Uma pesquisa em parceria da empresa Damol, sediada em São Paulo, sobre a corrida eleitoral da ‘Cidade das Tradições’, Tabira em parceria com o blog Tabira Hoje e o Instituto Múltipla, do economista Ronald Fallabela, já gera ansiedade.
O questionário a ser registrado junto à Justiça Eleitoral do Pernambuco é sucinto e trará questões como sondagem do voto espontâneo e estimulado e sobre a rejeição dos pré-candidatos Sebastião Dias (PTB), Nicinha (PMDB), Edgley Freitas (PRB), Edmundo Barros (PSB), Genedy Brito (PR), Joel Mariano (PSB), José Amaral (PSDC), Joselito (sem partido) e Tote Marques (PCdoB).
Também irá avaliar as gestões do atual prefeito e do presidente da Câmara, Marcos Crente. O levantamento de campo será realizado nos próximos dias. Ainda não está definida a data de divulgação dos números.
Aliados do ex-prefeito e candidato Zé Vanderlei, de Brejinho, informaram ao blog que o nome da oposição, Gilson Bento, do Republicanos, contratou mas proibiu a divulgação de uma pesquisa no município. “A coligação opositora registrou uma pesquisa da Exatta mas proibiu a divulgação”, diz o aliado de Zé Vanderlei. “Eles sabem que vamos ganhar a […]
Aliados do ex-prefeito e candidato Zé Vanderlei, de Brejinho, informaram ao blog que o nome da oposição, Gilson Bento, do Republicanos, contratou mas proibiu a divulgação de uma pesquisa no município.
“A coligação opositora registrou uma pesquisa da Exatta mas proibiu a divulgação”, diz o aliado de Zé Vanderlei. “Eles sabem que vamos ganhar a eleição”, afirmou.
De fato, o Diário de Pernambuco registrou mas não divulgou uma pesquisa para o município. Ela foi registrada sob o número PE 07118/2020 ao Exatta.
Foram 300 entrevistas entre 4 e 6 de novembro. A data da divulgação seria no último dia 12, mas curiosamente ela não foi divulgada.
A amostra foi de 300 entrevistas, com o intervalo de confiança de 95% e a margem de erro de 5,55% para mais ou para menos.
O dia de hoje marca um ano sem a voz e a presença do comunicador Anchieta Santos. Ele falecia em 10 de setembro do ano passado sucumbindo a um câncer no cérebro, muito agressivo. Apesar de lutar muito contra a doença, acabou perdendo a batalha naquela sexta-feira fatídica. O programa Rádio Vivo Especial, com Júnior […]
O dia de hoje marca um ano sem a voz e a presença do comunicador Anchieta Santos.
Ele falecia em 10 de setembro do ano passado sucumbindo a um câncer no cérebro, muito agressivo. Apesar de lutar muito contra a doença, acabou perdendo a batalha naquela sexta-feira fatídica.
O programa Rádio Vivo Especial, com Júnior Cavalcanti, foi emocionante, relembrando passagens do comunicador, além de mensagens de familiares a amigos.
Anchieta Santos foi um dos profissionais mais respeitados da história da Rádio Pajeú. Iniciando sua vida na radiodifusão na década de 70, é responsável pela formação de muitos profissionais e também pela migração para o rádio notícia, marca da Pajeú até hoje.
Natural de Carnaíba, filho do casal Nair e Valdeci, Começou com um programa da Igreja Católica chamado “O Galileu”, convidado por Osório Rodrigues. Era acompanhado por Waldecyr Menezes, que percebeu seu talento e o convidou para participar da programação da emissora. “Ficava esperando algum comunicador faltar para assumir”.
Para se ter uma ideia de sua importância, da atual formação da emissora, boa parte foi formada por ele: Aldo Vidal, Nill Júnior, Celso Brandão, Augusto Martins, Michelli Martins, só para dar alguns exemplos, foram formados ou descobertos por ele, fora ou quando já tinham alguma atividade na Rádio Pajeú.
Nos anos 80, especialmente em 1983, imprimiu sua marca a programas como o Rádio Repórter Pajeú e Grande Jornal Falado. Passou por outras emissoras como A Voz do Sertão, Liberdade de Caruaru, Rádio Jornal Caruaru, Rádio Clube de Pernambuco, Cardeal Arcoverde e recentemente Cidade FM de Tabira. Mas nunca escondeu seu grande amor e identidade com a Rádio Pajeú.
