Candidato ao Senado pela Coligação Pernambuco Vai Mudar, Mendonça Filho (DEM) subiu quatro pontos e assumiu a segunda colocação, na nova pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira (19). Mendonça soma agora 31 pontos contra 36 pontos de Jarbas. A margem de erro é de três pontos percentuais.
“Humberto Costa (PT) estacionou na terceira posição, com 30 pontos”, diz a assessoria do candidato em nota.
O outro candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Bruno Araújo (PSDB) , também teve uma boa subida, saindo de 6 para 12 pontos. Silvio Costa (Avante) soma 11 pontos e o Pastor Jairinho (Rede) tem 6 pontos. Adriana Rocha (Rede) tem 3%, Hélio Cabral (PSTU) e Lídia Brunes (PROS) somam 2%. Albânise (PSOL), Eugênia (PSOL) e Alex Lima Rola (PCO) têm 1%.
Em branco, nulo ou nenhum para a 1° vaga tem 20%. Já para a 2° vaga, os votos branco, nulo ou nenhum somam 28%.
A pesquisa foi encomenda pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo, entre os dias 18 e 19 de setembro. Foram ouvidos 1.232 eleitores de 50 municípios do Estado, com 16 anos ou mais. O nível de confiança utilizado é de 95%.
No Brasil, foram citados o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes g1 O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) publicou neste domingo (3) reportagens citando mais de 330 políticos, funcionários públicos de alto escalão, empresários e artistas de 91 países e territórios que têm ou tinham empresas offshore, […]
No Brasil, foram citados o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes
g1
O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) publicou neste domingo (3) reportagens citando mais de 330 políticos, funcionários públicos de alto escalão, empresários e artistas de 91 países e territórios que têm ou tinham empresas offshore, ou seja, fora de seu domicílio fiscal e abertas em locais conhecidos como paraísos fiscais, pois cobram pouco ou nenhum imposto e protegem o sigilo bancário do cliente.
As informações foram obtidas em 11,9 milhões de documentos de escritórios administradores de offshores em todo o mundo, aos quais o consórcio teve acesso.
Participaram da investigação 615 jornalistas de 149 veículos em 117 países. No Brasil, fizeram parte da apuração jornalistas do site Poder360, da revista “piauí”, da Agência Pública e do site Metrópoles.
O material está sendo analisado há cerca de um ano e foi divulgado neste domingo (3), em uma série de reportagens batizada de Pandora Papers. No Brasil, foram citados nos documentos o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Os documentos secretos também listam negociações envolvendo líderes mundiais, como o rei da Jordânia; os presidentes de Ucrânia, Quênia e Equador; o primeiro-ministro da República Tcheca; e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair (leia mais sobre eles ao final desta reportagem). Pessoas próximas ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, também aparecem na relação.
Segundo o ICIJ, Guedes e Campos Neto tinham empresas em paraísos fiscais e mantiveram os empreendimentos mesmo depois de terem entrado para o governo do presidente Jair Bolsonaro, no início de 2019.
Campos Neto, segundo o consórcio, teria fechado sua empresa cerca de 15 meses depois de ter assumindo o comando do Banco Central. Guedes ainda mantém a empresa ativa. Ambos negam irregularidades nas suas empresas mantidas no exterior.
No caso de servidores públicos brasileiros, o artigo 5º do Código de Conduta da Alta Administração Federal, de 2000, proíbe funcionários do alto escalão de manter aplicações financeiras – no Brasil ou no exterior – que possam ser afetadas por políticas governamentais (leia aqui sobre isso e a íntegra da reportagem).
Em tempos de crise, o quebra-molas é a obra mais executada no sertão do Pajeú. Ao ouvir que a PE-292 em Iguaraci ganhou nove quebra-molas e Nova Brasilia em Afogados na PE-320 tem seis morrinhos na pista, um ouvinte da Rádio Pajeú, soltou mais uma. “Quebra-molas mesmo tem nas ruas da Itã. É um a cada […]
Em tempos de crise, o quebra-molas é a obra mais executada no sertão do Pajeú. Ao ouvir que a PE-292 em Iguaraci ganhou nove quebra-molas e Nova Brasilia em Afogados na PE-320 tem seis morrinhos na pista, um ouvinte da Rádio Pajeú, soltou mais uma.
