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Nordeste: previsão de muita chuva para o começo de 2020

Por Nill Júnior
Chuva em Jabitacá. Foto: Júnior Florêncio

Do Climatempo

Grandes áreas de instabilidade se formaram sobre o Nordeste do Brasil por causa da intensificação da ZCIT e da influência da circulação dos ventos de um VCAN. Nuvens muito carregadas cresceram em vários locais e provocaram chuva forte e volumosa.

Na tarde do dia 31 de dezembro de 2019, raios eram detectados até em áreas do sertão do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do Ceará, situação que não é comum no fim de dezembro, que ainda é época de predomínio de tempo seco por quase todo o Nordeste

As áreas de instabilidade da ZCIT e geradas pela circulação do VCAN vão ficar vários dias sobre o Nordeste do Brasil. Os primeiros dias de 2020 serão com tempo instável, com pancadas de chuva frequentes em todos os estados.

Para esta quarta-feira, 1 de janeiro, a previsão é de muitas nuvens e chuva no interior e no litoral de todos os estados. Há risco de raios e de chuva moderada a forte em todos estados.

A partir da quinta-feira, 2 de janeiro, e até o domingo, 5, as áreas de instabilidade enfraquecem sobre o leste do Nordeste fazendo com que o sol e o tempo seco voltem a predominar gradualmente sobre Sergipe, Alagoas, o centro-leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte.

Os estados da Bahia e do Maranhão receberam grandes volumes de chuva entre os dias 30 e 31 de dezembro de 2019, superando 70 mm em 24 horas em algumas localidades.  Conde, na Bahia, teve o maior volume de chuva no Brasil entre estes dias, segundo o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia

Entre aproximadamente 15 horas do dia 30 e 15 horas do dia 31 de dezembro de 2019, medições do CEMADEN – Centro Nacional de Monitoramento e Desastres Naturais – indicaram mais de 100 mm acumulados em locais da Bahia e do Maranho. Confira alguns exemplos.

Outras Notícias

Dilma afirma que aguenta pressão e analisa alternativas para evitar impeachment

Do Estadão Conteúdo Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. “Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente”, disse a presidente, […]

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Do Estadão Conteúdo

Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. “Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente”, disse a presidente, ainda gripada, em uma das reuniões com a equipe.

Sem tempo, Dilma trocou a leitura frenética de livros pela análise minuciosa de mapas de votação na Câmara, onde uma comissão com 65 deputados vai definir o destino do impeachment. Ampliou o escopo, mirando em mais do que os 171 votos necessários para barrar o processo no plenário, e exibiu habilidade em decorar o Estado de cada parlamentar a ser fisgado

A ordem é abrir o cofre, atender os aliados fiéis, desalojar os “traidores” e dividir o PMDB, que na terça-feira deve oficializar o divórcio do governo. Na estratégia do “tudo ou nada”, Dilma partiu para o varejo das negociações políticas, virou uma espécie de “ouvidora” dos insatisfeitos, coisa que sempre abominou, e montou um gabinete de crise permanente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a nomeação suspensa como ministro da Casa Civil e aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para saber se poderá assumir o cargo, atua de longe na coordenação geral dos trabalhos, sem pisar no Palácio do Planalto.

A batalha de comunicação do governo é agora direcionada para “vender” a imagem de Dilma como mulher “guerreira”, que lutou contra a ditadura e hoje enfrenta um “novo modelo de golpe”. Todos os dias, Dilma recebe no Planalto ou mesmo na residência do Alvorada líderes e dirigentes de partidos aliados, além de ministros do PMDB. Pede apoio e promete mudanças.

Deputados do PP e do PR informaram a ela que será difícil manter o aval ao governo se o PMDB desembarcar e alertaram sobre um possível efeito dominó em outros partidos.

“Foi um aviso de que o gato subiu no telhado. A ficha dela caiu, mas, por incrível que pareça, não se abateu”, contou um dos deputados que estiveram com a presidente. “Parece que, se morrer, vai morrer lutando”.

Numa contraofensiva arriscada, o governo decidiu, na quinta-feira, desafiar o vice Michel Temer – que comanda o PMDB e é chamado por petistas de “chefe da facção” -, exonerando o presidente da Funasa, Antônio Henrique de Carvalho Pires, homem de sua confiança.

