Morre jovem egipcience de 14 anos que foi atropelada em dezembro
Por André Luis
Faleceu na cidade do Recife, no Hospital Alfa em Boa Viagem, a adolescente Elis Eloá Queiroz Nebrain, de 14 anos, que era filha do atual primeiro suplente do conselho tutelar de São José do Egito, Pedro Nebrain e Nalva Queiroz.
A mesma vinha lutando pela vida desde o dia 5 de dezembro 2022 onde foi vítima de atropelamento na PE 320 no perímetro urbano bairro São João. Elis andava de bicicleta quando houve o acidente. Na ocasião a adolescente foi levada para UPA Alexandre Machado/Hospital Maria Rafael de Siqueira e em seguida para Recife. A jovem teve traumatismo craniano e fraturas pelo corpo.
O hospital Alfa, informou à família que Elis veio a óbito às 10:30h desse domingo (30). Elis é do dia 5 de junho de 2009.
O velório ocorre na rua Inácio Mariano Valadares, 03 ao lado da Igreja Matriz São José, centro. O sepultamento será no Cemitério Campo do Silêncio no bairro São João, na terça-feira (2), às 4h da tarde.
Elis era aluna do Colégio Barbosa Lima em Recife e a última escola em São José do Egito, foi na Escola São José.
No perfil de Elis Elóa, amigos e familiares lamentaram a sua morte precoce, descrita em postagens e comentários como alegre e estudiosa, sendo muito querida entre as pessoas que faziam parte da sua vida. As informações são do blog do Marcello Patriota.
A juíza eleitoral da 65ª Zona de Custódia, Vivian Maia Canen, julgou procedente uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral e determinou a cassação dos registros de candidatura e diplomas do prefeito Manoel Messias de Souza, conhecido como Messias do DNOCS, e da vice-prefeita Anne Lúcia Torres Campos de Lira, além da inelegibilidade dos dois e […]
A juíza eleitoral da 65ª Zona de Custódia, Vivian Maia Canen, julgou procedente uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral e determinou a cassação dos registros de candidatura e diplomas do prefeito Manoel Messias de Souza, conhecido como Messias do DNOCS, e da vice-prefeita Anne Lúcia Torres Campos de Lira, além da inelegibilidade dos dois e do ex-prefeito Emmanuel Fernandes de Freitas Gois por oito anos.
A decisão foi tomada com base em provas que demonstram abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024, incluindo contratações irregulares, compra de votos e pressão sobre servidores municipais.
Segundo a sentença, houve uso indevido da máquina pública com contratações em período vedado por lei, pagamentos condicionados à militância política e ameaças de demissão a servidores.
Depoimentos de testemunhas indicaram que contratados recebiam valores extras para cooptar eleitores, em um esquema organizado pela gestão municipal. A juíza concluiu que os réus participaram diretamente ou tinham ciência das práticas irregulares, configurando grave violação à normalidade e à legitimidade do pleito.
A decisão também determina o envio dos autos ao Ministério Público Eleitoral para possível instauração de ação penal e processo disciplinar.
Cabe recurso da sentença ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Eles podem recorrer ainda no cargo. A informação foi do Blog do Magno.
Farol de Notícias Cerca de 50 trabalhadores cruzaram os braços no canteiro de obras do Hospital Geral do Sertão (HGS), que está sendo construídos às margens da BR-232, em Serra Talhada. As primeiras informações são de que a empreiteira responsável pagou apenas a uma parcela de operários, sem perspectivas de quitar com os demais, que […]
Cerca de 50 trabalhadores cruzaram os braços no canteiro de obras do Hospital Geral do Sertão (HGS), que está sendo construídos às margens da BR-232, em Serra Talhada.
As primeiras informações são de que a empreiteira responsável pagou apenas a uma parcela de operários, sem perspectivas de quitar com os demais, que estão greve até uma resposta sobre o assunto.
A denúncia do atraso veio à redação do programa Frequência Democrática, na rádio Vila Bela FM, através de um operário que pediu anonimato.
“A informação é que a culpa não é do governo do Estado, que já teria repassado o dinheiro para empresa. O problema é de total responsabilidade da empresa”, disse o trabalhador. A reportagem do Farol teve no canteiro de obras e comprovou que há um quadro reduzido de operário. Um dos representantes da empresa disse ‘não ter nada a declarar sobre o assunto’.
O São José é o único cinema de rua sertanejo com programação regular. Mas seu nascimento remonta a 1942. O prédio foi idealizado pelo farmacêutico Helvécio César de Macedo Lima e nasceu chamado Cine Teatro Pajeú, inaugurado em 14 de Novembro de 1942. As máquinas operadoras e projetores foram importados da Alemanha. Os primeiros operadores […]
O São José é o único cinema de rua sertanejo com programação regular. Mas seu nascimento remonta a 1942.
