A rádio Monteiro FM, emissora do sistema LBC de Comunicação LTDA, do cantor Flávio José, iniciou os trabalhos em nova sintonia: os ouvintes podem acompanhar a programação em nova freqüência, 97,5MHz.
O projeto tem além da nova sintonia, a implantação de tecnologia de ponta, com a troca de transmissor, antenas e links que vão viabilizaram o aumento de potência, uma vez que a emissora passa da classe C para a classe B1. Isso significa que o som da Monteiro FM está chegando a várias cidades dos estados de Pernambuco e Paraíba, com muito mais qualidade.
O projeto faz parte de um sonho de Flávio José. A emissora está com quase 6 anos em atividade na cidade de Monteiro(PB) e se consolida como umas das principais rádios da Paraíba, liderando a audiência e preferência dos seus ouvintes, conforme pesquisa IPEC.
De acordo com o diretor da rádio, Tácio Henrique, o objetivo desse avanço é proporcionar uma melhor qualidade técnica sem perder o padrão dos serviços.
Esse não é um investimento pequeno, queremos continuar com a marca de fazer tudo bem feio e melhor, pois somos agora uma rádio regional”, concluiu Tácio.
Portanto, além das várias opções que você tem para ouvir a Monteiro FM, no computador, Tablet, Smartphone, Android, iOS, agora, você pode ouvir, também, em nova frequência, 97,7 FM. A mesma qualidade de sempre, e a melhor equipe de rádio regional. Para conhecer mais a Monteiro FM acesse o site www.monteirofm.com.br.
Os passos mais recentes da Polícia Federal nas investigações sobre a ofensiva antidemocrática revelam o avanço sobre financiadores e mentores da tentativa de golpe de Estado que culminou na invasão e depredação das sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023. Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), pareceres da Procuradoria-Geral da República (PGR) […]
Os passos mais recentes da Polícia Federal nas investigações sobre a ofensiva antidemocrática revelam o avanço sobre financiadores e mentores da tentativa de golpe de Estado que culminou na invasão e depredação das sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), pareceres da Procuradoria-Geral da República (PGR) e relatórios da PF apresentam documentos, mensagens e outras provas que contrariam a tese de uma organização espontânea, defendida por investigados.
Na última semana, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, trouxe os indícios mais fortes até o momento de uma organização com antecedência. As apurações indicam o conhecimento prévio e apoio de alguns dos nomes mais próximos ao então presidente.
Segundo a investigação, os atos partiram da “arregimentação e do suporte direto” do grupo ligado a Bolsonaro, suspeito de participar da tentativa de ruptura constitucional. A linha foi reforçada por conversas e áudios obtidos pela PF. Um dos diálogos mostra o major Rafael Martins de Oliveira, que foi preso, pedindo orientações ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, sobre recursos financeiros para levar “pessoas” do Rio a Brasília e locais para a realização das manifestações. A conversa ocorreu dias antes de atos bolsonaristas convocados em novembro de 2022.
Pedido de R$ 100 mil
Martins queria saber se deveria direcionar o ato à Praça dos Três Poderes e pergunta se as Forças Armadas permitiriam a permanência de manifestantes nesses locais. Mauro Cid responde: “CN e STF” , em referência ao Congresso e ao Supremo, e em seguida diz “vão”, sinalizando anuência dos militares. O ato acabou ocorrendo em frente ao Quartel-General do Exército.
Em outro diálogo, Cid pede uma estimativa com hotel, alimentação e material. “100 mil?”, pergunta, explicando: “Para trazer um pessoal do Rio”. Martins responde que está com as necessidades iniciais e que “aquele valor de 100 se encaixa nessa estimativa”. Ao encaminhar um arquivo, sugere: “Depois apaga”.
No parecer, a PGR destacou que as investigações indicam que Martins “atuou de forma direta no direcionamento dos manifestantes para os alvos de interesse dos investigados” e realizou a “coordenação financeira e operacional para dar suporte aos atos antidemocráticos e arregimentar integrantes das Forças Especiais do Exército, para atuar nas manifestações, que, em última análise, não se originavam da mobilização popular”.
