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Veja imagens: milagre livra Fábio Luiz e família de tragédia após acidente na PE 320

Por Nill Júnior

Fotos: Celso Brandão – Rádio Pajeú

Professor e cantor seguia com família para Serra Talhada quando se envolveu em acidente com caminhão pipa. Uso do cinto foi determinante para que todos saíssem praticamente ilesos. Carro ficou destruído

Um grave acidente na PE 320 esta manhã envolveu o cantor e professor Fábio Luiz, a esposa, Deysi e seu filho. O veículo em que eles seguiam, uma S-10 placas AHS 2711, atingiu a lateral de um caminhão após tentativa de ultrapassagem no local conhecido como “Ladeira do Padre”.

É chamada assim porque há anos no mesmo local, morreu o padre Adelmo, que foi Pároco do Senhor Bom Jesus dos Remédios, Afogados da Ingazeira. Lá, muitos outros acidentes, inclusive com mortes, já foram registrados.

O veículo em que Fábio seguia com esposa e filho viajava no sentido Afogados-Serra Talhada e, ao realizar uma ultrapassagem em faixa contínua, foi surpreendido por um veículo que vinha em sentido contrário e bateu no caminhão pipa que era ultrapassado, capotando várias vezes. O carro em que Fábio seguia com a família ficou muito danificado.

“Foi um erro meu tentar ultrapassar um caminhão pipa em faixa continua. Vinha um carro em sentido contrário. O pipa seguiu. O rapaz parou e ficou preocupado porque o carro capotou. Mas ele não teve culpa. Nunca faço isso e fiz dessa vez”, disse ao repórter Celso Brandão, da Rádio Pajeú. “Se eu já tinha fé, agora é que esse acidente confirmou a força de Deus”, disse diante do carro danificado.

Quase que por milagre, apenas Fábio teve ferimentos leves. Esposa e filho não sofreram nada grave. Todos foram socorridos e estão sendo levados para o Hospital regional Emília Câmara em observação. Todos usavam cinto de segurança e a criança, presa à cadeirinha.

Fábio Luiz é professor da rede estadual de ensino e cantor. Também apresentou programas de rádio na Pajeú, de Afogados da Ingazeira. É natural da Carnaúba dos Vaqueiros, Afogados da Ingazeira, mas há anos mora na sede do município.

Outras Notícias

Prefeito Wellington planta árvores ao lado de alunos da rede municipal

Nesta segunda (05), o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), participou de um ato em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com a presença de 150 alunos da rede municipal de ensino, Vereadores e Secretários, no Parque Verde. Em sua fala, o gestor reforçou a importância da ação, que coroa um conjunto de medidas […]

Nesta segunda (05), o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), participou de um ato em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com a presença de 150 alunos da rede municipal de ensino, Vereadores e Secretários, no Parque Verde.

Em sua fala, o gestor reforçou a importância da ação, que coroa um conjunto de medidas adotadas pela sua gestão, com obras de saneamento nunca antes realizadas, o acondicionamento correto de resíduos e o plantio de 2 mil mudas de árvores frutíferas e ornamentais, desde 2021.

Após os discursos, Wellington plantou diversas mudas de árvores, ao lado das crianças, em toda extensão do Parque Verde, em construção pela sua gestão, que é a maior obra paisagística e urbanística em execução no sertão de Pernambuco, com investimento de R$ 1,5 milhão e a extensão de 10 mil metros quadrados. No ato foram semeadas cerca de 200 mudas, num momento de descontração e conscientização.

Motorista do Lar do Idoso de São José morre em Açude

Carlos Emanuel era sobrinho do padre Luisinho e do Secretário de Cultura de Tuparetama, Fernando Marques O corpo do motorista do Lar do Idoso de São José do Egito, Carlos Emanuel, 36 anos, foi encontrado às 15h50 de hoje, segunda-feira (13), no Açude Velho da cidade. Ontem, por volta das 11h da manhã, o Corpo de […]

Carlos Emanuel: 36 anos. Morte no Açude

Carlos Emanuel era sobrinho do padre Luisinho e do Secretário de Cultura de Tuparetama, Fernando Marques

O corpo do motorista do Lar do Idoso de São José do Egito, Carlos Emanuel, 36 anos, foi encontrado às 15h50 de hoje, segunda-feira (13), no Açude Velho da cidade.

