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Miguel Duque e apoiadores condenados pela Justiça Eleitoral

Por Nill Júnior

O candidato à prefeitura de Serra Talhada, Miguel Duque foi mais uma vez condenado e multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Desta vez, nesta segunda-feira, 09 de setembro, a 71ª Zona Eleitoral de Serra Talhada, em ação impetrada pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, aplicou multa de R$ 7 mil reais por propaganda eleitoral antecipada ao candidato.

O Juiz Eleitoral Diógenes Portela Saboia Soares Torres, entendeu que no dia 11 de agosto, o então pré candidato Miguel Duque, fez propaganda eleitoral de forma antecipada, ao aparecer rotulado como “prefeito” em postagem na sua própria rede social, sendo esta conduta vedada, conforme fundamentos jurídicos.

Outra condenação: João Pereira Gama Neto e Alba Rejane Barros do Amaral foram condenados por divulgar, em formato de jingle, informações falsas, as chamadas fake news, em face da pré-candidata Márcia Conrado. Para tanto, o Juiz entendeu que “o áudio compartilhado pelos autores configura nítida e clara propaganda negativa, proibida pela legislação eleitoral”, fixando multa de R$ 5 mil reais para cada um deles.

Em outra ação, João Pereira Gama Neto aparece condenado mais uma vez, ao lado de George Carlos de Melo Lima, ambos por divulgar, de forma massiva, áudio criado com voz artificial e mecanizada, contendo propaganda negativa, sendo enquadrado como propaganda eleitoral extemporânea. Cada um pagará multa no valor de R$ 5 mil reais.

Outras Notícias

Levantamento da SDS aponta menor taxa de mortes violentas em 22 anos em Pernambuco

Pernambuco encerrou 2025 com a menor taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVIs) por 100 mil habitantes desde o início da série histórica, em 2004. Segundo levantamento da Secretaria de Defesa Social (SDS), o índice chegou a 32,7, o mais baixo dos últimos 22 anos. De janeiro a dezembro, o Estado registrou uma redução de 9,5% […]

Pernambuco encerrou 2025 com a menor taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVIs) por 100 mil habitantes desde o início da série histórica, em 2004. Segundo levantamento da Secretaria de Defesa Social (SDS), o índice chegou a 32,7, o mais baixo dos últimos 22 anos.

De janeiro a dezembro, o Estado registrou uma redução de 9,5% nas mortes violentas em comparação com 2024, o que representa 330 vidas preservadas ao longo do ano. O resultado consolida uma queda expressiva nos indicadores de criminalidade letal e reflete a intensificação das ações do Programa Juntos pela Segurança em todo o território pernambucano.

A governadora Raquel Lyra destacou que os dados confirmam a efetividade da política de segurança pública adotada pela gestão. Segundo ela, o governo tem investido R$ 2,3 bilhões em inteligência, tecnologia, reforço do efetivo e integração das forças policiais. “Preservar vidas e garantir tranquilidade à população são prioridades permanentes”, afirmou.

Historicamente, o pior cenário foi registrado em 2017, quando a taxa de mortes violentas alcançou 57,1 por 100 mil habitantes. Até então, o menor índice havia sido observado em 2013, com 34,1. O novo patamar de 32,7 estabelece um marco inédito na série.

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, atribuiu o resultado às ações integradas de policiamento, inteligência e políticas públicas transversais. Ele ressaltou que o foco permanece na preservação de vidas e na manutenção da ordem social.

Entre as principais estratégias apontadas pela SDS estão o combate à circulação de armas de fogo ilegais e o enfrentamento ao crime organizado. Desde o início de 2023, mais de 18,3 mil armas foram apreendidas em Pernambuco. Operações interestaduais, como Divisa Integrada, Vale do São Francisco Seguro e Nordeste Integrado, também reforçaram o controle territorial e a atuação conjunta entre estados.

