Marcones Sá rebate Fabinho e diz que prefeito “não desceu do palanque”
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, usou suas redes sociais para rebater o prefeito Fabinho Lisandro, que o acusou de deixar um rombo de R$ 23 milhões para a atual gestão.
“Em 40 dias, a única coisa que o novo governo fez foi perseguir o servidor público de forma cruel, implacável, com a reforma previdenciária típica do governo Bolsonaro”. Disse ainda que dará mais tempo ao governo.
Marcones disse que o orçamento aprovado pelo legislativo para esse ano é da ordem de R$ 300 milhões. “Numa linha reta de quatro anos o atual governo vai ter R$ 1,2 bilhão para tratar e trabalhar”.
“Nos deixamos garantidos por emendas parlamentares, pelo PAC, pelo próprio convênio com o governo estadual quase R$ 30 milhões em recursos para obras. E aí, o governo, depois de 40 dias e uma reforma previdenciária que vai lhe dar quase R$ 100 milhões às custas do servidor, vem dizer que está em calamidade financeira e que foi deixado um rombo de R$ 23 milhões”, disse.
Marcones disse que daria um conselho ao novo gestor: “muito foi feito, mas ainda há uma dívida social com Salgueiro. Que ele ponha em prática tantas promessas que ele fez ao invés de querer se vitimizar e criar fatos”.
Disse ainda que Fabinho foi Secretário de Finanças e conhece as dificuldades de receita e gestão. Mas que ainda assim, ela saltou de R$ 148 milhões no último ano da gestão Clebel para mais de R$ 240 milhões em seu último ano de gestão. Mas que as demandas do serviço público representam uma dívida muito maior.
“O que eu desejo pro próximo governo é sair do palanque. Desça do palanque e bom trabalho. E não vamos polemizar porque Salgueiro é o mais importante”, concluiu.
PT e PSB apagam 2020 por 2022 Não faz nem um ano que PT e PSB protagonizaram uma das campanhas mais pobres das que se tem notícia. Sem conteúdo propositivo, sem olhar Recife pra frente, uma das capitais mais importantes do país viu uma troca de agressões digna dos capítulos mais baixos na nossa história […]
Não faz nem um ano que PT e PSB protagonizaram uma das campanhas mais pobres das que se tem notícia. Sem conteúdo propositivo, sem olhar Recife pra frente, uma das capitais mais importantes do país viu uma troca de agressões digna dos capítulos mais baixos na nossa história política.
Pra quem tem memória bem curta, as campanhas foram ao ataque desde o início do segundo turno e recorreram à Justiça várias vezes com denúncias de propaganda irregular e fake news. Um material apócrifo chegou a ser distribuído em igrejas evangélicas com informações falsas sobre Marília, como a de que ela seria “contra a Bíblia”.
Já a campanha da deputada petista chegou a dizer que quem governaria o município será Renata Campos, viúva de Eduardo. “Ninguém sabe se quem vai mandar é sua mãe, é Geraldo Júlio, ou Paulo Câmara”. Ainda recorreu a apoio de alas ligadas até ao Bolsonarismo no segundo turno, como o Podemos da então candidata Delegada Patrícia, apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro.
O baixo nível da campanha chegou a gerar ruídos na esquerda de que poderia ‘melar’ a construção de uma frente anti-Bolsonaro em 2022. Puro engano. A “Guerra dos Primos” não afetou aparentemente em um milímetro o desejo do ex-presidente Lula de se alinhar com os socialistas, e vice-versa.
“Paulo Câmara sabe que eu jamais me negarei a receber um telefonema dele se quiser conversar comigo, e que ele também não deixe de receber um meu. Todo mundo quer conversar”, disse Lula em maio. Pois bem. Lula vem conversar, deixando no passado o “PT nunca mais”, exemplo curioso de campanha apócrifa que todos sabem de onde veio. Também jogada no lixo a previsão de João Campos de que “seria pouco provável PT e PSB estarem juntos em 22″.
Prova disso é a agenda construída por Lula neste fim de semana em Pernambuco. Não tem nada de ouvir o partido no estado. O objetivo é construir a aliança com o bloco socialista.
Como já destacamos tanto, o PT precisa do PSB nacional para ampliar seu leque de alianças contra o Bolsonarismo em 2022. E Lula não vai pesar o que ficou arranhado entre as legendas. Já o PSB em Pernambuco, base mais importante do partido no país, precisa colar a imagem do ex-presidente no nome que disputará o governo do Estado. Quer como em 2018 manter a hegemonia em Pernambuco. Por isso na barganha vai colocar a necessidade de evitar candidaturas próprias dos dois partidos no primeiro turno, eliminando o desejo de nomes como Marília Arraes.
