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Morre Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez, aos 53 anos

Por André Luis

Ele se tornou pastor após cumprir pena pela morte da atriz. Ex-ator sofreu infarto e morreu em Belo Horizonte.

Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu neste domingo (6), em Belo Horizonte. 

A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, fundador da Igreja Batista da Lagoinha, durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais.

Guilherme se converteu à igreja após cumprir pena pela morte da atriz.

Aos 53 anos, o ex-ator sofreu um infarto em casa e não resistiu.

Outras Notícias

Congresso vê CPI sobre Moro como provável, e Planalto se afasta

Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência Igor Gielow/Folha de S. Paulo A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua […]

Foto: Isaac Amorim/MJSP

Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência

Igor Gielow/Folha de S. Paulo

A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua vez, está tentando se afastar ao máximo do caso envolvendo o então juiz e hoje ministro da Justiça de seu governo.

Este é o resumo inicial das reações que tomaram Brasília desde a noite de domingo (9), quando o site The Intercept Brasil divulgou trechos aparentemente hackeados do celular de um ou mais envolvidos. Além disso, o site promete novos capítulos do material.

Em reunião nesta manhã, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, discutiram o cenário, que obviamente pode mudar ao longo das próximas horas e dias.

A avaliação interna do Congresso, levada a Maia e a Alcolumbre já na noite de domingo por líderes partidários, é o clássico clichê das CPIs: todos sabem como começam, ninguém como acabam. Isso dito, a preocupação com a manutenção de uma agenda mínima de governabilidade, a começar pela tramitação da reforma da Previdência, permeou as conversas.

Se é impossível saber a extensão do dano do caso a esta altura, os sinais são bastante ruins para Moro. Bolsonaro deixou para o filho Eduardo, deputado pelo PSL-SP, a missão de fazer uma defesa da Lava Jato que o hoje ministro representava como juiz símbolo. O filho vereador e estrategista digital do pai, Carlos (PSC-RJ), foi na mesma linha.

O presidente será obrigado a falar mais cedo ou mais tarde sobre a situação, mas a aposta pela manhã de segunda (10) no Planalto era a de que deixaria o voto de confiança para ser dado pelo seu porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros. Os militares com assento no governo, usualmente entusiastas de Moro, estão prudentemente silenciosos sobre o episódio até aqui.

Segundo a Folha ouviu do círculo do presidente, a ordem é se afastar de atos pregressos de Moro. Assim, o ministro tende a ser jogado às feras no Congresso, onde tem poucos amigos para sua agenda moralizante e antiestablishment.

A defesa pontual que parlamentares eleitos na mesma onda conservadora de Bolsonaro tenderá a ser isso, pontual, em especial com a cúpula do Congresso lavando as mãos. Nunca é demais lembrar que Moro e Maia já protagonizaram altercações acerca do andamento do pacote anticrime do ministro neste ano. Fizeram as pazes, mas estão longe de ter um relacionamento próximo.

Análises preliminares da reação de redes sociais, que não são pesquisas de opinião mas servem de termômetro para políticos, indicam que Moro ainda está com sua imagem relativamente intocada fora dos grupos à esquerda. As hashtags favoráveis à Lava Jato e ao ministro são mais replicadas do que as contrárias, ainda que nesta conta seja indistinguível o universo de robôs virtuais e internautas reais.

Isso certamente terá efeito na ferocidade com que Moro será atacado no Congresso. Partidos de centro e centro-direita não estão à frente dos movimentos para a CPI neste momento, por temer a associação negativa com uma agenda pró-corrupção.

Assim a iniciativa foi deixada para a esquerda de sempre —PSOL e, principalmente, o PT que viu no caso uma oportunidade de reavivar seu slogan pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por improvável que isso seja juridicamente na esteira das mensagens. Como será o embarque na canoa é algo ainda a ver.

Por fim, resta o Supremo, representado por Toffoli nas discussões. A avaliação é de que o caso dará força à ala dita legalista da corte, que sempre torceu o nariz para Moro e seus métodos. Com isso, a usual preponderância de votos em favor da operação no plenário pode ser afetada, caso ministros usualmente mais neutros tendam a unir-se aos contrários ao lava-jatismo.

Além disso, mais óbvio, a resistência a uma eventual indicação de Moro à corte, conforme já foi prometido por Bolsonaro, deverá crescer.

