Ministério das Cidades, Denatran e Serpro lançam CNH Eletrônica
Por Nill Júnior
O Ministério das Cidades, Denatran e Serpro lançam nesta terça-feira, 10 de outubro, em Brasília, a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e).
O novo sistema, que em breve vai atender motoristas de todo o País, começará a ser implantado em Goiás, a partir de uma parceria com o governo do estado e o Detran-GO.
A CNH-e é um aplicativo para celular que traz mais comodidade e segurança ao motorista. Estará disponível para download nas lojas virtuais de apps. Goiás será o primeiro Estado a garantir essa inovação aos condutores de veículos.
Na entrevista desta terça-feira serão explicados os detalhes do funcionamento da nova CNH eletrônica. Após a cerimônia de lançamento, o ministro das Cidades, Bruno Araújo; o governador de Goiás, Marconi Perillo; a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães; o diretor do Denatran, Elmer Vicenzi; e o presidente do Detran-GO, Manoel Ferreira Filho, vão atender a imprensa.
Serviço
Data: 10/10/17 (terça-feira)
Horário: 15 horas.
Local: Auditório do Ministério das Cidades – SAUS Quadra 01 Lote 1/6 Bloco H Edifício Telemundi II – Brasília, DF
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político. Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula […]
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (21), também detalhou como os principais candidatos à Presidência da República se saem entre diferentes segmentos do eleitorado. Os recortes consideram região, gênero, idade, renda, escolaridade, religião, raça e posicionamento político.
Os dados são referentes ao cenário de primeiro turno que inclui Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário geral, Lula (PT) aparece com 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL), com 32%. Como a margem de erro varia de acordo com cada segmento pesquisado, diferenças pequenas dentro dos grupos devem ser interpretadas com cautela.
Nordeste concentra maior vantagem de Lula
O Nordeste é a região em que Lula apresenta seu melhor desempenho. O presidente registra 52% das intenções de voto, contra 24% de Flávio Bolsonaro.
Nas demais regiões, os números ficam mais próximos. No Sudeste, Flávio aparece com 35% e Lula, com 34%. No Sul, são 38% para Flávio e 35% para Lula. No recorte que reúne Norte e Centro-Oeste, Flávio tem 35% e Lula, 34%.
Entre as mulheres, Lula registra 42% das intenções de voto, contra 28% de Flávio. Entre os homens, Flávio aparece numericamente à frente, com 36%, enquanto Lula tem 35%.
Renda e escolaridade mostram diferenças
Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 26%.
O cenário se inverte nas faixas de renda superiores. Entre quem recebe mais de dois e até cinco salários mínimos, Flávio registra 38%, contra 30% de Lula. Acima de cinco salários mínimos, o candidato do PL tem 42%, e Lula, 35%.
Também há diferenças conforme a escolaridade. Lula chega a 50% entre eleitores com ensino fundamental, enquanto Flávio tem 24%.
Entre aqueles com ensino médio, Flávio registra 38% e Lula, 33%. No ensino superior, Lula aparece com 37% e Flávio, com 32%.
Católicos e evangélicos apresentam cenários distintos
A religião é um dos recortes com diferenças mais acentuadas.
Entre os católicos, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 27% de Flávio Bolsonaro.
Entre os evangélicos, ocorre o inverso: Flávio aparece com 47%, enquanto Lula tem 23%.
Por idade, Lula registra 36% entre eleitores de 16 a 24 anos, contra 32% de Flávio. Nesse grupo, Renan Santos (Missão) alcança 11%, seu maior percentual entre as faixas etárias divulgadas.
Lula amplia sua vantagem entre os eleitores mais velhos. Na faixa de 45 a 59 anos, tem 40%, contra 31% de Flávio. Entre pessoas com 60 anos ou mais, registra 45%, enquanto o candidato do PL tem 32%.
Diferenças também aparecem no recorte por raça
Entre eleitores que se declaram pretos, Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 28%. Entre pardos, os percentuais são de 40% e 30%, respectivamente.
Entre os brancos, Flávio aparece numericamente com 36%, contra 35% de Lula.
Polarização aparece entre eleitores alinhados
O levantamento também dividiu os entrevistados conforme o posicionamento político.
Entre os classificados como petistas, Lula registra 80% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, 5%.
Entre os bolsonaristas, Flávio tem 74%, enquanto Lula aparece com 5%.
Já entre os eleitores classificados como não alinhados, a disputa fica mais dispersa. Flávio registra 21%, Lula, 19%, Renan Santos, 10%, Ronaldo Caiado (PSD), 7%, Romeu Zema (Novo), 6%, e Pablo Marçal, 5%.
O Datafolha ouviu 2.058 pessoas com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro varia conforme o segmento analisado.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04496/2026.
Fonte: g1
Imagem: Reprodução
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Para a pesquisa, foram entrevistadas 2.002 pessoas; a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu para 10,8 por cento, de acordo com pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, em meio a protestos contra o governo e a dificuldades enfrentadas pelo Executivo no Congresso Nacional. De […]
Para a pesquisa, foram entrevistadas 2.002 pessoas; a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais
A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu para 10,8 por cento, de acordo com pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, em meio a protestos contra o governo e a dificuldades enfrentadas pelo Executivo no Congresso Nacional.
De acordo com o levantamento do instituto MDA, encomendado para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o percentual dos que têm uma avaliação negativa do governo é de 64,8 por cento. No levantamento anterior, divulgado no final de setembro, 41 por cento consideravam o governo ótimo ou bom e 23,5 por cento o avaliavam como ruim ou péssimo.
Ainda segundo o levantamento, 23,6 por cento consideram o governo regular, ante 35 por cento na pesquisa anterior.
