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O Blog e a História: a posse da Mesa Diretora da Câmara em 2015

Por Nill Júnior

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Em 1 de janeiro de 2015: a nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira tomou posse nesta manhã desta quinta (01). A posse foi marcada por questionamentos de governistas à ausência de vereadores oposicionistas, acusados de boicotar a sessão.

Mas também ficaram registrados os elogios ao vereador Augusto Martins pela forma como conduziu a Casa nestes dois anos e o desejo de um bom mandato ao novo presidente, vereador Frankilin Nazário, assim como a toda a Mesa Diretora, que ainda conta com  José Carlos (1º Secretário), Augusto Martins (2º Secretário) e Pedro Raimundo (Suplente).

O prefeito José Patriota prestigiou a solenidade e desejou sucesso ao novo Presidente. Também criticou a oposição dando o exemplo do projeto de readequação tributária ao dizer que os vereadores decidiram votar contra “só por serem do contra”.

O público na Casa é que foi tímido, fruto de uma posse em meio a um 1º de janeiro pós festas, sempre complicado para atos desta natureza.

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Em seu discurso, o vereador Frankilin Nazário prometeu ser como demonstrava seu perfil: mais prático que de discurso.

Disse que daria sequência ao trabalho realizado por Augusto e prometeu um trabalho de respeito ao papel do legislativo. Emocionado, lembrou a mãe Terezinha de Moura Moraes, falecida há anos, a esposa, os filhos e o pai, Zé Nazário.

É a primeira vez na história da Casa que um Presidente assume anos depois de ter tido o pai como Presidente. Na década de 80, o pai de Frankilin, Zé Nazário, presidiu a Casa.

Vereadora da oposição diz que não foi porque faltou convite: a vereadora Antonieta Guimarães reclamou não ter sido convidada para solenidade.

“Fui criticada por não ter ido no evento, mas não fui chamada”, reclamou. Responsável pelos convites, o agora ex-presidente Augusto Martins afirmou que preferiu convidar os vereadores por telefone e não conseguiu contatar Antonieta.

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Outras Notícias

Juíza proíbe estudantes da UFMG de discutir impeachment de Dilma

Uma decisão judicial proibiu na última sexta-feira (29) que o CAAP (Centro Acadêmico Afonso Pena), que reúne alunos do curso de direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), realizasse uma reunião para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A ação foi movida por dois alunos da graduação, Maria Clara Barros […]

dilmUma decisão judicial proibiu na última sexta-feira (29) que o CAAP (Centro Acadêmico Afonso Pena), que reúne alunos do curso de direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), realizasse uma reunião para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

A ação foi movida por dois alunos da graduação, Maria Clara Barros e Túlio Vivian Antunes, que alegaram que o centro acadêmico estaria “sendo utilizado como aparelhamento partidário, apoiando posicionamentos políticos opostos à grande parcela da comunidade acadêmica”.

Integrantes do CAAP dizem que a suspensão da reunião, que iria discutir “posicionamento político das alunas e dos alunos do curso de direito da Universidade Federal de Minas Gerais perante o processo de impeachment da presidente da República”, segundo convocatória, foi um ato de “censura”. Eles alegam que convocaram todos os alunos a manifestarem-se.

Em decisão que concedeu liminar, a juíza Moema Miranda Gonçalves disse que o “interesse primordial a ser defendido [pelo centro acadêmico] é o direito à educação” e que, como o processo de impeachment contra a presidente Dilma se prolonga por vários meses, “a matéria não se reveste da urgência que a Diretoria da Entidade pretender atribuir-lhe”. “A matéria veiculada na pauta não se reveste de qualquer urgência para os estudantes e para a prestação de serviços educacionais fornecidos pela UFMG”, diz outro trecho do despacho da juíza.

Para Carlos Eduardo Rabelo Mourão, um dos diretores do centro acadêmico, a decisão da juíza foi um ato de censura. “Ela cerceou o nosso direito de nos expressar e de manifestar nossas opiniões sobre um assunto importante da vida política brasileira. Estamos indignados, porque essa proibição foi completamente injustificada”, afirmou.

Maria Clara Barros, uma das autoras da ação, disse, em postagem de rede social, que ela e Túlio Vivian Antunes vão desistir da ação judicial, uma vez que o principal objetivo da dupla era impedir uma suposta deflagração de movimento grevista.