Serra Talhada: após 40 dias em coma, idosa de 83 anos vence a Covid-19

Fotos: Max Rodrigues/Farol Farol de Notícias Nesta quarta-feira (23), depois de 60 dias internada no Hospital Eduardo Campos (HEC), Maria Pereira de Lima, 83 anos, moradora do bairro Ipsep, em Serra Talhada, recebeu alta em ritmo de festa.  Maria venceu a Covid-19, mas passou muitos dias de angústia na UTI, ficou entubada por mais de […]

Fotos: Max Rodrigues/Farol

Farol de Notícias

Nesta quarta-feira (23), depois de 60 dias internada no Hospital Eduardo Campos (HEC), Maria Pereira de Lima, 83 anos, moradora do bairro Ipsep, em Serra Talhada, recebeu alta em ritmo de festa. 

Maria venceu a Covid-19, mas passou muitos dias de angústia na UTI, ficou entubada por mais de 35 dias, em coma por 40 dias, fez hemodiálise e teve boa parte do pulmão comprometido. A vitória sobre a doença representa o fio de esperança nesse Natal, diz a família.

Maria tem 5 filhos, 16 netos e 7 bisnetos que estão esbanjando felicidade de tê-la em casa depois de 60 dias sem nenhum contato com a matriarca da família. Em conversa com o Farol o seu filho Manoel Raimundo de Lima, 50 anos, falou desse milagre de Natal. 

“Foi um milagre grande de Deus, temos que agradecer a Deus e agradecer muito aos médicos e a toda equipe do Hospital Eduardo Campos. Ela está aqui conversando com a gente, disse que foi bem cuidada”, comentou Manoel.

Ele ainda deixa uma mensagem para todos aqueles que estão passando pela mesma situação. “Só o que tenho a dizer que tenha fé, ore a Deus e pode confiar nos médicos e na equipe toda, porque eles estão de parabéns. Teve um dia que minha mãe deu uma parada lá e eles caíram em cima, ela reagiu, estava fazendo hemodiálise, foi uma obra muito bonita que Deus fez, o pulmão tinha se comprometido e foi um milagre que nós recebemos nesse Natal”, relatou Manoel. O Farol também conversou com a sua filha Maria dos Santos, 56 anos, que se comoveu ao lembrar dos dias difíceis que passou longe da mãe e agradece ao renascimento dela.

“A alta de minha mãe foi um presente maravilhoso que Jesus deu, foi o renascimento da minha mãe. O que eu tenho a dizer é que todo mundo tenha muito cuidado, porque é uma doença muito perigosa e a pessoa só sabe sentindo na pele, o que nós passamos esses 60 dias com minha mãe lá foi horrível. Mas minha mãe está aqui falando muito bem da equipe, eu dizendo a ela que foi muito triste esse período e ela me respondeu ‘Tem muita gente boa no mundo, minha filha, eu era bem cuidada lá’. Teve dia de eu esperar a notícia de que minha mãe estava morta, mas graças a Deus ela está bem e aqui”.

Maria dos Santos acredita que no meio do caos e escuridão da pandemia, a garra da mãe é luz de esperança neste momento natalino. Maria tem 83 anos, pressão alta e arritmia cardíaca. “Ela venceu o que parecia impossível, provou que a esperança, fé e confiança na equipe médica a salvaram”, comentou um membro da equipe que cuidou de dona Maria durante os dia de coma no HEC.

A guerreira Maria Pereira ainda teve energia de dá entrevista ao Farol por telefone para dizer: “Estou muito feliz, graças a Deus. Cuidaram muito bem de mim, quero desejar tudo de bom para minha família e para todos do Hospital Eduardo Campos”.

Afogados: Mutirão de limpeza do Rio Pajeú aconteceu nesta sexta (03)

Poucos voluntários atenderam ao apelo do vereador Augusto Martins para fazer parte do mutirão de limpeza do leito do Rio Pajeú, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (03). Falando ao repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, durante o programa Manhã Total com Micheli Martins, Augusto disse que estavam saindo da teoria para a prática. “Existe […]

Poucos voluntários atenderam ao apelo do vereador Augusto Martins para fazer parte do mutirão de limpeza do leito do Rio Pajeú, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (03).

