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Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano está com oficinas abertas

Por Nill Júnior
Mostra acontece no Cine São José
Mostra acontece no Cine São José

Estão abertas as inscrições para duas oficinas que aconteceram dentro da programação da Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano que acontecerá entre os dias 14 e 16 de maio no Cine São José, em Afogados da Ingazeira.

Oficina de Cineclubismo – Da prática à criação de um Cineclube, uma ótima oportunidade para você professor, membro de associação ou mesmo grupo de amigos que curtem cinema oficializarem esta paixão montando um cineclube, a oficina acontecerá entre os dias 12 e 14 de maio a partir das 14 horas e se rá ministrada pela atual presidente da FEPEC (Federação Pernambucana de Cineclubes) Yanara Galvão, ao todo estão disponíveis 25 vagas, as inscrições são gratuitas e feitas exclusivamente no site da Mostra – http://www.mostrapajeudecinemape.com.br/p/ficha-de-inscricao-oficina-de.html

Oficina de Realização Audiovisual – Documentando, esta disponível para o publico em geral com idade mínima de 14 anos, após a oficina será realizado um curta-metragem documentário que será exibido dentro da Mostra,  a oficina acontecerá entre os dias 11 e 15 de maio a partir das 8 horas e será ministrada pelo cineasta e educador Marlom Meirelles, estão disponíveis 20 vagas, os interessados devem se inscrever no site – http://www.mostrapajeudecinemape.com.br/p/ficha-de-inscricao-oficina-de_22.html

Além das duas oficinas acontecerá ainda uma sessão de cineclube – Cineclube Escola – dia 11 de maio na Escola Arnaldo Alves em parceria com a Escola Pedro Pires na cidade de Tabira, única atividade fora de Afogados, com mediação do produtor cultural e cineclubista William Tenório, e uma Mesa de debate na FAFOPAI dia 12 de maio com o tema “O cinema como reflexo do seu tempo” com a Historiadora Bruna Tavares.

Para saber mais e conferir a programação completa acesse o site Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano – www.mostrapajeudecinemape.com.br – ou a fanpage – facebook.com/mostrapajeudecinema – ou entre em contato através do E-mail – [email protected]

A Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano tem apoio da Secretaria de Educação, Secretaria de Cultura e esportes, Prefeitura de afogados da Ingazeira e FEPEC (Federação Pernambucana de Cineclubes) e incentivo do FUNCULTURA, FUNDARPE, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.

Outras Notícias

Crise: pronunciamentos públicos de Dilma dobram em março

A presidente Dilma Rousseff dobrou neste mês de março o número de pronunciamentos públicos em relação ao mês anterior. Ela intensificou a quantidade de pronunciamentos do segundo mandato especialmente nas semanas anterior e posterior às manifestações de rua do último domingo (15). Entre discursos e entrevistas coletivas, a presidente fez dois pronunciamentos em janeiro, nove […]

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A presidente Dilma Rousseff dobrou neste mês de março o número de pronunciamentos públicos em relação ao mês anterior. Ela intensificou a quantidade de pronunciamentos do segundo mandato especialmente nas semanas anterior e posterior às manifestações de rua do último domingo (15).

Entre discursos e entrevistas coletivas, a presidente fez dois pronunciamentos em janeiro, nove em fevereiro e 19 em março. Nas duas últimas semanas de março – antes e depois das manifestações do dia 15 –, Dilma fez oito pronunciamentos em cada uma. Na média, mais de um por dia.

Os pronunciamentos públicos  ganham espaço na imprensa e por isso costumam ter mais repercussão do que outras atividades de governo da presidente. O aumento da frequência das falas públicas de Dilma neste mês coincidiu com a intensificação da crise política que o governo enfrenta.

De acordo com o Blog do Camarotti, o chamado “núcleo duro” do governo avalia que o prolongado silêncio da presidente no início do mandato  permitiu que crescesse a desaprovação do governo porque ela não fazia o enfrentamento político e não respondia às críticas – em janeiro, Dilma fez somente dois pronunciamentos públicos, um dos quais o do discurso de posse.

Em março, além dasmanifestações que levaram milhares às ruas em protestos contra o governo em várias cidades do país, Dilma sofreu dificuldades políticas principalmente na relação com o Congresso Nacional.

O episódio mais recente foi ademissão do ministro da Educação, Cid Gomes, que entrou em conflito com a Câmara dos Deputados – o PMDB exigiu a saída do ministro. O caso voltou aalimentar a hipótese de uma reforma ministerial pouco mais de dois meses do início do segundo mandato de Dilma. O vice-presidente Michel Temer afirmou que a reforma “pode vir”, mas Dilma negou – “não tem reforma”, declarou.

