontrados indícios de que os serviços contratados não teriam sido prestados, mas, posteriormente, valores, ou partes destes, eram repassados a “operadores” que seriam funcionários de uma empresa de cerâmica, que seria de propriedade de um dos secretários municipais.

Ainda segundo a PF, os investigados responderão pelo crime de peculato, cuja pena poderá chegar a 12 anos de reclusão.

Outras Notícias

Grupo de Tabira se destaca em festival no Agreste Pernambucano e conquista prêmios em Caruaru

A companhia teatral CIA EntreCorpos, da cidade de Tabira, marcou presença no cenário cultural pernambucano ao estrear o espetáculo “Se É Pra Contar, Deixa Que Eu Conto” durante a mostra competitiva do Festival Abril para o Teatro. A apresentação aconteceu no dia 25 de abril, no palco do Teatro João Lyra Filho, em Caruaru. Com […]

A companhia teatral CIA EntreCorpos, da cidade de Tabira, marcou presença no cenário cultural pernambucano ao estrear o espetáculo “Se É Pra Contar, Deixa Que Eu Conto” durante a mostra competitiva do Festival Abril para o Teatro. A apresentação aconteceu no dia 25 de abril, no palco do Teatro João Lyra Filho, em Caruaru.

Com dramaturgia e direção de Luiz Andrade, o espetáculo reúne atores adolescentes e jovens de diferentes bairros de Tabira, evidenciando a força da produção artística do interior do estado. A sessão contou com casa cheia e uma recepção calorosa do público, marcada por aplausos, emoção e envolvimento durante toda a encenação.

A narrativa acompanha um grupo de artistas mambembes que, ao se perderem pelo sertão, chegam à misteriosa Vila dos Cafundó, um lugar assombrado pelos chamados “fantasmas da seca”. Ao decidirem se apresentar ali mesmo, os artistas enfrentam um grande desafio: os fantasmas, contrariados com a presença do grupo, roubam a voz de Mariquinha — personagem essencial para guiá-los de volta ao caminho correto.

Diante do medo coletivo, surge a coragem de Bernardo, escolhido para enfrentar os fantasmas e cumprir uma prova decisiva. A trama, carregada de simbolismo, aborda a resistência do povo sertanejo, destacando que, mesmo diante da seca e das dificuldades, há vida, esperança e luta. Inspirado na força cultural do Nordeste, o espetáculo também faz referência ao retorno da asa branca como símbolo de renovação — assim como a recuperação da voz de Mariquinha representa a continuidade da jornada dos artistas.

Além da forte conexão com o público, a montagem também chamou atenção do júri do festival, garantindo diversas indicações e importantes conquistas.

Indicações:

Melhor Ator

Melhor Ator Coadjuvante

Melhor Figurino

Melhor Cenografia

Melhor Sonoplastia

Melhor Direção

Melhor Espetáculo

Melhor Inovação e Pesquisa

Premiações conquistadas:

🏆 Melhor Direção

🏆 Melhor Figurino

🏆 Melhor Sonoplastia

🏆 Melhor Ator Coadjuvante

O reconhecimento consolida o trabalho da CIA EntreCorpos como uma das promessas do teatro pernambucano contemporâneo, destacando o talento jovem e a potência criativa que emerge do interior.

Com o sucesso da estreia, o grupo segue sua trajetória, preparado para levar o espetáculo a novos palcos e continuar emocionando plateias com histórias que valorizam a cultura e a identidade do sertão.

Sertão do Pajeú notifica 408 novos casos de Covid-19 em 24h

Número de casos ativos está caindo e agora são 2.792 Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (11), foram notificados 408 novos casos de Covid-19, 809 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.  As dezessete cidades do […]

Número de casos ativos está caindo e agora são 2.792

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (11), foram notificados 408 novos casos de Covid-19, 809 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h. 

As dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 58 em Afogados da Ingazeira, 11 em Brejinho, 13 em Calumbi, 17 em Carnaíba, 31 em Flores, 26 em Iguaracy, 10 em Ingazeira, 20 em Itapetim, 6 em Quixaba, 10 em Santa Cruz da Baixa Verde, 4 em Santa Terezinha, 26 em São José do Egito, 124 em Serra Talhada, 3 em Solidão, 23 em Tabira, 19 em Triunfo e 7 em Tuparetama.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 48.339 casos confirmados, 44.856 recuperados (92,79%), 691 óbitos e 2.792 casos ativos da doença.