Nos últimos anos, apresentava o programa Rádio Vivo. Na reformulação da grade da emissora, em 2001, Anchieta estava tocando outros projetos. Mas, convidado pela então Gerência de Programação, voltou à sua casa. Amava fazer o Rádio Vivo, um desafio pelo horário, das 5h às 7h da manhã, mas dizia gostar muito por “poder informar primeiro”.
Em entrevista a Fernando Pires em 2007, disse: “até o início dos anos 90 a Pajeú viveu a fase de entretenimento. Não tinha a parte informativa, comandada pelo professor Waldecyr Xavier de Menezes. Foi uma fase da carta, da música, da brincadeira, do entretenimento”.
Disse que a parte da conscientização já existia com Dom Francisco. “Depois de a gente ter passado por rádios em Serra Talhada e Caruaru, a grande escola da época, convidados por Doutor Rogério Oliveira, passamos a fazer dois programas diários de jornalismo, o Grande Jornal das 6h30 ás 7h e o Rádio repórter Pajeú, de 11h30 às 12h”.
“Sou o último produto de Waldecyr Menezes no Rádio”, brincava em homenagem a quem considerava um mestre, assim como o Monsenhor Assis Rocha, o Diretor com o qual ele mais conviveu e respeitou, a ponto de convidá-lo para retomar um comentário semanal na Rádio Pajeú até este sábado, 11. “É meu amigo e irmão. Tenho uma admiração por ele muito grande”.
Passou da fase da rádio escuta, tendo que ouvir rádios de fora para informar à internet, com a informação em tempo real. “Pelo que eu conheço de rádio, a rádio referência de informação no interior você tem Caruaru, Petrolina e Afogados da Ingazeira com a Rádio Pajeú”, disse em 2007. Elogiava a contribuição do Monsenhor João Acioly, Diretor Administrativo á época.
No mesmo documentário, lembrou de Rogério Oliveira, Fernando Souza, Zé Leite, Ednar Charles, Carlos Pessoa, Dinamérico Lopes, Abílio Barbosa, Miguel Alcântara, Márcia Xavier, Tatiana Genésio, Sônia Ricardo, Geni Rodrigues, Naldinho Rodrigues, Luciete Martins, Adalva Duarte, Roberval Medeiros, Juracy Torres, João Almeida e Marlene Brito.
Era fundador da equipe esportiva Seleção do Povo, que teve nomes como Wanderley Galdino, Elias Mariano, Augusto Martins, José Patriota, Celso Brandão, Nill Júnior, Aldo Vidal e tantos outros nomes. Atuou inicialmente como narrador e atualmente, comentarista esportivo.
Era também conhecido como o “maior palanqueiro do Brasil”, marcado por campanhas históricas de Miguel Arraes a apresentação de eventos de presidenciáveis como Luiz Inácio Lula da Silva. Trabalhou intensamente nas eleições municipais de 2020 em várias cidades, emprestando sua voz potente aos palanques e ao guia eleitoral em cidades de Pernambuco e Paraíba.
Tinha três filhos, Marlon, Rhayssa e Laysa Era casado com Marineide Santos. Tinha ultimamente um amor especial pelos netos que vinham chegando. A morte de Anchieta gerou comoção e dor nas redes sociais e no seu sepultamento. Na programação da Rádio Pajeú homenagens lembram o comunicador. “Anchieta Santos vive em nós”, diz o refrão da emissora.
A bancada de oposição na Câmara de Tabira apresentou na última sessão problemas relacionados à ação da gestão Flávio Marques na área de saúde. Dentre os problemas estruturais e assistenciais na Saúde de Tabira, ausência de especialistas. Falta de neurologista desde março no município, comprometendo o diagnóstico e acompanhamento aos neurodivergentes. Há desabastecimento de medicamentos, […]
A bancada de oposição na Câmara de Tabira apresentou na última sessão problemas relacionados à ação da gestão Flávio Marques na área de saúde.
Dentre os problemas estruturais e assistenciais na Saúde de Tabira, ausência de especialistas.
