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Mentoria Acelerando Sua Clínica Experience compartilha estratégias para impulsionar clínicas odontológicas

Por André Luis

Com objetivo de contribuir com o crescimento e impulsionar clínicas odontológicas de todo Brasil, o Club Doctor promoveu, no dia 17 de maio, em Recife, o Mentoria Acelerando sua Clínica Experience, com palestras dos dentistas Bruno Maciel e Manoel Alvino.

O CEO da Ortoestética e especialista em gestão estratégica para dentistas, Bruno Alencar, foi um dos destaques do evento, que visou capacitar profissionais da odontologia para transformar suas clínicas em negócios rentáveis e de alto desempenho.

Voltado exclusivamente para dentistas empreendedores, o evento reuniu participantes em uma imersão prática e estratégica, abordando temas como simulação de vendas, métodos de precificação, estratégias de gestão e marketing, captação de clientes e networking com profissionais de referência no mercado.

Durante sua participação, Bruno Alencar conduziu atividades voltadas ao desenvolvimento de planos de ação personalizados, mostrando na prática como os dentistas podem aplicar técnicas de mercado para aumentar a eficiência, atrair mais pacientes e potencializar os resultados financeiros de suas clínicas. “O sucesso de uma clínica odontológica não depende apenas da técnica, mas também de uma gestão bem estruturada e de estratégias comerciais inteligentes”, afirmou.

O evento destacou-se por sua abordagem imersiva, oferecendo conteúdos práticos e dinâmicas de aplicação imediata, proporcionando aos participantes a oportunidade de sair do encontro com um plano de ação concreto para colocar em prática no dia seguinte.

Com a presença de nomes relevantes como Bruno Alencar, o Mentoria Acelerando Sua Clínica Experience reforça sua posição como um dos principais eventos do setor, promovendo o crescimento sustentável e estratégico da odontologia no Brasil.

Outras Notícias

Após atrito com Presidente, vereadores abandonam sessão em São José do Egito

Na noite deste segunda feira (08/02) a sessão da Câmara de Vereadores transformou-se em um verdadeiro circo, conforme afirmou um vereador daquela casa. “Isso tá um circo, tá uma cachorrada”, bradou o vereador Davi Teixeira antes de abandonar a sessão. Tudo começou quando o presidente da Câmara, João de Maria, começou a interromper as falas […]

Na noite deste segunda feira (08/02) a sessão da Câmara de Vereadores transformou-se em um verdadeiro circo, conforme afirmou um vereador daquela casa. “Isso tá um circo, tá uma cachorrada”, bradou o vereador Davi Teixeira antes de abandonar a sessão.

Tudo começou quando o presidente da Câmara, João de Maria, começou a interromper as falas dos colegas que o criticam, inclusive David, falando: “quem manda aqui sou eu”. Com a confusão, cinco vereadores se retiraram da sessão, isolando o presidente na mesa.

O vereador Flávio Juca, após fazer o seu discurso, também se retirou da sessão. No final, mais da metade dos próprios colegas vereadores, em protesto contra a condução dos trabalhos do Presidente, abandonam a sessão. Veja como foi a sessão clicando aqui. A confusão começa aos 50 minutos.

“A Câmara de São José do Egito, outrora tão sempre conduzida e respeitada, hoje é motivo de chacota entre até os próprios pares. O atual presidente tá perdido que nem cego em tiroteio, e pior, acha que tá certo”, afirmou um vereador governista.

A sessão foi marcada pelo pedido de licença do vereador Gerson de Souza, que vai assumir a Secretaria de Agricultura. Com isso o suplente e ex-vereador Tadeu do Hospital assume vaga na Casa Legislativa. A arrumação é parte do que o blog já tinha adiantado: parte da base de apoio que votou no atual Presidente da Câmara, João de Maria, está migrando de novo para o alinhamento com o bloco governista de Evandro Valadares.

Vereador Aristóteles Monteiro reafirma pré-candidatura à Prefeitura de Tabira

Diferentemente do que anunciou o new petista Djalma das Almofadas, o vereador Aristóteles Monteiro segue como pré-candidato a Prefeito de Tabira, inclusive ele disse ontem ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM que as inscrições seguem abertas para outros nomes da sigla que desejem disputar a sucessão do Prefeito Sebastião Dias. Monteiro disse não […]

Diferentemente do que anunciou o new petista Djalma das Almofadas, o vereador Aristóteles Monteiro segue como pré-candidato a Prefeito de Tabira, inclusive ele disse ontem ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM que as inscrições seguem abertas para outros nomes da sigla que desejem disputar a sucessão do Prefeito Sebastião Dias.

Monteiro disse não ter participação na contratação da pesquisa encomendada por Djalma e nem conhece o resultado. “O acordo entre os pré-candidatos não foi esse de se fazer pesquisa independente”.

