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Novaes pede que seja submetido ao Plenário projeto de Proteção à Caatinga

Por Nill Júnior

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) solicitou à Comissão de Justiça, na última quarta-feira (8), a apreciação de seu Projeto de Lei Ordinária Desarquivado nº 1712 de Proteção à Caatinga, apresentado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), em 2013.

O parlamentar afirmou, durante sessão de hoje, que este projeto tramita desde sua primeira legislatura, e mesmo já tendo sido objeto de duas audiências públicas na Comissão de Meio Ambiente, segue sem o parecer.

“Tendo em vista a importância deste projeto, faço um apelo aos parlamentares. É necessário que seja submetida a matéria às comissões para que o projeto encontre seu fim”, destacou o deputado. Para Novaes, a aprovação do projeto de lei irá proteger racionalmente, sem prejudicar a produção, o nosso mais extenso bioma.

A caatinga vem sofrendo com a desertificação e extinção de espécies nativas em razão da seca persistente e também pela ação do homem. O deputado ainda registrou a campanha da fraternidade que esse ano tem os olhos voltados para o meio ambiente: “Proteger o meio ambiente é uma bandeira que tenho defendido. E devemos avançar ainda mais”.

Outras Notícias

Boletim da PM revela mais detalhes do acidente que vitimou jovens em Afogados

Sepultamentos de Mariano Emerson e Renato Belo acontecem esta tarde O boletim do Batalhão de Polícia de Afogados da Ingazeira trouxe mais alguns detalhes do acidente que tirou a vida de dois jovens na PE 292, na tarde de ontem, em Afogados da Ingazeira. Segundo o relato dos policiais, a tragédia aconteceu  na curva próxima a […]

Vítimas trafegavam no veículo tipo Chrysler 300, prata, 2008, placa JIG-5055
Vítimas trafegavam no veículo tipo Chrysler 300, prata, 2008, placa JIG-5055

Sepultamentos de Mariano Emerson e Renato Belo acontecem esta tarde

O boletim do Batalhão de Polícia de Afogados da Ingazeira trouxe mais alguns detalhes do acidente que tirou a vida de dois jovens na PE 292, na tarde de ontem, em Afogados da Ingazeira.

Segundo o relato dos policiais, a tragédia aconteceu  na curva próxima a Fábrica de roupas Invesa. As vítimas vinham de Iguaraci no sentido de Afogados. Nessa curva outros acidentes foram registrados ao longo da história, principalmente neste sentido, pois é antecedida de uma reta em descida.

Mariano e Renato: vítimas fatais
Mariano e Renato: vítimas fatais

O veiculo que aparece incinerado na foto era um Chrysler 300, prata, 2008, placa JIG-5055. Havia sido comprado por Mariano Emerson dos Santos Ferreira, 26 anos, solteiro, autônomo, 26 anos, filho do vereador Zé Negão e da funcionária pública Vânia Ferreira, morador da Trav. Joaquim Paiva Matos,  Bairro Brotas, Afogados da Ingazeira.

Depois que sobrou na curva, o   choque foi tão violento que o Crysler incendiou. Populares socorreram as vítimas antes do carro ser consumido pelo fogo.   O corpo de bombeiros socorreu os feridos Renato Amorim Belo, 32 anos, Mecânico, morador do Bairro Sobreira, que morreu quando era levado para o Recife e Flávio Henrique Siqueira do Nascimento, 27 anos, conhecido como Nêgo Dé, autônomo, residente da Rua Gustavo Fitipaldi, 459, Bairro São Sebastião, que depois de ser atendido no HR foi transferido para a capital. Após diagnosticado com quadro de hemorragia interna, Flávio foi operado no Hospital da Restauração, Recife. Segundo informações que chegaram ao blog, o procedimento foi bem sucedido e ele passa bem.

O corpo de Mariano será sepultado ás 16hs de hoje no Cemitério São Judas Tadeu em Afogados da Ingazeira e já está sendo velado no Bairro Borges. O corpo de Renato está sendo velado no Bairro Sobreira, na Rua Pedro Francisco Belo. Ele, que era filho de Margarida Amorim, que era representante comunitária do bairro. Também será sepultado às 16h.

