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Novo estouramento registrado na Adutora do Pajeú

Por Nill Júnior
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Pouco mais de dez dias depois de registro feito aqui no blog, um novo estouramento de grandes proporções na Adutora do Pajeú foi registrado. Esta manhã, leitores do blog relataram o problema entre Afogados da Ingazeira e Carnaíba, próximo ao sítio do advogado Clóvis Lira.

Com o episódio, haverá uma pausa no fornecimento para cidades da região que dependem da adutora para abastecimento a partir de Afogados da Ingazeira. Pode também interferir nos testes finais para que a água chegue a cidades como Iguaracy e Ingazeira.

Dia 3, o odontólogo afogadense Bruno Senhor  registrou  na PE 320, próximo ao município de Flores um grande estouramento.  O paredão de água  formado era enorme.

A Compesa foi comunicada via WhattsApp, ao chefe de Distribuição, Washington Jordão.

Outras Notícias

Afogados: aliados de Totonho e Sandrinho evitam falar em racha. “Ainda há espaço para diálogo”

Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta terça-feira (04.02), os vereadores, Igor Sá Mariano,  presidente da Câmara, Raimundo Lima, Daniel Valadares e Wellington JK, falaram sobre a abertura do ano legislativo, que aconteceu hoje com sessão às 16h. Também falaram sobre o cenário político que se desenha no município, com a […]

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta terça-feira (04.02), os vereadores, Igor Sá Mariano,  presidente da Câmara, Raimundo Lima, Daniel Valadares e Wellington JK, falaram sobre a abertura do ano legislativo, que aconteceu hoje com sessão às 16h.

Também falaram sobre o cenário político que se desenha no município, com a manutenção da pré-candidatura do ex-prefeito Totonho Valadares. Os quatro foram eleitos na base do governo Patriota, mas se o cenário eleitoral continuar se desenhando para o “racha” da Frente Popular, o quarteto deve se dividir em duplas, indo uma para cada lado.

Igor e Raimundo já declararam que estarão no palanque do grupo do prefeito José Patriota.

O primeiro, por ser cotado para compor a chapa majoritária ao lado do vice-prefeito, Alessandro Palmeira. Já o segundo, é partidarista assumido, isto é, segue o que o partido decidir e o seu partido é o mesmo do prefeito José Patriota, o PSB.

Igor inclusive disse que o debate eleitoral não deve contaminar os trabalhos da Câmara.

Já Daniel e Wellington, devem tomar destino oposto, apoiando o ex-prefeito Totonho Valadares.

Daniel por ser filho do ex-prefeito. Foi eleito no palanque de Patriota, mas desde o anúncio da pré-candidatura de Totonho, tomou um tom mais crítico com relação a gestão do prefeito José Patriota.

Wellington, pela afinidade política – assim como o ex-prefeito, votou em Bolsonaro. Também eleito na base governista, mas desde cedo se dizendo independente, JK foi um dos vereadores que mais criticou o executivo durante os últimos três anos. A principal queixa dele: a falta de respostas do executivo com relação aos seus requerimentos.

Os vereadores acreditam que ainda há espaço para o diálogo e pregam a permanência da união da Frente Popular. Para entendidos políticos, não há mais espaço para o entendimento e o “racha” é certo.

A bola está com o prefeito José Patriota, responsável por liderar o processo dentro da Frente Popular de Afogados da Ingazeira. Este deve aguardar até o último momento para anunciar a sua decisão. Até lá, tudo não passa de especulação.

Serra Talhada: prefeitura divulga Edital de Concurso

A Prefeitura e a Câmara Municipal de Serra Talhada, divulgam edital do Concurso Público para preenchimento de vagas do quadro efetivo. O período de inscrições terá início no próximo dia 25 de maio e vai até o dia 03 de agosto. Já as provas, serão realizadas no dia 02 de setembro. O Concurso foi autorizado […]

A Prefeitura e a Câmara Municipal de Serra Talhada, divulgam edital do Concurso Público para preenchimento de vagas do quadro efetivo. O período de inscrições terá início no próximo dia 25 de maio e vai até o dia 03 de agosto. Já as provas, serão realizadas no dia 02 de setembro.

O Concurso foi autorizado através da Lei nº 1.650, de 07 de dezembro de 2017.