Falta de neurologista desde março no município, comprometendo o diagnóstico e acompanhamento aos neurodivergentes.
Há desabastecimento de medicamentos, com falta de remédios controlados, o que é gravíssimo para pessoas com transtornos mentais, epilepsia, fibromialgia, dentre outros.
Outra queixa foi de falhas ou ausência na entrega do leite especial para crianças com alergias ou restrições alimentares severas.
Também o transporte inadequado para atendimento fora do município. “Um adolescente precisando de cirurgia eletiva ortopédica em Serra Talhada teve como única alternativa orientada a usar lotação, em vez de transporte da prefeitura — o que fere normas do SUS e os direitos do paciente”, denunciaram.
Outro caso foi o da duplicidade de vacina em criança contra influenza. “Um erro de aplicação que pode representar negligência e comprometer a segurança do calendário vacinal e a vida da criança”.
Outra denúncia foi de uma jovem grávida diabética que perdeu o bebê, com a família acusando negligência do serviço de saúde municipal — algo que exige investigação imediata.
O Governo de Pernambuco anunciou nesta quarta-feira (20) a regulamentação dos critérios do Bônus Livro, por meio de publicação no Diário Oficial do estado. Essa política tem como objetivo valorizar e qualificar os professores da rede estadual, além de promover a melhoria da qualidade do ensino público em Pernambuco. De acordo com o decreto, os […]
O Governo de Pernambuco anunciou nesta quarta-feira (20) a regulamentação dos critérios do Bônus Livro, por meio de publicação no Diário Oficial do estado. Essa política tem como objetivo valorizar e qualificar os professores da rede estadual, além de promover a melhoria da qualidade do ensino público em Pernambuco.
De acordo com o decreto, os professores da rede estadual e os analistas e assistentes da Educação receberão um bônus de R$ 1 mil e R$ 500, respectivamente. Esse valor será destinado à aquisição de livros e material didático-pedagógico em feiras de livros apoiadas pela Secretaria Estadual de Educação.
O investimento previsto pelo governo estadual para essa iniciativa até 2026 é de cerca de R$ 35 milhões. O bônus será pago uma vez por ano e ficará disponível em um cartão magnético, individual e personalizado com a identificação do servidor. Esse cartão só poderá ser utilizado no local da feira durante o período de realização do evento.
A medida visa fortalecer o incentivo à leitura e ao aprimoramento profissional dos educadores, fornecendo-lhes recursos para aquisição de materiais que contribuam para seu desenvolvimento pedagógico.
A consciência de justiça, a luta pela verdade, pela liberdade e, acima de tudo, o fortalecimento do Estado democrático. Esses são alguns dos valores presentes no Relatório Final da Comissão Estadual da Memória e da Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC) entregue, nesta segunda-feira (25.09), ao governador Paulo Câmara, durante solenidade no Palácio do Campo das […]
A consciência de justiça, a luta pela verdade, pela liberdade e, acima de tudo, o fortalecimento do Estado democrático. Esses são alguns dos valores presentes no Relatório Final da Comissão Estadual da Memória e da Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC) entregue, nesta segunda-feira (25.09), ao governador Paulo Câmara, durante solenidade no Palácio do Campo das Princesas.
O documento, que ajudou a elucidar episódios de tortura durante a ditadura militar, entre os anos de 1946 e 1988 – por motivação política em Pernambuco ou contra pernambucanos em outros territórios -, também aponta para o futuro, uma vez que contribui para que casos como esses não se repitam. Ao todo, foram dedicados cinco anos para a finalização do material, que está dividido em dois exemplares.
“O Relatório Final da Comissão da Verdade é o resultado de um trabalho corajoso, competente e determinado, que desvelou episódios essenciais do nosso passado e norteia passos seguros à frente. O documento enterrou uma memória fraudada pela censura e construiu uma nova memória, baseada em pesquisa, em documentos e em depoimentos sobre fatos confirmados por várias fontes. Cabe agora aos historiadores debruçarem-se sobre esta nova memória e transmitir para os que virão depois de nós a análise e a narrativa real a respeito de um dos períodos mais vergonhosos da Nação brasileira”, afirmou o governador Paulo Câmara, acompanhado da primeira-dama Ana Luiza.