“Acreditamos que após esta repercussão não haverá nenhuma tentativa de votação de greve ou de qualquer outra matéria de tamanha importância sem que o corpo discente seja devidamente informado. Isto faz com que nosso principal objetivo tenha sido alcançado”, afirmou Maria Clara.

Carlos Eduardo disse, no entanto, que a diretoria do centro acadêmico ainda estuda que medidas tomar. “Ainda não sabemos se essa desistência já está vigorando e se iremos recorrer dessa decisão que nos proibiu de convocar reuniões. Vamos avaliar o que iremos fazer nos próximos dias”, afirmou.

A reportagem do UOL telefonou para a assessoria de imprensa do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) para contatar a juíza Moema Miranda, mas as ligações não foram atendidas. À reportagem do UOL, Maria Clara Barros disse que seu posicionamento sobre o caso está manifestado em uma nota publicada em redes sociais e que não daria entrevistas.

Coluna do Domingão

Debate decide eleição? Muitos tem perguntado qual o peso da série do Jornal Nacional e do debate de hoje na Band para o principais candidatos à Presidência da República. Apesar da ampla repercussão,  desmistificando inclusive a máxima de que as redes sociais, que tem seu papel e relevância,  estão engolindo os veículos tradicionais, aparentemente a […]

Debate decide eleição?

Muitos tem perguntado qual o peso da série do Jornal Nacional e do debate de hoje na Band para o principais candidatos à Presidência da República.

Apesar da ampla repercussão,  desmistificando inclusive a máxima de que as redes sociais, que tem seu papel e relevância,  estão engolindo os veículos tradicionais, aparentemente a resposta é  nenhum ou muito pequeno.

A não ser que ocorra um grande deslize, algo que transcenda o limite, vire uma bomba, um fato extraordinário,  excepcional,  fora da curva, não haverá grandes mudanças na opção de voto da maioria dos brasileiros.

A ciência explica a política,  e dois dados de pesquisas eleitorais comprovam isso. A última pesquisa divulgada pelo Datafolha,  no último dia 18, mostra no cenário estimulado que apenas 2% dos brasileiros não tem candidato ainda. Esse número de indecisos também por outro instituto,  nunca esteve tão baixo.  Ou seja, o voto está cristalizado,  consolidado.

Divulgada nesta semana,  a mais nova pesquisa do Instituto FSB trouxe  outro dado: a quantidade de eleitores que responderam que ainda podem mudar de decisão nas eleições de outubro é de 20%, o menor nível já apontado pelo instituto desde que começou a testar os cenários da eleição presidencial.

Já para 79% dos entrevistados, a decisão já está tomada e não vai mais mudar. O 1% restante não soube ou não respondeu.

Este foi o 10º levantamento do FSB encomendado pelo BTG Pactual. No primeiro deles em 21 de março, há cinco meses, 28% disseram que poderiam mudar de voto e 71% que estavam com decisão tomada. Desde então, a definição dos eleitores foi gradualmente ficando mais imutável.

Dentre os candidatos, Bolsonaro é o que teve a maior certeza de voto na pesquisa mais recente, com 89% dos seus eleitores garantindo que não mudarão de opinião e 11% suscetíveis a mudança. Já Lula conta com um índice também alto, de 81%, contra 18% de eleitores que podem mudar.

Entre quem declarou voto em Ciro Gomes, que teve 6% das intenções de voto no levantamento, 41% disseram poder mudar de opinião. Essa taxa sobe para 59% no caso de Simone Tebet, dona de 3% dos votos no levantamento.

Ou seja,  o dado inclusive é muito ruim para Ciro Gomes e Simone Tebet,  que lutam para furar a bolha da polarização Lula x Bolsonaro. Repercute, viraliza,  engaja, para o país,  mas muito dificilmente,  principalmente neste cenário,  cumprirá seu papel: definir o voto.

Recuo

Márcia Conrado acerta quando dá dois passos atrás em relação às atrações de R$ 1,7 milhão e modelo da Festa de Setembro. Erro seria insistir na queda de braço com os órgãos de controle e opinião pública.  Na primeira polêmica de seu governo,  recuou para evitar alimentar mais manchetes e assim, seguir em frente.

