Marconi justifica Raquel não ser majoritária com seu apoio: “a ligaram a Bolsonaro”
Por Nill Júnior
O prefeito de Flores Marconi Santana apresentou sua versão para não ter sua candidata Raquel Lyra majoritária. Foi em entrevista ao comunicador Edy Silva, da Rádio Florescer FM.
Em Flores, Marília Arraes foi majoritária com 51,91%, ou 6.102 votos. Raquel Lyra teve 48,09%, ou 5.654 votos.
“Raquel nunca foi Bolsonaro. Levaram muita mentira, falsidade e muita gente infelizmente acreditou”, criticou. Raquel Lyra queria que todos os pernambucanos votassem nela, tanto quem colocou o voto para Lula, quanto quem colocou o voto para Bolsonaro, e infelizmente algumas pessoas foram enganadas por estas mentiras proferidas por pessoas que não fazem nada pelo o município de Flores”, cravou o líder político de Flores criticando seus opositores.
Ao falar sobre seu empenho na primeira etapa do processo eleitoral, o prefeito de Flores destacou: “Danilo Cabral é o nosso deputado federal e Flores retribuiu a altura, e mostramos durante a campanha o quanto ele é merecedor do votos de Flores e até de ser governador”; disse frisando o gesto de Danilo de voltar ao município para agradecer os votos recebidos.
Ainda sobre as eleições gerais, comemorou a votação expressiva e a liderança de votos de Lucas Ramos (deputado federal eleito), Joaquim Lira (deputado estadual reeleito), Teresa Leitão (senadora eleita) e Lula (presidente eleito).
Fotos de Cláudio Gomes A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve lotada e se reuniu de forma solene nesta sexta (21) para entrega de Títulos de Cidadão, Moções de Aplausos e Medalhas de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio. Ao todo foram 19 pessoas homenageadas. Receberam Títulos de Cidadão Roberto José Gomes do Nascimento, […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve lotada e se reuniu de forma solene nesta sexta (21) para entrega de Títulos de Cidadão, Moções de Aplausos e Medalhas de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio.
Ao todo foram 19 pessoas homenageadas. Receberam Títulos de Cidadão Roberto José Gomes do Nascimento, Fábio Bastos Gomes, José Gilson Malaquias, Clério Alberto Gomes da Silva, Manoel Jeronimo de Melo Neto, Ezenildo Emanoel de Lima e este blogueiro e jornalista. Na minha fala (veja texto original em nota abaixo), referências a nomes que contribuíram com esses passos, como familiares, Luiz Marques Ferreira, Monsenhor João Acioly, Anchieta Santos e outros.
Foram agraciados com Moções de Aplauso a Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Educação, Rádio Pajeú, Escola Monteiro Lobato, Miguel de Oliveira Almeida, Paulo Barbosa Cassimiro, Anita Silva Vieira, Messias Alves da Silva, Fabrício Vieira Vanderlei de Melo, AMUPE e COODAPIS. Com a Medalha de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio o senhor Luiz Inácio da Silva, o Lulinha da Estação.
Toda a solenidade foi marcada por forte emoção nos discursos. Os Secretários Arthur Amorim e Veratânia Moraes destacaram indicativos na Saúde e Educação. Os PMs Messias Alves, Miguel de Oliveira e Anita Vieira falaram de ações como o Patrulheiro Mirim, de prevenção e formação, e Patrulha Maria da Penha, que combate a violência contra a mulher. Ezenildo Emanoel de Lima, do IFPE, contou sua história da chegada à cidade até a estruturação do Instituto Federal.
Gilson Malaquias recebeu homenagem de Jonathan Malaquias e falou de sua relação com Afogados da Ingazeira. O Major Gomes falou de sua relação histórica com a cidade. Um dos mais emocionantes discursos foi o odontólogo Fábio Gomes, que fez um relato de características que marcam Afogados da Ingazeira, citando por exemplo, o direito de andar com tranquilidade nas praças, índices da saúde e a Rádio Pajeú.