O vereador chegou a dizer que pesquisa interna do PT aponta um resultado diferente e que a data de definição do nome antes agendada para 16 de abril será prorrogada pela direção petista.

O parlamentar municipal deixou claro que não tem ciúmes dos new petistas Flávio Marques e Djalma das Almofadas recém-chegados a sigla e já na condição de pré-candidatos. Ele defendeu o Deputado Federal Carlos Veras das críticas de que estaria dividindo o palanque do prefeito Sebastião Dias.

Aristóteles admitiu convite a vereadora Nely Sampaio para ingressar no PT e convidou o vereador Marcos Crente a voltar ao bloco governista, pois no palanque adversário (Dinca), a candidatura não é discutida, é sempre imposta.

Bolsonaro usa evento oficial para convocar aliados a atos contra o STF no 1º de Maio

O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou um evento oficial neste sábado (30) em Uberaba (MG) para convocar seus aliados a participarem dos atos convocados para este domingo, 1º de Maio. As informações são da Folha de S. Paulo. Em recado direto ao STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente disse: “[Aqueles] que, porventura, irão às ruas […]

O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou um evento oficial neste sábado (30) em Uberaba (MG) para convocar seus aliados a participarem dos atos convocados para este domingo, 1º de Maio. As informações são da Folha de S. Paulo.

Em recado direto ao STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente disse: “[Aqueles] que, porventura, irão às ruas amanhã, não para protestar, mas para dizer que o Brasil está no caminho certo. Que o Brasil quer que todos joguem dentro das quatro linhas da Constituição. E dizer que não abrimos mão da nossa liberdade.”

“Amanhã não será dia de protestos. Será dia de união do nosso povo para um futuro cada vez melhor pra todos nós”, completou, na Expozebu, maior evento da pecuária no país. O evento consta da agenda oficial do presidente e teve transmissão ao vivo pela TV Brasil, do governo federal.

​Aliados do presidente defendem que ele não participe dos atos em desagravo ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) neste domingo, por temor de discursos radicalizados que possam acentuar a crise entre os Poderes.

Já integrantes do Legislativo e do Judiciário, com ou sem a presença do chefe do Executivo, temem que as manifestações possam reeditar os atos de raiz golpista de 7 de Setembro do ano passado.

Neste domingo estão previstas mobilizações em ao menos cinco capitais: Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Os últimos três devem ser maiores, em especial o que ocorrerá na avenida Paulista.

Segundo organizadores, Bolsonaro ainda não definiu se participará do ato na capital federal, que deve ocorrer em frente ao Congresso. Mas integrantes da segurança da Presidência participaram das reuniões com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

O entorno do chefe do Executivo diz que ele só comparecerá ao ato de Brasília caso a manifestação seja volumosa.

Paulo Veras: o que é e qual o futuro do bolsonarismo?

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares Por Paulo Veras/JC Online Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o […]

Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Estadão Conteúdo

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão evangélicos, jovens liberais, ruralistas, policiais e militares

Por Paulo Veras/JC Online

Wilson Lapa já foi eleitor de Lula (PT). Presidente da associação de moradores de Brasília Teimosa, comunidade que recebeu muita atenção dos petistas nos primeiros dias após o partido assumir a presidência, este ano ele fez campanha intensiva por Jair Bolsonaro (PSL), eleito presidente no último dia 28 com 55% dos votos válidos.

“Eu dizia que ia ser convidado para ser o ministro das Comunicações. Eu não parava de fazer campanha pelo WhatsApp. No segundo turno, eu conversava com o grupo que era contra. Quando eles botavam dez mensagens, eu botava vinte”, ele conta.

Aos 59 anos, foi seduzido ao bolsonarismo pelo discurso em “defesa da família” e da “moralização das escolas”. É evangélico e, nos últimos anos, se entristeceu com o PT. “Eu honrei o PT, quando foi preciso honrar. Mas o PT vem decepcionando a gente. Usou Brasília Teimosa como um marketing. Se aproveitou e depois sumiu”, se ressente.

O movimento que levou Bolsonaro à Presidência não é unitário. Sob o guarda-chuva do bolsonarismo estão os evangélicos, preocupados com a família “tradicional”, contra o casamento gay e o aborto; jovens liberais confiantes nas promessas de um Estado enxuto; movimentos pró-impeachment, como o Vem Pra Rua e o MBL, identificados com a pauta anticorrupção e a defesa da Operação Lava Jato; ruralistas, que defendem uma reação rigorosa a ocupação de terras; policiais e militares, que veem na liberação da posse de armas de fogo um caminho para combater a violência; e, até, uma ala minoritária de saudosistas da ditadura militar.