Floresta: prefeita anuncia antecipação de salários e diz que vai negociar dezembro

A Prefeitura de Floresta, a prefeita Rorró Maniçoba anunciou, em vídeo postado em suas redes sociais, ao lado da vice-prefeita, Bia Numeriano, a antecipação dos salários dos servidores públicos. O pagamento terá início já no dia 25 de janeiro. Segundo Rorró, a urgência no pagamento é uma tentativa de minimizar a crise financeira que se […]

A Prefeitura de Floresta, a prefeita Rorró Maniçoba anunciou, em vídeo postado em suas redes sociais, ao lado da vice-prefeita, Bia Numeriano, a antecipação dos salários dos servidores públicos.

O pagamento terá início já no dia 25 de janeiro. Segundo Rorró, a urgência no pagamento é uma tentativa de minimizar a crise financeira que se instalou na cidade, devido à falta de pagamento dos salários de dezembro pela gestão anterior, o que era sua obrigação.

“Foi muita irresponsabilidade da gestão passada não ter pago os salários dos servidores. Essas famílias precisam de dinheiro para pagar suas contas, o aluguel, a farmácia, fazer a feira. O comércio também está sofrendo com a falta de dinheiro em circulação. Antecipar o pagamento é uma saída para diminuir os impactos dessa crise”, explicou Rorró.

Quanto aos salários de dezembro, Rorró garantiu segundo assessoria que dialogará em breve com as classes envolvidas para juntos chegarem a uma solução. Pela lei, ela herda a obrigação de quitar os salários não pagos pelo governo Ricardo Ferraz.

Itapetim: Anderson Lopes define data da Convenção Partidária

O pré-candidato a prefeito de Itapetim, Anderson Lopes (PSDB), anunciou nas redes sociais a data da convenção partidária que oficializará sua candidatura para as eleições municipais deste ano. O evento será realizado no dia 3 de agosto, às 18h45, na quadra da EREM Teresa Torres. Em sua mensagem, Anderson convidou a população para participar: “Convenção […]

O pré-candidato a prefeito de Itapetim, Anderson Lopes (PSDB), anunciou nas redes sociais a data da convenção partidária que oficializará sua candidatura para as eleições municipais deste ano. O evento será realizado no dia 3 de agosto, às 18h45, na quadra da EREM Teresa Torres.

Em sua mensagem, Anderson convidou a população para participar: “Convenção partidária da coligação PSDB de Itapetim. Vista sua camisa azul e venha fazer parte dessa grande festa.”

Assim como em São José do Egito, Itapetim vive a expectativa da união das oposições. Jordânia Siqueira (Republicanos), a outra pré-candidata da oposição, ainda não anunciou a data da sua convenção, o que pode ser uma indicação de que ainda há a possibilidade de um entendimento com Anderson.

Os cem anos de Dom Francisco

Por Monsenhor Assis Rocha* A celebração festiva do Centenário de nascimento de Dom Francisco Austregésilo, em Afogados da Ingazeira, , começa hoje, na cidade onde ele foi Bispo Diocesano por 40 anos: de 1961 a 2001. Foi, imediatamente, antecedido por D. Mota, e sucedido por Dom Pepeu, Dom Egídio e, agora, por Dom Limacedo. A Pastoral […]

Por Monsenhor Assis Rocha*

A celebração festiva do Centenário de nascimento de Dom Francisco Austregésilo, em Afogados da Ingazeira, , começa hoje, na cidade onde ele foi Bispo Diocesano por 40 anos: de 1961 a 2001. Foi, imediatamente, antecedido por D. Mota, e sucedido por Dom Pepeu, Dom Egídio e, agora, por Dom Limacedo.

A Pastoral de Comunicação da Diocese, por um de seus membros, a Silmara, entrou em contato comigo, por ser um dos padres mais antigos e vivo, a trabalhar por lá, pedindo-me alguma informação, a respeito de D. Francisco, minha convivência com ele, seu destemor no uso da Rádio, sobretudo através do MEB, de seus sermões e programas radiofônicos ou outros aspectos de sua ação evangelizadora por toda a Diocese. Claro que não me neguei a fazê-lo.

Enviei-lhe três vídeos de 10 a 12 minutos, abordando três aspectos: um pouco de sua biografia e de nossa convivência; outro tanto do seu trabalho de evangelização e catequese pela PASCOM e pelo MEB; e algo mais folclórico ou “causos” que, apesar da seriedade dele, aconteciam, esporadicamente.