Confira mais informações nos editais:

EDITAL CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL

EDITAL CONCURSO PÚBLICO CÂMARA MUNICIPAL

Em nota, nome da oposição questiona isenção a camarotes na Expoagro

Nota Na condição de oposição política propositiva em Afogados da Ingazeira, não é de hoje que desenvolvo um papel, muitas vezes solitário, de apontar caminhos alternativos aos que estão postos. O dito papel de opositor, diga-se, não se resume ao período eleitoral. Trata-se, em verdade, de atuação desenvolvida diuturnamente. Passado o momento eleitoral, volta-me a […]

Nota

Na condição de oposição política propositiva em Afogados da Ingazeira, não é de hoje que desenvolvo um papel, muitas vezes solitário, de apontar caminhos alternativos aos que estão postos. O dito papel de opositor, diga-se, não se resume ao período eleitoral. Trata-se, em verdade, de atuação desenvolvida diuturnamente.

Passado o momento eleitoral, volta-me a condição de cidadão, de patrão daqueles que exercem um múnus público. Pois bem. As denúncias, críticas e sugestões não tem a condição de criar embaraços ao gestor, seja ele quem for. Ao contrário, tem simplesmente o intuito de contribuir para a promoção de uma justiça social que deve começar no âmago das decisões políticas.

Dito isto, acompanhei atentamente e com pesar, as declarações à imprensa, feitas pelo presidente da AMUPE e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Coimbra, alegando falta de recursos, devido à crise econômica que assola o país, tendo como consequência inevitável, segundo o mesmo, a demissão em massa de servidores públicos.

Em intervenções anteriores, já afirmei que a crise é muito mais devido à gestão, é muito mais devido à inversão de prioridades, do que pela falta de recursos. Antes que me tachem de inconsequente, de fazer oposição por fazer, não nego a crise, ela existe. Mas o ponto é outro.

Trata-se de um governo voltado para uma casta de privilegiados, muitas vezes apadrinhados políticos, do que para quem realmente necessita. Governa-se para promoção de festas e não tem o mesmo entusiasmo e determinação em áreas prioritárias como saúde, educação, infraestrutura etc.

Resposta apresentada pela prefeitura

Critiquei duramente o município de Afogados da Ingazeira por promover uma festa, ressalta-se, no auge da crise econômica, com recursos próximos de R$ 1 milhão, e que para uma única atração desembolsa valores na casa dos R$ 300 mil reais, e que após 13 anos de sua realização, não apresenta resultados objetivos para o agricultor local, que foi o motivo que deu ensejo a sua criação.

Levando em conta essa média, são R$ 13 milhões de reais gastos desde sua primeira edição sem se obter retorno para os agricultores. A festa, que em tese seria para promover o desenvolvimento da agricultura do município, na realidade funciona como mero entretenimento, com comprovados desperdícios de recursos, sendo o agricultor o que menos se beneficia.

Diante da omissão dos órgãos fiscalizadores, tomei a iniciativa de buscar informações junto à própria prefeitura, baseado na lei de acesso à informação (Lei 12.527/2011), criada pelo Governo Dilma e que possibilita o controle social por qualquer cidadão. Para minha surpresa, constatei que o governo municipal dispensa tratamento privilegiado conforme o grau de proximidade política, não conforme a capacidade de contribuição dos cidadãos afogadenses, instituindo isenção fiscal para correligionários, ferindo o princípio impessoalidade que deve nortear a atuação do gestor público.

Esta crítica não é mera irresignação de quem agora é oposição, mas, ao contrário, fundamenta-se em informações oficias obtidas junto à Prefeitura, que seguem em anexo. Segundo os dados que me foram fornecidos pelo Município, vi que de um vendedor ambulante, que carrega uma pesada caixa de isopor com bebidas, cobra-se um valor de 35 reais; de um vendedor de picolés, cobra-se R$ 60 reais e de um barraqueiro, a bagatela de R$ 500 reais. Ora, um picolé custando R$ 1 real, tem um lucro de centavos, por picolé vendido.

No entanto, o vendedor de camarotes, os comercializa ao custo de R$ 2 mil reais, em média, mas não paga nada à Prefeitura. Se tem alguém, nessa equação, que mereceria isenção, seria o vendedor de picolés, por exemplo, não aqueles que mais lucram com a festa. É isso que combato e é noutro modelo que acredito. Fica o questionamento: se há falta de recursos porque a renúncia fiscal  ?

Emídio Vasconcelos – PT

Afogados : 4ª Feira do Empreendedorismo começa nesta quarta, 28

O evento tem o intuito de fortalecer a economia local com a participação de empreendedores de diversos segmentos Entre os dias 28 de novembro a 01 de dezembro, a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, em parceria com a Unidade Sertão Central, Pajeú, Moxotó e Itaparica do Sebrae/PE, vai realizar a IV Feira de Empreendedorismo, […]

Terceira edição consolidou feira

O evento tem o intuito de fortalecer a economia local com a participação de empreendedores de diversos segmentos

Entre os dias 28 de novembro a 01 de dezembro, a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, em parceria com a Unidade Sertão Central, Pajeú, Moxotó e Itaparica do Sebrae/PE, vai realizar a IV Feira de Empreendedorismo, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara.