“Quebra-molas mesmo tem nas ruas da Itã. É um a cada metro”. Isto, um sinal dos motoristas e motociclistas da região. O relato é de Anchieta Santos ao blog.
Ouro lado: Sobre os quebra molas em Iguaraci, ouvintes da cidade defenderam na Fanpage do Blog a instalação dos retentores de velocidade, alegando, como se atesta acima, que há muitos al motoristas.
Em linhas gerais relatam que na travessia que corta a pista na área urbana de Iguaraci, por exemplo, não são poucos os casos de idosos e crianças que sofrem risco com a imprudência de motoristas. Acreditem o desrespeito é tanto que ainda há quem defenda mais retentores de velocidade.
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Afogados da Ingazeira estreou ontem na Rádio Pajeú o primeiro programa voltado para o setor de comércio e serviços e de interesse de toda população. O Espaço CDL, com meia hora de duração, foi ao ar ao meio dia e teve a participação ao vivo do vice-presidente da entidade, […]
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Afogados da Ingazeira estreou ontem na Rádio Pajeú o primeiro programa voltado para o setor de comércio e serviços e de interesse de toda população.
O Espaço CDL, com meia hora de duração, foi ao ar ao meio dia e teve a participação ao vivo do vice-presidente da entidade, Darlan Quidute e vários quadros.
O primeiro programa tratou de questões atuais como o momento da pandemia, o impacto na atividade comercial, a inovações e os cases de sucesso. Darlan destacou que a CDL tem dado suporte ao comércio local para o cumprimento de medidas que garantam a qualidade com segurança no atendimento. “Mesmo não associados que precisam de suporte estão tendo”, destacou. Assim, nivelando as orientações, diminuindo riscos, por exemplo, de novas restrições.
O programa teve ainda as participações de Mailane Chateubriant, da Bruno Chateubriant Comunicação Visual, Nelson Júnior, o Nelsinho da Pizzaria Estação, Plínio Pires, da Sá Barreto Pires e Mário Viana, da Agência MV4, participando com a Repórter CDL, Jaqueline Quidute.
A repercussão foi bastante positiva entre o comércio local, público consumidor e movimentos lojistas de cidades como Serra Talhada. “Foi iniciativa espetacular”, comentou Francisco Mourato, do Sinduscom da Capital do Xaxado.
A janela partidária, que é o prazo que os parlamentares possuem para mudar de partido sem perder o mandato no Brasil, chegou ao fim no dia 1º de abril e gerou uma verdadeira tsunami de trocas de siglas em Pernambuco. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), por exemplo, apenas nesse período cerca de metade dos […]
A janela partidária, que é o prazo que os parlamentares possuem para mudar de partido sem perder o mandato no Brasil, chegou ao fim no dia 1º de abril e gerou uma verdadeira tsunami de trocas de siglas em Pernambuco. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), por exemplo, apenas nesse período cerca de metade dos 49 deputados deixaram as siglas nas quais foram eleitos na última eleição. A reportagem é do JC Online.
O fechamento da janela partidária ocorre seis meses antes do primeiro turno das eleições. A regra foi criada na Reforma Eleitoral de 2015, depois que a Justiça Eleitoral decidiu que o mandato adquirido em eleições para deputados e vereadores é das legendas, não dos candidatos eleitos. Se por acaso algum parlamentar tentar mudar de agremiação fora da janela sem justificativa válida, ele pode perder o cargo.
Na Alepe, pelo menos 26 deputados estaduais mudaram de sigla até a semana passada. Algumas dessas mudanças foram curiosas, como a do deputado Marco Aurélio Meu Amigo, que era do PRTB e chegou a ser líder da oposição na Casa, mas se filiou ao PSB, partido do governador Paulo Câmara.
Outra alteração que chamou atenção foi a da deputada Priscila Krause, que depois de 16 anos filiada ao Democratas, saiu do partido depois que ele se fundiu ao PSL, criando o União Brasil. Agora, a parlamentar faz parte do Cidadania e é cotada para fazer parte da chapa majoritária da pré-candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB).
Partido que conquistou a maior bancada da Alepe em 2018, com 11 deputados, o PSB perdeu três parlamentares e ganhou seis nesta janela partidária. O PP, que ficou com 10 cadeiras na última eleição, recebeu cinco filiações e desfiliou cinco representantes na Casa. Todos os cinco deputados do PSC, terceira maior bancada da Alepe até então, deixaram a legenda.