Transcrevo para meus leitores, neste meu comentário desta semana, um pouco do que já enviei em vídeo, para meus amigos e colegas, em Afogados da Ingazeira, como colaboração para a Festa Centenária.

Conheci Dom Francisco, em 1952. Eu tinha meus 11 anos de idade, e ele tinha 27. Dezesseis anos de diferença. Eu, ingressando no Seminário de Sobral, e ele meu professor de Língua Portuguesa e Matemática. Mais tarde, de Literatura Brasileira e Portuguesa, e também, meu Reitor do Seminário.

Em comum, tínhamos o nome dos lugares onde havíamos nascido: SANTA CRUZ – já em projeto de mudarem de nomes para evitarem confusão, sobretudo do serviço telegráfico. Com a mudança de um dos nomes, findava a confusão. Mudaram os dois nomes de uma vez: a Santa Cruz dele passou a ser Reriutaba e a minha Santa Cruz passou a chamar-se Bela Cruz. E assim, fomo-nos acostumando com essa história e a recontamos até hoje.

Dom Francisco nasceu aos 3 de Abril de 1924. Por isso é que no dia 03 de Abril de 2024, quarta feira desta semana, Afogados da Ingazeira esteve celebrando os 100 anos do seu nascimento, que Reriutaba, bem que poderia comemorar, com mais propriedade do que nós.

Depois de cursar 1º e 2º graus no Seminário de Sobral, com grande brilhantismo, em Literatura, língua portuguesa e ciências matemáticas, ingressou nos Cursos Superiores de Filosofia, Teologia, Sagradas Escrituras e Direito Canônico com mais brilhantismo ainda, credenciando-se à Ordenação Sacerdotal, que se deu aos 08 de dezembro de 1951 das mãos de seu Bispo de Sobral, Dom José Tupinambá, assumindo tarefas ministeriais, como professor e, mais tarde, como Reitor do Seminário, tornando-se o grande formador dos futuros padres da Diocese. Era conhecido por todos, como Padre Austregésilo, o mais preparado do clero sobralense, o mais admirado pelas aulas bem ministradas, pelos sermões cheios de sabedoria, por suas palestras convincentes, pelos retiros convertedores de pessoas, pela segurança, energia e destemor que passava em tudo o que fazia. Isto o credenciou a ser Bispo.

Sua nomeação de Roma aconteceu aos 25 de Maio de 1961, nove dias antes de completar seus 37 anos de idade. Em 24 de Agosto do mesmo ano, recebeu a Ordenação Episcopal, em sua Diocese de origem, Sobral – CE, e no dia 17 de setembro de 1961 substituiu o 1º Pastor, Dom Mota, que fora trans-ferido para Sobral.

Começou seu Ministério Episcopal em Afogados, tendo a felicidade de participar do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, com todos os bispos do mundo, reciclando-se para melhor realizar sua nova fase de prestação de serviço à Igreja. Apresentou-se aos seus diocesanos, como Dom Francisco, dada a dificuldade que o povo teria de chamá-lo Dom Austregésilo. Em Sobral, os colegas mais íntimos o chamavam “Tregeba”. Era bem mais fácil; não?

Ele chegara a Afogados, em Setembro de 1961, como eu já disse. Eu cheguei a Pernambuco, primeiro que ele: em Fevereiro, para cursar o 2º Ano de Filosofia no Seminário Regional do Nordeste, em Olinda. O 1º ano eu havia feito em 1960, no Seminário Arquidiocesano de Fortaleza.

Dom Mota, em 04 anos, fundara duas instituições básicas para seu trabalho de evangelização: a Rádio Pajeú e a A.S.D. (Ação Social Diocesana). O novo bispo, Dom Francisco, nem se preocupou em “criar” algo “de novo”. O novo já existia. Era só pô-lo em prática. Os políticos, para mostrarem serviço, destroem o que seus antecessores deram início. Bispos sérios não fazem isso.

E aqui está o 2º motivo da minha reflexão sobre o episcopado de D. Francisco.

Dom Mota fora escolhido para a Missão em Afogados da Ingazeira, no momento em que os Bispos de todo o Brasil, sobretudo do Norte, Nordeste e Centro Oeste eram convidados pelo Presidente da República, J.K. a fazerem uma parceria, via CNBB, para iniciarem um projeto de Educação pelo Rádio, que atingisse os interiores mais longínquos do país, onde ninguém chegava, a não ser as ondas do Rádio. O Ministério das Comunicações, associado à Igreja do Brasil, desenvolveria esse trabalho através do M.E.B. (Movimento de Educação de Base). Mas, porque Juscelino pensara nisso?

