No bloco governista, aumenta sinalização em torno de Thaynara Queiroz
Por Nill Júnior
Enquanto na oposição tem gente apostando no nome de Ilma Valério como melhor opção, no bloco governista parece não haver dúvida.
Ontem, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, entregou o Sistema de Abastecimento de Água Simplificado da comunidade rural do sitio Rodeador.
O empreendimento beneficiará em torno de 16 famílias realizando mais um sonho dos moradores do local.
O projeto é incluso no Programa Águas, criado e elaborado pelo Governo de Anchieta Patriota. Como destaque na solenidade, a Secretária de Assistência Social Thaynnara Queiroz.
Ela esteve em posição de destaque na entrega, aumentando a sinalização de que pode mesmo ser o nome governista para a disputa em 2024. O prefeito Anchieta Patriota ainda na confirmou essa possibilidade, mas tem conversado com o grupo. Dele sairá o nome a prefeito(a) com os vereadores indicando a vice.
Ainda estiveram no ato o vice-prefeito Júnior de Mocinha, que já sinalizou que volta a disputar a vereança, o presidente da Câmara Alex Mendes, o secretário de infraestruturas Tiago Arruda, que chegou a ser cotado, mas perdeu força, o Secretário de Agricultura Anchieta Alves, de Governo Everaldo Rodrigues Patriota, a vereadora Izaquelle Ribeiro e o vereador Cicero Batista, este último eventualmente cotado para vice.
Nas redes sociais, chamou a atenção a crítica do filho do prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel ao ciclo socialista, que o pai apoia. O pano de fundo foram as consequências das fortes chuvas que caíram em Recife, com mais de 30 mortes. Vinicius Maciel, CEO do grupo LW publicou a notícia da morte de uma […]
Nas redes sociais, chamou a atenção a crítica do filho do prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel ao ciclo socialista, que o pai apoia.
O pano de fundo foram as consequências das fortes chuvas que caíram em Recife, com mais de 30 mortes.
Vinicius Maciel, CEO do grupo LW publicou a notícia da morte de uma criança que havia sido resgatada após um deslizamento de terra no mesmo local onde vinte pessoas faleceram.
Mesmo resgatada com vida a criança acabou falecendo. “O bebê morreu. Todo mundo sabe onde tem deslizamento. Até quando o PSB vai chegar”, criticou.
A crítica foi feita em storie e não estava mais disponível essa manhã.
Registre-se, no campo local o PSB é o partido da ex-prefeita Madalena Britto , que está afastada do gestor reclamando falta de espaço e ingratidão.
As candidatas à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) vão se confrontar nesta segunda-feira, 1º de setembro, pela primeira vez após a pesquisa Datafolha que mostrou ambas empatadas com 34% das intenções de voto no primeiro turno. Juntamente com Aécio Neves (PSDB), que apareceu com 15% no levantamento, as presidenciáveis vão participar, às […]
As candidatas à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) vão se confrontar nesta segunda-feira, 1º de setembro, pela primeira vez após a pesquisa Datafolha que mostrou ambas empatadas com 34% das intenções de voto no primeiro turno. Juntamente com Aécio Neves (PSDB), que apareceu com 15% no levantamento, as presidenciáveis vão participar, às 17h45, de debate promovido pela Folha de S. Paulo, UOL, SBT e Jovem Pan, nos estúdios da emissora de televisão.
Os candidatos já estiverem frente a frente no debate realizado pela TV Bandeirantes, na última terça-feira (26). Naquele dia, porém, a pesquisa mais recente era do Ibope e apontava Dilma com 34%, Marina com 29% e Aécio com 19% das intenções de voto no primeiro turno.
O evento, que será mediado pelo jornalista Carlos Nascimento, vai ser dividido em quatro blocos e terá duração total de 1h40 minutos. O primeiro bloco terá perguntas livres entre os candidatos, com réplicas e tréplicas. A segunda parte envolverá perguntas de jornalistas dos veículos que promovem o debate, que escolherão um candidato para responder e outro para comentar. O terceiro bloco terá o mesmo formato do primeiro e o quarto será de considerações finais dos presidenciáveis.
Também participarão do debate os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB), cujos partidos têm representação na Câmara dos Deputados.
Na manhã deste sábado (4), morreu, aos 92 anos, a ex-secretária de Cultura do Recife, Leda Alves. Conforme apurado pela reportagem, ela faleceu em casa por causas naturais. Segundo a família, ela será cremada neste domingo (5), no Cemitério Morada da Paz, no município do Paulista, Região Metropolitana do Recife. O velório, ainda sem horário […]
Na manhã deste sábado (4), morreu, aos 92 anos, a ex-secretária de Cultura do Recife, Leda Alves. Conforme apurado pela reportagem, ela faleceu em casa por causas naturais.
Segundo a família, ela será cremada neste domingo (5), no Cemitério Morada da Paz, no município do Paulista, Região Metropolitana do Recife. O velório, ainda sem horário definido, acontecerá na Capela de Santo Amaro, área central do Recife.
Atriz e ativista, Leda era uma profunda conhecedora da cultura popular de Pernambuco e dedicou sua vida à causa. Ela foi casada com o famoso dramaturgo pernambucano Hermilo Borba Filho e, entre algumas funções no Governo do Estado, assumiu a gestão da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), também sendo presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) antes de assumir a Secretaria de Cultura do Recife nas gestões de Geraldo Júlio (PSB).
Ainda em 2022, Leda chegou a receber a Medalha de Mérito Olegária Mariano da Câmara Municipal do Recife pelas mãos da vereadora Cida Pedrosa e do vereador Almir Fernando, ambos do PCdoB. O motivo da solenidade foi pelos serviços prestados pela ativista a Pernambuco.