A situação mais emblemática do desgaste político do governo foi opanelaço do dia 8 em várias cidades do país, durante o pronunciamento da presidente em cadeia nacional de rádio e TV, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Na ocasião, ela pediu “paciência” à população. Uma semana depois, a insatisfação com o governo foi detectada porpesquisa do instituto Datafolha, realizada no dia dos protestos (15 de março), e que indicou o nível mais baixo da popularidade da presidente desde o primeiro mandato (13% de aprovação e 62% de reprovação).

Neste mês, a presidente também sofreu desgaste com as críticas de aliados. No último dia 11, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que o governo “envelheceu”. Antes, ele impôs dificuldades ao governo, ao devolver, sem colocar em votação, uma medida provisória enviada pelo governo sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas.

Na última segunda, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a corrupção “está no Executivo” e não no Legislativo. Além disso, segundo informou o Blog do Camarotti, em meio à crise a presidente se desentendeu com o antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contrariado com a condução política do governo. (G1)

Rede Pajeú realiza encontro de avaliação e monitoramento de projeto de comercialização solidária‏

Por Juliana Lima A Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú realizou nesta segunda-feira (13), no auditório do Grupo Mulher Maravilha, em Afogados da Ingazeira, a reunião trimestral do comitê gestor do Projeto Rede de Mulheres para Comercialização Solidária, patrocinado pela Petrobras. A reunião teve como objetivo o monitoramento das ações do trimestre passado e planejamento […]

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Por Juliana Lima

A Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú realizou nesta segunda-feira (13), no auditório do Grupo Mulher Maravilha, em Afogados da Ingazeira, a reunião trimestral do comitê gestor do Projeto Rede de Mulheres para Comercialização Solidária, patrocinado pela Petrobras.

A reunião teve como objetivo o monitoramento das ações do trimestre passado e planejamento dos meses de julho, agosto e setembro de 2015. Além da apresentação das planilhas de monitoramento e avaliação do projeto, foram apresentadas ainda três propostas produtivas para o Fundo Rotativo Solidário da Rede Pajeú, pelos grupos Girassol (Triunfo), Caravana da Esperança (São José do Egito) e Xique Xique (Afogados da Ingazeira). Após avaliação do comitê gestor do Fundo, as três propostas foram aprovadas.

O Projeto Rede de Mulheres para Comercialização Solidária é executado por quinze grupos de mulheres inseridos na Rede Pajeú e tem como objetivo ampliar a capacidade da Rede para inserção na comercialização, fortalecendo a renda de mais de 100 mulheres envolvidas em atividades agrícolas, criação de pequenos animais, artesanais e processamento de alimentos, garantindo-lhes seus direitos econômicos.

“O projeto é uma estratégia importante para o fortalecimento dos empreendimentos solidários dos grupos de mulheres, pois cria oportunidades e fortalece as condições para que esses grupos comercializem seus produtos, gerando renda de forma autossustentável”, explica Marli Almeida, coordenadora técnica pedagógica da Rede Pajeú.

Ao todo participaram da reunião 22 mulheres integrantes dos grupos inseridos no projeto dos municípios de Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Tabira, Iguaracy, Flores, Brejinho, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde e Carnaíba.

Queda na bolsa faz fortuna de brasileiro encolher quase R$ 1 bi

Anderson Antunes Os mercados mundiais derreteram nesta segunda-feira (9) por causa da queda histórica na cotação do preço do petróleo e também em razão das incertezas sobre o real impacto do novo coronavírus na economia global. O “prêmio” de pessoa que mais perdeu dinheiro nas bolsas mundiais, até agora, vai para o milionário indiano Mukesh […]

Anderson Antunes

Os mercados mundiais derreteram nesta segunda-feira (9) por causa da queda histórica na cotação do preço do petróleo e também em razão das incertezas sobre o real impacto do novo coronavírus na economia global. O “prêmio” de pessoa que mais perdeu dinheiro nas bolsas mundiais, até agora, vai para o milionário indiano Mukesh Ambani. Ele, que é o homem mais rico da Índia, viu US$ 5,6 bilhões (R$ 26,6 bilhões) de seu patrimônio se evaporarem apenas nas primeiras horas do dia.

No Top 5 dos maiores perdedores desta segunda (9), o rei do luxo Bernard Arnault (-US$ 5,4 bilhões/R$ 25,6 bilhões), o mega-investidor Warren Buffett (-US$ 3,6 bilhões/R$ 17,1 bilhões), o chefão do Facebook Mark Zuckerberg (-US$ 3,3 bilhões/R$ 15,6 bilhões) e o atual homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, com menos US$ 3,2 bilhões (R$ 15,2 bilhões) em sua fortuna.