Ontem, por volta das 11h da manhã, o Corpo de bombeiros de Afogados da Ingazeira esteve no local, porém, como não tinha mergulhadores, teve que acionar o grupamento de Caruaru. Foram várias horas de apreensão, até que o corpo foi localizado.

Carlos havia ido com amigos ao reservatório e, após submergir, não foi mais localizado. Ele era  sobrinho do Padre Luis Marques Ferreira, Padre Luizinho  de Fernando Marques, Secretário de Cultura e do vereador Orlando da Cacimbinha.

Imagem das buscas. Foto: Mais Pajeú

O prefeito Sávio Torres emitiu nota de pesar:

“O prefeito Sávio Torres, em nome de todos os servidores do Município de Tuparetama, dá os pêsames ao secretário de Cultura, Fernando Marques, pela morte de Carlos Emanuel de 36 anos, sobrinho do secretário, que ocorreu no açude velho de São José do Egito. Que Deus conforte familiares e amigos neste momento de dor e luto”.

Coluna do Domingão

90 anos de salário mínimo: a mão que protege contra a elite que explora Por André Luis – Editor executivo do blog O calendário não mente, mas a memória curta de alguns setores da sociedade brasileira tenta apagar o óbvio: se o trabalhador brasileiro hoje tem o direito de colocar comida na mesa e descansar […]

90 anos de salário mínimo: a mão que protege contra a elite que explora

Por André Luis – Editor executivo do blog

O calendário não mente, mas a memória curta de alguns setores da sociedade brasileira tenta apagar o óbvio: se o trabalhador brasileiro hoje tem o direito de colocar comida na mesa e descansar no Natal, ele não deve isso à “bondade” do mercado, mas sim à luta histórica da esquerda e dos movimentos sindicais. Na semana que passou, o salário mínimo completou 90 anos de sua primeira semente legal. É um marco de sobrevivência em um país que ainda respira os ares do escravismo em suas elites financeiras.

A história é clara. O 13º salário, por exemplo, foi chamado de “desastre” pela direita da época. Em 1962, o então deputado federal João Goulart, que depois viria a sofrer um golpe apoiado por esses mesmos setores, sancionou a gratificação de Natal sob gritos de que “as empresas iriam quebrar”. Não quebraram. Pelo contrário, o comércio floresceu. “O trabalhador também precisava passar o Natal melhor”, já diziam as vozes da época que entendiam que economia se faz com consumo e dignidade, não com miséria.

Enquanto os governos de esquerda, especialmente na era Lula e Dilma, institucionalizaram a Política de Valorização do Salário Mínimo, garantindo ganhos reais acima da inflação que retiraram milhões da linha da pobreza, a direita, quando teve o poder, agiu para desmontar. Não esqueçamos que, sob o comando de Jair Bolsonaro, o salário mínimo ficou anos sem aumento real, sendo apenas “corrigido” para não sumir de vez, enquanto a reforma trabalhista de Michel Temer prometia empregos e entregou apenas precarização e a figura do “trabalhador de aplicativo” sem direito a nada.

Até mesmo o FGTS, frequentemente citado como um “benefício” da ditadura, foi uma moeda de troca cruel: os militares deram o fundo para retirar a estabilidade no emprego que o trabalhador conquistava após dez anos de casa. A direita só entrega o anel para não perder os dedos.

Onde houve avanço social real, houve a digital de um governo progressista. O Bolsa Família, o maior programa de transferência de renda do mundo, unificou e ampliou benefícios para dar cidadania aos invisíveis. A PEC das Domésticas, que finalmente estendeu direitos básicos a uma categoria historicamente humilhada, veio de uma caneta progressista, sob os olhares tortos de uma classe média que se sentia “prejudicada” por ter que pagar o justo a quem limpa seu chão.

Celebrar os 90 anos do salário mínimo é celebrar a resistência. É a prova de que a democracia brasileira só respira quando o Estado intervém para equilibrar o jogo contra a ganância. Fora da esquerda e do trabalhismo, o que resta ao povo é a “liberdade” de morrer de fome com uma carteira de trabalho vazia nas mãos.

O “Terrorismo” do PIM

Em 1962, a direita dizia que o 13º salário causaria inflação galopante e falência em massa. Sessenta anos depois, o benefício é o que sustenta o comércio brasileiro no fim do ano. O medo é a arma de quem não quer dividir o bolo.

Domésticas: o fim da senzala

Foi apenas em 2013, com Dilma Rousseff, que as trabalhadoras domésticas conquistaram direitos básicos como FGTS e hora extra. A elite brasileira chiou. Para o progressismo, dignidade não é privilégio, é dever constitucional.