A suspeita é que os R$ 100 mil solicitados a Cid tenham se destinado a um grupo de oficiais das Forças Especiais do Exército, os “kids pretos”, com quem auxiliares de Bolsonaro se reuniram nos meses que antecederam o 8 de Janeiro. Esse grupo de militares teria incitado as invasões das sedes dos três Poderes e direcionado a multidão.
A defesa de Bolsonaro afirma que ele nunca “atuou ou conspirou” contra a democracia, enquanto os advogados de Cid alegam que nenhum valor foi pago e que ele explicará as mensagens à PF se for intimado para um novo depoimento. A defesa de Oliveira não foi localizada. Em nota no dia da operação, o Exército disse que acompanha o caso “prestando todas as informações necessárias às investigações”.
Em outra frente do financiamento, um áudio enviado por Cid, no dia 16 de novembro, reforçou o papel de empresários do agronegócio. Na gravação, ele afirma que “empresários do agro” que “estão financiando, colocando carro de som em Brasília” tiveram bens bloqueados e foram chamados a depor. Na época, Moraes havia determinado o bloqueio de contas ligadas a 43 empresários, além de marcar os depoimentos.
Outro diálogo descoberto no curso das investigações vai na mesma linha. Uma das investigadas, que esteve no QG do Exército, abordou o apoio de empresários do setor para três mil ônibus direcionados a Brasília às vésperas dos atos de 8 de janeiro:
“Pessoal do agro lá de Goiânia, dos arredores de Brasília e tudo. O agro botou aí um apoio aí pra três mil ônibus. Não sei como que eles vão sair. Pessoal tá combinando de chegar em diversos horários… O negócio tá grande. Tá bonito”.
Em outra operação, um empresário do setor logístico também foi alvo. Segundo as investigações, ele teria financiado ônibus para levar manifestantes a Brasília e participado ativamente da orientação de movimentos golpistas junto a outras lideranças. As informações são do O Globo.
O desemprego ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior da série da Pnad, que teve início no primeiro trimestre de 2012. A taxa aumentou em relação à registrada no trimestre anterior, de março a maio, quando ficou […]
O desemprego ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior da série da Pnad, que teve início no primeiro trimestre de 2012.
A taxa aumentou em relação à registrada no trimestre anterior, de março a maio, quando ficou em 11,2%, e em comparação à relativa ao trimestre encerrado em agosto de 2015, que atingiu 8,7%.
De junho a agosto deste ano, havia 12 milhões de desocupados no Brasil, de acordo com o IBGE. O número representa uma alta de 5,1% sobre o trimestre de março a maio de 2016 e de 36,6% diante do mesmo período de 2015.
Por outro lado, a população ocupada somou 90,1 milhões. Em comparação ao trimestre anterior, o contingente recuou 0,8% e em relação ao mesmo trimestre do ano passado, diminuiu 2,2%.
“O contingente de pessoas ocupadas continua em queda em ambos os períodos de comparação. Nós voltamos ao patamar de 2013. E em um ano, esse contingente perdeu cerca de 2 milhões de trabalhadores”, ressaltou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.
Desse total, havia 34,2 milhões de trabalhadores com carteira assinada. O número não mudou em relação ao trimestre de março a maio de 2016. Já frente ao trimestre de junho a agosto de 2015, a queda foi de 3,8%.
Segundo o coordenador, a perda da carteira de trabalho assinada “foi o primeiro sinal que a crise mostrou”. “E o que ela provoca? As pessoas que perderam emprego estavam trabalhando por conta própria. A informalidade, que estava dando fôlego à crise, meio que perdeu a força. Azeredo ressaltou que o trabalhador por conta própria mostrou queda de 732 mil trabalhadores em relação ao trimestre anterior. “E a agricultura, a indústria geral e a construção, somados, perderam 483 mil pessoas [no trimestre].”
No trimestre encerrado em agosto, o rendimento médio dos trabalhadores ficou em R$ 2.011 e praticamente não variou em nenhuma das comparações.
Por André Luis O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (30) para compartilhar sua participação no 6º Congresso Pernambucano de Municípios, evento organizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) que ocorreu entre os dias 28 e 30 de agosto. A participação do prefeito teve um motivo especial: Brejinho foi uma […]
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (30) para compartilhar sua participação no 6º Congresso Pernambucano de Municípios, evento organizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) que ocorreu entre os dias 28 e 30 de agosto.