E assim vão PT e PSB para um novo alinhamento, decretando que uma pedra será colocada em todos aqueles capítulos da batalha baixo nível de 2020. “Por este decreto, estão anuladas as frases de efeito e consequências daquela disputa, do PT nunca mais ao quem manda se você ganhar? Será proibido invocar esse capítulo do passado, até 2 de outubro de 2022, podendo este ato ser prorrogado até 30 do mesmo mês. Ah, e claro, revogam-se as disposições em contrário”…
Lá vem pesquisa
O blog divulga em parceria com o Múltipla pesquisa de opinião com a avaliação do governo do prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira. Foram 270 entrevistas dias 2 e 3 de agosto, com margem de erro de 6% para mais ou menos. A pesquisa ainda avalia cenários eleitorais e o poder de transferência de votos de Ângelo e Guga Lins.
Peraí!
Luciano Duque ficou visivelmente incomodado com um ouvinte de uma rádio que o desafiou a mostrar os comprovantes de suas idas a Brasília, sugerindo que ele estivesse fazendo a rota com recursos públicos. “Esse tipo de pergunta é um acinte”, reclamou.
Cliente fiel
Leitor da Coluna reclama que esse carro em destaque da Vigilância Sanitária insiste em bater o cartão em um bar no Bairro Borges, Afogados da Ingazeira. “Pra fiscalizar com certeza não é”, reclama o leitor. Com a palavra e averiguação o órgão, ligado à Secretaria de Saúde.
Menos, Moraes…
Que Roberto Jefferson é um idiota, falastrão, ou, como definiu Gilberto Kassab, “alguém que endoideceu de vez”, não é novidade. Há quem diga que ele é sabido demais, querendo mais que os R$ 46 mil mensais que recebe como presidente do PTB e Deputado aposentado. Mas que está virando uma farra a história de Ministro do Supremo mandar prender sem acusação formal, isso está. O precedente não é muito perigoso?
Só mais uma, Paulo
Sob o argumento de que “quem faz quatro faz cinco”, o prefeito Joelson (Avante) entregou ao governador Paulo Câmara o pedido da PE que liga Calumbi à BR 232. O pedido teve como avalista o Deputado Federal Sebastião Oliveira.
Revide
A Secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, mesmo com perfil predominantemente técnico, tirou uma casquinha de quem duvidou que rodovias como a PE 310 não sairiam do papel. “Para quem não acreditou, não tem problema. Terá o mesmo direito de passar por estrada bonita e segura de quem acreditou”.
Foi Diogo
Diogo Morais é uma espécie de “Deputado Ninja”. Segundo ele, através de sua assessoria, foi graças a seus pedidos que saíram as PEs 270, 265, 275, Estrada do 49, Jabitacá-Iguaracy e PE 310 (Arcoverde-Buíque). Em todas elas, o anúncio, segundo nota saiu “após solicitação do deputado”. Então, tá…
Desenhando…
Para os poucos que ainda não acreditam em vacinas (eles existem) vale o dado: juntos, Eduardo Campos (Serra Talhada) e Emília Câmara (Afogados) tem apenas 27 pacientes em UTI hoje. Em 21 de março, a ocupação chegou a 100% com 90 leitos. As unidades mais o Hospam tiveram que chegar a 120 leitos na região. Vacina salva.
Frase da semana:
“Aqui a calça é apertada, mas o caráter é largo!”
Do governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que ao falar sobre o aumento do gás de cozinha, governador de São Paulo convidou presidente para fazer um curso de gestão.
Por Anchieta Santos A aprovação das contas do exercício/2012 do ex-prefeito Evandro Valadares foi motivo de festa dos aliados em São José do Egito. Na rua da baixa, partidários soltaram fogos e anteciparam que Evandro voltará a disputar a prefeitura, seja contra o prefeito Romério Guimarães ou mesmo tendo o ex-deputado José Marcos de Lima […]
A aprovação das contas do exercício/2012 do ex-prefeito Evandro Valadares foi motivo de festa dos aliados em São José do Egito. Na rua da baixa, partidários soltaram fogos e anteciparam que Evandro voltará a disputar a prefeitura, seja contra o prefeito Romério Guimarães ou mesmo tendo o ex-deputado José Marcos de Lima como adversário.
