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MPF acusa Jovem Pan de liderar campanha golpista e pede fim de suas concessões

Por Nill Júnior

O MPF (Ministério Público Federal) voltou a pedir nesta 2ª feira o cancelamento das concessões públicas de rádio difusora do grupo Jovem Pan.

O órgão afirma que a emissora promoveu a “radicalização da esfera pública” e deu “aparente legitimidade discursiva a movimentos voltados à quebra de nossa normalidade democrática”. Em 315 páginas, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão de São Paulo apresenta as alegações finais de ação civil pública aberta em junho de 2023 contra a emissora, em que também requer o pagamento de R$ 13 milhões a título de indenização por danos morais.

Para o MPF, a emissora cometeu abusos graves, ao longo de 2022, ao sistematicamente desinformar seus ouvintes e veicular conteúdos que colocaram em risco o regime democrático brasileiro. O documento foi protocolado nesta segunda-feira (15), quando se encerra o prazo concedido pela Justiça Federal para as considerações conclusivas das partes. Esta é a última etapa da tramitação processual antes do julgamento em primeira instância.

Nas alegações finais, o MPF também manteve os demais pedidos formulados inicialmente na ação, entre eles a condenação da Jovem Pan ao pagamento de R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos. Durante o andamento processual, as partes chegaram a entabular negociações, por solicitação da emissora, na busca de uma solução consensual que previsse medidas alternativas às pleiteadas na ação. Porém, sem vislumbrar a viabilidade de um acordo, o MPF pediu à Justiça que a tramitação fosse retomada.

O MPF destaca que os fundamentos para a condenação da Jovem Pan tornaram-se ainda mais fortes após a descoberta dos meandros da trama golpista contra o Estado Democrático de Direito, que se desenrolou de 2021 a 2023. As investigações reuniram um farto volume de provas da conspiração e culminaram na apresentação de denúncias detalhadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra integrantes de diferentes núcleos envolvidos nos planos. Na última quinta-feira (11), o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou oito réus que constituíam o grupo coordenador das ações criminosas.

Campanha de desinformação

A Jovem Pan, ressalta o MPF, teve papel fundamental na campanha de desinformação empreendida em 2022 para desacreditar as instituições nacionais e o processo eleitoral brasileiro, induzindo uma enorme quantidade de ouvintes em todo o país a duvidar da lisura das eleições realizadas naquele ano. A veiculação sistemática, pela emissora, de informações falsas, acompanhadas de incitações reiteradas à desordem e à intervenção das Forças Armadas sobre os Poderes constituídos, foi um dos componentes essenciais para o clima de insurreição que os golpistas pretendiam instaurar. De acordo com o MPF, a Jovem Pan foi “a principal caixa de ressonância, na esfera pública brasileira, para discursos que pavimentavam as ações golpistas que vieram a ser desveladas, dando-lhes uma aparência indevida de suposta legitimidade”.

Os apelos de comentaristas da Jovem Pan à ruptura institucional baseada em intervenção militar, à destituição e até mesmo à prisão de autoridades e à desobediência a ordens judiciais tornaram-se recorrentes no período e caracterizaram a própria linha editorial da emissora. O MPF lembra que os conteúdos, desprovidos de base factual ou jurídica, contribuíram diretamente para estimular o radicalismo traduzido em episódios de extrema violência e vandalismo, como o ataque às sedes dos três Poderes, em Brasília (DF), em 8 de janeiro de 2023.

A Constituição e as leis sobre o serviço público de transmissão em rádio e TV proíbem expressamente as condutas adotadas pela Jovem Pan enquanto detentora de outorgas. Incentivar a desobediência, veicular notícias falsas com perigo para a ordem pública, econômica e social e insuflar a rebeldia ou a indisciplina nas Forças Armadas, por exemplo, são atos que o Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/1962) classifica como abusos no exercício da liberdade de radiodifusão. Todas essas ações extrapolam os limites constitucionais e legais da livre expressão do pensamento e, conforme a legislação, podem motivar o cancelamento de outorgas.

“A imposição judicial de medidas severas à Jovem Pan, proporcionais à gravidade dos fatos apurados, é fundamental para, traçando uma linha no chão, firmar que condutas como as praticadas pela emissora ora demandada são juridicamente inaceitáveis, e para que, atribuídos os ônus cabíveis, outras condutas análogas a elas não se repitam no futuro. Disso depende a garantia de que a comunicação pública brasileira nunca mais se ponha a serviço de aventuras antidemocráticas”, asseverou o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto em São Paulo, Yuri Corrêa da Luz, titular da ação do MPF.

Posição da ABERT

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) informou em nota acompanhar com preocupação os recentes desdobramentos da ação judicial proposta pelo Ministério Público Federal que busca o cancelamento da outorga da Rádio Jovem Pan.

