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Miguel se reúne com rodoviários e firma compromisso com transporte público

Por André Luis

Em agenda no Recife, o pré-candidato a governador Miguel Coelho participou, neste sábado (14), de um encontro com funcionários e ex-trabalhadores de transporte coletivo da região metropolitana. 

Na ocasião, o ex-prefeito falou da transformação que promoveu em Petrolina ao enfrentar um monopólio que controlava os ônibus por décadas na cidade sertaneja. Miguel ainda garantiu que apresentará um ousado plano para melhorar o transporte público, a infraestrutura de vias e estradas, além das condições de trabalho para os rodoviários.

Miguel foi para o encontro acompanhado de Ellinson da Vera Cruz, que é trabalhador de transporte coletivo e pré-candidato a estadual. Também esteve no evento com os rodoviários o pré-candidato a deputado federal Arnaldo Delmondes. Tanto Miguel quanto os pré-candidatos a deputado falaram da precariedade do transporte público.

“Hoje, a Região Metropolitana do Recife tem a maior miséria do Brasil. O transporte público é um símbolo desse descaso, um serviço ruim e caro. Muitos duvidavam, mas em Petrolina, tivemos a coragem de enfrentar alguns poderosos e mudamos o transporte para melhor. Nosso compromisso, é investir num novo transporte para a região metropolitana. E não só isso, queremos investir pesado em infraestrutura, em segurança e saúde para trazer esperança de volta ao nosso povo”, disse o pré-candidato a governador.

Quando prefeito, Miguel fez uma nova concessão para os ônibus de Petrolina. O transporte era controlado por uma empresa por mais de 20 anos. Com a mudança, toda a frota, que acumulava mais de uma década de uso, foi substituída por veículos novos, com acessibilidade e sem mexer no preço da passagem. 

“Não é um desafio fácil a questão do transporte e tantos outros problemas. Mas a pergunta que temos de fazer é: será que a gente quer manter o que passamos nos oito anos ou vamos ter coragem para mudar? Tenho certeza que o caminho para um futuro melhor depende da mudança”, concluiu Miguel sobre aplausos dos representantes dos rodoviários.

Outras Notícias

Depois de caos e tchutchuca com Guedes, CCJ tem calma com técnicos da Previdência

Folhapress Depois de uma noite de caos com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara tem nesta quinta-feira (4) uma manhã de calma durante palestra de técnicos sobre a reforma da Previdência. Com o plenário bem mais esvaziado que na sessão de quarta-feira (3), a […]

Folhapress

Depois de uma noite de caos com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara tem nesta quinta-feira (4) uma manhã de calma durante palestra de técnicos sobre a reforma da Previdência.

Com o plenário bem mais esvaziado que na sessão de quarta-feira (3), a predominância ainda é de parlamentares da oposição, mas o clima é distensionado.

Na quarta, a reunião implodiu depois que o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) disse que Guedes era “tigrão” com os aposentados e “tchutchuca” com privilegiados. O ministro revidou, dizendo que “tchutchuca é a mãe, é a vó”.

A discussão iniciou uma confusão generalizada, que terminou encerrando abruptamente a audiência pública. As seis horas e meia de reunião foram marcadas por tensão e predominância de discursos da oposição.

Nesta quinta, o clima é outro. Os técnicos Arthur Weintraub, assessor especial da Presidência da República, e Bruno Bianco, secretário-adjunto de Previdência do Ministério da Economia, fizeram exposições de defesa da reforma da gestão Jair Bolsonaro, sem serem interrompidos por parlamentares.

No plenário, deputados da oposição compunham a maioria. A predominância de parlamentares contrários àPrevidência tanto nesta reunião como na de Guedes tem incomodado defensores da reforma e deputados influentes do próprio PSL.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a criticar publicamente a estratégia do líder do PSL, Delegado Waldir (GO), e do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

Nos bastidores, deputados aliados do presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR) também se mostraram insatisfeitos. Eles afirmam que a prevalência da oposição foi causada pela inabilidade dos dois com o regimento da Casa, segundo o qual, por exemplo, os deputados que assinam o requerimento de convite têm preferência para falar.

Como nenhum deputado do PSL quis subscrever o pedido de convite de Guedes, só deputados da oposição tiveram essa prevalência.

Além disso, a tropa de choque montada por PT, PSOL, PSB, PDT e PC do B ficou duas horas na fila, antes da abertura da sessão do dia 26 de março, para se inscrever na lista de oradores.

Líderes também têm preferência na hora de discursar. Delegado Waldir foi, porém, um dos últimos a pedir para falar e ficou sem a palavra porque a confusão explodiu antes.