Mea culpa

A decisão servirá ainda mais se houver uma cautelosa e serena avaliação de que sim, houve erros de condução e comunicação do governo, balizando decisões futuras. Até ontem,  a culpa de tudo ainda era só da imprensa, que cumpriu seu papel ao repercutir o tema,  da política baixa e de quem plantou Fake News. Tem que incluir mais gente aí…

Fake News sobre Fake News

Como muitos se apegam a manchetes e não tem hábito de assistir vídeos nas redes, considerando que a publicação saiu sexta a noite e que o rádio só vai repercutir segunda, cabe explicar que a gestora não acusou os órgãos de controle de Fake News.

The truth

Ao contrário,  disse respeitar as orientações de TCE, MP e MPCO. As críticas foram a notícias nas redes sociais de que, por exemplo, a prefeitura cobraria por acesso a banheiros,  bebidas teriam preços exorbitantes e os camarotes tomariam a frente do palco. Ela creditou ao momento político.

Ricos saem lisos

Gusttavo Lima e Wesley Safadão não receberão um centavo com o cancelamento dos shows. Só pegariam no dinheiro após subirem ao palco. Estava em contrato.  Já Natanzinho,  que muitos pediram em substituição, não tem agenda no período da festa.

Herdeira

O relatório da procuradora Germana Laureano evidenciou que a gestão Márcia pegou herança maldita dos antecessores.  Dentre elas, um parcelamento de R$ 35 milhões com o INSS. Também a situação crítica de nove escolas,  gerando Ajuste de Gestão com o TCE. Assessores governistas tem centrado fogo contra Luciano Duque por isso. O blog Cenário recebeu até os números dos processos gerados pela gestão anterior.

O denunciante 

A pimenta também veio do advogado e professor Renato Godoy, primo de Luciano Duque e seu ex-secretário.  Disse a mais de um interlocutor que foi dele a denúncia contra a gestão ao Ministério Público. Aí cem por cento dos aliados de Márcia o ligam ao ex-prefeito,  sugerindo que foi có-partícipe.

Não foi, mas vai

Marília Arraes, a única ausente do Debate da Liberdade FM e pool de emissoras em todo estado,  já avisou que estará no próximo,  dia 1 de setembro,  quinta, nove da noite,  promovido pela Cultura do Nordeste de Caruaru. A Rádio Pajeú vai integrar a rede estadual.

Elétrico

Anderson Ferreira estava ligado nos 220 volts no Debate em Caruaru.  Quis pegar ar até com o pacato e sereno mediador Sócrates da Silva,  quando o alertou que não poderia fazer pergunta a Danilo Cabral,  como queria. “Ok, você está nervoso”, disse ao mediador.  “Eu?” – retrucou incrédulo Sócrates.

Teve, mas não se pune

O TRE manteve o entendimento de não condenar o PSB pelo laranjal em Tabira. Mas Pipi da Verdura e cia só escaparam por um erro processual. O PSC deveria ter apontado quem teve conduta irregular na ação.  Tiveram sorte. A corte pernambucana não tem tido piedade com esse tipo de conduta. A expressão explica candidaturas laranjas de mulheres, como Myllena zero voto.

O papa aplaudiu

A Orquestra Criança Cidadã, que encantou o Papa Francisco, estará em Afogados da Ingazeira, em apresentação única. Será dia 10 de setembro,  às 19h30 na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. Um presente do Maria do Carmo Diagnósticos, pelos seus 40 anos, à toda a região do Pajeú.

Fica ESSE!

Uma semana após a Coluna cobrar a ESSE Engenharia de novo celeridade do tapa buracos na PE 320 entre Afogados e Tabira,  equipes da empresa foram vistas com menos preguiça nesse sábado.  Que assim seja…

Frase da semana:

“A gente segue trabalhando para consertar vários erros do passado”.

Da prefeita Márcia Conrado (PT),  sem citar nomes, sobre os desafios da atual gestão, sem citar  nomes.

TCE recomenda aprovação das contas de 2020 de Madalena Brito

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco, em sessão realizada hoje, recomendou a aprovação das contas da ex-prefeita de Arcoverde Madalena Britto, referentes ao exercício de 2020. Segundo o relator, conselheiro Marcos Loreto, restou plenamente demonstrado, nas razões apresentadas ao Tribunal, que a gestão de Madalena realizou, naquele ano, a devida aplicação dos […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco, em sessão realizada hoje, recomendou a aprovação das contas da ex-prefeita de Arcoverde Madalena Britto, referentes ao exercício de 2020.