Criada pela Lei 14.688, de 1° de junho de 2012, sancionada pelo ex-governador Eduardo Campos, a CEMVDHC tem entre seus membros os advogados Humberto Vieira de Melo e Gilberto Marques; as historiadoras Vera Lúcia e Socorro Ferraz; o cientista político Manoel Moraes; a socióloga Nadja Brayner; o ex deputado estadual José Áureo; e o coordenador executivo do grupo, Fernando Coelho.
Para a realização do trabalho foram reunidos mais de 70 mil documentos e colhidos 157 depoimentos em 50 sessões públicas e 40 reservadas. O Primeiro Volume contém textos informativos sobre como foi planejado o trabalho da CEMVDHC, desde sua criação, organização, planejamento estratégico e metodologia; além dos relatos das histórias de vida e as circunstâncias das graves violações cometidas contra 51 mortos e desaparecidos políticos, vítimas da repressão, com biografias sistematizadas por Organização Política.
O Segundo Volume trata das dificuldades da construção da democracia no Brasil e da repercussão desses fatos em Pernambuco; da intervenção do capital externo nas eleições de 1962; e da marcha e concretude do golpe militar: o desmonte da “intervenção planejada” e a repressão em Pernambuco. O Relatório expõe, ainda, as graves violações aos direitos humanos em Pernambuco nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; nos meios sociais urbanos, nos meios culturais e educacionais, nos meios de comunicação e no âmbito das religiões.
A narrativa, que pretende ser uma referência sobre os direitos humanos, aponta, por fim, a responsabilização pelos atos criminosos abordados, indicando suas conclusões e recomendações. Os anexos contidos no segundo volume contêm também relações de processos, resumos das atas de reuniões, relações das audiências e inventário do acervo físico da Comissão.
A entrega do Relatório Final da Comissão da Verdade, para José Almino de Alencar – filho do ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes (deposto pelo regime autoritário em 1964) – é uma celebração da inauguração de um monumento escrito, dedicado à memória daquelas vitimas que tiveram seus direitos violados durante a ditadura militar, ao mesmo tempo que evoca uma parte da história do Estado. “Essa é uma história rica, singular e importante. E é baseado nesse sentimento dessas pessoas que fazem parte da Comissão da Verdade que ainda nos mantemos esperançosos no nosso País e ainda acreditamos no povo brasileiro”, registrou.
Estavam presentes na solenidade o vice-presidente do Estado e secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; os secretários Antonio Figueira (Casa Civil); Pedro Eurico (Justiça e Direitos Humanos); Marcelo Barros (Fazenda); Iran Costa (Saúde); Roberto Franca (Desenvolvimento Social, Criança e Juventude); Lúcia Melo (Ciência e Tecnologia); Sílvia Cordeiro (Mulher); João Campos (chefe de Gabinete); Ruy Bezerra (Controladoria); Márcio Stefanni (Planejamento e Gestão); coronel Felipe Oliveira (chefe da Casa Militar em exercício); e Antônio de Pádua (Defesa Social).
Ainda o prefeito do Recife, Geraldo Julio; o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira; a ex-primeira dama do Estado, Renata Campos; o diretor do Arquivo Público do Estado, Félix Filho; o presidente da CEPE, Ricardo Leitão; Carlos Soares, representando o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pernambuco, Ronnie Duarte; Silvio Romero de Barros, representando o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Anísio Brasileiro; o reitor da Universidade Católica de Pernambuco, Padre Pedro Rubens; o procurador federal Alfredo Gonzaga; o presidente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra em Pernambuco, Jaime Amorim; o filho do ex-presidente João Goulart, João Vicente Goulart; além dos deputados federais Tadeu Alencar, Danilo Cabral e Luciana Santos; e dos deputados estaduais Waldemar Borges, Isaltino Nascimento, Henrique Queiroz e Aluisio Lessa.
ACESSO AO CONTEÚDO – Todo o material reunido pela CEMVDHC será disponibilizado, já a partir desta segunda-feira (25.09), para acesso irrestrito e gratuito no Arquivo Público do Estado e pelos sites www.comissaodaverdade.pe.gov.br ewww.acervocepe.com.br.
Você precisa fazer login para comentar.