A biografia de um dos homens públicos de maior destaque na cena política nacional, o ex-deputado, ex-governador e ex-ministro Eduardo Campos, foi reverenciada, nesta segunda (12), em reunião solene promovida pela Alepe. O Legislativo pernambucano se soma a outras instituições públicas do País para marcar a ocasião dos dez anos da morte do político, em […]
A biografia de um dos homens públicos de maior destaque na cena política nacional, o ex-deputado, ex-governador e ex-ministro Eduardo Campos, foi reverenciada, nesta segunda (12), em reunião solene promovida pela Alepe.
O Legislativo pernambucano se soma a outras instituições públicas do País para marcar a ocasião dos dez anos da morte do político, em homenagem proposta pelo líder da oposição na Casa, deputado Diogo Moraes (PSB).
A cerimônia, realizada no auditório Sérgio Guerra, contou com a participação de deputados, autoridades, personalidades do mundo político e da viúva de Eduardo, Renata Campos. O prefeito do Recife, João Campos, e o deputado federal Pedro Campos (PSB-PE), filhos de Eduardo, também compareceram à solenidade.
O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), destacou a liderança e o espírito democrático de Eduardo Campos como governador do Estado. “Ele manteve uma excelente relação com o Legislativo e os demais poderes constituídos, optando sempre pelo diálogo, pelo entendimento, valorização dos deputados e respeito à independência da Assembleia”, registrou. “Mesmo fazendo oposição a Eduardo, todas as vezes que o procurei, fui sempre atendido com atenção e gentileza, o que só reforça a genuína disposição que ele tinha para o diálogo e para a resolução de problemas”.
Para Diogo Moraes, Eduardo foi um gestor excepcional, estadista visionário e agregador. Sob sua liderança, segundo o parlamentar, Pernambuco conheceu um novo tempo, com obras e realizações que o posicionaram entre os grandes nomes da política brasileira.
“Toda a sociedade brasileira perde hoje com a falta de Eduardo Campos. Isso fica ainda mais claro agora, dez anos após sua partida, quando vivemos um mundo cada vez mais polarizado ideológica e politicamente, carecendo de diálogo, empatia, leveza e respeito ao próximo, qualidades que Eduardo sempre demonstrou em toda a sua vida pública. Infelizmente, Eduardo foi o melhor presidente que o Brasil nunca teve”, afirmou.
Entre os deputados da Alepe, estiveram na solenidade Aglailson Victor (PSB), Eriberto Filho (PSB), Francismar Pontes (PSB), Jarbas Filho (MDB), João Paulo Costa (PCdoB), Lula Cabral (Solidariedade), Rodrigo Farias (PSB), Rosa Amorim (PT), Sileno Guedes (PSB), Simone Santana (PSB) e Waldemar Borges (PSB), além do parlamentar licenciado Antonio Coelho.
Também estiveram presentes o secretário estadual da Casa Civil, Túlio Vilaça (representando a governadora Raquel Lyra), o desembargador Fausto Campos, do TJPE, e o conselheiro do TCE-PE Marcos Loreto. O senador Humberto Costa (PT-PE) enviou uma mensagem em vídeo para a solenidade.
Ainda como parte da cerimônia, os convidados assistiram à apresentação do Coral Vozes de Pernambuco, formado por servidores da Alepe.
Família
Pedro Campos afirmou que o pai segue sendo exemplo de gestor público de excelência. “Ele deixou um grande exemplo de atemporalidade quando ele propôs como deputado estadual a isenção de cobrança da UPE e, 14 anos depois, como governador, efetivou a isenção. Isso é ligar o discurso à prática, mostrar que a política deve ser feita com verdade”, assinalou.
“Relembrar as histórias de Eduardo Campos faz bem à política, especialmente num tempo em que vemos tanta gente fazendo da política um espaço de falta de credibilidade, disfunção, ataque, ódio e mágoa”, disse por sua vez o prefeito do Recife, João Campos.
“Isso não combina com a essência da política. A essência da política está na história de Eduardo: é botar a máquina para moer para quem mais precisa, e não para os graúdos”.
Biografia
Eduardo Henrique Accioly Campos, que em 10 de agosto deste ano completaria 59 anos, ocupou diversas posições de destaque na esfera pública ao longo de mais de duas décadas de carreira. Economista por formação, o político foi deputado estadual, deputado federal, secretário de Estado, governador e candidato à presidência da República nas eleições de 2014.
No dia 13 de agosto do mesmo ano, Eduardo embarcou em um jato no Rio de Janeiro com destino à São Paulo, ao lado de assessores de campanha. Na manhã do dia 13, a aeronave caiu num bairro residencial da cidade de Santos, matando todos os ocupantes.
