Motoristas do transporte escolar de Salgueiro paralisam atividades mais uma vez
Por André Luis
O transporte escolar da Rede Municipal de Ensino de Salgueiro, no Sertão pernambucano, está sofrendo uma nova paralisação de motoristas nesta segunda-feira (02). A mobilização envolve profissionais de pelo menos quatro das cinco empresas contratadas pela Prefeitura, através de Secretaria de Educação, para prestar o serviço. Várias rotas foram afetadas.
Segundo os motoristas, os salários deles estão atrasados novamente há quatro meses, entrando no quinto. As empresas alegam que não estão recebendo da Secretaria de Educação para repassar aos profissionais. Já a prefeitura, diz que está enfrentando uma crise financeira. Enquanto isso, os estudantes ficam prejudicados.
Essa é a segunda paralisação dos motoristas do transporte escolar de Salgueiro este ano. A primeira aconteceu em agosto, com a paralisação de 95 rotas, afetando principalmente alunos da zona rural. As informações são do PE Notícias.
O deputado estadual Luciano Duque participou, nesta segunda-feira (23), da tradicional festa junina de São João do Barro Vermelho, na zona rural de Serra Talhada. O parlamentar foi recebido com entusiasmo a convite do vereador Antônio de Antenor e celebrou ao lado da população mais uma noite marcada por alegria, cultura e fortes laços comunitários. […]
O deputado estadual Luciano Duque participou, nesta segunda-feira (23), da tradicional festa junina de São João do Barro Vermelho, na zona rural de Serra Talhada. O parlamentar foi recebido com entusiasmo a convite do vereador Antônio de Antenor e celebrou ao lado da população mais uma noite marcada por alegria, cultura e fortes laços comunitários.
“A festa de São João Barro Vermelho é feita com muito carinho e mantém viva a alma do nosso sertão. São momentos como esse que reafirmam o valor das nossas raízes e o orgulho de ser nordestino”, destacou Duque.
O deputado aproveitou a ocasião para reforçar seu compromisso com o fortalecimento da cultura popular e o apoio às comunidades rurais. “É uma alegria enorme estar em São João do Barro Vermelho. Essa celebração é a prova de que a tradição segue firme, atravessando gerações com a força e a beleza do nosso povo”, completou.
O Globo O novo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, decidiu trocar o comando da Polícia Federal (PF), que foi transferida do Ministério da Justiça para a nova pasta. Fernando Segovia será substituído pelo delegado Rogério Galloro. Galloro era o preferido do ministro da Justiça, Torquato Jardim, para assumir a PF no momento em que Segovia foi nomeado, em novembro. Em […]
O novo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, decidiu trocar o comando da Polícia Federal (PF), que foi transferida do Ministério da Justiça para a nova pasta. Fernando Segovia será substituído pelo delegado Rogério Galloro.
Galloro era o preferido do ministro da Justiça, Torquato Jardim, para assumir a PF no momento em que Segovia foi nomeado, em novembro. Em troca, Torquato o escolheu para comandar a Secretaria Nacional de Justiça.
Jungman considerava a situação de Segovia insustentável após ele afirmar, em entrevista à agência Reuters, que o inquérito que investiga o presidente Michel Temer podeia ser arquivado e que o delegado responsável pelo caso poderia ser punido.
Também contribuiu para a demissão a pressão que ele estaria fazendo para permanecer no cargo. Até governadores defenderam sua permanência, o que acabou gerando incômodo em alguns ministros.
Segovia foi intimado pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator da investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), a se explicar sobre a entrevista.
Em um encontro com o ministro, disse que suas declarações foram distorcidas e garantiu que não iria interferir no inquérito.
Na segunda-feira, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu para Barroso emitir uma ordem judicial para proibir Segovia de comentar a investigação.
Nesta terça-, em um despacho, o ministro afirmou considerar que o diretor-geral estava “devidamente ciente de que deve se abster de qualquer pronunciamento” sobre o processo.
Por André Luis A EREM Teresa Torres, emitiu nota esclarecendo sobre as medidas que foram tomadas em relação uma mensagem com ameaça de um massacre que foi pichada na parede da escola. Na nota assinada pela gestora da escola, Fátima Lopes, ameaçada na pichação, reitera o repúdio a qualquer forma de violência dentro e fora […]
A EREM Teresa Torres, emitiu nota esclarecendo sobre as medidas que foram tomadas em relação uma mensagem com ameaça de um massacre que foi pichada na parede da escola.
