Não bastassem as inúmeras críticas das comunidades rurais de Afogados da Ingazeira e entorno, a Rádio Pajeú sofre nas últimas 36 horas as consequências da falta de energia elétrica.
O transmissor 1, localizado na Serra da Gangorra, entregue em outubro do ano passado, está desativado por falta de energia elétrica. A interrupção acontece desde as 16 horas da terça-feira, dia 5. De lá pra cá, a emissora mantém contato permanente com a Neoenergia, sem solução. A Rádio tem se mantido no ar com o transmissor 2, na sede, com alcance reduzido.
Com audiência regional e parcerias em toda a região, a emissora tem alegado prejuízos e promete medidas jurídicas. Também tem orientado as comunidades a acionar a justiça em casos de prejuízos.
Em nota, a emissora pede desculpas pelas intercorr~encias e tem orientado nesse período aos oubvintes que nãi tem recebido seusinal que acessem a emissoral em seus canais digitaios, no aplicativopróprio, disponível para Aple Store e Android, bem como aplicativos como RadiosNet ou pelo www.radiopajeu.com.br .
Número de casos ativos na região saltou e soma 2.295 Por André Luis Da segunda-feira (17), até a sexta-feira (21), o Sertão do Pajeú confirmou 2.235 casos positivos de Covid-19, acentuando a curva crescente da doença na região que já vinha dando alerta desde o início de janeiro. Foram 416 na segunda-feira, 361 na terça, […]
Número de casos ativos na região saltou e soma 2.295
Por André Luis
Da segunda-feira (17), até a sexta-feira (21), o Sertão do Pajeú confirmou 2.235 casos positivos de Covid-19, acentuando a curva crescente da doença na região que já vinha dando alerta desde o início de janeiro.
Foram 416 na segunda-feira, 361 na terça, 449 na quarta, 499 na quinta e fechando a semana com o recorde de 510 casos da doença. Na sexta, também foi o único dia da semana que todos 17 municípios da região registraram casos da doença.
Um ponto importante a ser observado é com relação ao número de casos ativos da doença na região, que em 2021 chegou perto de zerar e agora deu um salto expressivo totalizando 2.295 casos.
São José do Egito lidera o número de casos ativos da doença. De acordo com o boletim divulgado na sexta (21), são 562. Serra Talhada é a segunda cidade com mais casos ativos da doença, 466, seguida de Tabira (355) e Afogados da Ingazeira (219).
A lista segue com Itapetim (141), Carnaíba (108), Tuparetama (58), Flores (56), Soldão (50), Triunfo (45), Calumbi (43), Quixaba (42), Santa Cruz da Baixa Verde (38), Santa Terezinha (35), Brejinho (34), Ingazeira (28) e Iguaracy com 15 casos ativos de Covid-19.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 37.618 casos confirmados, 34.650 recuperados (92,11%) e 673 óbitos pela doença.
Os municípios de Sertânia, Serrita, Cedro, Gravatá e Santa Cruz do Capibaribe já receberam recomendações das Promotorias de Justiça locais sobre a obrigatoriedade da imunização do público de 5 a 11 anos de idade contra a Covid-19, salientando as consequências prejudiciais a crianças caso ocorra a negativa dos pais e/ou responsáveis. Os membros do Ministério […]
Os municípios de Sertânia, Serrita, Cedro, Gravatá e Santa Cruz do Capibaribe já receberam recomendações das Promotorias de Justiça locais sobre a obrigatoriedade da imunização do público de 5 a 11 anos de idade contra a Covid-19, salientando as consequências prejudiciais a crianças caso ocorra a negativa dos pais e/ou responsáveis.
Os membros do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) responsáveis frisam nos documentos a autorização de vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os alertas das autoridades sanitárias. As recomendações seguem o mesmo teor da expedida pelo procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto Freitas, sob o nº 02/2022, que trata da adoção das mesmas providências para vacinar o público infantil.
Assim, as Promotorias de Justiça alertam as Prefeituras que garantam às crianças a completa imunização contra a Covid-19, respeitada a ordem de prioridade estabelecida pelas autoridades sanitárias, usando os imunizantes Pfizer/Comirnaty e CoronaVac, autorizados pela Anvisa.
