Marília Arraes e Márcia Conrado se encontraram no Recife
Por André Luis
Na semana passada, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado e a deputada federal, Marília Arraes, ambas do Partido dos Trabalhadores (PT), se reuniram no Recife.
Segundo informações da assessoria da deputada, às duas conversaram sobre o cenário político nacional e a participação do ex-presidente Lula na eleição de 2022.
“Foi uma conversa onde me coloquei à disposição da prefeita Márcia para discutir Pernambuco e o Brasil. Márcia é a primeira mulher eleita prefeita de Serra Talhada e está fazendo um grande trabalho na cidade”, afirmou Marília.
Ainda segundo nota da assessoria, a deputada já enviou cerca de R$ 15 milhões em emendas para Serra Talhada.
Márcia é uma das principais apoiadoras do projeto de Luciano Duque à Alepe e está pessoalmente empenhada na construção do projeto defendido pelo ex-prefeito. Esteve, inclusive, com ele na primeira agenda com a Caravana Pernambuco Mais Forte, que teve início em Petrolina, no Vale do São Francisco.
Foto: Paulo H. carvalho/Agência Brasília Poder 360 O trabalho dos governadores é avaliado como “bom” ou “ótimo” por 34% da população. É o que mostra pesquisa PoderData. O resultado indica oscilação negativa de 3 pontos percentuais em relação ao que foi constatado na pesquisa anterior, realizada de 20 a 22 de julho. Aqueles que avaliam […]
O trabalho dos governadores é avaliado como “bom” ou “ótimo” por 34% da população. É o que mostra pesquisa PoderData. O resultado indica oscilação negativa de 3 pontos percentuais em relação ao que foi constatado na pesquisa anterior, realizada de 20 a 22 de julho.
Aqueles que avaliam negativamente a atuação dos governantes estaduais representam 25% da população (mesma taxa verificada na pesquisa anterior), enquanto os que acham o trabalho “regular” somam 38% dos brasileiros.
A avaliação dos chefes dos Executivos estaduais segue estável desde o começo de julho, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Há empate técnico entre os 3 últimos resultados.
No início de julho, os governadores também foram bem avaliados por 34% das pessoas. Os governantes ainda não recuperaram a popularidade verificada na segunda metade de junho, quando o percentual de aprovação chegava a 41%.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.
Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
AVALIAÇÃO POR REGIÃO
A região Norte é a que tem mais avaliações positivas (44%) em relação ao trabalho dos seus governadores. A taxa cresceu 11 pontos percentuais desde o último levantamento.
No Nordeste, o percentual dos que aprovam o trabalho dos governantes passou de 58% para 42% de uma pesquisa a outra.
A proporção de moradores da região Centro-Oeste que reprovam a atuação dos governadores subiu 15 pontos percentuais desde o levantamento realizado na segunda quinzena de julho.
No Sul ocorreu movimento inverso. A parcela da população que avalia positivamente os chefes estaduais cresceu, enquanto o grupo daqueles que desaprovam encolheu.
POLÍTICA LOCAL E BOLSONARO
As avaliações positivas dos governadores são mais comuns (38%) no grupo que acha o trabalho do presidente Jair Bolsonaro “ruim” ou “péssimo“. Quem dá avaliação positiva para Bolsonaro, em 33% dos casos, diz que o trabalho dos governadores é negativo.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu, na manhã deste sábado (19), na Bahia, um cenário nebuloso para o país. “Este país tem jeito. Não nasceu para ser a merda que ele é. Este país é grande demais”, disparou, sem meias palavras. Ao lado do governador do Estado, Rui Costa (PT), e do […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu, na manhã deste sábado (19), na Bahia, um cenário nebuloso para o país. “Este país tem jeito. Não nasceu para ser a merda que ele é. Este país é grande demais”, disparou, sem meias palavras.
Ao lado do governador do Estado, Rui Costa (PT), e do ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT), Lula lamentava a situação financeira dos municípios diante de 60 prefeitos do Estado, além de deputados estaduais e federais.
Após a afirmação, Lula pediu desculpas pelos termos usados. Uma hora depois, para um público formado por militantes do Movimento dos Sem Terra (MST), Lula se comparou a um galo de briga. Após criticar a imprensa e chamar o empresariado de mal-agradecido, ele disse que seus opositores têm medo de sua eleição porque sabem “o que vai acontecer”.
No discurso, ele disse que tinha que poupar a voz para não chegar “cacarejando” nas cidades que compõem a caravana pelo Brasil. “Tenho que chegar como galo de briga. Falando grosso”, brincou. Ao falar “daqueles que resolveram infernizar” sua vida, Lula disse que não é como os políticos que colocam o rabo entre as pernas. “Sou temente a Deus. Não sou temente aos homens”, disse.
Dirigindo-se à plateia de trabalhadores rurais, ele afirmou que cuidará deles se eleito, porque sabe quem ficou ao seu lado. Presenteado com um chapéu de couro, usado pelos vaqueiros do Nordeste, afirmou: “Eu achava que sou corajoso. Agora com esse chapéu e jaleco, pode acreditar que vai acontecer muito mais coisa neste país”.
A conquista municipalista de recomposição de quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e da antecipação de valores pela compensação do ICMS tem recursos garantidos. Foi sancionado, nesta quarta-feira, 22 de novembro, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 40/2023, que abriu crédito orçamentário para viabilizar as medidas. A Confederação Nacional de Municípios […]
A conquista municipalista de recomposição de quedas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e da antecipação de valores pela compensação do ICMS tem recursos garantidos.