A sondagem apontou ainda que apenas 18,9 por cento aprovam o desempenho pessoal de Dilma, contra 55,6 por cento na pesquisa anterior, ao passo em que 77,7 por cento desaprovam, ante 40,1 por cento em setembro.
Para a pesquisa, foram entrevistadas 2.002 pessoas entre os dias 16 e 19 de março. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
A aguardada obra de terraplenagem da estrada que liga a sede de Iguaracy ao distrito de Jabitacá e se estenderá até o povoado da Caatingueira começou a ganhar forma nesta sexta-feira (12). Os primeiros maquinários responsáveis pela execução dos serviços chegaram ao município, marcando o início da intervenção que promete melhorar significativamente a mobilidade e […]
A aguardada obra de terraplenagem da estrada que liga a sede de Iguaracy ao distrito de Jabitacá e se estenderá até o povoado da Caatingueira começou a ganhar forma nesta sexta-feira (12).
Os primeiros maquinários responsáveis pela execução dos serviços chegaram ao município, marcando o início da intervenção que promete melhorar significativamente a mobilidade e a trafegabilidade para moradores da região.
A obra será executada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
O investimento é resultado da articulação do prefeito Dr. Pedro Alves junto ao deputado estadual Luciano Duque, que levou a demanda à governadora Raquel Lyra, garantindo a inclusão do projeto entre as ações prioritárias para Iguaracy, segundo nota.
Durante a chegada dos primeiros equipamentos, o prefeito Dr. Pedro Alves recebeu a gerente do Departamento de Engenharia Rural do IPA, Ana Cristina Almeida, e a engenheira Ithala Kauanny. Na ocasião, foram discutidas as primeiras diretrizes técnicas e operacionais para o início dos trabalhos.
Também participaram da recepção aos representantes do IPA o secretário municipal de Obras, Fábio Torres, acompanhado do secretário adjunto José Inácio; o secretário de Agricultura, Carlinhos de Trindade; o vereador Chico Torres; o extensionista do IPA, Moacir Rodrigues; além de outros servidores do instituto e integrantes da gestão municipal.
No País, a saúde (pública ou privada) é classificada como péssima ou ruim por 55% dos brasileiros e regular para outros 34%. De modo geral, essa avaliação aparece de diferentes maneiras na sociedade e representa a visão de 94% dos que possuem planos de saúde e de 87% dos que dependem apenas do Sistema Único de […]
No País, a saúde (pública ou privada) é classificada como péssima ou ruim por 55% dos brasileiros e regular para outros 34%. De modo geral, essa avaliação aparece de diferentes maneiras na sociedade e representa a visão de 94% dos que possuem planos de saúde e de 87% dos que dependem apenas do Sistema Único de Saúde (SUS) para receber assistência médico-hospitalar.
Os dados constam de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). O trabalho também teve o objetivo de identificar a expectativa dos brasileiros a respeito da atuação dos próximos governantes e parlamentares em relação à assistência médica. Como parte da investigação, ainda foi medida a opinião dos entrevistados, num aspecto geral, sobre a área da saúde e, de modo particular, a avaliação dos usuários sobre o atendimento no SUS, que neste ano completa 30 anos desde sua implementação.
O relatório será apresentado durante o XIII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), que ocorre nos dias 26 e 27 de junho em Brasília (DF). No encontro, espera-se reunir uma agenda de reivindicações da categoria sobre questões envolvendo a saúde e a medicina, a qual será encaminhada a todos os postulantes às Eleições de 2018, em níveis federal e estadual.
Para fazer frente aos problemas que geram esse tipo de avaliação, os brasileiros dão a fórmula aos candidatos que serão eleitos em 2018. Para a população, os políticos que vencerem o pleito devem adotar medidas que combatam a corrupção na área da saúde (26%); reduzam o tempo de espera por consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos (18%); aperfeiçoem a fiscalização dos serviços na rede pública (13%); fomentem a construção de mais postos e hospitais (11%); e garantam a oferta de melhores condições de trabalho e de remuneração para médicos e outros profissionais da área (9%).
“Os números deixam claro: a saúde não pode ser ignorada pelos candidatos, e para atender o anseio legítimo da população por uma assistência de qualidade, é preciso tratar a questão com seriedade. Em vez de anúncios midiáticos, os brasileiros cobram planejamento, mais recursos e uma boa gestão. Essa pesquisa é uma importante contribuição dos médicos para o debate político, com foco sobretudo na qualificação do SUS, sistema que a população considera uma grande conquista a ser mantida e aperfeiçoada”, ressaltou o presidente do CFM, Carlos Vital.
A proposta de realização do levantamento foi feita pela Comissão de Comunicação do CFM. “Somos defensores inquestionáveis do SUS. Assim, ao promover esse estudo, esperamos chamar a atenção de todos para a crise que afeta a assistência. Contamos que isso gere reflexões e tomada de decisões, principalmente entre os políticos candidatos em outubro”, ressaltou o 1º secretário do CFM, Hermann von Tiesenhausen, coordenador do grupo.
Para ele, a recuperação do sistema público, garantindo dignidade aos pacientes e aos médicos e outros profissionais que atuam nos postos e hospitais, “deve constar das plataformas de campanha e ser cumprido por aqueles que tomarem posse”.
A pesquisa CFM/Datafolha teve abrangência nacional e ouviu 2.087 pessoas – 59% delas residentes no interior. A amostra composta por homens e mulheres, com idade superior a 16 anos ou mais, respondeu a um questionário estruturado.
A polícia procura por este homem. Ele é um dos que assaltaram no fim da manhã deste sábado uma Casa Lotérica no centro de Sertânia. Em um vídeo ele sai de um carro branco e pouco depois anuncia o assalto. Quem tiver alguma informação deve informar à polícia. Todo o dinheiro,cujo valor não foi revelado, […]
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