No eixo de pessoal, a secretaria executa o maior reforço de efetivo dos últimos anos. A previsão é incorporar mais de sete mil novos profissionais até dezembro de 2026. Até agora, 3.183 agentes já foram formados e outros 3.400 estão em processo de formação, ampliando a presença policial e fortalecendo as ações preventivas e repressivas no Estado.

Afogados: Daniel Valadares celebra emenda de R$ 290 mil para construção de quadra no IFPE 

O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, celebrou em suas redes sociais mais uma conquista para o município: uma emenda parlamentar no valor de R$ 290 mil destinada pelo deputado federal Carlos Veras. O anúncio foi feito durante a cerimônia de colação de grau do IFPE campus Afogados da Ingazeira, realizada nesta quarta-feira (22), […]

O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, celebrou em suas redes sociais mais uma conquista para o município: uma emenda parlamentar no valor de R$ 290 mil destinada pelo deputado federal Carlos Veras. O anúncio foi feito durante a cerimônia de colação de grau do IFPE campus Afogados da Ingazeira, realizada nesta quarta-feira (22), no Cine Teatro São José.

O evento celebrou a conclusão da jornada acadêmica de estudantes do Instituto Federal. Além das histórias inspiradoras dos formandos, a solenidade destacou a trajetória da instalação do IFPE no município, reafirmando a importância do instituto para a educação local.

A presença de autoridades como o reitor José Carlos, a diretora-geral do campus, Andrea Dacal, e a vereadora Lucineide Cordeiro reforçou a relevância do momento. Contudo, o ponto alto foi o anúncio da emenda de R$ 290 mil, que será destinada à construção de uma quadra poliesportiva no campus.

O vice-prefeito, Daniel Valadares, agradeceu publicamente ao deputado Carlos Veras, destacando seu compromisso com Afogados da Ingazeira. “Venho aqui agradecer e comemorar mais um gesto desse deputado federal pajeuzeiro arretado, que tem trabalhado muito por Afogados da Ingazeira, Pernambuco e o Brasil. Já foram destinados quase R$ 3 milhões para nosso município, e vem mais investimentos por aí”, afirmou.

TCE-PE julga legais nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada

Por André Luis A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou legais as nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08). O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneios, tratava da admissão de […]

Por André Luis

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou legais as nomeações de servidores da Prefeitura de Serra Talhada, no exercício financeiro de 2022. A decisão foi tomada por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira (01.08).

O processo, relatado pelo conselheiro substituto Adriano Cisneios, tratava da admissão de pessoal realizada pela Prefeitura Municipal de Serra Talhada no exercício financeiro de 2022 da prefeita Márcia Conrado, referente ao Concurso Público para os cargos efetivos. 

Na decisão, os conselheiros analisaram o processo de seleção, bem como a documentação apresentada pela Prefeitura de Serra Talhada. Concluíram que as nomeações foram feitas de acordo com a legislação vigente e que os candidatos aprovados no concurso público estavam aptos para assumir os cargos.

Carnaíba tem três novos casos de covid-19

  Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Prefeitura de Carnaíba (@prefeituradecarnaibape) em 26 de Mai, 2020 às 3:18 PDT Município conta agora com 12 casos confirmados de Covid-19. A Secretaria Municipal de Saúde de Carnaíba, informou na noite desta terça-feira (26), que foram confirmados 3 (três) novos casos de Covid-19. Trata-se […]

 

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Uma publicação compartilhada por Prefeitura de Carnaíba (@prefeituradecarnaibape) em

Município conta agora com 12 casos confirmados de Covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde de Carnaíba, informou na noite desta terça-feira (26), que foram confirmados 3 (três) novos casos de Covid-19. Trata-se de pessoas que apresentaram sintomas de Síndrome Gripal, sendo duas do sexo feminino e uma do sexo masculino.

Dentre essas pessoas, duas já cumpriram quarentena e uma está em isolamento domiciliar. Os três pacientes apresentaram sintomas leves e possuem quadro clínico estável.

O município conta agora com 12 casos confirmados, 2 recuperados, 3 em investigação, 22 descartados e 4 óbitos.