O prédio foi idealizado pelo farmacêutico Helvécio César de Macedo Lima e nasceu chamado Cine Teatro Pajeú, inaugurado em 14 de Novembro de 1942.
As máquinas operadoras e projetores foram importados da Alemanha. Os primeiros operadores foram os senhores Manoel Rocha, o “Nezinho Rocha” e Antonio Silvestre, o Antonio Dondom.
Com a instalação da Diocese de Afogados da Ingazeira, na década de 50, Dom João José da Mota e Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano, adquiriu o prédio e mudou o nome para Cine São José. Mostrando que era um multimídia a frente do tempo, nos anos 50 ainda inauguraria a Rádio Pajeú, numa cidade que sequer tinha “a luz de Paulo Afonso”.
Dom Mota adquiriu dois projetores holandeses Phillips, tela panorâmica, gerador a diesel e 560 novos assentos, mais que o dobro dos 240 de hoje. Ele selecionava os filmes para evitar afronta aos parâmetros cristãos, sessões às quartas-feiras, sábados e domingos. O primeiro comodato que se tem notícia foi assinado entre Dom Mota e Waldecyr Xavier de Menezes.
Em 1961 o Cinema foi fechado, em decorrência de uma divida causada pelo excedente de funcionários. Depois, já com Dom Francisco como Bispo Diocesano, foi alugado em sistema de concorrência com envelopes lacrados.
Dom Francisco foi determinante para evitar a penhora do cinema pela Brasil Filmes, por falta de cumprimento de contrato e multas acumuladas. Seu conhecimento jurídico evitou a penhora. Mas com o passivo existente, o cine foi fechado.
Para reduzir seu passivo, houve venda dos projetores, máquinas e parte das cadeiras nos anos 80.
Em 1990 o prédio foi tombado como Patrimônio Histórico do município. No dia 1 de maio de 1994, idealizado pelo Grupo de Teatro Raízes do Sertão, o Grupo Frente Jovem fez uma mobilização, realizando um grandioso ato público em frente ao velho prédio, que já não tinha telhado ou janelas, além de acúmulo de mato.
Foi tirada uma comissão para lutar pela restauração do Cinema, que tinha inicialmente 25 pessoas e depois, chegou a cinco: Augusto Martins, Carlos Gomes, o “Carrinho de Lica”, Evanildo Mariano, Marcos Antonio e Zé Arlindo. O primeiro comodato foi firmado entre Diocese e Grupo Frente Jovem. Depois foi criada a Associação Cultural São José.
No dia 14 de setembro do mesmo ano, realizou-se o mutirão de limpeza, contando com a participação efetiva de 106 voluntários. Era a primeira ação de reforma do prédio.
A comissão realizou uma série de movimentos como shows, serestas, bingos, a fim de conseguir os primeiros recursos para o ínicio da reforma.
Estes recursos, somaram-se uma verba no valor de R$ 20 mil conseguidos junto ao Governo do Estado, em setembro de 1996, restauração das paredes laterais com 10 colunas, um radier de concreto e toda a cobertura com estrutura metálica.
A cobertura foi inaugurada em 25 de janeiro de 1997 com a presença do representante do Governo do Estado, Raimundo Carrero, então presidente da FUNDARPE, do Deputado Federal e Secretário da Fazenda Eduardo Campos, do Deputado Estadual Orisvaldo Inácio e do Prefeito Municipal Antonio Valadares.
Segundo a página à época da Comissão, o povo ajudava como podia. Comerciantes, donas de casa, jovens, a Prefeitura Municipal e os amigos do cinema.
Em março de 1998, foi assinado convênio entre a prefeita Giza Simões e o Governador Miguel Arraes, de R$ 30 mil, que viabilizou a conclusão de mais uma etapa: piso grosso, palco, reboco interno, aquisição de portas e janelas, forro em gesso, instalação elétrica, conclusão de banheiros.
No dia 28 de novembro de 1998, foram adquiridos com recursos próprios de um Cinema da cidade de Surubim uma sala de projeção com projetores PHILLIPS. O cinema voltou a funcionar.
Finalmente em 2003, outro convênio foi assinado entre o governo municipal de Afogados da Ingazeira, na gestão Giza Simões e o governo Jarbas Vasconcelos no valor aproximado de R$ 500 mil.
Foi concretizada toda acústica, climatização, piso, camarins, novos banheiros, pintura interna e externa, entre outros serviços no prédio. Em 26 de dezembro de 2003 houve a reinauguração definitiva do Cine Teatro São José, com a presença de representantes da Comissão, Giza Simões, Orisvaldo Inácio, Bruno Lisboa e o Bispo Diocesano Dom Luis Pepeu.