“A liberdade de programação das emissoras é de fundamental importância para o livre exercício do jornalismo e para a existência do pluralismo de opinião, que devem ser sempre preservados. O cancelamento de uma outorga de radiodifusão é uma medida extrema e grave, sem precedentes em nosso Estado Democrático de Direito”, diz.

A ABERT reitera o seu compromisso com a liberdade de imprensa e espera que o Poder judiciário afaste medidas desproporcionais e que atentem contra a comunicação social brasileira.

Outras Notícias

Lula cumprimenta novo presidente do Paraguai após impeachment de Santiago Peña e propõe encontro em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprimentou Pedro Alliana pela posse na Presidência do Paraguai e manifestou interesse em recebê-lo em Brasília para discutir as relações entre os dois países. A declaração foi publicada nas redes sociais na noite dessa sexta-feira (6), após a destituição do então presidente paraguaio, Santiago Peña, pelo Senado […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumprimentou Pedro Alliana pela posse na Presidência do Paraguai e manifestou interesse em recebê-lo em Brasília para discutir as relações entre os dois países. A declaração foi publicada nas redes sociais na noite dessa sexta-feira (6), após a destituição do então presidente paraguaio, Santiago Peña, pelo Senado do país.

Na mensagem, Lula desejou sucesso ao novo chefe de Estado e afirmou esperar uma relação baseada no diálogo e na cooperação. O presidente brasileiro também defendeu o fortalecimento dos vínculos diplomáticos e o avanço da integração entre os países sul-americanos.

“Transmito ao novo Presidente do Paraguai, Pedro Alliana, empossado na noite de hoje, meus desejos de pleno êxito nas novas funções e de poder trabalhar com ele de maneira aberta, franca e cooperativa, em prol do fortalecimento da relação bilateral e do avanço da integração na América do Sul”, escreveu Lula.

O presidente brasileiro acrescentou que pretende receber Alliana em Brasília para examinar assuntos de interesse dos dois governos e dar continuidade às relações diplomáticas entre Brasil e Paraguai. Uma data para o encontro ainda não foi anunciada.

Pedro Alliana, de 52 anos, era vice-presidente do Paraguai desde agosto de 2023 e assumiu o comando do Executivo após o Senado aprovar o impeachment de Santiago Peña, na sexta-feira (6).

A destituição ocorreu em meio a uma crise política e financeira relacionada ao banco Ueno, que sofreu intervenção das autoridades paraguaias após problemas que comprometeram o acesso de clientes aos recursos depositados na instituição.

Peña é investigado por suspeitas de irregularidades envolvendo sua relação com o banco e a destinação de recursos públicos e previdenciários. O ex-presidente nega as acusações. Após a destituição, ele foi colocado em prisão domiciliar por determinação das autoridades paraguaias.

A mudança no governo do país vizinho ocorre em um momento de atenção às relações diplomáticas e econômicas na região. Brasil e Paraguai integram o Mercosul e mantêm interesses conjuntos em áreas como comércio, energia e integração regional.

Fonte: Folha de Pernambuco / Reuters
Foto: Reprodução

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Polícia apresenta mensagens e áudios e aponta suposto esquema de extorsão envolvendo Emerson Freitas

A Polícia Civil de Pernambuco apresentou, nessa sexta-feira (6), mensagens, áudios e registros bancários que, segundo os investigadores, apontam a participação do influenciador digital e deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB) em um suposto esquema de extorsão. A investigação envolve suspeitas de cobranças de dinheiro para impedir a divulgação de conteúdos nas redes sociais, além […]

A Polícia Civil de Pernambuco apresentou, nessa sexta-feira (6), mensagens, áudios e registros bancários que, segundo os investigadores, apontam a participação do influenciador digital e deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB) em um suposto esquema de extorsão. A investigação envolve suspeitas de cobranças de dinheiro para impedir a divulgação de conteúdos nas redes sociais, além de exploração de prestígio e lavagem de dinheiro.

Os detalhes foram divulgados durante uma coletiva de imprensa conduzida pela Polícia Civil, com a participação do delegado-geral Felipe Monteiro e de integrantes do Grupo de Operações Especiais (GOE). Segundo a corporação, Emerson teria utilizado o alcance de suas redes sociais para exigir pagamentos de pessoas ligadas a atividades criminosas, condicionando a retirada ou a não publicação de denúncias ao recebimento de valores.

Um dos episódios investigados envolve o pagamento de R$ 20 mil em espécie. De acordo com o delegado Jorge Pinto, responsável pela investigação, o dinheiro teria sido entregue ao influenciador durante um encontro em um estabelecimento comercial no Recife.

As mensagens apresentadas pela polícia incluem uma conversa de outubro de 2024, na qual um interlocutor pergunta se determinada publicação seria apagada. Em seguida, aparece a mensagem “Acabei de dar 20k”, apresentada pelos investigadores como referência ao pagamento.