Falando ao repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, durante o programa Manhã Total com Micheli Martins, Augusto disse que estavam saindo da teoria para a prática. “Existe a lei, existe o projeto, mas agora estamos materializando esse sonho de limpar o Rio Pajeú que tem vários pontos a serem atacados, a questão do desmatamento, do lixo, do esgotamento, dos aterros e das invasões, são alguns”, disse.

Augusto disse que existem muitos pontos a serem atacados, mas que o ponta pé inicial tinha que ser dado de alguma forma e resolveram começar pelo leito do rio que está obstruído com muitas algarobas e outras plantas invasoras e que a ideia do mutirão foi lançada.

Sobre a pouca quantidade de gente que compareceu ao local, Augusto citou uma passagem da Bíblia, “a messe é grande e os operários são poucos”, mas que tinha que agradecer aos poucos que acreditaram e que foram colocar a mão na massa e trabalhar.

Augusto disse que estava muito feliz, com a adesão, de pessoas anônimas que compareceram, citou também a ajuda da Secretaria de Infraestrutura que disponibilizou um trator, a Polícia Militar que foi dar apoio, ao Tiro de Guerra, ao Rotary e outras instituições, como o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados. “Esse será o primeiro mutirão, mas se Deus quiser a nossa ideia é que realizemos ao menos um por mês”, disse.

Augusto disse esperar que as pessoas se animem a retirar as plantas invasoras do leito do rio, principalmente os que trabalham com madeira, “o caminho está aberto eles podem vir durante a semana e trabalhar pra si, retirando as algarobas e levando a madeira pra vender”, disse.

Augusto disse também que a ideia não ficará restrita ao município de Afogados e que pretende levá-la para outros municípios através do Cimpajeú, para que todas as prefeituras possam abraçar a ideia para que o Rio Pajeú possa ser totalmente limpo.

Questionado se não teria sido melhor realizar o mutirão num dia de domingo, pois assim haveria maior adesão de pessoas, Augusto disse que essa possibilidade foi pensada, mas que devido ao domingo ser um dia geralmente reservado ao lazer e a família a comissão, através de votação decidiu por um dia de semana.

“Estamos testando, como pode ser visto, não tem muita gente, mas os que estão aqui estão se doando ao máximo possível. Poderemos até tentar em outro momento num dia de domingo pra ver se adesão é maior”.

Augusto disse acreditar que a tendência é crescer, visto que muitos não acreditam, mas a partir da ação concreta tem certeza de que haverá vários desdobramentos para que o projeto seja ampliado.

Coluna do Domingão

Lula já está em Curitiba O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou na noite deste sábado (7) a Curitiba, onde começará a cumprir a pena de 12 anos e 1 mês de prisão pela condenação no caso do triplex em Guarujá (SP). Ele foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é […]

Lula já está em Curitiba

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou na noite deste sábado (7) a Curitiba, onde começará a cumprir a pena de 12 anos e 1 mês de prisão pela condenação no caso do triplex em Guarujá (SP).

Ele foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é o primeiro ex-presidente do Brasil condenado por crime comum.

Lula pousou no aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, às 22h01. De lá, seguiu de helicóptero até a Superintendência da PF na capital paranaense, onde pousou às 20h28.

Por ordem de Moro, o ex-presidente ficará preso em uma sala especial de 15 metros quadrados, no 4º andar do prédio da PF, com cama, mesa e um banheiro de uso pessoal. Também foi autorizada a instalação de uma TV no local.

Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex.

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Sérgio Moro na início da noite de quinta-feira (5) e, na sequência, Lula seguiu para a sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).

O ex-presidente é acusado de receber o triplex no litoral de SP como propina dissimulada da construtora OAS para favorecer a empresa em contratos com a Petrobras. O ex-presidente nega as acusações e afirma ser inocente.

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, um dos defensores de Lula, afirma que “o mandado de prisão contraria decisão proferida pelo próprio TRF-4 no dia 24/01, que condicionou a providência – incompatível com a garantia da presunção da inocência – ao exaurimento dos recursos possíveis de serem apresentados para aquele Tribunal, o que ainda não ocorreu”.

Saia justa

O discurso da prefeita de Ipojuca, Célia Sales, no ato das oposições, em defesa de Lula, deixou desconcertados Mendonça Filho, Fernando Bezerra Coelho e Bruno Araújo. Principalmente pela reação do público presente. O côro foi “Lula livre”.

