Michelle Bolsonaro quer censurar música ‘Micheque’ do Detonautas
Por Nill Júnior
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro quer a música “Micheque”, de autoria da banda de rock Detonautas, fora do ar.
A canção faz alusão satírica aos depósitos de cheques no valor de R$ 89 mil que teriam sido feitos por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), investigado por um esquema de “rachadinha” e sua mulher.
Na última quinta-feira (24), Michelle prestou queixa na Delegacia de Crimes Eletrônicos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) em São Paulo alegando ser vítima de ofensa, injúria, calúnia e difamação.
O requerimento é para que a obra seja retirada das plataformas digitais e seja proibida de ser executada em lugares públicos ou privados.
A composição é do vocalista dos Detonautas, Tico Santa Cruz, e tem participação especial de Marcelo Adnet. No começo da canção, o humorista imita a voz do presidente em referência à frase dita por ele a um jornalista ao ser questionado sobre Michelle e os cheques. “Minha vontade é encher tua boca na porrada, tá?”.
A letra gira em torno da questão e pergunta à primeira-dama a procedência do dinheiro.
Liberdade de expressão – o músico Tico Santa Cruz comentou a situação por meio das redes sociais neste sábado.
Segundo ele, a música representa o “desejo legítimo de manifestação da liberdade de expressão”. O artista conclui justificando que a letra da música não constitui calúnia ou difamação.
Secretário disse que a escavação da coluna não foi suficiente diante de um volume de 150 milímetros de chuva O Secretário de Obras de Carnaíba, Thiago Arruda, disse há pouco ao blog que interditou a ponte sobre o Curral Velho, em virtude dos danos estruturais por ela sofrida com as fortes chuvas. Ele revelou que […]
Secretário disse que a escavação da coluna não foi suficiente diante de um volume de 150 milímetros de chuva
O Secretário de Obras de Carnaíba, Thiago Arruda, disse há pouco ao blog que interditou a ponte sobre o Curral Velho, em virtude dos danos estruturais por ela sofrida com as fortes chuvas.
Ele revelou que foram incríveis 150 milímetros nas últimas horas. Houve também danos na passagem molhada de Bem-te-vi. Ele esteve com engenheiros no local, que cedeu.
“A escavação da coluna do meio pro lado direito não foi suficiente. A gente já notificou a empresa. Está no contrato e a empresa vai realizar o serviço de reparo”. A empresa é a Vale.
Como do lado é de pedra e no meio é mais terra a escavação não foi suficiente ao volume de água. Foram 150 milímetros em poucas horas. De fato essa parte do meio cedeu e a ponte cedeu”.
Ele informou que na hora que a água ceder, com o intervalo das chuvas, a empresa retomará os serviços. “Nós aconselhamos a população a não passar enquanto não for feito o reparo”, disse, diante de alguns moradores que insistem em passar.
Do Blog do Elielson A ausência da governadora Raquel Lyra (PSD), na agenda do presidente Lula hoje no estado foi um recado claro de distanciamento do líder petista. Após muitos acenos, gestos, falas e até proximidade parece que a governadora cansou diante do movimento do presidente em favor da oposição. Parece que houve frustrações. Lula […]
A ausência da governadora Raquel Lyra (PSD), na agenda do presidente Lula hoje no estado foi um recado claro de distanciamento do líder petista. Após muitos acenos, gestos, falas e até proximidade parece que a governadora cansou diante do movimento do presidente em favor da oposição.
Parece que houve frustrações. Lula talvez esperasse uma declaração antecipada de voto por parte da governadora. Por sua vez, Raquel pensasse em um palanque duplo ou coisa parecida. Além disso, segundo apuramos, o Planalto tem segurado o pagamento dos recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), aconteceram também quebras de protocolos em eventos oficiais para desprestigiar a governadora etc.
Com essa decisão, Raquel preferiu ir ao Sertão do que bater palmas para Lula. Ela caminha mais ao centro e sinaliza para o eleitor que não votará de jeito nenhum em um nome apoiado por Lula. Isso amplia a chance dela abrir palanque para candidatos como Ratinho Júnior ou Tarcísio de Freitas em Pernambuco na eleição do próximo ano.
Ao confirmar sua ausência, a governadora Raquel Lyra escalou sua vice Priscila Krause para receber o presidente Lula em Pernambuco. Krause também fez o papel de auxiliar quando cumpriu a agenda com a primeira-dama Janja da Silva no litoral norte.
Entre os nomes que compõem a comitiva presidencial de Lula ao estado está o prefeito do Recife, João Campos. O presidente nacional do PSB estava em Brasília para a sessão solene dos 20 anos da morte do ex-governador Miguel Arraes. Campos e Lula deverão aproveitar o voo para por as articulações sem dia.
Por André Luis Neste sábado (3), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento anunciou uma série de investimentos para o município. Os anúncios aconteceram durante a Festa de Vila de Fátima. Neste domingo (4), Gilson Bento usou as suas redes sociais para compartilhar o anúncio de mais de R$ 14 milhões em projetos que segundo ele […]
Neste sábado (3), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento anunciou uma série de investimentos para o município. Os anúncios aconteceram durante a Festa de Vila de Fátima.
Neste domingo (4), Gilson Bento usou as suas redes sociais para compartilhar o anúncio de mais de R$ 14 milhões em projetos que segundo ele irão melhorar a qualidade de vida dos moradores de Brejinho.