Livro da Rádio Pajeú- Leda Alves teve um importante papel na festa dos 50 anos da Rádio Pajeú. Por determinação do então governador Eduardo Campos, apoiou o lançamento do livro No Coração do Povo – A História da Rádio Pajeú, de César Acioly, Daniel Ferreira e Nill Júnior. Inclusive participou do lançamento do livro no Cine São José.
Estadão O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu […]
O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu no âmbito da ação que investiga abuso de poder político e econômico na campanha presidencial de 2014 e pode gerar a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.
O departamento da Odebrecht chamado por Mascarenhas de “trepa moloque”, uma referência ao fato de que, por ele, só passava recursos ilegais, era responsável não apenas por repasses de recursos ilícitos para campanhas eleitorais como pagamentos de resgates de funcionários da empreiteira sequestrados em países atingidos por conflitos armados ou grande violência urbana.
No depoimento, o ex-executivo detalhou os pagamentos com recursos ilegais da empresa. Na planilha apresentada, segundo relatos, constava as seguintes quantias: em 2006 – U$ 60 milhões; 2007 – U$ 80 milhões; 2008 – U$ 120 milhões; 2009 – U$ 260 milhões; 2010 – U$ 420 milhões; 2011 – U$ 520 milhões; 2012 – U$ 730 milhões; 2013 – U$ 750 milhões e 2014 – U$ 450 milhões.
Os pagamentos eram feitos em hotéis onde ficavam hospedados os intermediários.
Segundo Mascarenhas, com a avanço das investigações da Operação Lava Jato, o setor de propina teve que migrar para a República Dominicana. A cota em que era armazenado os recursos ficaria fora do País e quando era necessário fazer algum pagamento, sempre era em espécie. De acordo com ele, em razão de as regras serem mais rígidas nos Estados Unidos, as transações em solo norte-americano eram evitadas.
Ao falar sobre a operacionalização do setor, Mascarenhas detalhou as tratativas realizadas com o maqueteiro de campanha presidencial do PT em 2014, João Santana, e com sua mulher Mônica Moura. Segundo ele, Mônica só aparecia em períodos próximos às eleições. Ela estaria entre os cinco maiores recebedores de pagamentos do setor. Segundo ele, apenas em 2014 pagou U$ 16 milhões para Santana.
O ex-executivo não soube detalhar, contudo, as datas dos pagamentos ao casal, mas afirmou que tem um servidor na Suíça em que estão listados todos os repasses. Do total, 60% dos recursos teriam sidos passados no Brasil e o restante no exterior. Todos os pagamentos feitos eram em real, mas calculados com base no dólar, que era o valor acertado.
No depoimento, Mascarenhas disse ainda que sabia que o pagamento para Santana era feito em razão de ele estar fazendo a campanha “dela”. Questionado na audiência quem era “ela”, o ex-executivo respondeu que “com certeza era a presidente Dilma Rousseff” porque todo mundo sabia para quem Santana estava trabalhando.
Mascarenhas também lembrou que a relação com Santana não se restringiu à campanha no Brasil. Questionado pelo advogado da chapa de Dilma, respondeu que pagou ao marqueteiro e a Mônica pelas campanhas de El Salvador, Angola, Venezuela, Republica Dominicana e Panamá.
Planilhas. O ex-executivo também disse que a relação com integrantes do primeiro escalão do governo era feita por Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa que leva o seu nome. Ao dar mais detalhes sobre as planilhas de repasses de recursos para o PT, Mascarenhas afirmou que a que levava o nome ‘Italiano’ era uma referencia ao ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci e que o ‘Pós-Itália’, era uma menção ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo ele, a conta-corrente “italiano” continham pagamentos realizados mesmo após a saída de Palocci das negociações e do governo. A alegação apresentada por Mascarenhas foi a de que uma vez que a conta foi criada pelo ex-ministro, ele poderia movimentar os valores até ele se esgotarem.
PMDB. No depoimento, Mascarenhas afirmou que na negociação em torno do PMDB não surgiu o nome do presidente Michel Temer, mas que sabia das tratativas de Marcelo Odebrecht em relação aos repasses de R$ 6 milhões, em caixa 2, para a campanha de Paulo Skaf (PMDB) para o governo de São Paulo, em 2014. A informação do desembolso ao peemedebista chegou a ele por meio do marqueteiro da campanha de Skaf, Duda Mendonça, que teria ligado para combinar o pagamento. Marcelo Odebrecht também teria falado sobre a doação com Hilberto.
Uma fuga de detentos foi registrada na Cadeia Pública de Serra Talhada na noite desta quinta (13). Um alerta foi feito nas redes sociais para quem mora próximo à Cadeia Municipal. “Alguns presidiários fugiram e estão pelas redondezas do Bom Jesus, Malhada, Baixa Renda e Borborema”. A polícia foi acionada. Segundo a Cultura FM em […]
Uma fuga de detentos foi registrada na Cadeia Pública de Serra Talhada na noite desta quinta (13).
Um alerta foi feito nas redes sociais para quem mora próximo à Cadeia Municipal.
“Alguns presidiários fugiram e estão pelas redondezas do Bom Jesus, Malhada, Baixa Renda e Borborema”. A polícia foi acionada.
Segundo a Cultura FM em sua rede social, fala-se em cerca de 20 a 25 detentos que teriam fugido. Os presos teriam arrombado as dependências do estabelecimento prisional.
Em abril de 2018, uma rebelião aconteceu no na Cadeia. Os detentos destruíram celas e queimaram colchões do presídio.
Todos os 79 presos tiveram que ser transferidos para unidades próximas até que os reparos fossem realizados pelo setor de engenharia da Secretaria de Ressocialização.
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