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NJTV: Imagens mostram salvamento dramático na Barragem de Brotas

Por Nill Júnior

Imagens a que o blog teve acesso mostram a coragem, técnica e risco a que estão submetidos bombeiros para cumprir sua missão.

Neste link, você vê o vídeo na NJTV, a TV do blog. 

Elas mostram o salvamento de Joel Francisco da Silva, 38 anos, em Afogados da Ingazeira. As imagens não tem muita nitidez. Só com uma lanterna em meio ao escuro é possível ver o trabalho do profissional.

Joel pulou da parede da Barragem de Brotas no final da tarde deste domingo e só saiu resgatado pelos Bombeiros. O bombeiro no vídeo é o soldado Diego Silva. Ele disse que o socorro teve muitos complicadores. Além do peso da vítima, a grade quantidade de baronesa, vegetação aquática e o fato de a vítima ter submergido assustada.

Joel foi levado para o Hospital Regional Emília Câmara e seguiu direto para a ala vermelha, de pacientes graves. Após os primeiros cuidados, a equipe de plantão verificou que ele não corria risco de morte. Foi liberado.

A área em que Joel pulou tinha grande quantidade de vegetação aquática, a chamada baronesa ou aguapé. Sob efeito de álcool, ele não conseguiu se livrar e chegou a ingerir água. A equipe tinha ainda os soldados Corcino, Saulo, J. Santos e Arturo, que atuaram orientando o soldado na água e depois içando a vítima.

Em nome da equipe, Diego foi bastante felicitado pela coragem e salvamento. Ele esteve no Debate das Dez com o Tenente Magno e o Sargento Bezerra. Eles falaram sobre a prevenção de acidentes no debate que teve como tema “Gabinete de Crise”, sobre as ações das prefeituras de Afogados, Carnaíba e Bombeiros com as chuvas.

Debate das Dez sobre as ações no período chuvoso com Edval Morato, o Fafinha, Ademar Oliveira, Veratânia Morais, Diego Silva, Valberto Amaral, Tenente Magno, sargento Bezerra e Carlos Neves.

Ainda participaram Edval Morato, o Fafinha (Secretário de Obras de Carnaíba), Ademar Oliveira (Secretário de Agricultura de Afogados), Veratânia Morais (Secretária de Educação de Afogados), Valberto Amaral (Secretário Executivo de Agricultura), e Carlos Neves (Defesa Civil de Afogados).

Outras Notícias

Prefeituras de Sertânia e Solidão confirmam pagamento de dezembro esta semana

Em Sertânia,  a gestão do ex-deputado estadual Ângelo Ferreira, confirmou o pagamento em dia do mês de dezembro dos funcionários ativos (concursados, comissionados e contratados) e inativos (aposentados e pensionistas), para esta sexta-feira, dia 29. A gestão Ângelo Ferreira, em um prazo de menos de 30 dias, está injetando mais de R$ 7 milhões na […]

Em Sertânia,  a gestão do ex-deputado estadual Ângelo Ferreira, confirmou o pagamento em dia do mês de dezembro dos funcionários ativos (concursados, comissionados e contratados) e inativos (aposentados e pensionistas), para esta sexta-feira, dia 29.

A gestão Ângelo Ferreira, em um prazo de menos de 30 dias, está injetando mais de R$ 7 milhões na economia do município, segundo nota.

Esse é o montante total da soma dos salários de novembro, pagos entre os dias 30 daquele mês e 1° de dezembro, da segunda parcela do décimo terceiro, paga em 20 de dezembro, e da folha de pagamento deste mês.

Em Solidão, o prefeito Djalma Alves também confirmou que paga até sexta-feira a folha referente ao mês de dezembro. Segundo informações ao blog, a prefeitura também já quitou salários de novembro e 13º salário. “O prefeito determinou também que haja pagamento para evitar restos a pagar para os fornecedores”, disse o secretário de Administração Maurício Batista.

Realidade diferente do ano passado, quando a gestão Cida Oliveira deixou para o sucessor a folha de dezembro. Como o blog noticiou, em 11 de janeiro o Prefeito Djalma Alves (PSB) pagou o mês de dezembro/16 dos servidores efetivos, aposentados e pensionistas.

“O caixa ficou zerado, mais as contas com os funcionários estão pagas”. Djalma disse à época acreditar que com o recurso da repatriação a ex-prefeita Cida Oliveira quitou os contratados que reclamavam de meses atrasados.

Sanções de Trump a Moraes viram “tiro no pé” e podem agravar situação de Bolsonaro

Em seu comentário diário na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o jornalista Nill Júnior analisou nesta sexta-feira (1º) as repercussões da decisão do ex-presidente norte-americano Donald Trump de aplicar sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky. Para Nill, a medida, articulada com apoio do deputado […]

Em seu comentário diário na Rádio Cultura FM de Serra Talhada, o jornalista Nill Júnior analisou nesta sexta-feira (1º) as repercussões da decisão do ex-presidente norte-americano Donald Trump de aplicar sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky. Para Nill, a medida, articulada com apoio do deputado Eduardo Bolsonaro, “não muda o rumo do julgamento de Jair Bolsonaro, e pior: pode complicar ainda mais a situação do ex-presidente e de seu filho”.