Na nota assinada pela gestora da escola, Fátima Lopes, ameaçada na pichação, reitera o repúdio a qualquer forma de violência dentro e fora do ambiente escolar. “Nosso compromisso é pela construção de um ambiente saudável e de paz”, afirma a nota.
Ainda segundo a nota, assim que o ocorrido foi descoberto gestora e equipe tomaram todas as providências legais para garantir a segurança da escola.
“Continuamos a trabalhar juntos com a comunidade escolar na manutenção de uma cultura de paz, de modo que, além das ações imediatas já tomadas e que não vão parar, o caso foi levado à esfera policial. A gestora pediu urgência na resolução da situação por conta da gravidade”, destaca a nota. Leia abaixo a íntegra da nota:
A EREM Teresa Torres, em nome da gestora Fátima Lopes e equipe, vem respeitosamente apresentar uma nota de esclarecimento sobre as medidas que foram tomadas em relação ao fato atípico à rotina escolar ocorrido na tarde do dia 12/05/2022 no nosso educandário, que culminou em ameaças contra a nossa gestora e todos que fazem parte da EREM Teresa Torres.
Reiteramos o nosso repúdio a qualquer forma de violência dentro e fora do ambiente escolar, e nosso compromisso pela construção de um ambiente saudável e de paz.
Desde a primeira hora do ocorrido, a gestora Fátima Lopes e equipe tomaram todas as providências legais para garantir a segurança do nosso educandário, continuamos a trabalhar juntos com a comunidade escolar na manutenção de uma cultura de paz, de modo que, além das ações imediatas já tomadas e que não vão parar, o caso foi levado à esfera policial. A gestora pediu urgência na resolução da situação por conta da gravidade.
Executivos da Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire) foram ouvidos como testemunhas pela CPI das Faculdades Irregulares nesta quinta (12). Com sede em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, a instituição é acusada de estelionato pelos próprios alunos, por supostamente ofertar, como carreiras de graduação, cursos de extensão universitária – formação de curta duração […]
Executivos da Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire) foram ouvidos como testemunhas pela CPI das Faculdades Irregulares nesta quinta (12). Com sede em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, a instituição é acusada de estelionato pelos próprios alunos, por supostamente ofertar, como carreiras de graduação, cursos de extensão universitária – formação de curta duração voltada ao aperfeiçoamento de profissionais. Os representantes negaram todas as alegações à Comissão.
Diretor-geral da Fadire, Jean Alves Cabral disse que os estudantes são informados, “expressa e claramente”, de que os cursos da entidade não equivalem a graduação e que, no momento da matrícula, não asseguram a emissão de diploma universitário. Os certificados obtidos após a formação, segundo o gestor, somente podem ser aproveitados para a dispensa de disciplinas em cursos regulares de outras faculdades. “Não vendemos diplomas. Nosso programa é de extensão”, sustentou.
Cabral indicou que os cursos são uma alternativa encontrada pelas empresas de menor porte para sobreviver. “Estamos sob a égide de grandes cartéis, que enfraquecem os pequenos com preços predatórios. Se não fosse a extensão estaríamos fechados”, analisou, embora tenha afirmado desconhecer o faturamento total da instituição – que conta com 3,6 mil alunos e cobra mensalidades entre R$ 180 e R$ 250.
A informação também foi negada pelo mantenedor da Fadire, Williams Barbosa Fernandes, proprietário da Sociedade de Desenvolvimento do Ensino Superior do Vale do Capibaribe (Sodecap). Fernandes não soube responder perguntas simples, como em quantos municípios a empresa atua ou quantos professores tem contratados, e, ao ser indagado sobre a carga horária dos cursos ministrados, invocou o direito de permanecer em silêncio.
Diretora regional de extensão da Fadire, Poliana Lima negou qualquer anormalidade na divulgação dos cursos. A gestora é também proprietária da empresa Centro Master, principal intermediária da faculdade responsável pela divulgação dos cursos, pagamento de professores e recolhimento de mensalidades. “O Centro Master não garante ao aluno o diploma de graduação”, afirmou Poliana.
Alunos da instituição refutaram as negativas dos executivos. “Eles sempre afirmaram que o curso era de graduação”, exclamou Daniele Oliveira, estudante de Serviço Social em Condado, Mata Norte . “Os diretores nos chamaram até Santa Cruz, onde um coordenador insinuou que nos preocupássemos com nossas vidas e com nossas famílias”, ainda relatou Daniele. “Durante três anos pensei que teria um diploma de graduação, e de repente descubro que não”, disse Flávio Melo, aluno de Letras em Bezerros, Agreste.