A avaliação é de que os governistas deixaram Guedes à própria sorte para responder os oposicionistas, uma vez que o centrão, cujos partidos são simpáticos à reforma, mas que têm relação difícil com o Planalto, decidiram se afastar da discussão.

Mesmo na reunião técnica, líderes partidários e aliados de Maia tem evitado comparecer às sessões. Reservadamente, eles afirmam não ter motivos para defender um governo do qual não fazem parte.

Segundo escalão de presidenciáveis vai à guerra na web

do JC Online Enquanto os principais candidatos à Presidência adotaram cautela ao se manifestar sobre a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa, aliados do candidato tucano Aécio Neves e da presidente Dilma Rousseff (PT) usaram as redes sociais na tentativa de empurrar para o adversário o ônus […]

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do JC Online

Enquanto os principais candidatos à Presidência adotaram cautela ao se manifestar sobre a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa, aliados do candidato tucano Aécio Neves e da presidente Dilma Rousseff (PT) usaram as redes sociais na tentativa de empurrar para o adversário o ônus político pelo vexame no Mineirão.

“Claro que Felipão é culpado. Evidente que os jogadores caíram do salto alto. Certo que Lula e Dilma se ferraram. Muda Brasil”, afirmou no Twitter Xico Graziano, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso e coordenador da área de internet da campanha de Aécio. “Derrota no futebol não ajuda a oposição. Atrapalha, isso sim, o golpe publicitário que o PT estava programando. Caiu a máscara”, acusou Graziano em outra postagem.

A página Muda Mais, que apoia a candidatura de Dilma, acusou Graziano de oportunismo. “Mesmo tendo organizado um dos eventos mais bem-sucedido de todos os tempos, o oportunismo não podia perder a oportunidade de espalhar o sentimento de derrota pelo País e jogar no colo da presidenta Dilma Rousseff”, diz um texto publicado ontem.

Publicação do site oficial do PSDB assinado pelo Instituto Teotônio Vilela foi duro com o time de Felipão e ligou a derrota ao governo Dilma Rousseff. “O pior que pode acontecer agora é ignorar que o fiasco da seleção deve muito à forma com que os problemas são enfrentados no País. Improvisa-se um Bernard em campo, sem nem sequer testá-lo antes no time em um treino tático achando-se que, assim, engana-se o técnico adversário e logra-se a vitória.”

Trolagem – Do lado petista, a desafinada ficou por conta do coordenador de Juventude da Prefeitura de São Paulo e candidato derrotado a vereador pelo PT, Gabriel Medina. “Foram escolher a semifinal bem no Estado do Aécio. Deu .no que deu”, disse ele, também no Twitter.

Esta quinta-feira(10), por telefone, Medina negou que tenha tentado tirar proveito eleitoral da derrota brasileira. “Fiz um comentário em tom irônico, uma trolagem, no espírito da internet. É óbvio que o Mineirão não tem culpa pela derrota”, disse ele.Dilma e Aécio preferiram mensagens de solidariedade à torcida e aos jogadores.

Zeca abre 27 pontos de vantagem sobre Madalena, diz Opinião

Se as eleições em Arcoverde fossem hoje, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, pré-candidato a prefeito pelo Podemos, seria eleito com folga. Segundo o instituto Opinião para o Blog do Magno, teria 52,9% dos votos e em segundo lugar viria a ex-prefeita Madalena Britto, pré-candidata do PSB, com 25,7%. Em terceiro lugar, bem distante, o prefeito Wellington […]

Se as eleições em Arcoverde fossem hoje, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti, pré-candidato a prefeito pelo Podemos, seria eleito com folga.

Segundo o instituto Opinião para o Blog do Magno, teria 52,9% dos votos e em segundo lugar viria a ex-prefeita Madalena Britto, pré-candidata do PSB, com 25,7%.

Em terceiro lugar, bem distante, o prefeito Wellington Maciel (MDB) com 6,3%. Maciel, entretanto, está fora do jogo. Em ato logo cedo, no escritório da sua empresa, comunicou que não será candidato à reeleição.

João do Skate, pré-candidato do Agir, aparece em último, com apenas 0,9%. Brancos e nulos somam 6% e indecisos chegam a 8,2%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o seu candidato preferencial sem o auxílio da lista, Zeca também lidera com 42% e Madalena vem em segundo, com 19,4%, enquanto o prefeito, que já não é mais candidato, tem apenas 4,9%. Neste cenário, brancos e nulos somam 6,9% e indecisos sobem para 26,8%.