A emissora, aliás, recebeu Moção de Aplauso pela Migração para FM. Houve destaque para o papel da equipe e dos ouvintes nessa construção de uma emissora cada vez mais forte.
Fabrício Vieira, hoje em Arcoverde, destacou o trabalho realizado e as raízes com Afogados da Ingazeira. Ao receber a Medalha de Honra ao Mérito Orisvaldo Inácio, Luiz Inácio falou de sua história desde a década de 40 em Afogados, a partir da chegada do trem.
Participaram os vereadores Igor Mariano, Frankilin Nazário, Sargento Argemiro, Augusto Martins, Raimundo Lima, Rubinho do São João, Luiz Bizorão e Renaldo Lima. O prefeito José Patriota e o vice Sandrinho representaram o poder executivo. Igor destacou a melhor comunicação da Câmara com a sociedade através de transmissão das sessões, interação com redes sociais e outras ferramentas.
Inauguração de última etapa da Rio Branco: o Prefeito José Patriota confirmou que dia 28 de dezembro, haverá inauguração da última etapa de requalificação da Avenida Rio Branco, com equipamentos e brinquedos para crianças, inclusive com acessibilidade. Também falou do destaque na Olimpíada de Matemática e índices na Educação.
Na semana passada, o União Brasil oficializou a pré-candidatura a prefeito de Santa Terezinha de Neguinho de Danda. Neguinho já exerceu o cargo de vereador por três mandatos. Ele é filho e irmão do ex-prefeito Danda Martins e de Vanin de Danda, este último falecido em 2020 durante seu mandato como prefeito, devido às complicações […]
Na semana passada, o União Brasil oficializou a pré-candidatura a prefeito de Santa Terezinha de Neguinho de Danda.
Neguinho já exerceu o cargo de vereador por três mandatos. Ele é filho e irmão do ex-prefeito Danda Martins e de Vanin de Danda, este último falecido em 2020 durante seu mandato como prefeito, devido às complicações causadas pelo coronavírus.
O pré-candidato afirma que continuará com a tradição política familiar na cidade.
“Me sinto bem no União Brasil, o partido me acolheu bem. Estou decidido a concorrer à Prefeitura de Santa Terezinha e vamos trabalhar para vencer. Minha família tem uma tradição de mais de 40 anos na política; meu pai foi prefeito duas vezes e meu irmão, que infelizmente faleceu durante a pandemia da Covid-19, também ocupou o cargo. Portanto, estou seguindo os passos políticos da nossa família na cidade. Com fé em Deus, vamos conquistar a vitória nas eleições”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (13) julgar prejudicado o agravo regimental apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, por considerá-lo juridicamente incabível após o trânsito em julgado da ação penal e o início do cumprimento da pena em regime fechado. A decisão foi proferida no âmbito […]
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (13) julgar prejudicado o agravo regimental apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, por considerá-lo juridicamente incabível após o trânsito em julgado da ação penal e o início do cumprimento da pena em regime fechado.
A decisão foi proferida no âmbito da Ação Penal nº 2.668, na qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, sendo 24 anos e 9 meses de reclusão e 2 anos e 6 meses de detenção. A condenação inclui crimes previstos no Código Penal, na Lei de Organizações Criminosas e na Lei de Crimes Ambientais, com aplicação do regime inicial fechado e multa de 124 dias-multa, calculados com base em dois salários mínimos vigentes à época dos fatos.
O acórdão condenatório foi publicado em 22 de outubro de 2025. Em 17 de novembro do mesmo ano, a Primeira Turma do STF rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa. Já em 25 de novembro de 2025, foi declarado o trânsito em julgado da ação penal, após o esgotamento dos prazos recursais e a inexistência de previsão legal para novos recursos.
Com a decisão definitiva, o Supremo determinou o início imediato da execução da pena, medida referendada por unanimidade pela Primeira Turma em 26 de novembro de 2025, dando origem à execução penal nº 169/DF.