Mas entre os brasileiros, o maior tombo na bolsa até agora foi o de Jorge Paulo Lemann, maior acionista da cervejaria Anheuser-Busch InBev e da Restaurant Brands International (que controla o Burger King) e segundo homem mais rico do Brasil depois do banqueiro Joseph Safra. Lemann, que há tempos enfrenta problemas com algumas de suas empresas, ficou US$ 997 milhões (R$ 4,73 bilhões) menos rico só nesse primeiro pregão da semana que promete ser dramática.

 

Hage prega reforma política para combater corrupção

Durante a transmissão do cargo de ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) para o novo ocupante do cargo, Valdir Simão, ocorrida nesta sexta-feira (2), o ex-ministro, Jorge Hage, defendeu a reforma política como uma das medidas para combater a corrupção no país. Segundo Hage, que permaneceu oito anos à frente da CGU, é preciso […]

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Durante a transmissão do cargo de ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) para o novo ocupante do cargo, Valdir Simão, ocorrida nesta sexta-feira (2), o ex-ministro, Jorge Hage, defendeu a reforma política como uma das medidas para combater a corrupção no país.

Segundo Hage, que permaneceu oito anos à frente da CGU, é preciso acabar com o financiamento empresarial de campanhas e partidos. “É aí que se situa o nascedouro da maior parte da alta corrupção”, disse o ex-ministro, que defendeu ainda a adoção do financiamento público exclusivo de campanha.

Hage também defendeu uma reforma no processo judicial para agilizar o andamentos dos casos e eliminar a morosidade da Justiça que “alimenta ainda a sensação de impunidade que precisamos superar”.

Durante seu discurso, Hage fez um balanço de sua gestão. Ele comentou a atuação da CGU nos casos envolvendo a Petrobras e disse que somente nos últimos meses foram instauradas mais de três dezenas de processos contra dirigentes, ex-dirigentes e empregados da empresa, além de nove processos contra empresas suspeitas de fraude e pagamento de propina.

Hage disse ter a sensação de que o modelo de controle adotado pela União chegou ao “limite possível” e defendeu a ampliação da estrutura do órgão e mudança na legislação, entre elas a aprovação do Estatuto da Empresa Pública e a criação de estruturas internas de governança nas empresas públicas e no governo que vão “muito além daquilo que fazem hoje suas auditorias internas”.

O ex-ministro defendeu ainda maior articulação da CGU com outros órgãos como o Ministério Público, o Tribunal de Contas da União, a Advocacia-Geral da União, entre outros órgãos. “Tal articulação é fundamental, até porque a corrupção é fenômeno multifacetado e complexo, que exige diversas formas e instrumentos para seu enfrentamento”, defendeu.

Hage disse também que é “inegável” que o Brasil evoluiu nos últimos 12 anos no combate à corrupção e creditou a mudança aos governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Sila e da presidenta reeleita Dilam Rousseff.

Afogados: adutora beneficiará 300 pessoas em comunidade rural

As comunidades de Serrinha de baixo e de cima, na zona rural de Afogados da Ingazeira, vem há anos lutando pela chegada de uma adutora para garantir o abastecimento de água para mais de 300 moradores. A expectativa é que a adutora, abastecida por um poço perfurado pela Prefeitura de Afogados na comunidade da Caiçara, […]

As comunidades de Serrinha de baixo e de cima, na zona rural de Afogados da Ingazeira, vem há anos lutando pela chegada de uma adutora para garantir o abastecimento de água para mais de 300 moradores.

A expectativa é que a adutora, abastecida por um poço perfurado pela Prefeitura de Afogados na comunidade da Caiçara, com capacidade para fornecer nove mil litros de água por hora.

A ordem de serviço foi assinada na tarde de ontem (18), pelo Secretário de Agricultura, Ademar Oliveira, e pela primeira-dama, Madalena Leite, representando o Prorural e o Governo do Estado. O vereador Raimundo Lima também esteve presente à solenidade.

A obra será feita com recursos do Prorural e está orçada em cento e vinte mil reais. O Secretário Municipal de Agricultura, Ademar Oliveira, declarou que a gestão municipal será parceira na obra doando a base que já está instalada na comunidade da Caiçara.

“Nós estamos à disposição das comunidades e vamos ajudar na retirada dos canos antigos e já os encaminhando para outra localidade que esteja necessitando. Também vamos doar a base da primeira adutora. Com isso, o sonho dessas famílias de ter água nas suas casas e ter uma melhor qualidade de vida será realizado em breve,” informou Ademar.

“Nós acompanhamos a luta dessas comunidades e ficamos felizes ao ver que o dinheiro já está na conta, a empresa para fazer a obra já foi licitada e que, logo, logo, está obra não será mais um sonho e sim uma realidade,” afirmou o Vereador Raimundo Lima.

O projeto prevê a instalação de mais de cinco quilômetros de encanação e a contratação de mão de obra local para a realização da obra. A elaboração do projeto tem a parceria da Associação da Caiçara, Prorural e Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira