Márcia pode até ser sondada para vice de João. Problema é o “fator Faeca”
Por Nill Júnior
O blogueiro Júnior Campos afirmou que houve convite feito pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), para que Márcia componha como vice uma eventual chapa ao Governo do Estado, numa disputa contra a atual governadora, Raquel Lyra (PSDB).
A informação, apurada com fontes próximas à gestão petista na Capital do Xaxado, revela que Márcia não aceitou o convite de imediato. O motivo? O dilema que envolve seu vice-prefeito, Faeca Melo (Avante), figura de confiança de Sebastião Oliveira, presidente estadual da legenda e ex-deputado federal.
É de conhecimento público que o nome de Faeca não foi a escolha preferencial de Márcia para a vice-prefeitura em 2024. A indicação, costurada como parte da aliança com o Avante, foi um trunfo de Sebastião, que impôs o empresário como condição para fechar apoio à petista. A relação política entre Márcia e Faeca nunca foi das mais entusiasmadas, e a possibilidade de entregar o comando da prefeitura a um nome fora do seu núcleo de confiança pesa — e muito — em qualquer tomada de decisão que envolva abrir mão do cargo.
No meu comentário no Sertão Notícias, explico porque a sondagem pode até ter acontecido, mas que a granada sem pino deixada no colo de Márcia por Sebastião Oliveira chamada Faeca Melo interfere diretamente nessa possibilidade.
Sob forte comoção, foi sepultado hoje pela manhã em Afogados da Ingazeira José Mariano de Brito, 87 anos, pai do ex-deputado Antônio Mariano. José Mariano faleceu na madrugada de quinta-feira (07), no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE. Familiares e amigos se juntaram num cortejo que seguiu até o Cemitério São Judas Tadeu, onde […]
Sob forte comoção, foi sepultado hoje pela manhã em Afogados da Ingazeira José Mariano de Brito, 87 anos, pai do ex-deputado Antônio Mariano. José Mariano faleceu na madrugada de quinta-feira (07), no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE.
Familiares e amigos se juntaram num cortejo que seguiu até o Cemitério São Judas Tadeu, onde foi sepultado.
Foto: Romero Morais
José Mariano era considerado por muitos “um visionário, movido a sonhos” como escreveu seu neto o vereador Igor Sá Mariano no texto abaixo que fez para homenagear seu avô José:
Vovô José Mariano, um construtor de sonhos!
Meu Avô se foi na madrugada desta quinta-feira (7.1.16) depois de passar 87 anos construindo sonhos. Lembro-me que numa longa conversa na varanda da sua residência, no sítio Campins, em Afogados da Ingazeira – PE, certa vez ele me falava da sua vida, desde a adolescência até o casamento com minha avó, Laura Ramos de Brito (in memorian).
Me contava sorridente que casou com ela sem ter muitas condições financeiras, vindo de uma família humilde e ainda moço, decidiu ir morar na casa dela junto dos seus pais. Analfabeto, vovô tinha um dom impressionante com os números, fazia matemática como ninguém. Como uma águia, com visão muito a frente do seu tempo, decidiu ingressar no ramo do comércio, negociando estivas.
Lembro-me que com muito orgulho, ele me contava o quanto amava o Sítio São João, mas sempre fazia um alerta: “Quando me casei e comecei a negociar no sítio, vi que devia levar meus filhos para a “rua” para que eles pudessem ter estudos, coisa que eu não tive”, contava-me vovô.
Do casamento com minha avó Laura, vieram os filhos: Antônio Mariano, Lourdes Mariano, Heleno Mariano, Geneva Mariano, Niza Mariano, Elias Mariano, Irenilda Mariano, Iracilda Mariano, Iracy Mariano, Júnior Mariano e Denílson Mariano. Onze filhos, onze missões, onze sonhos: formar todos eles.
Vovô conduziu seu rebanho para morar na “rua”, morar em Afogados da Ingazeira, com o sonho de ver todos os seus filhos formados. Guardava ainda outro grande sonho, me confessava naquela tarde de domingo: “Queria ver um filho meu sendo Prefeito de Afogados da Ingazeira”. Dois grande sonhos, para um homem analfabeto, que “só” sabia assinar o nome e fazer as contas que sustentavam seu comércio.
Como toda família grande, teve que conviver com a dificuldade de criar onze “cabeças”, onze pessoas que pensavam e agiam de maneiras diferentes, mas para vovô isso era “fichinha”, como se diz no interior. Criou os filhos de forma correta, orientando todos (as) a serem cidadãos, homens e mulheres de bem, ele tirou de letra.
Vovô era um homem visionário, movido a sonhos, que almejou durante sua vida inteira conquistar objetivos e como afirmou Roberto Shinyashiki: “Tudo que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele pode ser realizado”, isso ele tinha, ele sempre acreditou.
Ao passar do tempo, foi conquistando com muito suor e trabalho muitas posses e patrimônios, foi um dos comerciantes mais bem sucedidos da nossa terra, proprietário de inúmeros imóveis, boa parte dos prédios que hoje existem na Avenida Manoel Borba foram dele, sem nunca perder a humildade e o desejo de ajudar o próximo. O matuto do São João começava a construir o alicerce dos seus sonhos.