Apesar disso, a defesa protocolou um agravo regimental em 12 de janeiro de 2026. Ao analisar o pedido, Alexandre de Moraes afirmou que o recurso não poderia ser admitido, uma vez que foi apresentado após o trânsito em julgado e o início do cumprimento da pena, não havendo amparo jurídico para sua apreciação.
Com a decisão, o STF manteve inalterada a condenação e determinou a intimação dos advogados constituídos, além de dar ciência à Procuradoria-Geral da República. Leia aqui a íntegra da decisão.
Folhapress O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, atacou nesta sexta-feira (11) o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, 24, assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro. Em sua rede social, Camargo disse que o jovem foi um “vagabundo morto por vagabundos mais fortes.” “Moïse andava e negociava com pessoas que não prestam. Em tese, foi […]
O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, atacou nesta sexta-feira (11) o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, 24, assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro. Em sua rede social, Camargo disse que o jovem foi um “vagabundo morto por vagabundos mais fortes.”
“Moïse andava e negociava com pessoas que não prestam. Em tese, foi um vagabundo morto por vagabundos mais fortes. A cor da pele nada teve a ver com o brutal assassinato. Foram determinantes o modo de vida indigno e o contexto de selvageria no qual vivia e transitava”, disse.
Em outra publicação, horas antes, Camargo também disse não existir “a menor possibilidade” de a Fundação Palmares homenagear o congolês. “Ele foi vítima de crime brutal, mas não fez nada relevante no campo da cultura. A Palmares lamenta e repudia a violência, mas não endossa as narrativas canalhas e hipócritas da esquerda”, escreveu.
Ele também disse que a morte não torna Moïse um mártir ou herói dos negros. “Moïse foi morto por selvagens pretos e pardos – crime brutal. Mas isso não faz dele um mártir da “luta antirracista” nem um herói dos negros. O crime nada teve a ver com ódio racial. Moïse merece entrar nas estatísticas de violência urbana, jamais na história.”
O congolês foi espancado até a morte perto de um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 24. Segundo familiares do jovem, ele foi agredido após pedir salários atrasados no quiosque onde trabalhava como ajudante de cozinha.
Um vídeo de segurança gravou o momento em que Moïse mexe no interior de um refrigerador e dois homens se aproximam e o empurram para longe.
Um deles o joga no chão e os dois começam a lutar. O segundo homem chega a segurar as pernas de Moïse. Enquanto isso, um terceiro agressor, com um pedaço de pau, começa a bater no congolês.
Três suspeitos que aparecem no vídeo já foram presos. Eles negaram que o assassinato tivesse motivação racista e disseram que as agressões começaram após Moïse abrir uma geladeira do estabelecimento para pegar cervejas.
A morte de Moïse motivou atos por justiça em ao menos 13 capitais do país.
Camargo ainda comparou o assassinato de Moïse com o caso de uma policial militar negra, Tatiana Regina Reis da Silva, 37, morta em uma tentativa de assalto, quando estava de folga, em Guarulhos, na Grande São Paulo.
“Nossos valores estão sendo corrompidos. Há algo muito errado quando o assassinato de uma mulher negra que dedicou sua vida à defesa da sociedade é ignorada. Mas a morte de um negro envolvido com selvagens, que nada fez pelo País, gera protestos, matérias e narrativa de racismo”, disse.
Camargo já negou o racismo no país em outras ocasiões. Na última terça-feira (8), a Fundação Palmares publicou nas redes sociais uma nota em que dizia que o “racismo não tem cor”.
“A Fundação Cultural Palmares repudia e lamenta profundamente a campanha racista que está circulando nas redes sociais, a qual visa dividir os brasileiros e fomentar o ódio racial. Racismo é racismo, não importa a cor de quem está incentivando essa prática abominável”, dizia o comunicado da fundação.
