O pernambucano Augusto Valadares encerra mandato como o prefeito mais popular da PB
Por André Luis
Do blog do Magno
Prestes a concluir o mandato à frente da Prefeitura de Ouro Velho, no Cariri da Paraíba, o prefeito Augusto Valadares (União) chega na reta final de gestão com aprovação recorde de 96,7%. Os dados são da pesquisa realizada pelo Instituto Opinião Pesquisas Sociais e divulgados pelo Portal MaisPB.
De acordo com o levantamento, apenas 2,5% dos moradores do município reprovam a forma como Augusto administra a Prefeitura. Do total entrevistados, 0,8% não souberam opinar ou não responderam.
O Opinião Pesquisas Sociais também avaliou o sentimento dos moradores de Ouro Velho sobre os rumos da cidade. Para 95,1%, o município está andando para frente, ou seja, progredindo.
Por outro lado, 3,3% acreditam que Ouro Velho parou e 0,8% avaliam que a cidade está andando para trás, regredindo. Não sabem ou não responderam totalizam 0,8%. O levantamento também aferiu a forma como os moradores de Ouro Velho enxergam a gestão Augusto Valadares (União).
Os números mostram que 54,2% avaliam a administração como ótima e 41,7% como boa. Do total de eleitores que responderam à pesquisa, 2,5% dizem que Valadares faz um governo regular e 0,4% péssima ou ruim, respectivamente. Não sabem ou não responderam são 0,8%. Clique aqui e confira os dados técnicos da pesquisa.
A bancada de Pernambuco se posicionou no plenário da Câmara em sua grande maioria em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Dos 25 parlamentares, 18 votaram a favor do impeachment, seis votaram contra e um se absteve. O voto que definiu a aprovação do impeachment foi o de número 342, dado por um pernambucano, […]
A bancada de Pernambuco se posicionou no plenário da Câmara em sua grande maioria em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Dos 25 parlamentares, 18 votaram a favor do impeachment, seis votaram contra e um se absteve. O voto que definiu a aprovação do impeachment foi o de número 342, dado por um pernambucano, Bruno Araújo (PSDB).
Os deputados foram chamados pelo nome e os votos foram colhidos por secretários posicionados na mesa: um funcionário colheu os votos sim e outro os votos não. Outros dois funcionários anotaram as abstenções e as ausências.
Na sua justificativa, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) defendeu eleições gerais e citou o nome de Eduardo Campos.
“Deputados e deputadas, o Brasil inteiro assistiu agora há pouco o impeachment da presidente Dilma. É porque o Brasil está desmantelado! Eu venho defendendo já há algum tempo eleições gerais para a gente não vê o parlamento brasileiro, os estados e os prefeitos serem olhados pelo povo brasileiro de uma maneira muito ruim. Eu quero dizer aqui que em nome de Eduardo Campos “Não vamos desistir do Brasil”. Eu voto sim!”, declarou Patriota.
Agora o julgamento da presidente Dilma Rousseff será conduzido pelo Senado.
O gerente de Articulação Regional da Casa Civil de Pernambuco, Edson Henrique, subiu o tom nesta terça-feira (27) contra a denúncia veiculada pela Rede Record sobre uma suposta investigação ilegal envolvendo a gestão de João Campos (PSB). Durante entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, o representante do governo estadual defendeu a […]
O gerente de Articulação Regional da Casa Civil de Pernambuco, Edson Henrique, subiu o tom nesta terça-feira (27) contra a denúncia veiculada pela Rede Record sobre uma suposta investigação ilegal envolvendo a gestão de João Campos (PSB). Durante entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, o representante do governo estadual defendeu a integridade das instituições e rechaçou as acusações de uso político da Polícia Civil.
Edson Henrique não poupou críticas à forma como o caso foi exposto, apontando uma tentativa deliberada de atingir a imagem da governadora Raquel Lyra em um momento de acirramento político no estado.
“A reportagem é tendenciosa. O Governo recebeu a informação com tranquilidade, pois percebe-se que tentam criar factoides sem qualquer nexo”, declarou Edson, reforçando que a atuação policial segue protocolos técnicos.
O representante da Casa Civil também apontou o que chamou de “estranheza” na reação de aliados do prefeito do Recife. Para ele, o grupo político de João Campos tenta explorar o episódio para questionar a lisura da segurança pública pernambucana, utilizando as redes sociais para ampliar uma narrativa de perseguição que o governo classifica como inexistente.
Análise do embate:
Autonomia Policial: O governo nega qualquer ordem política para investigar secretários municipais.
Estratégia do PSB: Segundo Edson, o partido tenta “transferir responsabilidades” e apontar culpados externos diante de desconfortos políticos.
Cenário para 2026: O episódio aprofunda o fosso entre o Palácio do Campo das Princesas e a Prefeitura do Recife, antecipando o clima de embate eleitoral.
Mesmo com as críticas, Edson Henrique afirmou que a gestão estadual segue com “serenidade”, focada nas ações administrativas e ignorando o que definiu como tentativas de vitimização por parte da oposição socialista.
O ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), anunciou nesta segunda-feira (3) apoio ao vereador e presidente da Câmara do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), como seu pré-candidato a deputado estadual. O comunicado foi feito por meio das redes sociais, em sintonia com o grupo político liderado pelo prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João […]
O ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), anunciou nesta segunda-feira (3) apoio ao vereador e presidente da Câmara do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), como seu pré-candidato a deputado estadual. O comunicado foi feito por meio das redes sociais, em sintonia com o grupo político liderado pelo prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos.
