Morre segunda vítima de acidente com moto em Afogados
Por Nill Júnior
Depois de passar por cirurgia no Hospital da Restauração, Diolândia da Silva Cândido, Nanda Cândido, não resistiu e morreu no fim da manhã de hoje. Ela deixa uma filha menor.
Ela havia sido transferida depois do acidente da noite de sábado na Rua Manoel Francisco da Silva, Padre Pedro Pereira, Afogados da Ingazeira.
O estado dela era muito grave. Um irmão de Nanda foi acompanhá-la em Recife e recebeu há pouco a informação. Familiares trabalham para o traslado do corpo até Afogados.
Ela estava na motocicleta Kawasaki Ninja, placa ELE-3E59, verde, guiada pelo marido Fábio José Gama Vieira Junior, de apenas 20 anos. Fábio desviou de um animal e se chocou contra um Uno verde.
Eles foram socorridos pelo Corpo de Bombeiro para o Hospital Regional Emília Câmara, onde Fábio veio a óbito. Diolândia foi transferida para o Hospital da Restauração devido à gravidade dos ferimentos, mas não resistiu. A polícia não identificou a motorista do Uno.
Um dos maiores reclames da comunidade esportiva de Serra Talhada, a situação do estádio Pereirão, foi tema de um post da prefeita Márcia Conrado em sua rede social. O estádio clama há um bom tempo por reparos, prejudicando as atividades do futebol amador e profissional da Capital do Xaxado. “Como todos já sabem, não temos […]
Um dos maiores reclames da comunidade esportiva de Serra Talhada, a situação do estádio Pereirão, foi tema de um post da prefeita Márcia Conrado em sua rede social.
O estádio clama há um bom tempo por reparos, prejudicando as atividades do futebol amador e profissional da Capital do Xaxado.
“Como todos já sabem, não temos medo na hora de enfrentar os desafios de Serra Talhada. Um deles era a reforma do Estádio Municipal Nildo Pereira de Menezes, o nosso amado Pereirão”, disse.
Segundo a gestora, visitando o estádio, já há 80% do gramado recuperado. “Nos próximos dias vamos intensificar o trabalho para entregar um estádio lindo para a população”, garantiu.
Ela lembrou que essa reforma só está sendo possível graças a uma emenda do ex-deputado federal Gonzaga Patriota.
Estiveram na visita o secretário de Esporte e Lazer, Helano Peixoto; a diretora de Esporte Amador, Kaliny Nogueira e Duda.
Após a banda ter divulgado em suas redes sociais e alguns blogs terem repercutido, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que fechou os últimos detalhes para a presença da banda Flor de Mandacaru como atração principal do 14º Baile Municipal de Afogados. A banda fez, na opinião do público, um dos melhores shows nas […]
Após a banda ter divulgado em suas redes sociais e alguns blogs terem repercutido, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que fechou os últimos detalhes para a presença da banda Flor de Mandacaru como atração principal do 14º Baile Municipal de Afogados.
A banda fez, na opinião do público, um dos melhores shows nas duas últimas duas edições da Expoagro. Agora, para o Carnaval, a banda traz para o baile municipal o seu projeto “Mandaracu Elétrico”, com repertório específico para o período.
O Baile Municipal de Afogados, festa que já se consolidou como uma das mais animadas prévias da região, acontece no dia 16 de Fevereiro, a partir das nove da noite, no salão de festas do Hotel Brotas. A abertura da festa ficará por conta do talento dos músicos da Orquestra Show de Frevo, atração local.
As mesas estão sendo vendidas ao preço de 150 Reais, e podem ser adquiridas na Secretaria de Cultura, no Ginásio Desportivo Municipal, ou através do telefone (87) 99978 1444.
O advogado especialista em Direito Constitucional Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria. “Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando […]
O advogado especialista em Direito Constitucional Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria.
“Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando beneficiar um grupo específico, ela está violando o princípio da igualdade, que é um princípio constitucional. O princípio da igualdade ou da isonomia está previsto no artigo 5º da Constituição e ele diz que todos são iguais perante a lei”.
Um dos artigos do PL que beneficia Jair Bolsonaro é o que estabelece concurso formal para os crimes de atentado ao Estado Democrático de Direito e de Golpe de Estado. “As leis penais e as regras de execução penais são leis gerais, não foram criadas para beneficiar um grupo específico. Não há essa previsão legal. A pena, o concurso material, todo o sistema de execução dessas penas já foram definidos pelo STF. Não cabe ao Legislativo hoje querer alterar essa forma, o que pode gerar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”.
Por fim, um veto não pode ser derrubado de forma fatiada como quis Alcolumbre na sua manobra. Ou se derruba o veto por inteiro, ou mantém se o veto. O presidente do Senado quis separar os crimes hediondos, para não fazer todos terem o direito, como feminicidas, chefes do tráfico e outros criminosos. “Assim é uma nova lei dentro do veto. Também não pode, é inconstitucional”.
