Márcia rebate Waldemar Oliveira: “Quem tem boca fala o que quer”
Por Nill Júnior
Farol de Notícias
Sem alterar a voz ou fazer provocação, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, não silenciou diante às críticas disparadas pelo deputado Waldemar Oliveira, líder do Avante.
Analisando a ‘debandada’ no bloco da oposição, quando houve mais uma baixa, com o médico Leirson Magalhães apoiando Márcia para 2024, ”Dema’ disse que a prefeita ‘estava usando a máquina, e não tinha como dar o que Márcia oferece”.
“O deputado [Waldemar] foi bem votado em Serra Talhada. porque não o deputado também nos ajudar. assim como faz o deputado Fernando Monteiro (PP), trazendo obras para Serra Talhada. Quem tem boca fala o que quer. As ações superam as palavras, espero que o deputado faça por Serra Talhada”, disse a prefeita, durante entrevista a uma emissora de rádio.
Faleceu nesta madrugada no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE, José Mariano de Brito, 87 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos. Seu Zé Mariano é pai do ex-deputado estadual Antônio Mariano, o corpo será velado na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, e o sepultamento será nesta sexta-feira (08) às 9h da […]
Faleceu nesta madrugada no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE, José Mariano de Brito, 87 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos. Seu Zé Mariano é pai do ex-deputado estadual Antônio Mariano, o corpo será velado na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, e o sepultamento será nesta sexta-feira (08) às 9h da manhã, no Cemitério São Judas Tadeu.
Uma ação compartilhada entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Governo de Pernambuco levou informações e orientações para mulheres da zona rural do município, mais especificamente dos povoados da Carapuça e da Varzinha. A ação educativa integra a campanha “Violência contra mulher não dá frutos”, e é direcionada para mulheres do campo, residentes […]
Uma ação compartilhada entre a Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Governo de Pernambuco levou informações e orientações para mulheres da zona rural do município, mais especificamente dos povoados da Carapuça e da Varzinha.
A ação educativa integra a campanha “Violência contra mulher não dá frutos”, e é direcionada para mulheres do campo, residentes em comunidades ou povoados rurais, assentamentos e acampamentos da reforma agrária. “Esse direcionamento é em decorrência de que as mulheres rurais tem mais dificuldades em denunciar agressões e violência doméstica,” destacou a Coordenadora Municipal de políticas para mulheres, Risolene Lima. A recomendação é que o ônibus fique em uma comunidade polo, onde outras comunidades possam chegar, e em um local de fácil acesso.
Além da Prefeitura e de representantes do Governo de Pernambuco, participaram da ação diversas instituições, a exemplo do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, 23º BPM (Patrulha Maria da Penha) e Delegacia da Mulher.
Durante as atividades, representantes da Secretaria Estadual da Mulher e dos organismos municipais de políticas para as mulheres promoveram rodas de diálogo e de conversas com informes e orientações sobre o combate e enfrentamento à violência contra a mulher. A campanha também ofereceu atendimento psicológico, social e orientação jurídica dentro das unidades móveis, popularmente chamadas de ônibus lilás.
Do UOL Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado. Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em […]
Com a reforma trabalhista, a negociação entre patrões e empregados ganha força, e o que for acordado entre eles pode valer mais do que as leis trabalhistas. Isso poderá acontecer, por exemplo, em decisões sobre jornada de trabalho, intervalo para almoço e a troca do dia do feriado.
Outros pontos, porém, não poderão ser negociados, em hipótese alguma. O que vale nesses casos é o que está definido nas leis.
No caso de uma negociação, como o trabalhador deve agir caso não concorde com a posição de seu sindicato, ou caso se sinta pressionado pelo patrão a aceitar determinadas condições? O UOL consultou advogados trabalhistas para explicar.
Sindicato negocia em nome dos trabalhadores
A convenção coletiva é firmada entre o sindicato de patrões e o de empregados de uma determinada categoria, Já o acordo coletivo é feito diretamente entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas.
No caso de acordos ou convenções, o melhor a fazer é estar próximo do sindicato, já que a organização tem o direito de representar os trabalhadores e negociar com os patrões em nome deles.
Se, eventualmente, o sindicato cometer alguma ilegalidade ao conduzir a negociação, ou em alguma cláusula do acordo firmado, aí o trabalhador pode entrar na Justiça.
“O que o trabalhador tem para fazer é suscitar a inconstitucionalidade de determinada cláusula ou determinado acordo”, afirma o advogado trabalhista Horácio Conde.
E nos acordos diretos com o patrão?
Em alguns pontos, a reforma trabalhista permite fazer acordos individuais, ou seja, negociados diretamente entre o trabalhador e seu patrão, sem intermédio de um sindicato ou entidade de classe.