“Romerinho será o pré-candidato de Adelmo e de todo o nosso grupo a deputado estadual”, afirmou o ex-prefeito, destacando a unidade do grupo político de Itapetim e da região do Pajeú em torno do nome do parlamentar.
Romerinho Jatobá tem trajetória ligada ao PSB e à gestão do ex-governador Eduardo Campos, por onde iniciou sua vida pública. Foi secretário de Habitação do Recife e está em seu quarto mandato como vereador, tendo sido o mais votado nas eleições de 2024 e o terceiro mais votado da história da capital.
Adelmo destacou que Romerinho “representa a renovação aliada à boa política” e disse acreditar que o vereador fará “um grande trabalho na Assembleia Legislativa, representando o povo do Pajeú e de Itapetim”.
Homenageado do 7º Pajeú em Poesia, o poeta Genildo Santana não se furtou de falar sobre a política de Tabira, alvo de tantos questionamentos por conta da sequência de escândalos administrativos nas últimas gestões. A pergunta para Genildo e outros poetas tabirenses que estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú foi porque Tabira era […]
Homenageado do 7º Pajeú em Poesia, o poeta Genildo Santana não se furtou de falar sobre a política de Tabira, alvo de tantos questionamentos por conta da sequência de escândalos administrativos nas últimas gestões.
A pergunta para Genildo e outros poetas tabirenses que estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú foi porque Tabira era tão negativamente exposta na região ao passo em que sua condição de berçário de poetas faziam dela uma vitrine tão positiva.
Genildo foi direto ao dizer que a luta de grupos políticos na cidade acabava gerando uma série de condutas que não estimulavam a entrada de homens de bem na política tabirense. Santana afirmou que chegou em um momento a pensar em ingressar na política, mas, citando um pensador, afirmou que todo homem tem um imite ético que é inegociável.
Ele afirmou que só uma reforma política séria pode ajudar a purificar a politica em cidades como Tabira. “Infelizmente hoje nem Jesus governaria Tabira. Mesmo sendo o Príncipe dos Príncipes não conseguiria gerir porque não teria como fazê-lo sem ceder ao esquema que existe”.
Ao final arrematou, depois de perguntado: “um homem de bem não entra na política de Tabira”. Ele afirmou que há problemas similares em outras cidades do Pajeú, com os mesmos vícios de favorecimento a grupos e corrupção.
PEC da Enfermagem também foi adiada para a próxima terça-feira (12) O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), adiou para a próxima terça-feira (12), a partir das 13h55, a votação do piso salarial da enfermagem (PEC 11/22) e da criação do estado de emergência até o final do ano para viabilizar a ampliação […]
PEC da Enfermagem também foi adiada para a próxima terça-feira (12)
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), adiou para a próxima terça-feira (12), a partir das 13h55, a votação do piso salarial da enfermagem (PEC 11/22) e da criação do estado de emergência até o final do ano para viabilizar a ampliação de benefícios sociais e econômicos (PEC 15/22) – também conhecida como PEC Kamikaze.
Ao final da sessão do Plenário desta quinta-feira (7), apenas 427 deputados tinham registrado presença, mas 394 votaram um requerimento de encerramento da discussão da PEC 15/22. Nessa votação, a base conseguiu apenas 303 votos. São necessários 308 para aprovar uma PEC.
“Não vou arriscar nem essa PEC nem a próxima”, disse Lira antes de encerrar a votação e reconvocar os trabalhos para a próxima terça.
PEC Kamikaze
A PEC do Estado de Emergência permite ao governo gastar por fora do teto de gastos mais R$ 41,25 bilhões até o final do ano para aumentar benefícios sociais, conceder ajuda financeira a caminhoneiros e taxistas, ampliar a compra de alimentos para pessoas de baixa renda e diminuir tributos do etanol.
A fim de viabilizar os gastos em ano eleitoral (vedado pela legislação) e contornar exigências legais e da própria Constituição (teto de gastos/Emenda Constitucional 95), a proposta institui um estado de emergência até 31 de dezembro de 2022.
Na tarde desta quinta-feira, a comissão especial aprovou um substitutivo do relator da proposta, deputado Danilo Forte (União-CE), no qual ele incorpora à PEC 15/22 todo o texto da PEC 1/22, que originalmente prevê o estado de emergência. Esse texto foi apensado à PEC 15/22, que em sua origem tratava apenas de alíquotas menores para biocombustíveis em relação aos combustíveis fósseis.
Durante o debate em Plenário, Danilo Forte defendeu a aprovação da PEC. “Nós queremos ajudar o brasileiro a sair da crise. Baixar impostos e garantir subsídios para a subsistência da família com dignidade é tarefa de todos nós”, afirmou.
Piso da enfermagem
A PEC do Piso da Enfermagem (PEC 11/22) também foi aprovada em comissão especial nesta quinta-feira. A relatora, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), afirmou que a proposta vai dar “mais robustez e segurança jurídica” ao Projeto de Lei 2564/20, que fixa o piso salarial de enfermeiro, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem e parteira.
O projeto, já aprovado pelo Congresso, ainda aguarda sanção presidencial. As informações são da Agência Câmara de Notícias.
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