O juiz substituto da Comarca de Tabira, Jorge William Fredi, concedeu liminar, nesta quarta-feira (03/02), anulando a Portaria nº 065/2021 da prefeita de Tabira, Nicinha Melo, que removia e reduzia a carga horária das professoras: Andreia Limeira Brito, Aracelis Batista Amaral, Cleonildes Cordeiro da Silva, Maria Iris Miron Batista, Jacyra Ramos dos Santos, Java Bezerra […]
O juiz substituto da Comarca de Tabira, Jorge William Fredi, concedeu liminar, nesta quarta-feira (03/02), anulando a Portaria nº 065/2021 da prefeita de Tabira, Nicinha Melo, que removia e reduzia a carga horária das professoras: Andreia Limeira Brito, Aracelis Batista Amaral, Cleonildes Cordeiro da Silva, Maria Iris Miron Batista, Jacyra Ramos dos Santos, Java Bezerra Rodrigues, Pollyana Ferreira da Silva, Valquíria Leite de Souza Menezes, Zuleide de Almeida Siqueira, Valcleide da Rocha Soares, Valdenice Laudelino de Queiroz e Maria das Neves Silva Leite Broges.
As servidoras ingressaram com ação na Justiça visando anular a citada Portaria, sob alegação de que o ato afronta os princípios constitucionais e que a remoção das impetrantes é de cunho meramente político por não terem apoiado a atual prefeita no pleito das eleições de 2020.
Na decisão, o juiz registra que “o judiciário não só pode como deve anular atos administrativos eivados de ilegalidade que o ensejaram, seja por abuso de poder ou desvio de finalidade”.
O magistrado declarou, ainda, que “na Lei Municipal nº 930/2017, percebe-se que as professoras de séries iniciais fazem jus a jornada de 180 horas/aulas e as que pertencem a séries finais a jornada de 200 horas/aula, conforme artigos 11 e 12, da seção IV (jornada de trabalho)”.
Ao final da decisão, o magistrado fixa um prazo de 48 horas para a Prefeita de Tabira retornarem as servidoras para as unidades onde estavam localizadas, sob pena de multa de R$ 1.000,00, (mil reais), por dia de descumprimento.
“Ante o exposto, e sem mais delongas, defiro em parte a Liminar para suspender os efeitos do Ato Administrativo com relação às impetrantes (Portaria 065/2021), no tocante à localização das servidoras, carga horária de trabalho e, em consequência, a redução de salário, e determino o retorno das professoras às escolas que estavam localizadas antes do ato de remoção realizado através da Portaria nº 065/2021, devendo as mesmas permanecer e com as cargas horárias condizentes a 180 horas/aula em séries iniciais e 200 horas/aulas em séries finais, com os respectivos proventos, em até 48 horas da notificação desta decisão, até ulterior deliberação. O descumprimento injustificado acarretará multa diária de R$ 1.000,00 (mil reais) limitada a R$ 20.000,00 (vinte mil reais), além de outras medidas de natureza cível e criminal.” Leia aqui a íntegra da decisão.
Inquérito Civil apura se cargos comissionados estão sendo usados de forma irregular; Promotoria vê risco de dano aos cofres públicos e improbidade A Promotoria de Justiça da Ilha de Itamaracá oficializou a abertura do Inquérito Civil nº 01669.000.120/2025 para investigar uma rede de possíveis irregularidades nas nomeações da prefeitura municipal. O foco da investigação, liderada […]
Inquérito Civil apura se cargos comissionados estão sendo usados de forma irregular; Promotoria vê risco de dano aos cofres públicos e improbidade
A Promotoria de Justiça da Ilha de Itamaracá oficializou a abertura do Inquérito Civil nº 01669.000.120/2025 para investigar uma rede de possíveis irregularidades nas nomeações da prefeitura municipal. O foco da investigação, liderada pela promotora Andrea Griz Luna de Araujo Campos, é descobrir se cargos de confiança estão sendo usados para funções que não lhes competem ou para beneficiar aliados sem critérios técnicos.
O que está sendo investigado?
O Ministério Público recebeu denúncias de que servidores em cargos comissionados (aqueles de livre nomeação, sem concurso) estariam em situação de desvio de função. Na prática, a investigação busca responder a três perguntas principais:
As atividades que esses servidores fazem no dia a dia batem com o que está escrito na lei do cargo?
Existem pessoas recebendo salários sem desempenhar as funções de chefia ou assessoria previstas?
Houve lesão ao dinheiro público ou favorecimento pessoal?
Ofensa aos princípios constitucionais
Para o MPPE, as suspeitas indicam uma possível afronta direta ao Artigo 37 da Constituição Federal, que exige que todo prefeito atue com legalidade, moralidade e impessoalidade. Se as irregularidades forem confirmadas, o caso se enquadra na Lei de Improbidade Administrativa, o que pode levar a condenações graves para os gestores responsáveis.
Próximos passos da investigação
A portaria assinada no último dia 12 determina ações imediatas:
Diligências na Prefeitura: O órgão municipal foi oficiado para entregar documentos e responder a questionamentos que já estavam pendentes.
Acompanhamento superior: O caso foi enviado ao Conselho Superior do Ministério Público para garantir a transparência do processo.
Esta investigação se soma a uma série de fiscalizações que tentam organizar a gestão pública na Ilha, garantindo que o quadro de pessoal sirva à população e não a interesses políticos momentâneos. As informações são do Causos & Causas.
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