Para o presidente da CPI, deputado Rodrigo Novaes (PSD), as informações apuradas até o momento apontam para graves irregularidades administrativas na oferta dos cursos, existindo também indícios de estelionato, formação de quadrilha e fraudes fiscais.
“Soubemos de histórias de alunos que pagavam as mensalidades com o Bolsa-Família, tiravam de onde não tinham para realizar um sonho, e estavam sendo enganados”, lamentou. Relatora da Comissão, Teresa Leitão (PT) considerou que “a propaganda da Fadire vende gato por lebre, induzindo os estudantes ao erro”.
“A nossa linha de investigação está correta. Tivemos aqui, hoje, depoentes que não puderam falar, com advogado de um lado e outro, cada vez que se fazia uma pergunta técnica, havia dificuldade de resposta”, analisa Teresa.
Para ela, não é intuito da CPI fazer juízo de valor sobre competência de professores, instituições e cursos. “Queremos saber sobre a legalidade desses cursos, que não estão respondendo aquilo que a gente pergunta a respeito da legalização, da autorização do MEC, das avaliações do MEC. Toda vez que fizemos perguntas técnicas como sobre a avaliação dos cursos, nota do ENAD (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), houve desvio de respostas”, suspeitou Teresa.
Durante a sessão, algumas pessoas presentes ainda pediram aos parlamentares que investiguem o Instituto Belchior, de Goiana, Mata Norte, e o Centro de Ensino Pesquisa e Inovação (Cenpi), instituição paraibana com atuação em Pernambuco. Diretores da Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso) e das Faculdades Extensivas de Pernambuco (Faexpe) – acusadas dos mesmos ilícitos da Fadire – também foram convocados a depor como testemunhas, mas apresentaram justificativas para não comparecer. Os representantes da instituição devem ser ouvidos na próxima quarta (18), quando a CPI volta a se reunir.
Em texto que tem compartilhado via WhattsApp, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, defendeu o governador Paulo Câmara diante da recente avaliação negativa de seu governo. Anchieta elencou mais de 30 aspectos que considera avanços importantes da era Câmara. Dentre eles, chamar 4,4 mil funcionários da saúde, atender mesmo na crise 65 milhões de pacientes […]
Paulo Câmara, observado por Anchieta Patriota ao fundo
Em texto que tem compartilhado via WhattsApp, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, defendeu o governador Paulo Câmara diante da recente avaliação negativa de seu governo. Anchieta elencou mais de 30 aspectos que considera avanços importantes da era Câmara.
Dentre eles, chamar 4,4 mil funcionários da saúde, atender mesmo na crise 65 milhões de pacientes no SUS em 2015 e 67 milhões em 2016 . (16% mais em relação a 2014), aumentar em 150% o número de atendimentos ambulatórios, ser o único estado com protocolos de atendimentos da microcefalia, aumentar em 50% o número de vagas da residências médica e multiprofissional, interiorização do ensino médico e aumento de 31% para a saúde em três anos, na saúde .
Ainda ter pago 170 milhões de dividas com os hospitais ( rede Própria , OS e filantrópicos ) . Reduzindo em 67% a dívida que recebeu de 2014, não atrasar um dia de salários , autorizar o investimento de 68 milhões para entrega de 17 obras estruturais da saúde , decretar a saúde e educação na primeira infância como prioridades, iniciar o programa de transplantes no hospital Mestre Vitalino em Caruaru , que tem com o triplo de atendimentos em relação a 2014 .
“Recuperar o hospital regional de Arcoverde que aumentou o número de cirurgias em 2.690% e em 234% o atendimento na urgência, autorizar o incentivo aos municípios que estão compartilhando unidades para atendimento materno infantil . São beneficiados os municípios de Abreu e lima , Araripina , Surubim , Timbauba , São José do Egito , Belo Jardim , Petrolandia e Ipojuca. Criou o CEPAM regional para combate de acidentes de motocicleta e reduziu o número de acidentes de motos em 8 das 12 regionais de saúde . Transformou o hospital Agamenom Magalhaes em referencia no norte e nordeste para o parto humanizado”.
Anchieta conclui dizendo que o FEM, que foi uma grande ideia de Eduardo, soma zero para o Governador Paulo Câmara. “Eles (os prefeitos) não falam nem no nome do governador. Poucos citam nome na inauguração da obra, inclusive muitos correligionários. Alguns nem põe plcas ou inauguram sem convidar o governo”.
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