Nos bastidores, auxiliares de Dilma afirmam que tudo será feito para enfrentar a “conspiração” do grupo de Temer e contemplar com cargos quem pode ajudar a derrubar o impeachment na Câmara. É uma disputa voto a voto, no mais fiel estilo do “toma lá, dá cá”.

Tática semelhante foi usada em dezembro, quando Dilma dispensou o vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto, indicado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como retaliação à atitude do deputado de aceitar o pedido de impeachment.

Em conversas reservadas, Dilma mostra inconformismo com o fato de Cunha, réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de corrupção na Petrobras, conduzir o processo que pode levar a seu afastamento. “Eu não cometi nenhum crime para justificar a interrupção do meu mandato. Brigarei até o fim”, diz ela, enquanto a Operação Lava Jato avança sobre o governo.

No PT há quem pregue até mesmo que, em caso de impeachment, Dilma recorra à Organização dos Estados Americanos (OEA). Nesse combate, há ainda táticas de guerrilha que circulam na internet, com ameaças de fim de programas sociais, como o Bolsa Família, se a presidente cair.

Foi após a campanha da reeleição, em 2014, que Dilma terminou de ler a biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. Não por acaso, outro dia voltou a dar uma espiada no terceiro volume, segundo relato de um ministro. “Tudo a seu tempo”, costumava dizer Getúlio, quando era pressionado.

Miguel vai propor redução de imposto para baratear conta de luz

O pré-candidato ao Governo do Estado, Miguel Coelho, vai propor a redução em 30% do ICMS que incide sobre a tarifa de luz. O objetivo é baratear o custo da energia elétrica em Pernambuco, hoje uma das mais caras do Brasil. Ao ressaltar a elevada carga tributária no estado, Miguel lembrou que os impostos arrecadados […]

O pré-candidato ao Governo do Estado, Miguel Coelho, vai propor a redução em 30% do ICMS que incide sobre a tarifa de luz. O objetivo é baratear o custo da energia elétrica em Pernambuco, hoje uma das mais caras do Brasil.

Ao ressaltar a elevada carga tributária no estado, Miguel lembrou que os impostos arrecadados não são convertidos em investimentos que beneficiem a população.

“Pernambuco paga uma das gasolinas mais caras do Nordeste, e no alimento é a mesma coisa. Na tarifa de luz, a gente tem uma proposta de baixar o imposto em pelo menos em 30%”, anunciou.

“O Ministério Público entrou com uma ação para obrigar o estado a diminuir, porque estava cobrando em excesso. O governo do PSB virou um governo perverso, desumano, que só se preocupa em exigir mais sacrifícios da população e não faz sequer o básico”, acrescentou o pré-candidato em live nesta terça-feira (12) nas redes sociais.

Miguel Coelho ainda lembrou que Pernambuco acumula recordes e índices negativos no desemprego, no abastecimento de água e no saneamento. Possui ainda as piores estradas no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte.

“O estado está sem rumo, sem perspectiva. As pessoas estão tristes, mas estão querendo crescer, querendo uma oportunidade, querendo ver que todos aqueles impostos que a gente paga sejam revertidos em alguma coisa”, afirmou.

Luciano Duque confirma palco nacional em mesmo local do ano passado. "Apesar das críticas, fizemos grade possível", justifica

O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT) falou hoje ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) sobre a programação anunciada da Festa de Nossa Senhora da Penha, ou Festa de Setembro em Serra Talhada. Duque falou da polêmica gerada pela indefinição do local do Palco Nacional, confirmou que vai ficar mesmo o pátio da Lagoa […]

Luciano

O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT) falou hoje ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) sobre a programação anunciada da Festa de Nossa Senhora da Penha, ou Festa de Setembro em Serra Talhada. Duque falou da polêmica gerada pela indefinição do local do Palco Nacional, confirmou que vai ficar mesmo o pátio da Lagoa Maria Timóteo e comentou as polêmicas da avaliação da grade, realização gastos para  eventos pela prefeituras e outras questões relacionadas.

Como foi montar a grade deste ano ?

Como sempre muito difícil. São onze dias de festa religiosa e cultural. Abriremos com show religioso da banda Rosa de Saron. No encerramento dia 8, teremos com Batista Lima. Durante a programação, ainda teremos Josildo Sá, Maciel Melo, Dorgival Dantas, Geraldinho Lins, Toca do Vale, Roberta Miranda. Ou seja, está a gosto de todo público.

