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Museu do Rádio segue emocionando dez anos depois de criado

Por Nill Júnior

Prestes a completar dez anos, o Museu do Rádio, único museu dedicado ao meio em atividade no Estado, foi visitado por dezenas de radiodifusores do Estado.

A visita fechou o Encontro Setorial ASSERPE realizado em Afogados da Ingazeira.

Mantido pela Rádio Pajeú, no Bairro São Francisco, o espaço reúne rádios de época,  ajuda a contar a história do veículo no país e na região.  Ele traz também detalhes sobre a história da Rádio Pajeú,  nascida há 64 anos como primeira emissora do Sertão Pernambucano,  chegando a frente de praças mais desenvolvidas como Petrolina, Arcoverde,  Serra Talhada e Salgueiro.

Microfones de época,  como o que transmitiu a inauguração da Barragem de Brotas e uma peça original da era de ouro, mesas de áudio,  gravadores de rolo e portáteis,  discoteca,  transmissores valvulados e muita história.

Ainda o espaço Maria Dapaz,  que traz acervo pessoal da cantora e compositora afogadense, que teve sua influência musical gerada através da sua condição de ouvinte da Rádio Pajeú.  Até um solidéu do Papa Francisco,  doado para o museu como prova de seu alinhamento com os princípios da emissora.

“Parabéns pelo encontro e pelo acervo do Museu. Eu fiquei encantado”, disse Thiago Lima,  da Asa Branca FM, de Salgueiro. Emissoras e comunicadores fizeram conteúdos sobre o espaço.

O Museu do Rádio completa dez anos de sua inauguração em outubro.  Naquele ato, estiveram presentes nomes como os então prefeitos José Patriota e Francisco Dessoles, o então presidente da ASSERPE,  Cléo Niceas, Arijaldo Carvalho,  dentre outros nomes. Houve show no bairro São Francisco com o cantor Gilliard.

Outras Notícias

Jones Manoel critica “ciranda das famílias no poder” em PE

O pré-candidato a Deputado Federal Jones Manoel, do PSOL, falou por uma hora ao Debate das Dez do programa Manhã Total, na Rádio Pajeú. Jones reafirmou suas posições contra a extrema direita e destacou seu enfrentamento às bandeiras defendidas pelos Bolsonaro e nomes como Renan Santos, do MBL. Também na defesa da juventude e classe […]

O pré-candidato a Deputado Federal Jones Manoel, do PSOL, falou por uma hora ao Debate das Dez do programa Manhã Total, na Rádio Pajeú.

Jones reafirmou suas posições contra a extrema direita e destacou seu enfrentamento às bandeiras defendidas pelos Bolsonaro e nomes como Renan Santos, do MBL. Também na defesa da juventude e classe trabalhadora.

Para Jones, a agenda no interior é importante pois desmistifica a máxima de que só há espaço para o debate que ele propõe em Recife e Região Metropolitana, destacando que no interior há uma forte corrente alinhada ao seu pensamento.

Prova disso é que ele alcançou a segunda colocação no ranking nacional de financiamento popular da plataforma Quero Apoiar.

Lançada em 15 de maio, a campanha já arrecadou cerca de R$ 332 mil e reúne mais de 7,3 mil apoiadores. Apenas nas últimas 24 horas, Jones recebeu aproximadamente R$ 21 mil em contribuições para financiar sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados.

Falando a esse jornalista, disse porque defende Ivan Moraes como candidato ao Estado e citou o revezamento familiar no poder, dando os exemplos de Raquel Lyra e João Campos.

Sobre os famosos enfrentamentos com bolsonaristas, confirmou o embate com o vereador do NOVO Eduardo Moura, dia 22 de julho, 18 horas, no Podcast Fala Ordinária. “Se ele não correr”, brinca.

O debate na íntegra está no YouTube da Rádio Pajeú. E a conta para doações é a https://queroapoiar.com.br/jonesmanoel .

Paulo promete apurar falta de médicos no Emília Câmara e transformar o Hospam em Hospital da Mulher

O relato deste blogueiro da dificuldade enfrentada por gestantes e cidadãos que precisam do Hospital Regional Emília Câmara mereceu destaque nos veículos do Grupo Folha, que retransmitiu a série com candidatos ao Governo do  Estado pela Folha FM com parceria de emissoras como a Rádio Pajeú. A falta de médicos mesmo quando escalados relatada recentemente […]

Câmara foi sabatinado na Folha e respondeu sobre realidades de unidades no Sertão
Câmara foi sabatinado na Folha e respondeu sobre realidades de unidades no Sertão

O relato deste blogueiro da dificuldade enfrentada por gestantes e cidadãos que precisam do Hospital Regional Emília Câmara mereceu destaque nos veículos do Grupo Folha, que retransmitiu a série com candidatos ao Governo do  Estado pela Folha FM com parceria de emissoras como a Rádio Pajeú.