O acidente aéreo interrompeu a trajetória pública do ex-governador que, já em 1986, atuava como assessor do avô, Miguel Arraes, na campanha eleitoral ao Governo do Estado. No Poder Executivo Estadual, foi titular de duas secretarias, a de Governo e da Fazenda, durante o terceiro mandato de Arraes.
Parlamento
Em 1991, elegeu-se deputado estadual, ficando na Alepe até 1994. O deputado estadual Sileno Guedes, atual presidente do PSB em Pernambuco, foi assessor dele nesse período. Ele salientou que a fase foi uma “grande escola para Eduardo”.
Durante a solenidade, houve a exibição de um vídeo com registros históricos da passagem de Eduardo pela Alepe. Um dos momentos destacados na produção foi o primeiro discurso feito por Eduardo como deputado estadual, em 1991, no Plenário do Palácio Joaquim Nabuco. O parlamentar fez a defesa de centenas de trabalhadores da fábrica da Maguary, então ameaçados de demissão.
Outro destaque do mandato lembrado no vídeo foi a presença de Eduardo no ato de resistência ao despejo de mais de 2.700 moradores de Sítio Grande, no Recife. Na ocasião, Campos e o deputado João Paulo (PT), que faziam parte da oposição e apoiavam a comunidade, foram agredidos por policiais durante a ação de reintegração de posse da área.
“Quando ele se tornou governador, ele criou uma secretaria para dialogar com movimentos sociais e protocolos para obter saídas negociadas para conflitos”, relembrou Sileno Guedes.
Eduardo saiu da Alepe para se tornar deputado federal, cargo que exerceu por três mandatos consecutivos, de 1995 a 2007. Pelo desempenho no Congresso Nacional, apareceu por três anos consecutivos na lista dos cem parlamentares mais influentes, elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Executivo
Em 2004, tornou-se ministro de Ciência e Tecnologia do Brasil a convite do presidente Lula. Na pasta, teve atuação reconhecida na aprovação da Lei de Inovação Tecnológica e de outros marcos regulatórios que favoreceram o avanço da atividade científica no Brasil.
Na eleição para o Governo de Pernambuco, em 2006, Campos foi eleito com 65% dos votos válidos no segundo turno. Já em 2010, ele alcançou a reeleição com quase 83% dos votos válidos, ainda no primeiro turno – o maior percentual do Brasil naquele ano.
Entre os legados dos governos de Eduardo Campos em Pernambuco que foram destacados no evento, estão a diminuição de homicídios com a implementação do programa Pacto pela Vida e a expansão das escolas de tempo integral.
Também foi lembrada a atração das fábricas da Jeep (atual Stellantis), da Hemobrás e da Refinaria Abreu e Lima, o esforço para regularizar a informalidade no polo de confecções do Agreste e o os investimentos em energia renovável e em infraestrutura, com obras em Suape e na BR-101.
Em homenagem a Eduardo Campos, tramita na Alepe o Projeto de Resolução nº 2082/2024, que inscreve o nome do ex-governador no Livro do Panteão dos Heróis e Heroínas de Pernambuco – Fernando Santa Cruz. A proposta é de autoria dos deputados Sileno Guedes e Waldemar Borges.
Estadão A vereadora do Recife e candidata à deputada federal, Marília Arraes (PT), foi indiciada pela polícia civil de Pernambuco pelo crime de peculato. A petista é acusada de ter contratado quatro “funcionários fantasmas” para o seu gabinete na Câmara de Vereadores do Recife. O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público (MPPE) […]
A vereadora do Recife e candidata à deputada federal, Marília Arraes (PT), foi indiciada pela polícia civil de Pernambuco pelo crime de peculato. A petista é acusada de ter contratado quatro “funcionários fantasmas” para o seu gabinete na Câmara de Vereadores do Recife.
O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público (MPPE) na semana passada, mas somente nesta quinta-feira, 20, a titular da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública, Patrícia Domingos, anunciou o término da investigação.
Segundo o Estado apurou, dois desses funcionários seriam jornalistas e uma seria universitária. A delegada alegou que não poderia informar nomes, cargos e quanto de dinheiro público pode ter sido desviado, pois o caso foi remetido ao MPPE sob sigilo.
A expectativa é de que o órgão se manifeste em até 30 dias, podendo pedir que a polícia complemente as investigações, oferecer a denúncia à Justiça ou pedir o arquivamento. A pena para crimes de peculato varia entre 2 e 12 anos de prisão, além de multa.
“Nosso intuito não é gerar um fato político ou atrapalhar a campanha de quem quer que seja”, disse a delegada.