A participação do prefeito teve um motivo especial: Brejinho foi uma das dez boas práticas municipais apresentadas no congresso, sendo reconhecida por sua abordagem no desenvolvimento rural.
A prática apresentada pelo município de Brejinho no Congresso tem como título: Promovendo o Desenvolvimento Rural através da Assistência Técnica. Essa estratégia de desenvolvimento econômico, localizada no Sertão do Pajeú, visa capacitar a população rural por meio de assistência técnica especializada, impulsionando a atividade agrícola e fortalecendo a economia local.
O prefeito expressou sua satisfação em poder apresentar o trabalho realizado na Queijeira Nascente do Pajeú durante o congresso. Ele destacou que esse foi um momento de evidenciar a parceria entre a prefeitura municipal e a iniciativa privada, que colabora para a geração de emprego e renda na cidade. A participação no evento permitiu a Brejinho compartilhar seu potencial e suas experiências com outros municípios de Pernambuco.
Uma pessoa morreu Nesta manhã, na BR 232, altura da Malhada, após Cruzeiro do Nordeste no sentido Arcoverde, ocorreu um grave acidente envolvendo um caminhão e um Fox branco, placas PDH3E73. O sinistro ocorreu por volta das 6h30 da manhã desta quinta, no quilômetro 261,1 da BR 232. A colisão frontal entre o carro e […]
Nesta manhã, na BR 232, altura da Malhada, após Cruzeiro do Nordeste no sentido Arcoverde, ocorreu um grave acidente envolvendo um caminhão e um Fox branco, placas PDH3E73.
O sinistro ocorreu por volta das 6h30 da manhã desta quinta, no quilômetro 261,1 da BR 232.
A colisão frontal entre o carro e o caminhão ocorreu na passagem de uma ponte. O motorista do carro entrou na contramão da rodovia.
Segundo apurou o Tribuna do Moxotó, o motorista do carro foi identificado como Bruno Arruda de Souza, idade e profissão não informadas, natural de Recife. Ele estava sozinho no Fox e faleceu no local.
O motorista do caminhão não ficou ferido. Ele realizou o teste do bafômetro e o resultado deu normal. A rodovia chegou a ficar interditada nos dois sentidos.A PRF, o Corpo de Bombeiros, IC e IML estiveram no local. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Porque omitir bens na declaração à Justiça Eleitoral não dá em nada? Com o registro das candidaturas, um dos temas que mais chama a atenção é a omissão de bens dos postulantes à Justiça Eleitoral. São duas condutas comuns: ou o candidato desidrata o patrimônio na declaração ou simplesmente diz não possuir bens. A cara […]
Porque omitir bens na declaração à Justiça Eleitoral não dá em nada?
Com o registro das candidaturas, um dos temas que mais chama a atenção é a omissão de bens dos postulantes à Justiça Eleitoral.
São duas condutas comuns: ou o candidato desidrata o patrimônio na declaração ou simplesmente diz não possuir bens.
A cara de pau gera gozação, memes e repercussão após a revelação pela imprensa. Mas, porque não passa disso? Porque não há punição para quem apresenta à justiça eleitoral uma declaração de bens incompatível com a declaração do Imposto de Renda, por exemplo?
A Coluna buscou ouvir o jovem e competente advogado especialista em Direito Eleitoral, Jonas Cassiano. Ele diz que dentre os documentos exigidos para registro de candidaturas está a declaração de bens. “Percebo que há muitas vezes a preocupação mais política do que jurídica em como o candidato vai aparecer para a sociedade caso tenha muitos bens. Eles têm um certo medo de se distanciar do eleitorado”, diz.
Cassiano diz que juridicamente, não faz sentido ocultar os bens. “Se ele faz a declaração de bens, adquiridos de forma lícita, registrados no imposto de renda anualmente, com a Receita Federal acompanhando a evolução do patrimônio daquela pessoa, não faz sentido ele não declarar à Justiça Eleitoral”.