É preciso que também observem as expressas orientações das autoridades sanitárias federal e estadual, nos termos do disposto no artigo 14, § 1°, do Estatuto da Criança e do Adolescente.
As vacinas devem ser aplicadas de acordo com a faixa etária indicada: 5 anos somente com o imunizante Pfizer/Comirnaty. De 6 a 11 anos com os imunizantes Pfizer/Comirnaty e CoronaVac (desde que não imunocomprometidos nesta última hipótese), evitando assim erros vacinais e reações adversas desconhecidas dos fabricantes e das autoridades sanitárias.
Faz-se também necessária a ampla divulgação da importância da imunização contra a Covid-19 para esse público-alvo, com a veiculação de conteúdo destinado a convocar a população para a vacinação nas unidades de saúde local, especialmente nas escolas, que deverão ser utilizadas como centros avançados/itinerantes de vacinação;
Os estabelecimentos de ensino públicos e privados devem, sem prejuízo da apresentação da Caderneta de Vacinação, solicitar o comprovante de vacinação da Covid-19, para fins de cadastro, matrícula e renovação da matrícula dos alunos. No caso de descumprimento, a Prefeitura deve expedir notificação aos responsáveis legais da instituição desobediente para fazê-lo, fazendo concomitantemente a comunicação do fato ao Conselho Tutelar e/ou ao MPPE, para adoção das providências cabíveis.
No entanto, a ausência de apresentação da caderneta de vacinação e do comprovante da vacinação da Covid-19 não devem ser impedimento à matrícula ou à frequência escolar.
Já aos Conselhos Tutelares cabe, ao receberem uma denúncia, notificação ou representação contra os pais ou responsáveis relativas à não oferta da vacina, notificá-los para comparecimento à sede do Conselho Tutelar, aconselhando-os sobre a importância da vacinação, aplicando, no que couber, as medidas previstas no art. 129, I a VII, do ECA.
Após atendimento, deve ser estabelecido um prazo máximo de 15 dias para se dirigirem ao local de vacinação e imunizarem as crianças em questão.
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado Denúncia da PGR destaca atuação de organização criminosa liderada por ex-presidente que previa envenenamento do atual presidente e assassinato de Alexandre de Moraes. Por Luiz Felipe Barbiéri, Marcelo Parreira, Gustavo Garcia, Ana Flávia Castro, Vinícius Cassela, Márcio Falcão, Fernanda Vivas — Brasília O procurador-geral da República, Paulo Gonet , afirmou nesta […]
Denúncia da PGR destaca atuação de organização criminosa liderada por ex-presidente que previa envenenamento do atual presidente e assassinato de Alexandre de Moraes.
Por Luiz Felipe Barbiéri, Marcelo Parreira, Gustavo Garcia, Ana Flávia Castro, Vinícius Cassela, Márcio Falcão, Fernanda Vivas — Brasília
O procurador-geral da República, Paulo Gonet , afirmou nesta terça-feira (18), em denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o então presidente Jair Bolsonaro sabia e concordou com o plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Corte Alexandre de Moraes.
Se a denúncia for aceita pelo STF, Bolsonaro se tornará réu e passará a responder a um processo penal no tribunal.
No documento enviado à Corte, a PGR lista os atos que embasaram as acusações em cada um dos delitos. De acordo com a denúncia assinada por Gonet, Bolsonaro adotou tom de ruptura com a democracia desde 2021.
“Os membros da organização criminosa estruturaram, no âmbito do Palácio do Planalto, plano de ataque às instituições, com vistas à derrocada do sistema de funcionamento dos Poderes e da ordem democrática, que recebeu o sinistro nome de “Punhal Verde Amarelo”, diz a denúncia.
A peça acusatória destaca que o “plano foi arquitetado e levado ao conhecimento do Presidente da República, que a ele anuiu, ao tempo em que era divulgado relatório em que o Ministério da Defesa se via na contingência de reconhecer a inexistência de detecção de fraude nas eleições”.
Ainda conforme a denúncia, o plano tinha o Supremo como alvo a ser “neutralizado” e envolvia o assassinato de Moraes e o envenenamento de Lula.