Gilson destacou a construção de um hospital novo, que receberá um investimento de R$ 3 milhões.
“Essa notícia trouxe esperança e alegria aos moradores da região, que há tempos aguardavam por um centro de saúde mais completo e moderno. Tenham certeza de que essa conquista representa um importante avanço na área da saúde, proporcionando um atendimento de qualidade e ampliando os serviços disponíveis para toda a população”, destacou o prefeito.
Ele também anunciou um investimento de R$ 10 milhões para a pavimentação asfáltica de Brejinho à Vila de Fátima. E ainda a construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) nível 4 em Vila Mariana, onde serão investidos R$ 1,6 milhão.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Prefeitura de Arcoverde que realize, no prazo de 90 dias, a fiscalização e regularização de bares e restaurantes localizados no município. A recomendação busca solucionar problemas de poluição sonora e funcionamento irregular de estabelecimentos, apontados após denúncias recebidas pela 4ª Promotoria de Justiça de Arcoverde. O documento […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Prefeitura de Arcoverde que realize, no prazo de 90 dias, a fiscalização e regularização de bares e restaurantes localizados no município. A recomendação busca solucionar problemas de poluição sonora e funcionamento irregular de estabelecimentos, apontados após denúncias recebidas pela 4ª Promotoria de Justiça de Arcoverde.
O documento destaca que a situação vem sendo acompanhada desde 2015 pelo MPPE, com a instauração do Inquérito Civil nº 02291.000.099/2021, que busca apurar irregularidades no funcionamento de bares de Arcoverde. Segundo relatos recebidos da população, ainda é possível encontrar estabelecimentos que continuam em atividade, apesar de estarem em situação irregular de documentação e exploração do som.
Sendo assim, o Ministério Público de Pernambuco recomendou que a Prefeitura de Arcoverde realize um levantamento de todos os bares e restaurantes instalados no município, devendo especificar quais deles se encontram com e sem alvará de funcionamento e realizando a regularização daqueles que se encontram em situação indevida.
Além disso, a Prefeitura deve promover inspeções por parte da vigilância sanitária, no intuito de fiscalizar o cumprimento das normas sanitárias e as referentes a não poluição sonora, conforme Código de Posturas do Município.
A recomendação, assinada pelo Promotor de Justiça Edson de Miranda Cunha Filho, foi publicada no Diário Oficial eletrônico do MPPE do dia 13 de setembro de 2023.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, esclareceu neste sábado (14) a atuação da pasta nos dias anteriores aos atos terroristas em Brasília. Em uma série de postagens no Twitter, ele afirmou que apenas as autoridades do Distrito Federal podiam garantir a ordem pública e coordenar o policiamento ostensivo antes dos eventos do último domingo (8). […]
O ministro da Justiça, Flávio Dino, esclareceu neste sábado (14) a atuação da pasta nos dias anteriores aos atos terroristas em Brasília.
Em uma série de postagens no Twitter, ele afirmou que apenas as autoridades do Distrito Federal podiam garantir a ordem pública e coordenar o policiamento ostensivo antes dos eventos do último domingo (8).
No Twitter, Dino apresentou esclarecimentos sobre a legislação e explicou que, somente a partir do decreto de intervenção federal na segurança pública do DF, o governo federal ganhou poderes gerenciar operações de policiamento ostensivo na capital federal.
“A direita golpista insiste no desvario que eu poderia ter evitado os eventos do dia 8. Esclareço, mais uma vez, que o Ministério da Justiça não comanda policiamento ostensivo nem segurança institucional. A não ser em caso de intervenção federal, que ocorreu na tarde do dia 8”, postou o ministro, que também citou o Parágrafo 5º do Artigo 144 da Constituição, que estabelece que o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública cabem às Polícias Militares.
Para o ministro, uma eventual decretação de intervenção federal antes dos atos terroristas do domingo passado teria gerado uma crise política e seria mal recebida pelos políticos de direita. “Fico pensando se eu tivesse proposto intervenção federal antes dos eventos do dia 8. O que diriam: ‘ditadura bolivariana, Coreia do Norte, Cuba, etc etc’. Propus intervenção federal com base real, não com base em presunções. Não sou profeta. Tampouco ‘engenheiro de obra pronta’”, acrescentou.
Dino comentou ainda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que arquivou ontem (13) pedido do deputado eleito Nikolas Ferreira (PL-MG), que havia pedido a prisão preventiva do ministro da Justiça por suposta omissão intencional antes dos atos de domingo.
“Ou seja, a direita golpista não tem nenhuma razão e quer apenas proteger os terroristas. E, no desespero, produz absurdos, mentiras, agressões e mais crimes”, postou Dino.
Nos últimos dias, o ministro tem afirmado que pediu reforço policial ao governo do Distrito Federal na véspera dos atos e que havia estranhado o relaxamento no esquema de segurança, que permitiu que manifestantes se aproximassem do Congresso Nacional, em vez de seguir o plano inicial de barrar o acesso à Esplanada a partir da Rodoviária do Plano Piloto.
Desde que o presidente Lula foi eleito em segundo turno, no final de outubro, apoiadores do ex-presidente Bolsonaro demonstram inconformismo com o resultado do pleito e pedem um golpe militar no país, para depor o governo eleito democraticamente. As manifestações dos últimos meses incluíram acampamentos em diversos quartéis generais do país e culminaram com a invasão e depredação das sedes dos três poderes, no domingo passado.
Você precisa fazer login para comentar.