A falta de médicos mesmo quando escalados relatada recentemente na unidade e a famigerada ambulancioterapia de gestantes nos fez perguntar o que já poderia ser feito pelo atual governador João Lyra e o que fazer para enfrentar essa problemática no futuro.

Câmara garantiu que o governador João Lyra e a Secretaria de Saúde iriam abordar este caso e que havia mecanismos de punição e fiscalização de faltosos que podem ser aplicadas.

E continuou, afirmando que é preciso ter um hospital geral do Sertão, bem como uma rede de hospitais da mulher, porque o parto de risco ainda é muito constante em todas as regiões do Estado. Prometeu  o Hospital da Mulher de Petrolina e reformulação do Hospital Agamenon Magalhães de Serra Talhada, para que ele seja um hospital da mulher.

“O nosso governo prevê também a contratação de 5 mil profissionais de saúde e mais 1.500 médicos, via concurso, para complementar também o número de médicos das novas unidades. O Brasil passou por um apagão na questão dos planejamentos de cursos médicos. Na década de 80 nós tínhamos 470 vagas nas faculdades em Pernambuco, em 2008 esse número passou para 290 vagas, precisou da intervenção do então ex-governador Eduardo Campos para que fossem abertos novos cursos. E foi aberto curso em Serra Talhada, em Garanhuns, a Universidade Federal de Petrolina, e hoje nós temos mais de 700 estudantes formados ou estudando em cursos de medicina”, concluiu.

De olho na majoritária, Vicentinho não descarta aliança com a oposição de Afogados

Nesta quinta-feira (13), o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, concedeu uma entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, apresentado por Juliana Lima e Júnior Cavalcanti. Durante o bate-papo, o vereador falou sobre os trabalhos legislativos, sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, possíveis mudanças no cenário político local […]

Nesta quinta-feira (13), o presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza, concedeu uma entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, apresentado por Juliana Lima e Júnior Cavalcanti. Durante o bate-papo, o vereador falou sobre os trabalhos legislativos, sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, possíveis mudanças no cenário político local e seus planos para o futuro.

Sessão em homenagem ao Dia da Mulher  

Vicentinho destacou que a Câmara retomou suas atividades após o recesso de Carnaval com uma sessão especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. “Decidimos fazer uma sessão voltada às mulheres, com a colaboração de todos os vereadores. É justo reconhecer a importância delas, pois sem as mulheres, nenhum de nós estaria aqui”, afirmou.

Futuro político e possíveis alianças  

Questionado sobre rumores de que não disputaria mais uma vaga na Câmara, mas sim um cargo majoritário, Vicentinho confirmou que avalia a possibilidade. “Estou no meu quinto mandato e acredito que já contribuí bastante como legislador. Se houver apoio suficiente, pretendo concorrer a um cargo majoritário daqui a quatro anos”, disse. Ele também não descartou a possibilidade de alianças com a oposição, ressaltando que a política é dinâmica. “Nunca fecho portas para ninguém. Se meu grupo não reconhecer meu trabalho, posso buscar outros caminhos”, explicou.

Relação com o prefeito Sandrinho Palmeira  

Sobre sua relação com o prefeito Sandrinho Palmeira, Vicentinho admitiu que há um distanciamento. “Quando nos encontramos, a convivência é ótima, mas ele tem o defeito de não atender o telefone”, brincou. O vereador também criticou a falta de diálogo e a “blindagem” em torno do prefeito. “Sinto que estou sendo distanciado, não é algo que partiu de mim. Acredito que o governo precisa se preocupar mais em trabalhar em conjunto com a Câmara”, afirmou.

Vicentinho revelou ainda que houve tentativas de inviabilizar sua indicação para a presidência da Câmara. “Sandrinho preferia que Raimundo Lima assumisse primeiro, mas chegamos a um acordo. Agora, se Raimundo quiser a presidência, terá que conquistar os votos dos vereadores”, disse.

Fidelidade ao PSB e apoio a Pedro Campos  

Filiado ao PSB, Vicentinho afirmou que não pretende mudar de partido, mas não descartou a possibilidade. “A janela de contratação (fazendo uma analogia ao futebol) ainda não abriu. Vamos esperar para ver como as coisas se desenrolam”, disse.

Ele destacou que seu apoio ao deputado federal Pedro Campos depende de uma conversa franca. “Pedro já esteve em Afogados duas vezes este ano e não me procurou. Quero um deputado que também me ajude a atender as demandas da população”, ressaltou. 

Desafios e perspectivas  

Vicentinho encerrou a entrevista reforçando seu compromisso com a população de Afogados da Ingazeira. “Estou à disposição para servir e continuar trabalhando. Quero ser respeitado e valorizado, seja pelo meu grupo ou por outros que reconheçam meu trabalho”, concluiu.