Elegeu, com ajuda dos muitos amigos, o meu tio, seu primogênito, Antônio Mariano, ele foi Vereador, Prefeito e Quatro vezes Deputado Estadual, vovô foi além. Formou seus onze filhos do casamento com a minha avó.
Anos após a morte prematura de minha avó, decidiu casar de novo, com Cícera, teve dois filhos, Aline e Henrique, que também se formaram como ele tanto sonhou, e se juntaram com muito amor a nossa família. Ao todo, juntando os dois casamentos, foram treze filhos, treze formados, um ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado por quatro mandatos. Vovô conquistou tudo que sonhou!
Hoje, o Senhor lhe tirou o sopro de vida, o cansaço do tempo o venceu, como vencerá a todos nós. Mas tenho certeza que ao lado do Pai, onde ele hoje se encontra, vovô está muito feliz. Um exemplo de homem, de fé, de coragem, de vontade de vencer, de sonhar, um realizador de sonhos. Assim foi meu avô. Esse é o seu legado!
Teremos sempre muito orgulho do senhor Vovô, nosso baluarte, nosso patriarca, o céu está em festa com sua chegada e nós ficaremos sempre com seus ensinamentos. Descanse em paz! Como citou o aposto Paulo a Timóteo, “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”. Te amaremos para sempre!
O prefeito do município de Floresta, Ricardo Ferraz, fecha o governo de forma melancólica. Em fim de feira, não efetuou o pagamento dos professores do município. Além dos educadores, motoristas e merendeiras da pasta não viram a cor do dinheiro. Um final de gestão identificado com a qualidade aquém do esperado. Prova disso é que Ferraz […]
Do Diário de Pernambuco O primeiro petroleiro produzido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o João Cândido, sofreu um atraso de quase dois anos na entrega. Mas desde aquele 25 de maio de 2012, o ritmo de produção ganhou mais velocidade. Foram entregues outros quatro navios: Zumbi dos Palmares, Dragão do Mar, Henrique Dias e André […]
O primeiro petroleiro produzido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o João Cândido, sofreu um atraso de quase dois anos na entrega. Mas desde aquele 25 de maio de 2012, o ritmo de produção ganhou mais velocidade. Foram entregues outros quatro navios: Zumbi dos Palmares, Dragão do Mar, Henrique Dias e André Rebouças.
O último – que leva o nome do militar baiano que se engajou na campanha abolicionista e ajudou a criar, na década de 1880, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, ao lado de Joaquim Nabuco e José do Patrocínio – foi entregue à Transpetro nesta quinta-feira (14). Durante a cerimônia, que contou com a presença de Dilma Rousseff, o presidente do EAS, Harro Ricardo Schlorke Burmann, disse que o cronograma da empresa prevê a entrega de outros dois navios ainda em 2015.
“Temos metas ambiciosas para este ano. Em agosto, planejamos entregar o Marcílio Dias, batizado hoje, e mais outro em dezembro, que é o sétimo navio e que já está em construção no dique seco, ressaltou. Burmann também acrescentou que processo de construção tem buscado nível de aprendizagem contínua. “O André Rebouças foi construído com cerca de 4 milhões de horas/homem, metade do tempo dos primeiros navios. A previsão é que os navios de número nove e dez, com metade do tempo de trabalho do que se produz hoje.”
Em dezembro, durante a entrega do Henrique Dias, o EAS divulgou nota afirmando que o André Rebouças é o projeto mais completo até o momento do estaleiro, já que foi empregada integralmente a tecnologia de construção e montagem por megablocos. “O uso desse processo permite ganhos como redução do tempo de construção e incremento da qualidade no acabamento da embarcação. Graças a essa inovação tecnológica de ‘acabamento avançado’”. O André Rebouças tem as mesmas dimensões dos outros quatro navios que já tinham sido entregues pelo estaleiro pernambucano: 274,2 metros de comprimento, 48 metros de largura e porte bruto de 157,7 mil toneladas.
O presidente da Transpetro, Cláudio Campos, destacou o nível de qualidade dos navios produzidos do EAS. Um quadro diferente do observado em 2012. Logo após receber o João Cândido, a Transpetro anunciou que o Atlântico Sul seria multado em R$ 3,6 milhões pelo atraso em 20 meses na entrega do petroleiro. As más notícias não pararam por aí. Na ocasião, o então presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que os contratos de compra e venda dos navios assinados junto ao EAS estavam suspensos.
O acordo foi sustado porque o estaleiro não estava conseguindo cumprir o cronograma de entregas e estava inadimplente com o contrato porque estava sem parceiro tecnológico. Em março de 2012, a coreana Samsung anunciou a saída do negócio, onde detinha 6% de participação e era parceira técnica. Os problemas foram sendo resolvidos aos poucos, depois que o EAS anunciou o novo parceiro tecnológico: a japonesa IHI Marine.