Todos eles se unem no apoio ao “mito” Bolsonaro como líder popular do mesmo jeito que um robusto grupo de sindicatos, sem terras, movimentos feministas e LGBTs e nordestinos veneram Lula.

Juntos, os bolsonaristas conseguiram galgar degraus na política brasileira só então atingidos pelo lulismo. Produziram uma adesão espontânea, com pessoas que compravam camisetas do “mito” Bolsonaro por até R$ 20 nos camelôs, e um grupo de manifestantes organizados, com estética, discursos e dinâmicas próprios, tirando da esquerda a prevalência sobre as ruas. Nesse ponto, o bolsonarismo é o pós-lulismo.

“O bolsonarismo é um fenômeno vasto. Algumas pessoas aderiram desde o seu núcleo originário. Pessoas mais religiosas, que têm expectativa de um ideário de costumes conservadores, e outras de uma nostalgia equivocada com relação ao período militar. O que juntou muita gente ao redor do Bolsonaro foi o anti-petismo. O PT saiu da ditadura como a grande expectativa de transformação da política do País. E se revelou um partido tão corrupto quanto os outros. E o PT não fez a autocrítica que tinha que fazer. Talvez, se não tivesse ficado preso na obsessão pelo Lula, com um caráter quase sectário, Haddad (Fernando) teria sido eleito. Toda uma gama de pensamento mais liberal de centro-direita acabou se juntando ao Bolsonaro – não ao bolsonarismo – para que o PT não voltasse ao poder”, avalia o filósofo Luiz Felipe Pondé.

Discurso bolsonarista

Para Pio Guerra Júnior, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), os produtores rurais aderiram à campanha de Bolsonaro por causa de promessas de melhorar a segurança pública e de proteção à propriedade privada.

“Ele reconhecia o agronegócio brasileiro, que tem sustentado esse País por centenas de anos. Não apoiamos por interesses próprios. A gente defende pautas que são inerentes a todos os brasileiros. Se não resolver o problema das invasões de terra no meio urbano ou rural, você não resolve a violência. Se você não permitir que o cidadão tenha uma arma para defender sua casa, na cidade e no campo, você está abandonando o Brasil. Ninguém representava a renovação mais do que Bolsonaro. Não estou dizendo que ele é um santo”, explica.

O discurso de Bolsonaro foi importante para ele ganhar outro público expressivo: os evangélicos. “Eles aderiram à campanha de Bolsonaro porque ele usa a linguagem religiosa para falar com esse público. E tem uma pauta para a qual esse público é muito sensível, da manutenção dos costumes. São coisas relacionadas à sexualidade, movimento LGBT, modelo de família e aborto. Além disso, uma boa parte da população da periferia é evangélica”, lembra Edin Sued Abumanssur, professor de Sociologia em Ciência da Religião da PUC São Paulo.

Na visão de Maria Dulce Sampario, coordenadora do movimento Vem Pra Rua no Recife, ainda que este grupo político não tenha apoiado oficialmente Bolsonaro, os componentes podem fazer protestos para defender a implementação de uma série de pautas do novo governo.

“Acho que, se acontecer algum bloqueio do Congresso, um veto às políticas dele, nós iremos protestar. A gente vai para ajudar. E também se a gente vir que tem algo de ruim para o País que possa ser implementado”, explica. Na campanha, o Vem Pra Rua defendeu o voto “PT Não”.

Presidente da AMUPE participa de Seminário de Direito à Cidade do TCE

Foi realizado hoje (29/05), no Tribunal de Contas do Estado-TCE, o II Seminário Pernambucano de Direito à Cidade. O evento é uma ação conjunta entre a Escola Superior de Advocacia da OAB/PE e o TCE. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, participou da abertura do evento […]

Foi realizado hoje (29/05), no Tribunal de Contas do Estado-TCE, o II Seminário Pernambucano de Direito à Cidade. O evento é uma ação conjunta entre a Escola Superior de Advocacia da OAB/PE e o TCE.

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, participou da abertura do evento que contou ainda com as presenças dos prefeitos Ana Célia ( Surubim) e vice-presidente da Amupe,  Débora Almeida( São Bento do Una) e presidente do Comupe e Ângelo Ferreira( Sertânia).

Foi palestrante João Mendes, diretor de Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional.

José Patriota falou de como devolver a cidade para as pessoas observando que os economistas deveriam se debruçar na cota do passivo dos erros cometidos lá atrás, que a sociedade paga, como meio ambiente, poluição, saneamento básico, mobilidade urbana, calçadas quebradas causando problemas aos pedestres, morte no trânsito e tantas outras.

Mas também disse ele, tem algo fora o passivo, como medidas mitigadoras que possam amenizar o que estar consolidado para reduzir os danos do dia a dia.