O sentido da declaração à Justiça Eleitoral é aferir com que patrimônio ele entrou e com que patrimônio o candidato vai sair mais a frente, caso ele seja eleito. “Por isso, o mais adequado seria, já que tem, dizer que tem, para evitar dúvidas e até uma ação de órgãos de controle como Ministério Público, por conta de um aumento irreal de patrimônio causado por omissão na informação”.
Mas o fato é que a omissão muitas vezes, ou é uma estratégia política, para não se distanciar do eleitorado, ou também pelo receio da informação pública ser usada pela criminalidade. Recentemente, um candidato do estado pediu a este jornalista evitar dar publicidade ao patrimônio declarado justamente por isso: medo de assalto ou de sequestro.
Mas, pra quem omite a informação à Justiça Eleitoral, há punição? Jonas diz que não. “Realmente não há uma sanção jurídica prevista na legislação. A lei determina que a pessoa preste informações verídicas. Em alguns municípios há a figura do encarregado de dados, que é aquela pessoa com atribuição de informar à Justiça Eleitoral. Então, tanto o encarregado de dados como o próprio candidato tem o dever de prestar informações com veracidade. Mas na legislação eleitoral não tem uma pena direta para omissão na declaração de bens. Assim, o possível desgaste é político, de você se submeter a uma quebra de sigilo bancário ou fiscal, por exemplo”.
Já há inclusive jurisprudência sobre o tema. O TSE e Tribunais Regionais Eleitorais tem o entendimento de que a declaração de bens à Justiça Eleitoral tem a única finalidade de parâmetro para acompanhar a evolução patrimonial do eleito no exercício do mandato. “Ou seja, não tem nenhuma utilidade prática para a Justiça Eleitoral já que o patrimônio do candidato não se encontra vinculado à qualquer dado pertinente à sua condição de inelegibilidade”, diz corte superior em decisão de outra eleição.
Em outra análise, definiu o magistrado pelo mesmo princípio que o TSE tem se posicionado no sentido de que eventual omissão de bens na declaração apresentada no momento do registro de candidatura não configura o crime de falsidade ideológica eleitoral, capitulado no art. 350 do Código Eleitoral.
Importante registrar que a Justiça avalia a regra do jogo que está na legislação, criada, emendada e aprovada por Deputados e Senadores que, salvo exceções, odeiam qualquer informação relacionada ao patrimônio das personalidades políticas, a partir deles próprios.
Assim, está criado o novo mandamento: “não declararás”…
O Prisma de R$ 800 mil
Em Cabrobó, o promotor Eleitoral Bruno Santacatharina Carvalho de Lima solicitou à Justiça Eleitoral para enquadrar o candidato a vice, Dr Ademy Barros, do União Brasil. Além de exigir prova de sua desincompatibilizacão de contratos como médico, mandou ele explicar o valor de um Prisma declarado no seu registro de “apenas” R$ 800 mil. A informação foi retificada e o carro agora vale R$ 80.782,40.
Cada uma
As declarações de bens geram alguns casos inusitados. Em Arcoverde, o maior patrimônio declarado é o de Zeca Cavalcanti, com R$ 1 milhão, 378 mil. João do Skate declarou ter R$ 140 mil. E Madalena Britto, apenas R$ 7 mil. Chega a dar pena…
Quem declarou mais, quem declarou menos
Em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões declarou patrimônio de R$ 1,4 milhão e Sandrinho, de R$ 320 mil. Em Calumbi, Dr Cícero Simões declarou ter R$ 200 mil. Joelson juntou mais, com R$ 250 mil.
Quem tem mais?
Em Carnaíba, Berg declarou patrimônio maior que o de Ilma Valério: disse ter R$ 2 milhões, 124 mil, contra R$ 1 milhão, 208 mil de Ilma. Já nas Flores, quem tem dinheiro é Giba Ribeiro: R$ 35 mil. Adeilton Patriota e Dr Nelson Tadeu declararam não ter nem um vintém.
Vá contando
Em Iguaracy, Dr Pedro Alves declarou R$ 135 mil e Albérico Rocha disse não ter bens a declarar. Mesma situação de Alcineide Professora em Ingazeira, enquanto Luciano afirmou ter R$ 356 mil. Em Itapetim, Anderson Lopes declarou R$ 498 mil, frente a R$ 181 mil de Aline Karina.