Mas a vida do EAS está longe de ser um mar de rosas. Recentemente, o estaleiro demitiu mais de mil trabalhadores, depois de suspender contratos com a Sete Brasil, empresa criada pelo governo federal para comprar navios-sonda de estaleiros do Brasil para alugar à Petrobras, mas que não estava repassando pagamentos por estar sendo investigada por corrupção na Operação Lava-Jato. Foram seis sondas suspensas. Nenhuma havia sido entregue, em um contrato de US$ 6 billhões. Há uma mobilização para viabilizar os empréstimos para que os contratos sejam revisados, mas serão menores.
O Supremo Tribunal Federal (STF) acionou um sinal de alerta contra o que classifica como uma tentativa de desestabilização democrática por meio do uso político de órgãos de Estado. No âmbito da PET 15256, a Corte determinou medidas severas contra servidores da Receita Federal suspeitos de acessar e vazar ilegalmente dados sigilosos de ministros do […]
O Supremo Tribunal Federal (STF) acionou um sinal de alerta contra o que classifica como uma tentativa de desestabilização democrática por meio do uso político de órgãos de Estado. No âmbito da PET 15256, a Corte determinou medidas severas contra servidores da Receita Federal suspeitos de acessar e vazar ilegalmente dados sigilosos de ministros do STF, do Procurador-Geral da República e de seus familiares.
Segundo o relatório da Receita Federal, as investigações detectaram um “bloco de acessos” aos sistemas que não possuía qualquer justificativa funcional. O caso, porém, vai além do crime comum de violação de sigilo. A Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta uma estratégia deliberada de desgaste institucional:
“A exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais.”
Medidas Cautelares
Para frear a continuidade dos delitos e aprofundar a apuração, o STF determinou contra quatro servidores — Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes — uma série de restrições. Entre as medidas estão a busca e apreensão domiciliar, o afastamento imediato de funções públicas, o uso de tornozeleira eletrônica com recolhimento noturno e o cancelamento de passaportes.
Os investigados agora deverão prestar depoimento à Polícia Federal. O episódio reforça a necessidade de vigilância constante sobre o uso de estruturas públicas para perseguições políticas e ataques aos pilares da democracia brasileira.
Ao escutar o programa da Câmara de vereadores fiquei muito feliz ao escutar a frase de Dr Alan Xavier ” eu me nomeio líder das oposições” na verdade eu acho que ele quis dizer : oi pessoal , o povo , a sociedade de Tabira fala através de mim. Nesse momento acendeu a luz de […]
Ao escutar o programa da Câmara de vereadores fiquei muito feliz ao escutar a frase de Dr Alan Xavier ” eu me nomeio líder das oposições” na verdade eu acho que ele quis dizer : oi pessoal , o povo , a sociedade de Tabira fala através de mim.
Nesse momento acendeu a luz de esperança no peito dos tabirenses saudosistas assim como eu sou, sou daqueles que ao me perguntarem de onde sou digo : Brasileiro , Nordestino , sertanejo, Pernambucano, Tabirense , lá do Baixio dos Costas.
Ultimamente muito me dói ao ver as ruas de tabira abandonadas, esburacadas , lamas e esgoto na frente da casa do povo, o comércio parado , o trânsito, reestruturado como assim foi dito dificulta o progresso trazido pelos grandes caminhões, a prefeitura falida pela sede do poder pelo poder não paga aos funcionários, meses de atraso, esse pai ou mãe de família deixa de pagar ao mercado, já o dono do mercado não compra ou emprega e se torna um círculo vicioso, a saúde , abandonada , partos , cirurgias , só de Afogados pra frente.
Algumas vezes como eu já recebi pacientes no Regional de Afogados transferidos de Tabira pela falta de antibiótico que custa R$ 2,50. As escolas deixaram de ajudar os pais de família, sem material escolar , sem farda , alguns dias sem merenda , às estradas vicinais do município, acabaram faz tempo, às ” grandes ” obras da gestão , são invisíveis aos olhos nus , porém, na internet , todo comunicador , digo , quase todos , divulgam até o show da Viola nos campos do Sport Tabira.
Dinheiro ? Só para os grandões da gestão , onde o real prefeito passa o dia separando as notas para o maior laranja da atual história do município de Tabira passar a caneta. E quem não vê isso ?
Eu vejo, Alan vê, Valdemir vê, Genedy vê, Dinca vê, na verdade, o povo vê, sente , e mais importante , tenho certeza que Deus tá vendo tantos absurdos. Lembrei que num momento de erro da minha vida ao apoiar a primeira campanha do prefeito atual. Ao vencer as eleições, durante a comemoração até o céu de Tabira derramou suas lágrimas. Até então eu não tinha entendido, porém, agora sei. Estamos na cidade mais violenta proporcionalmente falando do nosso Pajeú, mas a Guarda grava filme hollywoodiano.
Acorda Tabira , não podemos defender preciosismos. A “Terra das Tradições ” logo terá que mudar esse termo , uma pena.
Você precisa fazer login para comentar.