Outros registros indicam negociações para pagamentos mensais. Em uma das conversas, um interlocutor reclama do valor exigido: “2k por mês é muita coisa”. Outra mensagem menciona a possibilidade de uma cobrança vitalícia.

Segundo a Polícia Civil, o influenciador também teria afirmado possuir influência sobre autoridades do sistema de Justiça, utilizando essa suposta proximidade para oferecer interferência em processos e na situação de pessoas presas.

Os investigadores sustentam que essa influência não existia e que as alegações seriam utilizadas para obter vantagens financeiras.

A apuração também identificou suspeitas de movimentação de valores por contas bancárias de terceiros. Uma servidora do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) é investigada por supostamente disponibilizar sua conta para receber recursos destinados a Emerson.

O inquérito teve início em julho deste ano, após denúncias relacionadas a supostos toques de recolher impostos por organizações criminosas em comunidades da Zona Norte do Recife. Durante as diligências, os investigadores receberam relatos sobre possíveis cobranças feitas pelo influenciador.

Emerson também responde a um processo distinto, relacionado a uma denúncia de extorsão apresentada por uma advogada em 2023. Naquele caso, a polícia chegou a solicitar sua prisão, mas a Justiça autorizou medidas de busca e apreensão.

Mais recentemente, em 29 de outubro, a Justiça decretou a prisão preventiva do deputado eleito. A ordem foi posteriormente revogada, permitindo que ele responda em liberdade, mediante medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico à Justiça e proibição de contato com vítimas e testemunhas.

A defesa de Emerson Freitas, representada pelo advogado Weryd Simões, contesta as acusações e questiona a condução da investigação. Em manifestação anterior à apresentação dos novos elementos, o advogado alegou irregularidades e nulidades no procedimento, além de afirmar que não havia provas submetidas ao contraditório que demonstrassem a prática de crimes por seu cliente.

Emerson foi eleito deputado estadual pelo MDB nas eleições de outubro de 2026. As suspeitas apresentadas pela Polícia Civil ainda dependem de análise judicial e não representam condenação criminal.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Raquel Lyra exonera 146 servidores comissionados do Governo de Pernambuco; aliados do PL estão na lista

A governadora Raquel Lyra (PSD) promoveu uma série de exonerações no Governo de Pernambuco, publicadas no Diário Oficial deste sábado (7). Levantamento realizado pela reportagem da Rádio Itapuama FM identificou 146 exonerações, incluindo integrantes do grupo político ligado ao presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, e ao deputado federal André Ferreira (PL). A maior parte […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) promoveu uma série de exonerações no Governo de Pernambuco, publicadas no Diário Oficial deste sábado (7). Levantamento realizado pela reportagem da Rádio Itapuama FM identificou 146 exonerações, incluindo integrantes do grupo político ligado ao presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, e ao deputado federal André Ferreira (PL).

A maior parte dos atos tem efeito retroativo a 1º de novembro de 2026. As mudanças atingem principalmente cargos de assessoria e articulação política da Casa Civil, além de funções técnicas e administrativas.

Entre os exonerados está Alexandre Menezes de Moura Filho, que ocupava o cargo de assessor especial de Relações Institucionais (DAS-2). Ele é irmão do vereador do Recife Fred Ferreira (PL).

Também aparecem na relação Irinaldo Felipe da Silva Junior (DAS-2), que integrou a equipe parlamentar do deputado federal André Ferreira, e Denis Oliveira Silva (DAS-2), ex-presidente da Companhia Municipal de Agricultura e Abastecimento (Comab) de Jaboatão dos Guararapes, durante a gestão de Anderson Ferreira.

Outros nomes ligados ao grupo político são Ginaldo José Trajano do Carmo, conhecido como Pastor Ginaldo, ex-secretário executivo municipal e candidato a vereador pelo PL, e Cledson de Freitas Ribeiro, ex-superintendente de Articulação Política e filiado ao partido.

A lista inclui ainda Alan Coelho de Araújo (DAS-2), com passagem pela administração municipal de Gravatá, e José Ivaldo Brandão de Morais, conhecido como Zé Ivaldo (DAS-4), que disputou a Prefeitura de Macaparana pelo PL.

As exonerações ocorrem cerca de quatro meses depois de aliados dos irmãos Ferreira terem sido nomeados para cargos no governo estadual, em julho, durante as articulações políticas que antecederam as eleições de 2026.

Naquele período, a aproximação entre o Palácio do Campo das Princesas e o grupo político do PL alimentou especulações de que as nomeações estariam relacionadas à estratégia eleitoral do partido, que discutia a possibilidade de lançar candidatura própria ao Governo de Pernambuco. Essa relação, entretanto, não foi oficialmente apresentada como justificativa para as nomeações.

