Marconi Santana cobra data real para recuperação da PE-337 e projeto para construção de ponte
Por André Luis
Marconi Santana segue com agenda administrativa no Recife-PE. Na última segunda-feira (20), no Palácio do Campo das Princesas, o gestor de Flores participou do lançamento do Projeto Caminhos de Pernambuco.
Já nesta quinta-feira (23), Marconi esteve com Fernandha Batista – Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Governo de Pernambuco.
No encontro com a auxiliar do Governador Paulo Câmara, Marconi Santana cobrou, “a data real que, os trabalhos vão ser iniciados na PE – 337 – rodovia que liga Sítio dos Nunes a sede de Flores”; disse Marconi completando: “Dela (Fernandha Batista) obtivemos a resposta que será em Junho, com prazo final até o dia 17 do mesmo mês, podendo começar antes”.
Marconi aproveitou o encontro para cobrar o projeto para construção de uma ponte que, faz a ligação entre o centro da cidade ao Bairro Alto Pedro de Souza.
“Vale registrar que, o nosso deputado estadual, Joaquim Lira, também protocolou na Assembleia Legislativa de Pernambuco este mesmo pleito ora, reforçado por nós nesta quinta-feira”, reforçou o Prefeito de Flores.
Em Calumbi, a candidata do PT à Prefeitura Sandra da Farmácia já se recupera em casa depois que teve alta do Hospital da Unimed, Recife, após alguns dias depois da internação que gerou a necessidade, após um check up, de cirurgia para instalar três pontes de safena. A informação já havia sido passada pelo médico […]
Em Calumbi, a candidata do PT à Prefeitura Sandra da Farmácia já se recupera em casa depois que teve alta do Hospital da Unimed, Recife, após alguns dias depois da internação que gerou a necessidade, após um check up, de cirurgia para instalar três pontes de safena.
A informação já havia sido passada pelo médico e ex-prefeito Cícero Simões, mas foi inicialmente desmentida pelo marido de Sandra, Arnaldo Novaes. “Sou um técnico, Dr Cícero é um médico, na primeira informação realmente houve alguma confusão mas etá tudo esclarecido.
Arnaldo diz que a cirurgia não teve qualquer interferência no planejamento político e candidatura da petista. “Ela é candidatíssima. Tivemos reunião na terça e quarta com o grupo. O que houve foram apenas conversas paralelas pregadas por adversários. Ela já caminha e fala normalmente”, comemora.
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (17) a cassação do mandato do ex-deputado estadual Arthur do Val (União Brasil). Apesar dele ter renunciado ao cargo, a cassação significa que ele perderá os direitos políticos por oito anos, segundo a Lei da Ficha Limpa. A cassação foi aprovada por unanimidade entre todos os 73 deputados que participaram […]
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (17) a cassação do mandato do ex-deputado estadual Arthur do Val (União Brasil).
Apesar dele ter renunciado ao cargo, a cassação significa que ele perderá os direitos políticos por oito anos, segundo a Lei da Ficha Limpa.
A cassação foi aprovada por unanimidade entre todos os 73 deputados que participaram da sessão. Para ter o mandato cassado, era preciso 48 votos entre os 94 deputados estaduais da Alesp. A aprovação ocorreu em sessão muito curta para os padrões do Poder Legislativo paulista.
Conhecido como ‘Mamãe Falei’, Arthur do Val é o primeiro deputado cassado pela Alesp em mais de 23 anos. O último parlamentar que havia sido cassado pelo Legislativo Paulista foi o ex-deputado Hanna Garib, em 1999, que era acusado de fazer parte da chamada “máfia dos fiscais” da cidade de São Paulo, na época que era vereador da capital.
Por meio de nota, a assessoria de Arthur do Val afirmou que “a decisão do plenário da Alesp deixa claro que foi promovida uma perseguição contra Arthur do Val e que o motivo principal não era o seu mandato, ao qual já renunciou, mas sim retirá-lo da disputa eleitoral deste ano”.
“A desproporção da sua punição fica evidente já que a mesma Casa foi branda em relação a casos muito mais graves, como o do parlamentar Fernando Cury, que apalpou os seios de uma deputada e foi suspenso por apenas seis meses”, disse a nota.
Por André Luis – Editor executivo do blog Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria. Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora […]
Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria.
Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora do Recife, deputada federal e, em 2022, chegou ao segundo turno da eleição para o Governo de Pernambuco. Ainda assim, sua trajetória recente tem sido marcada por um padrão curioso: sempre que tenta ocupar um espaço maior, surge uma articulação que a empurra para fora da mesa principal.
O primeiro grande episódio ocorreu na eleição de 2022. Filiada ao Partido dos Trabalhadores, Marília despontava como um nome competitivo para disputar o governo estadual. Mesmo assim, acabou rifada quando o partido decidiu preservar a aliança com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que lançou a candidatura de Danilo Cabral. Sem espaço, ela deixou o PT e encontrou abrigo no Solidariedade, disputando o governo por outra frente e chegando ao segundo turno.
Agora, o roteiro parece se repetir — talvez de forma ainda mais simbólica.
Marília já anunciou sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco e marcou para o próximo dia 12 sua filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). A mudança de partido tem um objetivo claro: pavimentar o caminho para disputar uma das vagas ao Senado em 2026.
E há um dado relevante nessa equação: nas pesquisas eleitorais divulgadas até agora, Marília aparece como líder absoluta na disputa por uma vaga no Senado por Pernambuco.
Ou seja, não se trata de uma candidatura sem lastro popular. Ao contrário: eleitoralmente, ela parece forte.
Mas eis que surge mais um capítulo dessa história.