Na Câmara dos Deputados, em Brasília, houve menos mudanças entre os pernambucanos. Dos 25 parlamentares, apenas cinco mudaram de sigla nas últimas semanas.
Confira abaixo as mudanças ocorridas:
Assembleia Legislativa
Adalto Santos – saiu do PSB e foi para o PP; Alberto Feitosa – saiu do PSC e foi para o PL
Alessandra Vieira – saiu do PSDB e foi para o União Brasil
Álvaro Porto – saiu do PTB e foi para o PSDB
Antonio Fernando – saiu do PSC e foi para o PP
Clarissa Tércio – saiu do PSC e foi para o PP
Claudiano Martins – saiu do PSB e foi para o PP
Clodoaldo Magalhães – saiu do PSB e foi para o PV
Eriberto Medeiros – saiu do PP e foi para o PSB
Fabíola Cabral – saiu do PP e foi para o SD
Fabrizio Ferraz – saiu do PP e foi para o SD
Guilherme Uchoa Jr – saiu do PSC e foi para o PSB
Gustavo Gouveia – saiu do União Brasil e foi para o SD
Henrique Queiroz Filho – saiu do PL e foi para o PP
João Paulo – saiu do PCdoB e foi para o PT
João Paulo Costa – Era do Avante, mas sua assessoria não informou se ele trocou de sigla
Joaquim Lira – saiu do PSD e foi para o PV
Joel da Harpa – saiu do PP e foi para o PL
Marco Aurélio Meu Amigo – saiu do PRTB e foi para o PSB
Priscila Krause – saiu do União Brasil e foi para o Cidadania
Rodrigo Novaes – saiu do PSD e foi para o PSB
Rogério Leão – saiu do PL e foi para o PSB
Romário Dias – saiu do PSD e foi para o PL
Romero Albuquerque – saiu do PP e foi para o União Brasil
Romero Sales Filho – saiu do PTB e foi para o União Brasil
Tony Gel – saiu do MDB e foi para o PSB
Wanderson Florêncio – saiu do PSC e foi para o Podemos
Câmara dos Deputados
Marília Arraes – saiu do PT e foi para o SD
André Ferreira – saiu do PSC e foi para o PL
Pastor Eurico – saiu do Patriota e foi para o PL
Augusto Coutinho – saiu do SD e foi para o Republicanos
G1 Depois que a Coreia do Norte lançou um míssil sobre o Japão na segunda-feira (28), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que não haverá trégua para o governo de Pyongyang e que “todas as opções estão sobre a mesa.” “A mensagem da Coréia do Norte sinalizou seu desprezo para países vizinhos e […]
Depois que a Coreia do Norte lançou um míssil sobre o Japão na segunda-feira (28), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que não haverá trégua para o governo de Pyongyang e que “todas as opções estão sobre a mesa.”
“A mensagem da Coréia do Norte sinalizou seu desprezo para países vizinhos e as Nações Unidas com um comportamento internacional inaceitável”, também afirmou Trump, segundo a agência Reuters.
A crise entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, no entanto, não começou agora. Ela se agravou no início de agosto, quando o governo norte-coreano anunciou que pretendia lançar quatro mísseis Hwasong-12 de médio alcance em um ataque nas proximidades da ilha de Guam, território dos Estados Unidos no Oceano Pacífico.
Em reação, Trump prometeu responder “com fogo e fúria como o mundo nunca viu” se o país asiático insistisse nas ameaças. Em resposta, o general Kim Rak Gyom, comandante da Força Estratégica do Exército do Povo Coreano, disse que o presidente americano não tinha entendido.
O tom da discussão subiu, com Trump afirmando que que sua ameaça de responder com “fogo e fúria” às provocações da Coreia do Norte talvez não tenha sido “forte o suficiente”. “É melhor a Coreia do Norte começar a agir direito ou ela estará em apuros como poucos países já estiveram antes”, disse.
Por sua vez, os militares norte-coreanos prometeram “destruir sem perdão os provocadores que estão fazendo tentativas desesperadas de sufocar a Coreia do Norte” e afirmaram que os Estados Unidos iriam “sofrer uma derrota vergonhosa e uma condenação final”, caso “persistam em suas aventuras militares, sanções e pressões extremas”.
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