Além dos nomes vinculados ao PL, as exonerações alcançam ocupantes de cargos intermediários e funções de apoio administrativo. A publicação não esclarece se todos os desligamentos são definitivos ou se parte dos profissionais poderá ser aproveitada em outras funções da estrutura estadual.

Até o momento, o Governo de Pernambuco não apresentou uma justificativa pública específica para o conjunto das exonerações.

Confira abaixo a lista com os 146 nomes dos servidores exonerados do Governo de Pernambuco, conforme levantamento realizado pela reportagem da Rádio Itapuama FM a partir do Diário Oficial deste sábado (7).

Fonte: Rádio Itapuama FM
Foto: Reprodução

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“Não tenho provas”: Flávio Bolsonaro admite não ter evidências de fraude nas eleições de 2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu que não possui provas de fraude nas eleições presidenciais de 2026, vencidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Glenn Greenwald, apresentador do programa System Update, gravada em Miami, nos Estados Unidos, e divulgada nessa sexta-feira (6) pela Folha de […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu que não possui provas de fraude nas eleições presidenciais de 2026, vencidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Glenn Greenwald, apresentador do programa System Update, gravada em Miami, nos Estados Unidos, e divulgada nessa sexta-feira (6) pela Folha de S.Paulo.

Durante a conversa, Greenwald questionou o senador sobre as suspeitas de manipulação dos resultados eleitorais, levantadas por Flávio desde sua derrota no segundo turno, realizado em 25 de outubro.

Ao ser perguntado diretamente se tinha provas de fraude, o parlamentar respondeu: “Não tenho”.

Flávio também reconheceu que não pretende contestar judicialmente a contagem dos votos por não possuir elementos que sustentem a acusação.

“É por isso que eu não vou questionar isso na Justiça brasileira, porque não tenho provas”, afirmou.

Apesar da admissão, o senador voltou a questionar a legitimidade da vitória de Lula. Ele alegou que a prorrogação do horário de votação no segundo turno e o crescimento da votação do petista levantariam suspeitas sobre o processo eleitoral.

As alegações não foram acompanhadas de evidências de irregularidades. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atestou a lisura das eleições e confirmou a reeleição de Lula.

Na entrevista, Flávio também afirmou que o PL pretende questionar judicialmente a chapa Lula-Alckmin por suposto abuso de poder político e econômico, argumento diferente da acusação de fraude na apuração dos votos.

A conversa ocorreu nos Estados Unidos, onde o senador permanece desde que deixou o Brasil após a derrota presidencial. Ele também abordou sua permanência no exterior e a possibilidade de disputar novamente a Presidência em 2030.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo em que Flávio Bolsonaro admite não ter provas de fraude nas eleições.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Em Brasília, Sandrinho busca agilizar repasses federais para obras em Afogados da Ingazeira

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, cumpriu agenda administrativa em Brasília nesta semana para solicitar agilidade na liberação de recursos federais destinados a obras em andamento no município. Segundo a Prefeitura, os investimentos realizados em parceria com o Governo Federal ultrapassam R$ 30 milhões. Durante a viagem, o gestor esteve nos ministérios da […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, cumpriu agenda administrativa em Brasília nesta semana para solicitar agilidade na liberação de recursos federais destinados a obras em andamento no município. Segundo a Prefeitura, os investimentos realizados em parceria com o Governo Federal ultrapassam R$ 30 milhões.

Durante a viagem, o gestor esteve nos ministérios da Educação e da Saúde para tratar dos repasses financeiros e buscar a manutenção dos cronogramas de execução dos projetos.

Entre as obras contempladas estão a construção da nova Escola Municipal José Patriota, no terreno localizado ao lado da antiga Cagepe, e duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), destinadas a ampliar o atendimento à população do Centro e do bairro Padre Pedro Pereira.

A relação também inclui a oficina ortopédica e um Centro de Educação Infantil em construção na Vila Pajeú. Os equipamentos integram os investimentos previstos para as áreas de saúde e educação do município.

Sandrinho afirmou que a continuidade das transferências federais é necessária para evitar atrasos na execução das obras. O prefeito também comentou o resultado das eleições presidenciais e disse acreditar na manutenção dos investimentos com a reeleição do presidente Lula.

“Estávamos com muito medo nessas eleições de termos uma ruptura e uma descontinuidade nesses repasses. Mas com a reeleição do Presidente Lula temos a certeza de que as obras não serão paralisadas”, declarou.

O prefeito afirmou ainda que pretende entregar os equipamentos durante o período restante de sua gestão.

“Temos muitas obras para inaugurar. Até o final do meu mandato, esses equipamentos estarão funcionando e servindo ao nosso povo”, disse.

Foto: Divulgação

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