Segundo o relator, conselheiro Marcos Loreto, restou plenamente demonstrado, nas razões apresentadas ao Tribunal, que a gestão de Madalena realizou, naquele ano, a devida aplicação dos recursos nos segmentos da educação e saúde, bem como procedeu com o recolhimento das contribuições previdenciárias aos regimes próprio e geral no devido tempo e modo.

O conselheiro apontou ainda que a então prefeita obedeceu às disposições orçamentárias e cumpriu com o repasse dos valores do duodécimo ao poder legislativo na forma prevista na lei. O relator foi acompanhado pelos demais conselheiros da Primeira Câmara.

“Mesmo tendo sido um ano marcado por sérias dificuldades, diante da quadra pandêmica decorrente da COVID-19, a prefeita Madalena Britto deu provas de competência e responsabilidade na aplicação dos recursos, na organização orçamentária de Arcoverde, além de ter sido referência pelas boas práticas administrativas por ela implementadas”, afirmou o advogado Pedro Melchior de Melo Barros, que conduziu a defesa da gestora junto ao TCE. A informação é do Blog do Magno.

Leque Brás é eleito presidente da Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde

Já Francisco Rufino, o Titico, assume uma cadeira na casa legislativa com a vacância gerada pelo assassinato de Danda Gaia.  Por André Luis Na sequência do trágico falecimento do vereador Danda Gaia, ocorrido na terça-feira (13), a Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde passa por mudanças em sua liderança. Leque Brás (PP), […]

Já Francisco Rufino, o Titico, assume uma cadeira na casa legislativa com a vacância gerada pelo assassinato de Danda Gaia. 

Por André Luis

Na sequência do trágico falecimento do vereador Danda Gaia, ocorrido na terça-feira (13), a Câmara de Vereadores de Santa Cruz da Baixa Verde passa por mudanças em sua liderança. Leque Brás (PP), membro da casa legislativa, foi eleito como o novo presidente do órgão, assumindo a responsabilidade de conduzir os trabalhos do legislativo municipal. 

Segundo nota divulgada pelo Legislativo, a eleição e a cerimônia de posse ocorreram na sexta-feira (16) e contou com a participação de todos os representantes do poder.

Além disso, a vacância deixada pelo assassinato do vereador Danda Gaia também foi preenchida. Francisco Rufino, conhecido como Titico e filiado ao partido Podemos, assumirá a cadeira vaga no legislativo municipal. 

“O novo presidente assume o cargo com a missão de dar continuidade aos trabalhos iniciados pela gestão anterior e promover avanços significativos na gestão da Câmara Municipal”, destaca a nota.

Tireoidite de Hashimoto tirou Flávio Leandro dos palcos

O cantor Flávio Leandro, um dos talentos da nova geração de forrozeiros do país, revelou em sua rede social porque tomou a decisão de deixar os palcos. Flávio contou que já tratava de refluxo gástrico, doença que também pode ter implicações na voz. Essa tinha sob controle. “Mas comecei sentir minha voz falhar em alguns […]

O cantor Flávio Leandro, um dos talentos da nova geração de forrozeiros do país, revelou em sua rede social porque tomou a decisão de deixar os palcos.

Flávio contou que já tratava de refluxo gástrico, doença que também pode ter implicações na voz. Essa tinha sob controle. “Mas comecei sentir minha voz falhar em alguns shows. sabia que não era do refluxo que estava sob controle”, disse.

Uma série de exames revelaram a causa: Flávio é portador da Tireoidite de Hashimoto, ou tireoidite linfocítica crônica, uma doença autoimune, cuja principal característica é a inflamação da tireoide causada por um erro do sistema imunológico. Na tireoidite de Hashimoto, o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Esses anticorpos provocam a destruição da glândula ou a redução da sua atividade, o que pode levar ao hipotireoidismo por carência na produção dos hormônios T3 e T4.

Dentre todos os sintomas, o principal sentido por Flávio afetava principalmente a voz. “Eu fiz tratamento com reposição hormonal e na pandemia, coo não fiz shows, consegui controlar”. Mas, diz o artista, a rotina de shows acaba prejudicando severamente o tratamento e, consequentemente, sua qualidade de vida. Emocionado, diosse que isso o fez tomar a decisão de parar.