No quesito rejeição, o prefeito lidera. Entre os entrevistados, 48% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Em segundo lugar desponta Zeca. Entre os entrevistados, 8,3% afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido de João do Skate, no qual 7,7% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Por último, Madalena Brito. Entre os entrevistados, 7,4% disseram que não votariam nela de jeito nenhum.

O levantamento foi a campo entre os dias 11 e 12 de junho, sendo aplicados 350 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-04850/2024.

Barroso volta atrás e dá aval para piso salarial nacional da enfermagem

G1 O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta segunda-feira (15) a suspensão do piso salarial da enfermagem – aprovado em lei pelo Congresso Nacional no ano passado. Com isso, fica liberado o pagamento do valor. A decisão de Barroso será analisada pelos demais ministros no plenário virtual, em sessão que começa no […]

G1

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta segunda-feira (15) a suspensão do piso salarial da enfermagem – aprovado em lei pelo Congresso Nacional no ano passado. Com isso, fica liberado o pagamento do valor.

A decisão de Barroso será analisada pelos demais ministros no plenário virtual, em sessão que começa no dia 19 de maio.

No caso de estados e municípios, a remuneração deve ser feita dentro dos limites da verba repassada pela União. Já no caso das unidades particulares, o ministro previu a possibilidade de negociação coletiva, mantendo suspenso o trecho da lei que impedia o procedimento.

Barroso considerou que é possível liberar o pagamento da remuneração mínima porque o governo e o Congresso viabilizaram a transferência dos recursos. “A situação aqui analisada torna-se mais próxima à de outros pisos salariais nacionais aplicáveis a servidores públicos que tiveram a sua constitucionalidade reconhecida por este Supremo Tribunal Federal”, escreveu.

O ministro ponderou, contudo, que o montante reservado para a medida não parece ser suficiente para o custeio do piso. Informações apresentadas no processo por instituições do setor estimam impacto financeiro, no primeiro ano, de R$ 10,5 bilhões somente para os municípios.

Barroso ressaltou que uma lei federal não pode impor a gestões locais o piso sem prever, de forma integral, a verba para cobrir os novos custos. Isso poderia comprometer a autonomia financeira de estados e municípios, violando o princípio federativo, que é cláusula pétrea da Constituição.

O ministro também pontuou que, para o setor privado, “subsistem os riscos dos efeitos nocivos mencionados na medida cautelar; quais sejam, a probabilidade de demissões em massa de profissionais da enfermagem, notadamente no setor privado e o prejuízo à manutenção da oferta de leitos e demais serviços hospitalares”.

Mas concluiu que não contemplar os profissionais dessa área poderia gerar questionamentos com base no princípio da igualdade. Por isso, para este setor permitiu as negociações coletivas e deu prazo para a implementação da decisão, com efeitos a partir de 1o de julho deste ano.

Marconi Santana recebe apoios em Tabira

O ex-prefeito de Flores, Marconi Santana, segue ampliando sua articulação política no Sertão do Pajeú. Nesta semana, ele recebeu novas adesões em Tabira, onde dois nomes com histórico na política local declararam apoio à sua pré-candidatura a deputado estadual: os ex-vereadores Djalma das Almofadas e Tadeu Sampaio. As adesões são consideradas relevantes por envolverem lideranças […]

O ex-prefeito de Flores, Marconi Santana, segue ampliando sua articulação política no Sertão do Pajeú. Nesta semana, ele recebeu novas adesões em Tabira, onde dois nomes com histórico na política local declararam apoio à sua pré-candidatura a deputado estadual: os ex-vereadores Djalma das Almofadas e Tadeu Sampaio.

As adesões são consideradas relevantes por envolverem lideranças com atuação reconhecida no município e na região. Ambos já exerceram mandatos na Câmara de Vereadores de Tabira e mantêm influência em segmentos distintos da sociedade local.

Em declaração nas redes sociais, Marconi destacou o significado político do gesto. “Quando líderes com a experiência de Djalma e Tadeu se somam a nós, não é apenas um apoio — é um sinal de que estamos construindo algo maior, com raízes profundas e rumo claro”, afirmou.

Os ex-vereadores também se pronunciaram. Segundo eles, a decisão foi motivada pela identificação com o projeto político que Marconi vem apresentando. “Acreditamos nesse projeto porque Marconi demonstra coragem, preparo e sensibilidade. O Sertão precisa de representação forte na Assembleia. Ele tem tudo para ser essa voz”, afirmaram.

Marconi Santana tem intensificado agendas em municípios do Pajeú e de outras regiões do Sertão, buscando apoio de lideranças políticas e comunitárias. O movimento faz parte da estratégia de construção de uma base regional que sustente sua possível candidatura à Assembleia Legislativa de Pernambuco nas eleições de 2026.