O evento, que tem como objetivo fortalecer a economia local, com a participação de empreendedores de diversos segmentos, contará com palestras, rodadas de negócio, apresentações culturais e Feira de negócios.

De acordo com a analista do Sebrae, Leila Monte, todos os expositores receberam capacitações sobre: Como Participar de Feiras e Vitrinismo, com o objetivo de melhor se prepararem para receberem seus clientes.

“Montamos essas capacitações para que os expositores percebam as melhores formas e técnicas de apresentarem-se, tanto com relação aos produtos e serviços, quanto em suas abordagens no momento da venda”, conta a analista.

Ainda, segundo a analista, 10 municípios do Pajeú irão participar da feira. “Estes municípios participam do Programa Território Vivo do Sebrae, que tem como principal objetivo o desenvolvimento do territorial, valorizando o comércio, cultura, gastronomia e turismo de toda região e não só de uma cidade específica”, ressalta Leila completando: “Nesse ano, teremos o Espaço do Sebrae, onde acontecerão: Atendimentos, jogos empresariais e orientações”.

A Feira acontece todos os dias das 19h às 22h. As inscrições das palestras são gratuitas e podem ser feitas no dia e local do evento.

Programação:

Quarta, 28/11:

18h – Balé Infantil

18h30 – Orquestra Sanfônica (Carnaíba)

19h30 – Xaxado Nascer do Sol (Quixaba)

20h – Abertura Oficial

21h – Lindomar Souza

Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara

Quinta, 29/11:

08h – Rodada de negócios com o segmento de beleza (IFPE – sala 01)

08h – Rodada de negócios com o setor gastronômico e agricultura familiar (IFPE – sala 02)

Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara

18h – Capoeira “Cordão de Ouro”

18h40 – Academia Estação Atlética (Zuma)

19h20 – Aulão de ritmos com estudantes de educação física – UNIP

20h – Academia Xtreme (funcional)

20h40 – Academia Falcon (Step and Jump)

21h20 – Chikão Team Jiu Jitsu

Sexta, 30/11:

08h – Fórum Regional de Secretários e dirigentes de desenvolvimento econômico e Encontro Regional de Atores de Desenvolvimento (IFPE – auditório)

Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara

18h – Samba de Coco (Iguaracy)

18h40 – Balé cultural de Afogados da Ingazeira e Balé Cultural Expressart

19h20 – Xaxado bandoleiros (Solidão)

19h50 – Reisado do Santo Antônio (Afogados da Ingazeira)

20h30 – Desfile da grife Moda Matuta

Sábado, 01/12:

18h – Noite de autógrafos com os poetas Alexandre Morais, Wellington Rocha, Elenilda Amaral, e Zé Alberto. Lançamento do livro “Música para o povo que não ouve”, do músico Cannibal, vocalista da Banda Devotos de Recife.

19h – Talk show com o poeta Antonio Marinho

20h – Encerramento oficial

21h – Mesa de Glosa com os poetas Dudu Morais (Tabira), Zé Adalberto (Itapetim), Francisca Araújo (Iguaracy) e os poetas Afogadenses Alexandre Morais, Wellington Rocha e Elenilda Amaral. Mediação de James Manu (Tabira)

Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara

Lava Jato via com descrédito empreiteiro da OAS que acusou Lula no caso do tríplex

O ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP), foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos […]

O ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP), foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações. As informações são do The Intercept Brasil e Folha de São Paulo.

De acordo com a reportagem, as mensagens indicam que Léo Pinheiro só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista. “Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt. Guaruja”, escreveu o promotor Sérgio Bruno Cabral Fernandes a outros integrantes da equipe que negociou com os advogados da OAS em agosto de 2016, numa discussão sobre a delação no aplicativo Telegram. “Diziam q não tinha crime.”

Léo Pinheiro só apresentou a versão que incriminou Lula em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato, quando foi interrogado pelo então juiz Sérgio Moro no processo do tríplex e disse que a reforma do apartamento era parte dos acertos que fizera com o PT para garantir contratos da OAS com a Petrobras.

Os diálogos examinados ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas —e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo.

Em abril, após analisar relatos anexados à primeira proposta entregue pelos advogados da OAS, outro integrante da força-tarefa de Curitiba, Januário Paludo, disse aos colegas que achava o esforço inútil. “Tem que prender Leo Pinheiro. Eles falam pouco”, escreveu. “Me parece que não está valendo a pena.”

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba afirma que o material apresentado pela reportagem não permite constatar o contexto e a veracidade do conteúdo.