Aluno da Rede Publica de Ensino de Serra Talhada garante vaga em curso de medicina

Guilherme dos Santos Pereira, residente na Fazenda Malhadinha, zona rural de Serra Talhada, filho de um agricultor e uma professora, só pôde começar a estudar aos 5 anos, pois na época, somente com essa idade se ingressava na Educação Infantil. Porém, começou sua relação com a escola bem antes de ter idade para frequentar uma […]

Guilherme dos Santos Pereira, residente na Fazenda Malhadinha, zona rural de Serra Talhada, filho de um agricultor e uma professora, só pôde começar a estudar aos 5 anos, pois na época, somente com essa idade se ingressava na Educação Infantil.

Porém, começou sua relação com a escola bem antes de ter idade para frequentar uma escola pública, mesmo quando não compreendia o significado da educação já vivia em meio a livros, cadernos e metodologias de ensino. Sempre queria acompanhar a mãe em atividades escolares.

Finalmente, aos 5 anos iniciou sua caminhada escolar na Escola Municipal Fausto Pereira – Vila Luanda, onde estudou a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. Sempre se destacou em sala de aula, sendo muito dedicado e argumentativo. Ainda na Fausto Pereira, conquistou certificados de menção honrosa nas Olimpíadas Brasileira de Matemática das Escolas Públicas OBMEP e foi medalhista na Olimpíada Brasileira de Raciocínio Lógico – OBRL.

Concluindo o Ensino Fundamental foi cursar o Ensino Médio na EREM Professor Adauto Carvalho. Com um sonho de cursar uma Universidade, obteve bons resultados no SSA, garantindo assim, uma das duas vagas para cotistas no curso de medicina na UPE, campus Serra Talhada.

A família imensamente orgulhosa pelo compromisso de Guilherme, é grata a Deus e aos profissionais da educação da rede pública a quem atribuem grande parte dessa conquista.

Anvisa aprova novo medicamento do kit intubação com regra flexível

Nova regra dispensa registro A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a venda no mercado do primeiro medicamento utilizado para intubação de pacientes com Covid-19 pelo novo procedimento com regras mais flexíveis que dispensa o registro e garante a autorização apenas com notificação. A informação é da Agência Brasil. O remédio é um neurobloqueador […]

Nova regra dispensa registro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a venda no mercado do primeiro medicamento utilizado para intubação de pacientes com Covid-19 pelo novo procedimento com regras mais flexíveis que dispensa o registro e garante a autorização apenas com notificação. A informação é da Agência Brasil.

O remédio é um neurobloqueador injetável que pode ser aplicado no processo de sedação dos pacientes infectados com o novo coronavírus e que precisam ser intubados por conta da necessidade de suporte ventilatório.

O medicamento é fabricado pela farmacêutica União Química, a mesma que está produzindo a vacina Sputnik V e tem como princípio ativo o Besilato de Cisatracúrio.

O sistema de regras flexíveis da Anvisa foi definido em resolução aprovada no dia 19 de março. Segundo a norma, um conjunto de medicamentos empregados nos processos de intubação de pacientes passam a poder ser comercializados sem a exigência do processo normal de registro feito pela agência.

A medida foi tomada diante do risco de desabastecimento desses remédios em vários estados, conforme apontado tanto pelos governos estaduais quanto pelo Ministério da Saúde. Os chamados kits intubação são fundamentais para o atendimento de pacientes com Covid-19 em estado grave.

Quando Paulo vai bater o martelo?

Prefeitos de todas as regiões do estado, inclusive dos polos carnavalescos, tem cobrado uma decisão do governador Paulo Câmara sobre a realização ou não do Carnaval. Apesar de muitos já terem por conta própria batido o martelo e afirmado que não terão o evento, o silêncio até agora do governador tem gerado críticas. Isso porque […]

Prefeitos de todas as regiões do estado, inclusive dos polos carnavalescos, tem cobrado uma decisão do governador Paulo Câmara sobre a realização ou não do Carnaval.

Apesar de muitos já terem por conta própria batido o martelo e afirmado que não terão o evento, o silêncio até agora do governador tem gerado críticas. Isso porque enquanto Paulo e André Longo não decidem, aumenta a pressão dos maiores interessados na festa: os setores econômicos que lucram com o evento.

Aliás, para muitos, a pressão desse setor é que tem determinado a demora em tomar a decisão. Há três cenários prováveis. Um, da liberação total da festa, muito improvável, outro, de um modelo híbrido, com proibição da festa de rua e liberação em ambientes fechados com protocolos. A terceira é de proibição total da festa de momo.