Do Estadão Conteúdo A maioria dos partidos vai manter ou reduzir o número de candidatos a governador neste ano em relação às eleições gerais de 2014. Com um cenário de campanhas mais enxutas em recursos, as siglas têm focado em alianças nos Estados e em lançar candidatos ao Legislativo. Levantamento feito pelo Estadão Dados mostra […]
A maioria dos partidos vai manter ou reduzir o número de candidatos a governador neste ano em relação às eleições gerais de 2014. Com um cenário de campanhas mais enxutas em recursos, as siglas têm focado em alianças nos Estados e em lançar candidatos ao Legislativo.
Levantamento feito pelo Estadão Dados mostra que, em 2018, 20 das 32 legendas que disputaram eleições há quatro anos ou mantiveram ou diminuíram o número de postulantes a Executivos estaduais. Três partidos não têm base de comparação, já que não existiam em 2014: Novo, com cinco candidatos; Rede, com 11; e PMB, que tem um postulante a governador.
Mesmo legendas tradicionais e de representatividade nacional reduziram candidatos. O MDB terá 13 concorrentes a governos estaduais, ante 18 em 2014. O PT (15) lançou neste ano dois candidatos a menos e o PSDB (12), um a menos.
Um dos principais motivos apontados por analistas e dirigentes partidários para esse cenário é a diminuição dos recursos financeiros para as campanhas, com o fim das doações de empresas As novas regras, incluindo o novo fundo eleitoral, avaliam, forçam as siglas a focar em candidaturas que têm chances concretas de ganhar.
“Antes, se lançava ao Executivo para fazer o nome e, depois, se lançar para deputado. Gastar dinheiro com isso em cenário de restrição de recursos é mais complicado”, afirmou o cientista político Manoel Galdino, que é diretor executivo da ONG Transparência Brasil.
O PSB, que está neutro no plano nacional, reduziu o número de postulantes de 12 para nove. “Em 2002, tivemos candidatos (a governador) em praticamente todo o País, mas não eram competitivos. Isso mudou”, disse o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira.
Para o dirigente, as novas regras de financiamento de campanha afetaram o planejamento das legendas, e se tornou mais vantajoso concentrar recursos em candidaturas viáveis. “Hoje temos quatro candidatos à frente nas pesquisas (Pernambuco, Espírito Santo, Amapá e Sergipe) e outros cinco que ficam em segundo lugar. Todos bem posicionados. Esperamos eleger ao menos cinco.”
Palanques
Na contramão desse movimento, dois partidos de presidenciáveis aumentaram seus candidatos a governador, com vistas à construção de palanques estaduais. Um deles é o nanico PSL, sigla de Jair Bolsonaro, que tem o maior número total de candidatos lançados tanto para o Executivo quanto para o Legislativo. Além da Presidência, a legenda vai disputar o governo em 13 Estados – em 2014, tentou apenas em um.
O outro partido é o PDT, do candidato ao Palácio do Planalto Ciro Gomes, que praticamente triplicou as apostas regionais – de três nomes em 2014 passou para oito neste ano. De acordo com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, a candidatura própria à Presidência acarretou o aumento de postulantes a governador.
Dos oito Estados, Lupi disse acreditar que pelo menos seis são viáveis. Por outro lado, seguindo uma tendência entre os partidos tradicionais, o PDT diminuiu em 16% as candidaturas ao Legislativo. “O foco é viabilizar os que têm mais força eleitoral”, afirmou Lupi.
Quem também fugiu à tendência de encolhimento nos Estados foi o DEM, que apresentou apenas dois postulantes em 2014 e, agora, lançou oito.
Cláusula de desempenho
O pleito de 2018 é o primeiro que prevê a cláusula de barreira, aprovada no ano passado. Pela regra, o partido tem de obter 1,5% dos votos válidos para a Câmara, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, para ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de TV a partir de 2019.
A fim de afunilar o fragmentado sistema partidário atual, que tem 35 siglas, a cláusula de barreira aumenta suas exigências gradativamente até 2030.
Você precisa fazer login para comentar.