Ele fora seminarista no grande Seminário Lazarista, do Monte Caraça, em Minas Gerais. Seu “slogan” era pura ousadia: “fazer o Brasil crescer 50 anos em cinco”. Juscelino tinha pressa. Tinha de fazer muito em pouco tempo.  Queria construir no seu momento presente, o que o Brasil fosse precisar mais tarde. Deu início com ousadia e planejamento à Indústria Brasileira, às fábricas de automóveis, às refinarias de petróleo, à frota naval, à marinha mercante nacional, à transferência da Capital do Rio de Janeiro para o Planalto Central, enfim, motivou, investiu, construiu não só sob o aspecto material, mas cuidou da Educação como sua principal meta. Não queria o povo só para trabalhar pesado. Tinha também que pensar, ativar os conhecimentos, aprender para ser mais. Não era o ter que era mais importante. E a melhor maneira que achou de pagar o que recebeu do Seminário do Caraça, foi nesta parceria com a CNBB.

Em 05 anos, a Diocese de Afogados da Ingazeira, com o início dado por D. Mota e a continuidade expressa pela coragem e destemor de D. Francisco, tinha instalado um serviço de educação integral para a vida comunitária, social e política e para a evangelização que movimentava mais de 400 Escolas Radiofônicas, espalhadas por toda a Diocese. Com o golpe militar de 1964, todo o sonho de Juscelino, todo o empenho da CNBB, todo o material de traba-lho e das pessoas envolvidas, tudo foi de água abaixo. A ditadura os destruiu.

Em Afogados, policiais tomavam os “radinhos cativos” das Escolas e amedrontavam os monitores, ameaçando-os de prisão. O Bispo se indignava.

Procurava o 4º exército, na 10ª região militar em Recife, bradando diante da autoridade: “quem já viu fechar-se um chuveiro, arrolhando cada um de seus buraquinhos? Porque não fechá-lo, enroscando a torneira geral?” Era o desafio do Bispo Sertanejo para o exército fechar a Rádio Pajeú, coisa que nunca aconteceu.

Dom Francisco se caracterizava, por onde andava, como um homem de muita coragem. Sempre dizia que “medo” era uma palavra que não existia em seu dicionário; e justificava o seu destemor, à luz da Palavra de Deus, que tem em 366 ocasiões: “não tenhais medo”. Só da boca de Jesus tem, pelo menos, 18 vezes.  Com essas suas maneiras de pensar e agir, eu vou passando para a terceira solicitação da Silmara, na abordagem de alguns “causos” mais hilários de D. Francisco que, dada a seriedade dele, tem pouca graça, mas é parte do seu jeitão. Como eu disse acima, falando da sugestão de Silmara, quanto aos causos, apesar de sua seriedade, aconteciam esporadicamente. Vamos a eles.

Eu sempre convivi com Dom Francisco, admirando sua sabedoria, quer no seminário menor, em Sobral, quer no Seminário Maior, em Fortaleza, no tocante ao seu Curso de Direito Canônico. Sob este aspecto, orientava por toda a Diocese, sobre a liberdade que o casal de namorados ou noivos deveria ter para realizar-se como marido e mulher. Sustentava com toda coragem que ninguém era obrigado a casar. Assim estava ensinando na Paróquia de S. José do Belmonte, dizendo que casamento obrigado é nulo. Não houve sacramento.

Ao dizer isso, um promotor público que estava na Igreja atreveu-se a dizer que, em certas circunstancias, para evitar uma tragédia na família, talvez fosse mais prudente realizar o casamento. Dom Francisco revidou com mais indignação ainda: “Não, Senhor! Não há lei que obrigue um casamento”. O tal promotor é que não sabia quem era D. Francisco e do que ele era capaz. Replicou-o, dizendo que ‘ele orientava daquele modo por desconhecer a lei’. O suficiente para criar “um bafafá” em que o Bispo saiu à meia noite daquela cidade, 600 km. para Recife, e se inscreveu no último dia do vestibular de Direito da Universidade Católica de Pernambuco. Ficou num dos 1ºs lugares.