Para senadores da CPI, diretor da FIB BanK deu o depoimento ‘mais escabroso’

“Escabroso”, “contraditório”, “demolidor” foram alguns dos adjetivos usados pelos senadores para qualificar o depoimento desta quarta-feira (25) na CPI da Pandemia. O depoente foi Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor-presidente da FIB BanK — empresa apresentada como garantidora de crédito da Precisa Medicamentos na malograda compra da vacina indiana Covaxin.  O depoente disse que a FIB […]

“Escabroso”, “contraditório”, “demolidor” foram alguns dos adjetivos usados pelos senadores para qualificar o depoimento desta quarta-feira (25) na CPI da Pandemia. O depoente foi Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor-presidente da FIB BanK — empresa apresentada como garantidora de crédito da Precisa Medicamentos na malograda compra da vacina indiana Covaxin. 

O depoente disse que a FIB BanK, apesar do nome, não é um banco, e apesar de ser uma pequena empresa, tem capital social de R$ 7,5 bilhões, na forma de terrenos em São Paulo e no Paraná.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou ter sido, “de longe, o depoimento mais contraditório desta comissão”. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator, qualificou o depoimento de “escabroso” e lembrou que o negócio foi paralisado graças à CPI. 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) disse que nenhum outro depoimento foi “carregado de tantas irregularidades”. 

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) enumerou as “artimanhas” e disse que o que Eduardo Pazuello, Elcio Franco e Roberto Dias têm de responder por assinarem pelo Ministério da Saúde um contrato sem as formalidades legais. 

O senador Jorginho Mello (PL-SC) qualificou a atuação da empresa de “golpe”, “tramoia” e “picaretagem”, mas elogiou o governo por não ter fechado o negócio.

Apesar do nome, a FIB BanK não é banco ou instituição financeira. O questionamento da CPI concentrou-se na falta de credenciais da empresa para avalizar um negócio da ordem de R$ 1,6 bilhão com o Ministério da Saúde, diante de várias possíveis ilegalidades em sua constituição e operação. 

Também indagou-se sobre o papel do advogado Marcos Tolentino, apontado como verdadeiro dono da FIB BanK e ligado ao líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR). O nome de Barros foi citado em negociações de vacinas com o governo brasileiro suspeitas de irregularidades.

“O pior é que coloca o nome de banco e nem banco é! A fake news começa aí!”, indignou-se o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM).

Em diversos momentos, Roberto Pereira afirmou desconhecer pessoas envolvidas nos negócios da FIB Bank (como Francisco Maximiano, dono da Precisa), ou não dispor dos documentos necessários para responder as perguntas do relator, encaminhando as solicitações aos departamentos comercial e jurídico de sua empresa. 

Ao lhe perguntarem sua remuneração na empresa, o depoente pediu para prestar a informação por escrito após a reunião.

Roberto Pereira reconheceu que a FIB Bank nasceu como shelf company. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) explicou que o termo em inglês (que significa “empresa de prateleira”) designa empresas constituídas em cartório, mas sem atividade, criadas apenas para serem revendidas a quem queira possuir uma pessoa jurídica sem enfrentar a burocracia de criação de uma empresa.

A senadora Simone Tebet fez uma detalhada exposição das aparentes fraudes nas atividades da FIB BanK ao longo dos anos, a começar pelo uso de “laranjas” como sócios. 

Um dos momentos mais surpreendentes da reunião foi a exibição de um vídeo de Geraldo Rodrigues Machado, morador do município alagoano de Pão de Açúcar. No vídeo, Araújo contou que, ao tentar financiar uma moto em 2015, descobriu que era sócio da empresa.

“O contrato da Covaxin era fraudulento. Faltavam partes, [havia] valores para serem pagos em paraíso fiscal por quem não fazia parte da assinatura do contrato, e garantia de um banco que não era banco”, afirmou Simone. “O Ministério da Saúde é tão ou mais responsável por isso”, emendou. As informações são da Agência Senado.