Compesa e Polícia Militar realizam ação para identificar ligações clandestinas no Sertão

Atenta ao aumento de furtos de água ao logo das adutoras, durante o verão, quando as temperaturas costumam estar mais elevadas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) planejou ações de fiscalização no Sistema Adutor do Salgueiro, no trecho compreendido entre a cidade de Cabrobó e a Estação Elevatória III, situada na serra de Monte Santo, […]

canos-apreendidos

Atenta ao aumento de furtos de água ao logo das adutoras, durante o verão, quando as temperaturas costumam estar mais elevadas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) planejou ações de fiscalização no Sistema Adutor do Salgueiro, no trecho compreendido entre a cidade de Cabrobó e a Estação Elevatória III, situada na serra de Monte Santo, no município de Cabrobó, Sertão do Estado de Pernambuco.

A operação, que iniciou no último dia 18 e se encerrou nesta sexta-feira (21), contou com o apoio da Policia Militar e percorreu oito quilômetros do referido trecho, o qual possui um total de 26 quilômetros.

Durante quatro dias, as equipes de manutenção da Compesa, juntamente com a Polícia Militar identificaram 17 ligações clandestinas, todas no município de Cabrobó, e recolheram mais de 1,2 mil metros de tubulações e mangueiras utilizados para furto de água, objetivando enchimento de barreiros e irrigação de plantações de macaxeira e capim. Só em uma única propriedade foram retirados e apreendidos quase mil metros de canos de 32mm de diâmetro. Nessa operação não foi registrado nenhum flagrante.

“Os infratores perfuram a adutora de aço e instalam tubulações, que são enterradas. O uso da água é feito geralmente a partir de mil metros de distância do local por onde passa a adutora da Compesa, distante do nosso campo visual, o que dificulta a identificação dos furtos. Precisamos percorrer uma grande área, entrando nas propriedades, para achar as ligações clandestinas” explica Januário Nunes de Carvalho, gerente da GNR Sertão Central, acrescentando que essas ações são rotineiras no Sistema Adutor de Salgueiro, desde o ano de 2012.

De acordo com o gerente da Compesa, a presença da Polícia Militar juntamente com as equipes de fiscalização gera um efeito positivo que inibe a ocorrência de novos furtos e levam a própria população infratora a desligar as ligações clandestinas. Antes da ação, a cidade de Salgueiro estava recebendo uma vazão média de 125 l/s, o que prejudicou o abastecimento de água da referida cidade, bem como o cumprimento do calendário de abastecimento para todos os setores – que é de até dois dias com água por cinco dias sem. Após a ação de fiscalização, a vazão aumentou de forma significativa e passou para 150 l/s.

Danilo Cabral pede que ministro da Educação entregue cargo

Em audiência pública com a participação do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, realizada nesta quarta-feira (27), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) pediu que ele entregue o cargo. “O próprio governo tem atacado diariamente sua dignidade como ministro. Avalie, em nome de sua dignidade pessoal e dos interesses do Brasil, se não está na […]

Foto: Chico Ferreira

Em audiência pública com a participação do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, realizada nesta quarta-feira (27), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) pediu que ele entregue o cargo. “O próprio governo tem atacado diariamente sua dignidade como ministro. Avalie, em nome de sua dignidade pessoal e dos interesses do Brasil, se não está na hora de Vossa Excelência entregar o cargo”, afirmou.

Durante a audiência o ministro fez referências aos resultados positivos de Pernambuco na educação, citando as escolas técnicas e a redução da evasão escolar. E disse que o modelo de Pernambuco poderia ser levado para todo país. Danilo Cabral, em sua participação, destacou que, para estar entre os estados com melhor Ideb no Brasil, o estado tornou a educação uma política pública central na primeira gestão do ex-governador Eduardo Campos, em 2007 e isso não foi descontinuado nas gestões seguintes.

“E é exatamente isso que falta ao governo atual. Esse governo não coloca a educação como uma política estratégica para o país e o senhor não pode ficar omisso”, criticou Danilo Cabral, que é ex-secretário de Educação de Pernambuco e foi presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na última Legislatura. O deputado acrescentou que “quando avançamos em Pernambuco, fizemos com base em planejamento com metas, prazos, responsáveis e indicadores”.

Danilo Cabral frisou que o ministro “sequer fez referência ao Ideb, que é o principal indicador de avaliação de resultado. Também criticou o fato de não haver informações sobre as posições do ministro em relação ao Fundeb (expirará em 2020), ao teto dos gastos, que tem reduzido os investimentos na área, e nem mesmo à Reforma da Previdência no que tange os professores. “Além de a proposta promover o aumento no tempo de contribuição para a carreira do magistério, iguala homens e mulheres em relação à idade mínima. É uma contradição, tendo em vista que a regra geral estabelece essa diferenciação. E não leva em consideração que é uma profissão muito desgastante e o estresse faz parte da realidade”, comentou.

A audiência pública foi realizada na Comissão de Educação, com o objetivo de que Ricardo Vélez Rodríguez falasse sobre o andamento dos trabalhos no MEC.