Um exemplo é o banco de horas: em vez de pagar as horas extras com um valor adicional de 50% em relação à hora normal de trabalho, as horas extras podem ser registradas num banco de horas e compensadas em outro dia. Nesse dia, o funcionário trabalha menos horas ou ganha uma folga.
Antes da reforma, o banco de horas só era liberado se estivesse registrado em acordo ou convenção coletiva. Com as novas regras (que entram em vigor em novembro), poderá ser aplicado também após acordo individual.
Alan Balaban diz que as duas partes, patrões e empregados, precisam estar de acordo para que seja feita qualquer mudança no contrato de trabalho, e essa mudança só pode acontecer se melhorar as condições do trabalhador –nunca piorar. Isso já vale atualmente e não foi afetado pela reforma, afirma o advogado.
Ele recomenda que o trabalhador não assine nenhuma mudança sem ter certeza. Ele também aconselha que pelo menos duas testemunhas assinem o contrato de trabalho, em caso de mudanças, para ter provas de que os envolvidos concordam com as mudanças.
Se recusar acordo, posso ser demitido?
Se recusar um acordo, nada garante que o trabalhador mantenha seu emprego. Faz parte do direito da empresa demitir um funcionário se, eventualmente, ele não aceitar uma proposta, diz Horácio Conde. Mas daí é uma demissão sem justa causa, e a empresa deve pagar todos os direitos ao empregado.
O patrão não pode pressionar o funcionário a aceitar alguma condição ou mudança no contrato ameaçando demiti-lo por justa causa, por exemplo. Nesse caso, o trabalhador deve juntar provas e pode entrar na Justiça contra a empresa. Segundo Conde, é preciso ter “provas de que a assinatura que ele deu não reflete a sua vontade”, como uma conversa gravada ou um e-mail que demonstrem que foi pressionado.
Apesar de atacar oposição, criticar governistas e incentivar Flávio Marques. Por Anchieta Santos Diante da notícia divulgada no Rádio Vivo e reproduzida por alguns blogs, informando que o ex-deputado Edson Moura apoiaria a candidatura de Flávio Marques para prefeito de Tabira, o médico enviou nota a produção do Programa comunicando que já encerrou sua participação […]
Apesar de atacar oposição, criticar governistas e incentivar Flávio Marques.
Por Anchieta Santos
Diante da notícia divulgada no Rádio Vivo e reproduzida por alguns blogs, informando que o ex-deputado Edson Moura apoiaria a candidatura de Flávio Marques para prefeito de Tabira, o médico enviou nota a produção do Programa comunicando que já encerrou sua participação na política, “sou uma página virada”. E continuou: “a oposição é desarticulada. Desejo que minha cidade encontre o caminho do desenvolvimento e recupere as décadas perdidas”.
“Em nenhum momento eu disse que apoiava Flávio, mas disse a ele que no momento as coisas caminham para ele ser o próximo prefeito”. Concluiu Edson Moura.
Nota da produção do Rádio Vivo:
A notícia foi veiculada com base em informações enviadas pelo ex-deputado, comprovadas com prints de mensagens pelo WhatsApp, onde Edson Moura critica a oposição e governistas e mostra sua confiança no sucesso de Flávio, dizendo: “enquanto Dinca não se afastar da política, a oposição não ganha eleição e nem ele também. O tempo dele passou. Vivemos um novo tempo e esse tempo é você (Flávio). Josete é página virada. Zé (Amaral) o povo não gosta do seu estilo de fazer política. Vá buscando apoios. Esse é o seu momento. Pode fincar o pé e vá em frente. Você vai ser o próximo prefeito (Flávio)”, encerrou o médico.
Em uma cerimônia realizada na manhã da última terça-feira (17), na Câmara de Vereadores de Itapetim, Aline Karina (PSB) foi diplomada como a primeira mulher a ser eleita prefeita do município. Com 62,12% dos votos válidos, Aline consolidou a vitória nas eleições de outubro, marcando um momento emblemático na política local. Ao lado de seu […]
Em uma cerimônia realizada na manhã da última terça-feira (17), na Câmara de Vereadores de Itapetim, Aline Karina (PSB) foi diplomada como a primeira mulher a ser eleita prefeita do município. Com 62,12% dos votos válidos, Aline consolidou a vitória nas eleições de outubro, marcando um momento emblemático na política local.
Ao lado de seu vice-prefeito, Chico de Laura (PSB), Aline recebeu o diploma que a habilita a assumir oficialmente o cargo a partir de 1º de janeiro de 2025. O evento também formalizou a diplomação de nove vereadores eleitos, entre eles seis da base de apoio da prefeita: Júnio Moreira, Carlos Nunes, Alexandre de Cícero Eiéco, Delegado Antônio, Romão de Piedade e Cleubia Enfermeira.
A cerimônia contou com a presença de importantes lideranças políticas, como o atual prefeito Adelmo Moura, que destacou o simbolismo da eleição de Aline.
Você precisa fazer login para comentar.