Mais patrimônio, ou falta dele
Em Quixaba, Neudiran, que preside a Câmara, não tem bens. E Zé Pretinho, R$ 748 mil. Em Santa Cruz da Baixa Verde, nem Irlando Parabólicas nem Zé Bezerra declararam bens. Já São José do Egito é um dos municípios com as declarações mais robustas, e uma curiosidade: George Borja declarou mais patrimônio que Fredson Brito: R$ 1.670.000,00 contra R$ 1.086.000,00.
Xaxado
Em Serra Talhada, Dr Luiz Pinto disse ter R$ 1 milhão, 130 mil. A prefeita e candidata à reeleição Márcia Conrado afirmou ter R$ 439 mil. Sargento Jucélio Souza, R$ 149 mil. E Miguel Duque, nem um centavo a declarar. Em Tabira, Flávio Marques declarou ter mais bens que Nicinha de Dinca, com R$ 207 mil contra R$ 98 mil da atual gestora.
Segue
Em Triunfo, Dr Eduardo Melo tem patrimônio declarado de R$ 623 mil. E Dr Luciano Bonfim, R$ 588 mil. Já Nego Rico é o mais pobre entre eles, com patrimônio declarado de R$ 115 mil. Em Tuparetama, a terceira via é a primeira quando o assunto é patrimônio declarado: Ivaí Cavalcanti declarou R$ 623 mil, contra R$ 293 mil de Diógenes Patriota e R$ 14 mil de Danilo Augusto.
Por fim
O candidato solitário da querida Solidão, Maycon da Farmácia, declarou R$ 150 mil de bens. E em Santa Terezinha, Delson Lustosa declarou R$ 500 mil, enquanto Neguinho de Danda, disse não haver nada a declarar.
Desafio
A maioria dos nomes que apareceram atrás nas últimas pesquisas divulgadas na imprensa foi às redes, soltou nota, criticou e disse ser jogada, fake news, invenção. A última delas foi Jordânia Siqueira, que criticou a pesquisa DataTrends divulgada pelo Blog do Finfa mostrando grande vantagem de Aline Karina. “Manda ela mostrar uma com Anderson na frente, então”, desafiou um aliado da governista.
Virou piada
Do folclórico personagem Zé Peba, que agora ocupa as redes sociais com o Instagram @zepebaoficial , sobre a declaração de bens dos candidatos: “acho que no lugar de pedir, eu vô é dar umas cêstas básicas pra eles. A gente é pobre mas tem coração”…
A amizade passa pelo teste?
Pelo tom nas sabatinas à Gazeta FM, George Borja e Fredson Brito tinham excelente relação antes da eleição desse ano, quando as circuntâncias os jogaram frente a frente. Até este sábado, apesar das farpas, ainda conseguiram manter o clima minimamente amistoso. A dúvida é: até quando? Aliás, a dupla egipciense é uma das mais preparadas dessa campanha no Pajeú.
Aposta que vai dar assunto
O advogado Carlos Marques informou à Coluna que firmou uma aposta de R$ 200 mil com o candidato a vereador Zé Negão. Carlinhos apostou em Sandrinho e deu 2.500 votos a Zé, que aposta em Danilo. O dinheiro será casado até segunda pela palavra do ex-candidato a prefeito. “Já deixei o meu no local acertado”, diz Marques. O responsável por “casar” a aposta é o empresário Mário da StopCar Veículos. Dentre as testemunhas, Airton Tavares e Décio Petrônio.
Tic tac
Foi definido o tempo de guia no rádio dos candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. O guia da Frente Popular, de Sandrinho Palmeira, terá 5 minutos e 26 segundos. O da União Pelo Povo, de Danilo Simões, 4 minutos e 34 segundos. Serão dois blocos de dez minutos às 7h e 12h, também com os candidatos a vereador. A geradora será a Rádio Pajeú, com retransmissão de Afogados FM e da emissora gospel 96.7 FM.
Frase da semana:
“Se quiser me excluir do nós, te peço humildemente que devolva os 100 mil que investi na sua campanha”.
De Pablo Marçal a Jair Bolsonaro, na treta dos líderes da extrema direita por conta da eleição em São Paulo, onde Jair com ciúmes apoia Ricardo Nunes. A difícil missão de definir quem é pior…
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