Sabido

O prefeito José Patriota teve por meses o nome dele evidenciado pelo “vai-não-vai” em relação à sua candidatura. Pra fechar com chave de ouro, “o dia do fico” foi proclamado para representantes de 140 municípios, com grande exposição na imprensa, no Congresso da Amupe.

Pingados

A caminhada pró Lula sexta em Serra Talhada, na Frente da Faculdade, tinha cerca de 150 pessoas. Em Garanhuns o UOL falou em menos de 200.

Pernambucanos com Lula

Dentre as figuras de maior repercussão com Lula em São Bernardo, Marília Arraes, Humberto Costa e Túlio Gadelha, o namorado de Fátima Bernardes. O último repercutiu mais que os dois anteriores juntos.

Reação

Assim como Bruno Araújo fez com Câmara e Geraldo Júlio, opositores taxaram a nota de José Patriota em defesa de Lula “oportunista”, lembrando sua posição sobre o impeachment de Dilma. Clóvis Lira e Emídio Vasconcelos provocaram a coluna sobre o voto em Aécio e a declaração de que Temer e o PT “são farinha do mesmo saco”.

No Derby

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, esteve na manifestação em defesa de Lula na Praça do Derby, Recife. Lá, pousou para fotos com Bruno Ribeiro, Tereza Leitão e Sílvio Costa.

Melhor decisão

Para 76,5%, José Patriota tomou a melhor decisão ao permanecer na Prefeitura de Afogados da Ingazeira e concluir seu mandato. Apenas 23,5% se disseram frustados com a decisão. Queriam um Deputado “da terra”. A pesquisa foi ao ar no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

Herança indireta

Com Patriota fora do páreo, aumenta a perspectiva de votação de Aline Mariano, Waldemar Borges e Júlio Cavalcanti.

Boato

A informação de que a Barragem de Brotas começara a “sangrar” na noite deste sábado levou este blogueiro e o fotógrafo Wellington Júnior ao reservatório às 22h. O registro mostra estar muito perto, mas por outro lado comprova que disseminaram um boato.

Frases da semana:

Expeçam-se os mandados de prisão para execução das penas contra José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros e Luiz Inácio Lula da Silva. Sérgio Moro, na ordem que parou o país.

Eu não to escondido, eu vou lá na barba deles pra eles saberem que eu não tenho medo, que eu não vou correr, e para eles saberem que eu vou provar minha inocência. Lula, antes de se entregar.

Em discurso atrapalhado, Bolsonaro confirma existência de minuta golpista

Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política  No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da […]

Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política 

No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da democracia no país.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, ao discursar durante a manifestação que convocou em seu apoio, protagonizou um momento conturbado ao confirmar a existência da minuta golpista recentemente encontrada durante uma investigação da Polícia Federal. Seu discurso, marcado por hesitações e contradições, não apenas ratificou a existência do documento, mas também trouxe à tona tentativas confusas de negá-lo.

A afirmação de Bolsonaro de que um Estado de Sítio, como previsto na minuta, não seria um golpe se fosse referendado pelo Congresso revela uma interpretação distorcida e perigosa dos princípios democráticos. Negar uma conspiração que está sendo provada pela própria Polícia Federal coloca em xeque a integridade e a transparência do ex-presidente e sua relação com as instituições democráticas do país.

Além disso, a presença e o discurso do pastor Silas Malafaia, que precedeu Bolsonaro, adicionam mais uma camada de preocupação ao evento. Ao atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), tentar pregar que o ex-presidente é vítima de perseguição política e deixar claro que o objetivo da manifestação era pressionar o judiciário para não prender Bolsonaro, Malafaia revela uma tentativa descarada de interferência no sistema judiciário, buscando proteger um indivíduo investigado por possíveis crimes.

A manifestação deste domingo na Avenida Paulista não pode ser vista apenas como mais um ato político. Ela traz consigo ingredientes preocupantes: investigados mobilizando pessoas contra a justiça, líderes religiosos incitando ataques às instituições democráticas e uma narrativa de negação dos fatos que mina a confiança na verdade e na transparência.

Diante desse quadro, é essencial que a sociedade brasileira mantenha-se vigilante e atenta aos desdobramentos desses eventos, exigindo o respeito irrestrito às instituições democráticas e o combate incansável contra qualquer tentativa de subverter o Estado de Direito em prol de interesses individuais ou de grupos.