Segundo ele, a ofensiva internacional articulada por Eduardo será usada como prova de tentativa de interferência estrangeira no Judiciário brasileiro, o que fortalece as acusações contra Bolsonaro no processo que apura tentativa de golpe de Estado. “É mais uma prova de que a família Bolsonaro busca apoio externo para pressionar o STF. Isso vai ser anexado aos autos e tende a agravar ainda mais o cenário jurídico do ex-presidente”, comentou.

Nill lembra que o próprio Jair Bolsonaro já admitiu ter enviado recursos a Eduardo nos Estados Unidos, o que reforça o vínculo entre pai e filho na estratégia internacional. “O Eduardo está dobrando a aposta, pressionando o governo americano por mais sanções, numa clara tentativa desesperada. Mas o efeito tem sido o oposto: aumenta a rejeição, inclusive entre setores da centro-direita”, afirmou.

O comentarista também destacou que a articulação pode trazer consequências diretas para Eduardo Bolsonaro. “Já há pressão para que o Congresso tome medidas contra ele, inclusive para suspender seu mandato. Afinal, está usando dinheiro público para conspirar contra as instituições brasileiras”, criticou.

Sobre os impactos da postura de Trump, Nill pondera que, apesar da retórica agressiva, o republicano vem poupando setores estratégicos de suas tarifas, como aviação (Embraer) e suco de laranja. “Trump não é bobo. Ele sabe onde pode ou não bater. Essas medidas têm impacto direto no mercado interno americano. E ele já está pressionado por escândalos como o do Jeffrey Epstein, inflação e queda de popularidade”, observou.

Nill ainda mencionou que, apesar das tensões diplomáticas, os canais institucionais entre Brasil e EUA seguem funcionando. “Eduardo diz que essas tensões atrapalham os encontros, mas Mauro Vieira e Marco Rubio já conversaram. A diplomacia segue”, afirmou.

Por fim, o jornalista reforçou que a medida de Trump não terá nenhum efeito prático sobre os processos contra Bolsonaro. “A vida segue. Alexandre de Moraes foi ao jogo do Corinthians contra o Palmeiras como quem diz: não vão me intimidar. E, por sinal, o Corinthians venceu. Esse jogo ele também está ganhando”, concluiu.

 

Quedas de energia causam estouramentos na Adutora e deixa população sem água

Por André Luis Nos últimos dias aumentou e muito o número de reclamações da população de Afogados da Ingazeira, que a todo o instante ligam para a Rádio Pajeú, cobrando providências da Compesa em relação à falta de água que volta a castigar o município. Falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, na manhã […]

Por André Luis

Nos últimos dias aumentou e muito o número de reclamações da população de Afogados da Ingazeira, que a todo o instante ligam para a Rádio Pajeú, cobrando providências da Compesa em relação à falta de água que volta a castigar o município.

Falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, na manhã desta terça-feira (4), o chefe de distribuição da Compesa Washington Jordão, disse que problemas persistentes no fornecimento de energia da Celpe é o que tem causado o transtorno.

Washington informou que, após o seu conserto, a Estação Elevatória 02 em Floresta ficou sem energia. No dia 03 de Abril a mesma voltou às 21hs, contudo, a tensão estava muito baixa e o sistema só foi ligado nesta terça-feira (04) ás 05hs. “Em seguida, ocorreu um novo estouramento na Adutora do Pajeú entre a Estação Elevatória 03 e 04 em Floresta”.

Washington informou ainda que o problema não é somente em Afogados da Ingazeira, mas sim em várias outras cidades que dependem da Adutora e que a Compesa está acionando a superintendência da Celpe para que os problemas na instabilidade de energia sejam resolvidos.

Sobre a chegada de água que estava ocorrendo em alguns pontos da cidade, Washington informou que foi através do sistema Zé Dantas e que aproveitaram para abastecer uns pontos do São Braz, mas que o abastecimento foi interrompido, pois a prioridade é o hospital. Leia abaixo comunicado oficial da COMPESA, sobre o problema:

A Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA – Comunica a População em geral que o sistema da Adutora do Pajeú não retornou ao seu funcionamento que havia parado no dia 02 por motivo de estouramento, pois após o seu conserto, a Estação Elevatória 02-Floresta ficou sem energia. No dia 03 de Abril a mesma voltou às 21hs, contudo, a tensão estava muito baixa e o sistema só foi ligado hoje (04/04) ás 05hs.

Em seguida, ocorreu um novo estouramento na Adutora do Pajeú entre a Estação Elevatória 03 e 04 Floresta. Por tal motivo venho esclarecer que o abastecimento continuará parado nas cidades de Flores, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Solidão, Tuparetama, Afogados da Ingazeira, Iguaracy, Ingazeira e os Distritos de Jabitaca e Borborema e redução de vazão em Sao Jose do Egito. Mas assim que o problema for resolvido volta a comunicar através dos meios de comunicação.