Com o tempo, Augusto Martins e José Arlindo deixaram a Associação e Tito Barbosa passou a integrá-la, inclusive assumindo a condição de presidente. Com a mudança nas tecnologias de exibição, o cinema fechou novamente em 2016, abrindo apenas para atividades pontuais como a Mostra Pajeú de Cinema. No mesmo ano, o cinema passou a integrar o Programa Cine de Rua, capitaneado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que buscava estratégias para a pesquisa, reabertura e manutenção de cinemas de rua no estado, em parceria com o Coletivo Cine de Rua, na época foram contabilizadas mais de 10 salas de cinema no desativadas (por diversas razões) no interior.
Só em 2020, a Fundação Cultural Bom Senhor dos Remédios – atual administradora do cinema em comodato com a Diocese de Afogados da Ingazeira, detentora do prédio, com a qual a Fundação também tem ligação – adquiriu o equipamento que gera filmes no espaço, um projetor digital da marca Christie, com investimento de mais de R$ 250 mil, considerando todas as etapas. Conseguiu captação de recursos para a mostra de curtas e outros projetos com Fundarpe e Empetur, além de parceria com a prefeitura de Afogados para eventos públicos no espaço.
O espaço retomou as exibições regulares em outubro de 2020, com equipamentos de projeção digital e sistema de som 5.1, a única sala de cinema de rua com atividades regulares no interior de Pernambuco. Mais um feito histórico na contramão dos movimentos de exibição nacional.
O governo do Estado entregará, nesta quarta-feira (30.01), 37 novas viaturas ao Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi). As novas viaturas possibilitarão cobrir áreas rurais cujos acessos às comunidades e distritos são, em sua maioria, difíceis. Atualmente, o Batalhão conta com quatro unidades, sendo duas no Sertão (Custódia e Salgueiro), uma no Agreste (Toritama) […]
O governo do Estado entregará, nesta quarta-feira (30.01), 37 novas viaturas ao Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (Bepi).
As novas viaturas possibilitarão cobrir áreas rurais cujos acessos às comunidades e distritos são, em sua maioria, difíceis.
Atualmente, o Batalhão conta com quatro unidades, sendo duas no Sertão (Custódia e Salgueiro), uma no Agreste (Toritama) e uma na Zona da Mata (Palmares). Todas serão beneficiadas com os novos veículos.
Tropa especializada no combate a criminalidade organizada, principalmente em áreas de incidência da Caatinga, o Bepi conta com 300 policiais, divididos em 10 equipes. Criado em 2015, buscou fortalecer a antiga Companhia Independente de Operações de Sobrevivência na Caatinga (Ciosac), criada em março de 2004, com sua base no município de Custódia, Sertão do Estado.
Ainda em 2015, foram criadas a 2ª e a 3ª companhias do Bepi, localizadas, respectivamente, nos municípios de Toritama, no Agreste do Estado, e Palmares, na Mata Sul. Em setembro do ano passado, a unidade passou a operar em Salgueiro e Petrolina, com base na primeira.
Durante julgamento no Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) , a Primeira Câmara julgou irregulares as contas do ex-prefeito da Ingazeira, Luciano Torres (PSB), relativas ao exercício financeiro de 2015. A informação é do Afogados On Line. A Primeira Câmara, à unanimidade, seguiu o voto do relator e ainda imputou débito no valor de R$ […]
Durante julgamento no Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) , a Primeira Câmara julgou irregulares as contas do ex-prefeito da Ingazeira, Luciano Torres (PSB), relativas ao exercício financeiro de 2015. A informação é do Afogados On Line. A Primeira Câmara, à unanimidade, seguiu o voto do relator e ainda imputou débito no valor de R$ 246.616,61 ao ex-prefeito.
Na Prestação de Contas de Gestão da Prefeitura Municipal de Ingazeira relativa ao exercício financeiro de 2015, a auditoria acusou algumas irregularidades.
Dentre elas, terceirização irregular de serviços, com burla ao concurso público e dispensa indevida de licitações, aquisição de combustíveis sem o devido controle, no montante de R$ 243.591,61, diárias cujas prestações de contas não estão instruídas em consonância com o teor de decisões proferidas pelo TCE-PE, no montante de R$ 3.025,00, fracionamento indevido da modalidade de licitação.
Ainda indícios de montagem em processos licitatórios, repasse a menor das contribuições previdenciárias – parte patronal – em favor do RPPS, não repasse das contribuições previdenciárias retidas dos contribuintes e devidas pelo Fundo Municipal de Saúde e pelo Fundo Municipal de Assistência Social ao RGPS e despesas de pessoal erroneamente lançadas na rubrica de outros serviços de terceiros – pessoa física. Ainda foi aplicada pela Primeira Câmara, multa no valor de R$ 20 mil ao ex-prefeito. Cabe recurso.
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