Marília era candidata ao governo de Pernambuco, mas teve sua candidatura retirada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso pela Operação Lava Jato – e a cúpula petista como parte de um acordo com o PSB. A estratégia tinha o objetivo de isolar o presidenciável Ciro Gomes (PDT).
Por meio de nota, Marília Arraes se disse surpresa com o anúncio do seu indiciamento e de mais quatro funcionários. A candidata afirmou que achou estranho uma notícia como essa a duas semanas das eleições.
“Há cerca de três anos, após tomar conhecimento de uma denúncia anônima totalmente absurda, que versava sobre este tema, eu mesma tomei a iniciativa de procurar o Ministério Público para solicitar que os fatos fossem investigados”, declarou Marília.
A candidata disse ainda que ela é os funcionários estão “como sempre” estiveram à disposição das autoridades. “Mas não temos como deixar de repudiar atitudes que claramente tem o propósito de tumultuar o processo eleitoral democrático em nome de interesses não republicanos”, disse.
Secretário de Paulo Câmara também foi indiciado
O ex-secretário de Administração da gestão Paulo Câmara (PSB) e candidato a deputado federal, Milton Coelho (PSB), também foi indiciado pelo crime de peculato.
Nome forte do partido no Estado, Coelho é acusado pela polícia civil de ter contratado pelo menos três funcionários fantasmas no período em que esteve à frente da pasta – janeiro de 2015 a abril deste ano, quando pediu exoneração para disputar as eleições 2018.
Coelho está há 18 anos no PSB onde ocupou a presidência regional da legenda, foi vice-prefeito do Recife e um dos coordenadores da campanha presidencial do ex-governador, Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 2014.
A polícia civil descobriu os funcionários fantasmas depois de uma denúncia anônima encaminhada pela ouvidoria do MPPE sobre a contratação irregular de uma jornalista para o cargo de assessora de gabinete de Coelho. A servidora que também é colunista social em um jornal do Recife teria recebido quase R$ 90 mil sem nunca ter dado expediente na Secretaria de Administração.
Segundo o Estado apurou, em depoimento à delegada, a jornalista alegou que prestava o serviço remotamente. Sem elementos comprobatórios da irregularidade, a polícia civil não indiciou a servidora, mas encontrou outros três que teriam recebido salários sem trabalhar na secretaria.
A reportagem não localizou Milton Coelho nem sua assessoria. Procurado, o Governo de Pernambuco não se pronunciou.
Por Magno Martins, jornalista Meu amigo Heleno Mariano, a quem trato de primeiro-ministro de Afogados da Ingazeira, vai fazer um festão hoje para festejar suas 70 luas. A conquista de sete décadas merece uma celebração à altura, reconhecimento a uma jornada cheia de esplendor. O cabelo grisalho é uma coroa de esplendor, e obtém-se mediante […]
Meu amigo Heleno Mariano, a quem trato de primeiro-ministro de Afogados da Ingazeira, vai fazer um festão hoje para festejar suas 70 luas. A conquista de sete décadas merece uma celebração à altura, reconhecimento a uma jornada cheia de esplendor.
O cabelo grisalho é uma coroa de esplendor, e obtém-se mediante uma vida justa, ensina o Provérbios 16:31, no livro Divino. É uma data tão especial que permite olhar para trás, pelo retrovisor do tempo, com gratidão por cada capítulo da jornada. Ter a exata compreensão de que cada desafio, cada alegria, molda a pessoa. São anos enriquecedores, caminhada única e repleta de emoções.
Seduzido pela política, arte que domina como ninguém, inspirado na escola macielista da conciliação do unir os contrários, Heleno construiu uma legião de amigos, que gostam da sua companhia agradável. Gostam de ouvi-lo contar, com o jeito engraçado que só ele é capaz, os causos da política e dos políticos. Heleno é um animal político. Não é da turma de Roberto Magalhães, que tem o conceito de que a política é diabólica. A política dele está acima do mal e do bem.
Na vida pública, foi vereador e candidato a prefeito de Afogados. Passou pelo Ciretran e à frente do órgão só fez somar mais amigos e admiradores. Em Tabira, cidade vizinha, foi secretário, e em Brasília integrou a equipe que assessorou o ex-deputado Inocêncio Oliveira. Por onde passou, emprestando o seu talento e a sua sabedoria, só fez o bem sem olhar a quem, com elevado espírito público.
Que as próximas sete décadas de Heleno sejam mais incríveis ainda. Até porque ele gosta tanto de viver que está caminhando para ser um Matusalém, patriarca bíblico, conhecido por ser o homem que teve mais longevidade de toda a Bíblia, pois teria vivido por 969 anos.
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