Segundo informação divulgada pelo jornalista Magno Martins, articulações nos bastidores da política estadual estariam discutindo a possibilidade de o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, ser indicado como candidato a vice-governador na chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos.
Se essa movimentação se confirmar, o efeito colateral pode ser direto: o espaço do PDT na chapa majoritária estaria ocupado — o que dificultaria, ou até inviabilizaria, a presença de Marília na disputa pelo Senado dentro da Frente Popular.
Em outras palavras, mais uma vez a política parece se reorganizar de forma a deixá-la de fora.
É inevitável levantar a pergunta: por quê?
Uma explicação possível é a lógica das alianças. Grandes coalizões muitas vezes sacrificam nomes competitivos em nome de arranjos partidários mais amplos, equilíbrio entre siglas ou acordos nacionais.
Mas talvez essa resposta não seja suficiente.
Porque Marília tem voto. Tem recall eleitoral. Tem um sobrenome político poderoso. E, mesmo assim, parece encontrar resistência dentro do próprio campo da esquerda.
Daí surge uma hipótese incômoda, mas inevitável no debate político: será que o problema é ela?
Na política, não basta apenas ser popular. É preciso também construir consensos, cultivar alianças duradouras e manter relações estáveis dentro das estruturas partidárias. Lideranças muito independentes, ou de perfil mais confrontador, frequentemente enfrentam dificuldades para se acomodar dentro de grandes frentes políticas.
Talvez seja esse o paradoxo de Marília: forte nas urnas, mas nem sempre confortável dentro das engrenagens das coalizões.
Sua trajetória parece dialogar com um trecho da canção Sina, de Djavan:
O luar, estrela do mar O sol e o dom Quiçá, um dia, a fúria desse front Virá lapidar o sonho Até gerar o som Como querer Caetanear O que há de bom
Há algo de destino nessa repetição de episódios. Sempre que parece pronta para ocupar um espaço maior, surge uma nova articulação política redesenhando o tabuleiro.
Mas a política também tem uma característica que desafia qualquer sina: ela é dinâmica.
Se as pesquisas continuarem mostrando Marília Arraes como líder na corrida ao Senado, pode chegar um momento em que ignorar seu peso eleitoral se torne politicamente mais difícil do que acomodá-la.
Até lá, sua trajetória segue marcada por uma pergunta que ecoa nos bastidores da política pernambucana: afinal, por que uma das lideranças mais competitivas do Estado continua encontrando tantas portas entreabertas, e nunca totalmente abertas?
Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas durante encontro com moradores nesta quinta-feira (3). O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta quinta-feira (3), de uma agenda em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, onde apresentou propostas para lazer e abastecimento de água. Durante reunião com integrantes da Associação […]
Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou propostas durante encontro com moradores nesta quinta-feira (3).
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta quinta-feira (3), de uma agenda em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, onde apresentou propostas para lazer e abastecimento de água.
Durante reunião com integrantes da Associação Amigos de Várzea Fria, João afirmou que pretende levar para outros municípios modelos de parques e espaços públicos implantados durante sua gestão na Prefeitura do Recife.
Para São Lourenço da Mata, o candidato prometeu construir, em parceria com a prefeitura, um novo espaço destinado ao lazer e à convivência.
“É um compromisso que eu firmo com o povo de São Lourenço de aqui também fazer, ao lado da Prefeitura, um espaço público novo, moderno, para as crianças brincarem”, afirmou.
João citou como referências equipamentos do Recife, entre eles o Parque da Tamarineira e o Parque Eduardo Campos.
O abastecimento de água também foi discutido durante o encontro. O candidato voltou a defender o programa “Sem Água, Sem Conta”, uma de suas propostas de campanha.
Segundo João, a medida prevê zerar a cobrança para famílias inscritas na Tarifa Social que estejam submetidas a rodízio e não recebam água no período previsto.
O candidato também afirmou que seu plano de governo contempla 94 obras de infraestrutura hídrica em Pernambuco.
“Quem está na Tarifa Social e está em rodízio, não está recebendo água, vai ter a sua conta zerada. E vamos fazer 94 obras de infraestrutura de água para garantir que a água chegue na casa das pessoas”, declarou.
Foto: Divulgação
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
Prezado Nill Júnior Sobre suposto ilícito envolvendo o servidor público do município de Tavares, Michael Allysson Suassuna Porto, é importante esclarecer, em face do contraditório, o que se segue: Primeiro, o fato narrado se refere a um pregão, sem qualquer questionamento, onde se sagrou vencedora à concessionário Rio Vale Automotores Ltda. O pregão é a […]
Sobre suposto ilícito envolvendo o servidor público do município de Tavares, Michael Allysson Suassuna Porto, é importante esclarecer, em face do contraditório, o que se segue:
Primeiro, o fato narrado se refere a um pregão, sem qualquer questionamento, onde se sagrou vencedora à concessionário Rio Vale Automotores Ltda. O pregão é a modalidade de licitação mais adequada, correta e econômica para a administração pública.
Segundo, o objeto da licitação, na modalidade pregão, já foi recebido e, em contrapartida, devidamente pago pela administração pública do município de Tavares.
Terceiro, não compactuo com qualquer tipo de ilícito ou irregularidade administrativa e, ao tomar conhecimento do suposto fato ilícito envolvendo o secretário, determinei imediatamente a exoneração do servidor Michael Alysson Suassuna Porto.
Quarto, apresentei-me espontaneamente perante a autoridade policial, respondi a todos os questionamentos e, após os esclarecimentos, fui liberado logo em seguida.
Você precisa fazer login para comentar.