Foi sancionado, nesta quarta-feira, 22 de novembro, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 40/2023, que abriu crédito orçamentário para viabilizar as medidas. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) atua para o valor entrar até o dia 30 de novembro.
Após intensa mobilização dos Municípios e de solicitação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) pela urgência na sanção, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou a sanção e a assinou em evento do Programa Minha Casa, Minha Vida, no Palácio do Planalto, em Brasília.
Em junho de 2022, Bolsonaro enviou para o Congresso uma medida que previa a redução do teto do ICMS sobre combustíveis e energia, em um movimento para aumentar sua popularidade às vésperas da campanha eleitoral. À época, o ex-capitão também vetou medidas para ressarcir os estados e municípios pela diminuição de arrecadação.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, que convocou mobilizações que reuniram milhares de gestores pelo pleito e tratou diretamente da pauta com representantes da Câmara, do Senado e do governo federal, “a medida, no cenário atual de dificuldades, é um importante alívio financeiro para o encerramento do exercício de 2023”. Com os recursos liberados, estima-se uma injeção de R$ 6,7 bilhões nos cofres municipais.
Desse total, R$ 4,3 bilhões são relativos à compensação das perdas ocorridas no FPM no período de julho a setembro de 2023 e R$ 2,4 bilhões referem-se ao adiantamento da compensação do ICMS que seria repassada em 2024. Outros recursos, relativos ao FPM, ainda podem ser destinados aos Municípios. Isso porque a Lei Complementar 201/2023, para a qual os recursos foram liberados, também prevê que a União calcule – ao fim de 2023 – possíveis quedas que deverão ser recompostas caso ocorra redução real do repasse quando considerado todo o exercício.
Histórico
Diante de sucessivos relatos de crise financeira por parte dos gestores locais, a CNM convocou mobilizações em Brasília para debater e levar a questão aos Poderes federais. Desde julho, o movimento municipalista tem se reunido em peso e apresentado as dificuldades.
Em agosto, a CNM divulgou levantamento, mostrando que 51% dos Municípios encerraram o primeiro semestre com as contas no vermelho.
O projeto com as medidas de recomposição do FPM e antecipação do ICMS foi sancionado em 24 de outubro. Em seguida, em 26 de outubro, a União enviou o pedido para abertura de crédito orçamentário no PLN 40/2023, a fim de arcar com as medidas. A liberação do recurso – hoje, sancionado – recebeu o aval do Congresso em 9 de novembro.
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Imagens do fogo consumindo área proxima ao Distrito de Albuquerque-né, município de Sertânia, estão entre as mais comentadas no dia de hoje. O relato aparece no segundo vídeo.
O primeiro vídeo é de um incêndio atingiu uma área extensa da Serra do Estevão, região montanhosa em Quixadá, no Sertão Central do Ceará, neste sábado (10).
De acordo com a 4ª Companhia do 4º Batalhão de Bombeiros Militar, o fogo destruiu a mata típica da região, e não há registro de animais ou pessoas feridas.
O fogo chegou perto de residências localizadas às margens da estrada que liga a sede do município de Quixadá à localidade de Dom Maurício, mas não afetou as casas, de acordo com o Corpo de Bombeiros.
Pudera, mostram de forma impressionante o fogo consumindo uma densa área de caatinga e em um segundo vídeo uma senhora identificando vários animais mortos.
O pior é a impunidade. Segundo dados preliminares dos Bombeiros, desde agosto foram muitos incêndios na Região do Pajeú, com mais de cem casos, mais que o mesmo período do ano passado.
Em setembro, foram ainda mais e também número maior do que em 2019. Este mês de outubro, já há número comparativo maior que no ano anterior.
A maioria pela ação humana, para a famigerada limpa de mato ou fogo em coivaras que perdem o controle. Em contrapartida, não há notícias de uma prisão sequer por essa modalidade de crime. Uma vergonha para as autoridades.
No comentário para o Jornal Itapuama desta sexta-feira (05/06), analiso a nova pauta que deve movimentar os bastidores da política local: o debate sobre o número de vereadores na Câmara de Arcoverde. Hoje, com apenas 10, Arcoverde já deveria (e já recebe por isso) 17 vereadores, o que aumentaria a representatividade dos moradores do município. […]
No comentário para o Jornal Itapuama desta sexta-feira (05/06), analiso a nova pauta que deve movimentar os bastidores da política local: o debate sobre o número de vereadores na Câmara de Arcoverde.
Hoje, com apenas 10, Arcoverde já deveria (e já recebe por isso) 17 vereadores, o que aumentaria a representatividade dos moradores do município.
O presidente da Casa James Pacheco, Luciano Pacheco, sinalizou que vai pautar o tema.
“Também sempre defendi o aumento. E me comprometi de pautar isso. Por mim, vai para 17”, comentou.
A questão é que Arcoverde recebe um duodécimo compatível com 17 vereadores, por ter mais de 80 mil habitantes, mas só tem dez. Isso aumenta a verba nos gabinetes, favorecendo riscos de favorecimento, e diminui a representatividade. Não se admite Arcoverde com apenas dez parlamentares enquanto cidades menores tem Treze, quinze. Melhorar a representatividade pode também melhorar a imagem do Legislativo.
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