A Compesa lamenta o ocorrido e pede desculpas aos seus clientes.

Atenciosamente,

Eduardo José de Brito

Coordenador De Produção – GNR Alto Pajeú.

Afogados da Ingazeira, 04 de Abril de 2017.

Tabira: Desembargador mantém proibição de invasão de terreno por prefeitura

O desembargador Paulo Romero de Sá Araújo, relator substituto, indeferiu o pedido de efeito suspensivo feito pelo Município de Tabira, através da Procuradora Rayane Cinthia Sales Cipriano para suspender a decisão judicial que impede de entrar no terreno dos empresários Paulo Manú e Cláudio Manú, nesta quinta-feira (17). Atua na defesa dos irmãos empresários, o […]

O desembargador Paulo Romero de Sá Araújo, relator substituto, indeferiu o pedido de efeito suspensivo feito pelo Município de Tabira, através da Procuradora Rayane Cinthia Sales Cipriano para suspender a decisão judicial que impede de entrar no terreno dos empresários Paulo Manú e Cláudio Manú, nesta quinta-feira (17). Atua na defesa dos irmãos empresários, o advogado Flávio Marques.

Segundo a decisão, “neste caso, Paulo de Barros Nogueira e José Claudio Nogueira Barros ajuizaram ação de interdito proibitório com pedido de tutela de urgência em face do Município de Tabira, alegando que são legítimos proprietários do imóvel situado no Sítio São Bento, localizado às margens da PE-320”.

De acordo com o desembargador Paulo Romero, “o art. 562 do Código Civil prevê que a doação onerosa pode ser revogada por inexecução do encargo, se o donatário incorrer em mora”. Acrescentando que “se não houver prazo para cumprimento, o Código exige que haja notificação judicial para que seja assinado prazo razoável para que o donatário cumpra a obrigação assumida”.

Continua: “In casu, contudo, havia prazo para cumprimento do encargo, de modo que não se fazia necessária a notificação para revogação da doação”. Finalizando: “Pelo exposto, e com base no art. 1.019, inciso I, do Código de Processo Civil/2015, indefiro o pedido de efeito suspensivo.”

Governo do Estado anuncia que vai investir R$ 2,5 bilhões em 2016‏

O Governo do Estado irá investir R$ 2,53 bilhões em 2016. A informação consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016 que foi encaminhado nesta quinta-feira (1º) para apreciação da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Também foi entregue o Projeto de Lei do e o Plano Plurianual para o período de 2016-2019. Os números […]

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O Governo do Estado irá investir R$ 2,53 bilhões em 2016. A informação consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016 que foi encaminhado nesta quinta-feira (1º) para apreciação da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Também foi entregue o Projeto de Lei do e o Plano Plurianual para o período de 2016-2019. Os números foram apresentados à Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do Estado pelo secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral.

De acordo com a LOA 2016, a receita total prevista para o próximo ano é de R$ 32,57 bilhões. Excetuando-se as receitas das estatais, o orçamento fiscal do Estado previsto para 2016 é de R$ 31 bilhões. Os recursos de investimentos serão destinados para habitabilidade e mobilidade (R$ 513,2 milhões), água e saneamento (R$ 465,9 milhões), desenvolvimento e infraestrutura (R$ 409,8 milhões), segurança e ressocialização (R$ 304,2 milhões), agricultura (R$ 258,8 milhões), educação e cultura (R$ 175,3 milhões), saúde (R$ 73,2 milhões), ciência e tecnologia (R$ 72,6 milhões) e outras áreas (R$ 264,1 milhões).

O volume de recursos destinados aos investimentos é superior ao total previsto para ser executado em 2015 – R$ 1,1 bilhão. Mesmo com os investimentos, serão mantidos os critérios de austeridade na redução das despesas correntes e de otimização dos gastos públicos, garantindo a manutenção dos serviços públicos. Os gastos com a saúde e educação, por exemplo, serão superiores aos limites constitucionais. Na saúde, o Governo do Estado prevê a despesa de 14,5% e na educação, de 27,8%, além de manter estável o orçamento da segurança pública.

“Esse é um momento desafiador, há um conjunto de crises que tem afetado não só a vida dos cidadãos, mas também dos gestores públicos. Nosso objetivo é preservar as conquistas de Pernambuco em todas as políticas públicas ao longo dos últimos anos”, afirmou Danilo Cabral.

O valor total da LOA 2016 representa uma redução de 3,1% se comparado com a LOA 2015, em vigor atualmente. É uma materialização, no orçamento do Estado, da dura realidade por que vem passando a economia, castigada pela crise nacional. Da redução total prevista, R$ 920 milhões se referem ao Orçamento Fiscal, sendo que 50% desse valor são derivados de redução em receitas previstas de convênios, 32% em receitas previstas de operações de crédito e 18% em receitas previstas de fontes próprias.