Fez todo o Curso, dividido em 03 Faculdades: na Católica, em Caruaru e na Federal, devido dificuldades de frequência; mas venceu. Entre os convites a serem enviados, pediu apenas três, para pessoas que não estariam presentes: Dona Clausídia, sua mãe, já idosa, em Sobral. Para mim, que estava em Roma e também não viria; e para o tal promotor que o desafiara, na Missa, em São José do Belmonte, com o seguinte recado: ‘terei imenso prazer em contar com o prezado colega, em minha formatura’. Será que ele foi?

Gostaria de acrescentar aos causos já citados (não ter medo/ discussão com o promotor/ defesa do MEB no 4º exército) mais um, em âmbito mundial: durante o Concílio Vaticano II, propôs a restauração do Diaconato Permanente, que funcionou no começo da Igreja, como narram os Atos dos Apóstolos 6,13: “escolham entre vocês, sete homens de confiança, cheios do Espírito Santo e de sabedoria e nós entregaremos as prestações de serviços a eles e nós continuaremos a usar todo o nosso tempo na oração e no anuncio da palavra”.

Dom Francisco impôs tanta seriedade no pleito dele, dando exemplos das necessidades de sua própria Diocese de 11 mil km quadrados, 300 mil há-bitantes, 06 padres, o mais novo era ele mesmo, que os Padres Conciliares se renderam aos seus argumentos e aprovaram o projeto. Voltando do Concílio começou a preparar por 03 anos, seus 1ºs Diáconos. A ele nossa homenagem.

*Monsenhor Francisco de Assis Magalhães Rocha é sacerdorte católico, professor e comunicador. Natural de Bela Cruz, Ceará, onde mora hoje, foi ordenado sacerdote a 4 de agosto de 1968. De 1973 a 1976, cursou Sociologia na Pontifícia Universidade Santo Tomás de Aquino, em Roma, onde concluiu o bacharelato e o mestrado, defendendo a tese O Fenômeno Frei Damião na Religiosidade Popular do Nordeste do Brasil. Atuou por décadas a serviço da Diocede de afogados no bispado de Dom Francisco. Dirigiou a Rádio Pajeú e Rádio Universitária de Sobral, no Ceará.

Afogados: sistema de reuso de água do Vianão é destaque no programa Bora Pernambucar

Sistema de reúso da água mantido pelo município é tema da live Caso de Sucesso, dentro do Bora Pernambucar. Nesta terça, às 16h Nesta terça-feira (13), às 16h, a Secretaria de Turismo e Lazer destaca na série de encontros online Caso de Sucesso uma iniciativa ambiental muito bem-sucedida no Sertão do Pajeú. Sob o tema “O […]

Sistema de reúso da água mantido pelo município é tema da live Caso de Sucesso, dentro do Bora Pernambucar. Nesta terça, às 16h

Nesta terça-feira (13), às 16h, a Secretaria de Turismo e Lazer destaca na série de encontros online Caso de Sucesso uma iniciativa ambiental muito bem-sucedida no Sertão do Pajeú.

Sob o tema “O Segredo dos Jardins de Afogados da Ingazeira”, a live do programa Bora Pernambucar mostrará como o reúso da água pode ser uma medida positiva para o meio ambiente e para a economia, especialmente em se tratando do Sertão.

O uso consciente da água pelo município de Afogados da Ingazeira tem servido de modelo no Estado devido à eficiência em atender às demandas hídricas da cidade. Através do sistema de reaproveitamento de água do esgoto, são tratados mais de 100 mil litros de água por dia. A experiência será relatada pelo responsável técnico Elias Silva.

A iniciativa sustentável permite realizar o serviço de fertirrigação do estádio Valdemar Viana de Araújo, o Vianão, casa do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. Além de qualificar o gramado do equipamento futebolístico, o reúso da água garante que seja efetuada a adubação regular das praças e jardins da cidade, garantindo que as ruas de Afogados fiquem cada vez mais bonitas para a população e para receber os visitantes.

“O modelo de reaproveitamento da água em Afogados serve de orgulho não só para o Sertão do Pajeú, mas para todos os pernambucanos. Apresentar este projeto de sucesso, na próxima terça-feira, é uma ação que visa impactar gestores e representantes do trade turístico para que esta boa prática seja replicada”, afirma o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.

Interessados em acompanhar a apresentação sobre este caso de sucesso em Pernambuco, devem fazer a inscrição pelo link de acesso https://forms.gle/Pi6gJZAUmkiG5FCw8.