Foto: Sérgio Lima/Poder360

A farsa da flexibilização

A Reforma Trabalhista de 2017 prometeu o “pleno emprego” em troca da retirada de direitos. O resultado? Recordes de precarização, uberização e o retorno da fome. Sem Estado para proteger, o trabalhador é apenas uma engrenagem descartável.

Mínimo vital 

O salário mínimo não é um “custo”, é o maior instrumento de distribuição de renda do Brasil. Quando o governo de esquerda valoriza o mínimo, a economia gira da base para o topo. A direita prefere o contrário: o lucro no topo e a migalha na base.

Bolsa Família na história

O programa não é “esmola”, como dizem os detratores. É política de Estado que tirou o Brasil do Mapa da Fome da ONU em 2014. Dar dinheiro aos pobres movimenta a padaria, o mercado e a feira da esquina. É justiça social na veia da economia.

Memória curta e ambição larga

A manobra de João Campos para barrar Humberto Costa em 2022 é apenas mais um capítulo do pragmatismo frio do PSB de Pernambuco. É preciso refrescar a memória: essa é a mesma legenda que, sob a batuta da família Campos-Arraes, abandonou o projeto popular para apoiar Aécio Neves em 2014 e, dois anos depois, entregou votos decisivos para o golpe contra Dilma Rousseff. O “sacrifício” de Humberto para viabilizar Alckmin na vice de Lula não foi um gesto de união, mas uma imposição de quem prioriza o trono regional e o projeto pessoal de 2030 acima da coerência ideológica. No Recife, o PSB senta no sofá da esquerda, mas historicamente não hesita em dar a mão à direita quando o assunto é poder.

Vandalismo Institucional em Serra Talhada

O que deveria ser um dia de celebração pela casa própria no Residencial Vanete Almeida transformou-se em um espetáculo deprimente de falta de educação política. Segundo informações do blog do Júnior Campos, um grupo ligado à prefeita Márcia Conrado montou um cerco de vaias e tumulto para tentar silenciar a governadora Raquel Lyra. É inaceitável que o palanque institucional, pago com dinheiro público, seja sequestrado por “claque” política para constranger autoridades. A política pequena, que prefere o grito ao diálogo, é um câncer que corrói a democracia. No fim, a vergonha ficou com quem trocou a compostura pelo populismo rasteiro.

Nota 1.000

Enquanto o esgoto das redes sociais, alimentado por uma elite ignorante do Sul e Sudeste, insiste no mito criminoso de que o nordestino é “atrasado” ou “burro”, a realidade dos fatos dá uma bofetada no preconceito. Nesta semana, os recifenses Wellington Ribeiro e Caio Silva Braga calaram os xenofóbicos ao atingirem a nota 1.000 na redação do ENEM. Não é sorte, é resistência e intelecto. Em um país que historicamente concentra recursos no Sudeste, Pernambuco segue exportando mentes brilhantes que dominam a norma culta e o pensamento crítico. A “burrice”, na verdade, pertence a quem, em pleno 2026, ainda não entendeu que o Nordeste é o farol intelectual do Brasil. Respeitem o nosso sotaque e, acima de tudo, a nossa caneta.

Não será desta vez

Mais uma vez, o vereador Raimundo Lima deve assistir de fora à disputa pela presidência da Câmara de Afogados da Ingazeira. O parlamentar, que já disse publicamente que “é mais difícil ser presidente da Câmara de Vereadores do que prefeito”, parece acumular evidências para sustentar a própria tese.

Raimundo insiste na existência de um acordo com o atual presidente, Vicentinho Zuza, que lhe garantiria o comando da Casa no segundo biênio. O problema, como já ficou claro nos bastidores e nas entrevistas, é que o entendimento não passou pelo plenário. Faltou combinar com os vereadores.

Colegas de Câmara têm repetido que não houve pacto coletivo e que a presidência não se resolve por “palavra de honra”, mas por maioria de votos. O próprio Vicentinho já afirmou que o nome precisa ser o da maioria, não o de um acordo restrito.

Enquanto Raimundo segue levantando a bandeira da “palavra”, o jogo real continua sendo jogado no campo dos votos. E, ao que tudo indica, não será desta vez que o vereador sentará na cadeira principal da Casa.

Frase da semana

“Se a gente não for esperto, a mentira vencerá a verdade”.