O senhor disse na coletiva que ainda não havia definido o local do chamado Palco Nacional alegando que o valor pedido  pela família para que se instalasse no pátio da Lagoa Maria Timóteo tinha sido alto. Mas um dos proprietários, João de Sindário, disse à imprensa local que não houve sequer proposta de preço…

Essa polêmica é até boa porque divulga mais a festa. Nós já estamos com equipe trabalhando no terreno que pertence a ele. São dois terrenos, um do neto do ex-candidato Sebastião Oliveira e outro de dois irmãos. A gente vai construir a solução, vai dar tudo certo. Não tenho dúvida de que vamos  construir uma saída junto á família. Já conversei com um deles e já está encaminhado.

Então o senhor confirma que o palco vai continuar onde foi ano passado?

Sim, vamos fazer na área, não tenho dúvida.  É uma festa que atrai pessoas de toda região.

O Prefeito Luciano Torres afirmou semana passada que sonha com o dia em que haja proibição de gastos por prefeituras de festas. Disse que se não faz o povo reclama, se faz também. O senhor também pensa assim?

A gente vive em cenário onde todos são sacrificados. Hoje existe uma campanha massiva contra dinheiro público em festa na Imprensa. Por sua vez alguns municípios até menores fazem eventos com dinheiros de emendas, Fundarpe, enquanto outros porque não tem apoio  não realizam. A população avalia o governo porque botou banda boa. Mas recursos públicos não deveriam ser destinados pra esse tipo de evento. No Sul esses eventos são fechados. Aqui se criou cultura de fazer eventos públicos financiados porque senão a população critica o gestor. Lançamos a programação e já apareceu gente tentando desqualificar o evento. Estamos fazendo o evento possível. Temos que fazer gastando pouco.

Vereador Marcos Crente afirma que consenso definiu o seu nome como vice

Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre o processo de escolha do seu nome como candidato a vice na chapa da coligação MDB/DEM, o vereador Marcos Crente inicialmente agradeceu ao grupo da ex-vice-prefeita Genedy Brito, ao ex-vereador Sebastião Ribeiro e ao empresário Zé da Sulanca, pelo consenso.  A pesquisa prometida pelo ex-prefeito […]

Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre o processo de escolha do seu nome como candidato a vice na chapa da coligação MDB/DEM, o vereador Marcos Crente inicialmente agradeceu ao grupo da ex-vice-prefeita Genedy Brito, ao ex-vereador Sebastião Ribeiro e ao empresário Zé da Sulanca, pelo consenso. 

A pesquisa prometida pelo ex-prefeito Dinca Brandino para a definição do nome, não aconteceu, disse Marcos. 

Provocado a dizer quem será o candidato, da coligação, Marcos Crente declarou que “É Dinca, mas se for Nicinha, não tem problema, deixa acontecer…”, ou seja, a insegurança mesmo com o ex-prefeito garantindo ter todas as certidões, continua. 

O vereador atacou a gestão Sebastião Dias, citando que a zona rural vive um descaso e definiu a saúde como quadro de abandono. O DEM, de Marcos Crente, não tem nenhum candidato a vereador.

Papa Emérito está bem, diz egipciense que o visitou no Vaticano

No final da tarde de segunda-feira, dia 2 de julho, o cardeal Raymundo Damasceno Assis visitou o Papa emérito Bento XVI nos Jardins Vaticanos. “Nos acolheu nos Jardins do Vaticano, perto da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes. Assentou-se num banco e eu e outros que me acompanhavam ficamos sentados ao seu lado. Escutou a […]

No final da tarde de segunda-feira, dia 2 de julho, o cardeal Raymundo Damasceno Assis visitou o Papa emérito Bento XVI nos Jardins Vaticanos.

“Nos acolheu nos Jardins do Vaticano, perto da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes. Assentou-se num banco e eu e outros que me acompanhavam ficamos sentados ao seu lado. Escutou a todos com muita paciência e afeto paternal. O encontro durou cerca de meia hora”, contou Dom Damasceno ao Vatican News.

Dom Damasceno estava acompanhado pelos professores Rudy Albino de Assunção (e familiares) e Gilcemar Hohemberger – autores dos livros sobre o Papa emérito -, e membros da Editora Molokai.

Bento XVI foi presenteado com a coleção de livros com suas homilias traduzidas para o português.

O egipciense José Campos, camisa azul na foto, irmão de Bernadete e Tadeu Campos também acompanhou a visita e atestou o bom estado de saúde do cardeal Hatzinger, considerando sua idade. O papa emérito tem 91 anos.