Outros planos
A denúncia também listou outros planos da organização criminosa, liderada por Bolsonaro, e que tinha por objetivo o “controle total sobre os três Poderes”, como a criação de um gabinete central dedicado a organizar “a nova ordem que pretendiam implantar”.
“Os planos culminaram no que a organização criminosa denominou de Operação Copa 2022, dotada ela mesma de várias etapas. A expectativa era a de que a Operação criasse comoção social capaz de arrastar o Alto Comando do Exército à aventura do golpe”, diz a peça.
A Super Pesquisa da Revista da Cultura vai avaliar se o caminho para a Câmara de Serra Talhada é a manutenção dos atuais legisladores, renovação total ou parcial. A Câmara de Vereadores de Serra Talhada deve ser renovada em 100%? Parcialmente renovada ou deve ter seus legisladores mantidos? Excepcionalmente hoje o programa será apresentado pelo […]
A Super Pesquisa da Revista da Cultura vai avaliar se o caminho para a Câmara de Serra Talhada é a manutenção dos atuais legisladores, renovação total ou parcial.
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada deve ser renovada em 100%? Parcialmente renovada ou deve ter seus legisladores mantidos?
Excepcionalmente hoje o programa será apresentado pelo competente Tony Alencar em virtude de minha agenda em Recife.
Participe pelo 3831-1314 ou no zap 9-8874-1314. A Revista da Cultura começa às 11h, em 92,9 FM logo após o Momento Empreendedor que vai ao ar às 10h e dentre os destaques resume o encontro em que candidatos firmaram compromissos com a pauta das entidases da indústria, comércio e serviços.
Do Diário de Pernambuco O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse na tarde deste sábado (7) que não há indícios para investigar a presidente Dilma Rousseff na Operação Lava-Jato. Ele também disse que é “incorreto” e “inverossímel” a possibilidade de o governo ter interferido em depoimentos que foram prestados em acordos de delação premiada […]
O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse na tarde deste sábado (7) que não há indícios para investigar a presidente Dilma Rousseff na Operação Lava-Jato. Ele também disse que é “incorreto” e “inverossímel” a possibilidade de o governo ter interferido em depoimentos que foram prestados em acordos de delação premiada firmados com o Ministério Público. As declarações do ministro foram dadas durante entrevista coletiva concedida em São Paulo.
Em relação à presidente, Cardozo destacou: “não há indícios mínimos capazes de autorizar a abertura de qualquer procedimento. Portanto, me parece clara a conclusão do ministro Zavascki. A presidenta Dilma não teve pedida nem decidida qualquer autorização para investigação porque não há fatos, não há indícios que pudessem envolvê-la em absolutamente nada”, afirmou Cardozo.
Já a posssibilidade de interfrência do governo federal nos depoimentos prestados à Polícia Federal, Cardozo voltou a ser enfático: “É incorreto imaginar-se que o governo tenha influenciado, tenha colocado palavras na boca de pessoas que prestaram depoimentos na presença de membros do Ministério Público, da força-tarefa que está lá no estado do Paraná colhendo depoimentos”, disse Cardozo.
Segundo o ministro, o Ministério Público tem autonomia para conduzir os trabalhos. “Se no passado havia interferência para se buscar pessoas, hoje não mais ocorre. Concorde o Executivo ou não com as decisões, elas são de inteira responsabilidade do Ministério Público”, afirmou.
Cardozo também destacou que, assim como o Ministério Público, a Polícia Federal tem autonomia e independência para investigar casos de corrupção. Segundo o ministro, a PF atuará em cooperação com o poder Judiciário para apurar denúncias feitas pelo Ministério Público.
Cardozo não quis comentar declarações de parlamentares da base aliada ou da oposição sobre a decisão de Teori Zavascki de tornar pública a lista enviada pelo procurador-geral da República pedindo a investigação de políticos sob suspeita de envolvimento na operação Lava-Jato..
STF
Além de determinar a abertura de inquérito para investigar políticos supostamente envolvidos no esquema apurado pela Operação Lava-Jato, o ministro Teori Zavascki autorizou a quebra de sigilo das delações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e o doleiro Alberto Youssef.
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