Do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso nesta sexta-feira (16) em evento sobre os 90 anos do salário mínimo na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.

Conversa com Raquel Lyra foi determinante para definir candidatura a Federal, diz Danilo

O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões. Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último […]

O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões.

Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último domingo, e revelou que a candidatura não era, inicialmente, um plano imediato. Segundo ele, o incentivo partiu de interlocutores do Governo do Estado, como integrantes do Palácio e secretários estaduais, que frequentemente o provocavam sobre a possibilidade de entrar na disputa.

O pré-candidato destacou que o cenário mudou após a visita da governadora Raquel Lyra a Afogados da Ingazeira, no dia 13 de março. Após cumprir agenda na cidade e conceder entrevista na rádio, Raquel foi convidada para um café da manhã na casa de Danilo, onde os dois tiveram uma conversa reservada.

Ele contou que o encontro aconteceu de forma espontânea, em um espaço simbólico da residência da família, marcado pela trajetória política de seus pais. Impressionada com o ambiente e sua história, a governadora iniciou uma conversa mais direta e, naquele momento, fez o convite para que ele fosse candidato.

“Não é todo dia que você recebe um convite de um governador para ser candidato”, destacou Danilo Simões, ao explicar o que motivou sua decisão de entrar na disputa eleitoral.

Conversa com Iza Arruda

Durante a entrevista, ao ser questionado pelo blogueiro Júnior Finfa sobre a relação com a deputada federal Iza Arruda — que apoiou sua candidatura a prefeito em 2024 e atualmente está alinhada à pré-candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco — Danilo detalhou como conduziu o diálogo após decidir disputar uma vaga na Câmara Federal.

Segundo ele, a decisão foi construída com transparência e antecedida por conversas. Danilo afirmou que uma das primeiras providências, ao receber o convite para ser candidato, foi comunicar o assessor da deputada, garantindo que a informação chegasse também a Iza Arruda. Ele ressaltou que, na política, a credibilidade é fundamental e que não tomaria uma decisão desse porte sem diálogo prévio.

O pré-candidato reconheceu que houve resistência inicial, diante do impacto político da decisão para o grupo em Afogados da Ingazeira, especialmente após o apoio recebido na disputa municipal. No entanto, destacou que o cenário político, incluindo o posicionamento de Iza Arruda no campo de oposição à governadora Raquel Lyra, também influenciou na avaliação estratégica.

Danilo Simões enfatizou que todos os pontos foram discutidos internamente e reforçou que “ninguém fez nada pelas costas”, destacando que o processo foi conduzido com diálogo e responsabilidade política.

Críticas à estratégia de João Campos

Danilo fez críticas à estratégia política adotada por João Campos e disse acreditar na vitória de Raquel Lyra. Assista:

Treze partidos na convenção de Flávio Marques em Tabira

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h.  Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade […]

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h. 

Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Flávio declarou que 13 partidos farão a convenção conjunta. São eles: PT, PSB, PTB, Rede, PSD, PC do B, Patriota, Solidariedade, Avante, Pros, Republicanos, Podemos e PSDB. 

Confirmaram presenças os deputados Carlos Veras e Doriel Barros. Foram convidados Antônio Morais, Ricardo Teobaldo e André de Paula. 

Flávio garantiu que todas as regras sanitárias serão observadas e até 100 pessoas estarão no espaço. 

A respeito da escolha do vice, o pré-candidato, enalteceu o processo de discussão dentro do bloco governista. Disse acreditar que até amanhã o nome poderá ser revelado. 

Provocado a falar sobre o nível da campanha que já dá sinais de baixo nível nas redes sociais e até em jingle de quem já fez convenção, Flávio garantiu não fazer parte do seu perfil. “Faremos uma campanha propositiva, bem diferente da velha política”. 

Além de dirigir palavras de elogios a atuação do deputado Carlos Veras e a sua importância para o futuro governo tabirense, ele se mostrou otimista com a parceria com o Governo Paulo Câmara. 

Falou sobre o que o desgaste da gestão Sebastião Dias pode afetar em sua campanha e até sobre a atuação da Guarda Municipal.

“A guarda que hoje bem aparelhada é referência para muitas outras cidades pela sua atuação em defesa do cidadão, já viveu momentos horríveis. Numa época, era utilizada para espancar as pessoas que discordavam da gestão e em outra para acompanhar o governante, lhe dando segurança em seu tour etílico”.