Pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla afere que o atual prefeito de Custódia, Emanuel Fernandes, o Manuca, mantém liderança na corrida sucessória do município.
A pesquisa foi realizada dias 24 e 25 de novembro com 250 entrevistados.
De acordo com os números, Manuca bateria seus principais adversários.
Na pesquisa estimulada, aquela em que são oferecidas as opções para o eleitor, Manuca teria 56% dos votos contra 28% do Presidente da Câmara de Vereadores, Gilberto de Belchior.
Quando o adversário é Marcílio Ferraz, Manuca tem 59,2% contra 28,4% do opositor. Já se o nome da oposição for Cristiano Lira, Manuca chega a 69,2% contra 17,2%.
No critério rejeição, diz o Instituto, o nome com maior percentual é Cristiano lira (63,2%), seguido de Gilberto de Belchior (50%), Marcílio Ferraz( 47,2%) e Manuca de Zé do Povo (22,4%).
Gestão: quando vai avaliar a gestão, 67,9% diz aprovar o governo, contra 20,4% que desaprovam e 12% que não sabem ou não opinaram. Na classificação de gestão, 13,6% dizem que o governo é ótimo, 37,2% que é bom, 31,2% acham regular 4,8% ruim e 10,4% péssimo. Apenas 2,8% não opinaram.
Nayn Neto Na madrugada deste Domingo, por volta das 00h10, Serra Talhada registrou o o primeiro homicídio do ano no município. Um homem de 51 anos, foi morto após ser agredido a chutes dentro de um bar, no bairro Vila Bela, na cidade de Serra Talhada. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi identificada como […]
Na madrugada deste Domingo, por volta das 00h10, Serra Talhada registrou o o primeiro homicídio do ano no município. Um homem de 51 anos, foi morto após ser agredido a chutes dentro de um bar, no bairro Vila Bela, na cidade de Serra Talhada.
Segundo a Polícia Militar, a vítima foi identificada como José Carlos do Nascimento, 51 anos, natural da cidade de Triunfo-PE, residente no bairro Vila Bela. O mesmo foi morto durante uma briga, por motivos desconhecidos, no “Bar de Arnaldo”, no bairro Vila Bela.
A vítima entrou em luta corporal com um homem não identificado e levou a pior, foi atingido com um ‘chute’, caiu e bateu a cabeça no meio fio da calçada, vindo a óbito no local. O agressor se evadiu do local, tomando destino ignorado. Populares disseram a polícia que o agressor era desconhecido e não era da localidade.
Este foi o primeiro homicídio registrado esse ano na cidade de Serra Talhada. Aconteceram duas tentativas no mês de janeiro.
A Prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, anunciou na manhã desta sexta-feira (5/5), no Palácio Municipal, o nome de Regina Maria Manzi Araruna como nova secretária de Assistência Social do município. Compondo a mesa da solenidade de posse, com as presenças do vice-prefeito Wellington Araújo, do secretário de Governo e Coordenação, Carlos Fernando Britto, e da […]
A Prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, anunciou na manhã desta sexta-feira (5/5), no Palácio Municipal, o nome de Regina Maria Manzi Araruna como nova secretária de Assistência Social do município.
Compondo a mesa da solenidade de posse, com as presenças do vice-prefeito Wellington Araújo, do secretário de Governo e Coordenação, Carlos Fernando Britto, e da vereadora Célia Cardoso, Regina Manzi falou um pouco sobre os desafios e expectativas para assumir a pasta.
Ela já é conhecida pelo trabalho desenvolvido com acolhimento institucional de crianças e adolescentes na Casa Acolher Antônio Galindo Viana.
Entre outras experiências profissionais da nova secretária no segmento, está o cargo de coordenadora regional do Centro de Referência Especializado em Assistência Social – CREAS Regional Sertão do Moxotó, no período de agosto de 2011 à junho 2016, além de ter sido técnica social de campo, entre 2010 e 2011, do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS Regional Metropolitana Norte.
Ela substitui a esposa do deputado estadual Eduíno Brito (PP), Patrícia Costa de Brito Cavalcanti, entregou o cargo dia 27 de abril. Patrícia Costa alegou questões pessoais para entregar o cargo, pois não estaria conseguindo conciliar seu trabalho com outras atividades, mas nos bastidores, a oposição diz que a questão central seria a falta de liberdade para comandar a secretaria como planejava. A Prefeita Madalena Britto esclareceu na oportunidade que não houve rompimento com o deputado Eduíno Brito (PP).
Em um vídeo divulgado neste sábado (28), nas redes sociais da prefeita Márcia Conrado, a Ministra da Saúde do governo Lula, Nísia Trindade, declarou publicamente seu apoio à reeleição de Márcia Conrado para a prefeitura de Serra Talhada. “O governo do presidente Lula é a garantia de um Brasil melhor para todos. Trouxemos de volta […]
Em um vídeo divulgado neste sábado (28), nas redes sociais da prefeita Márcia Conrado, a Ministra da Saúde do governo Lula, Nísia Trindade, declarou publicamente seu apoio à reeleição de Márcia Conrado para a prefeitura de Serra Talhada.
“O governo do presidente Lula é a garantia de um Brasil melhor para todos. Trouxemos de volta o Mais Médicos, o Farmácia Popular, o Brasil Sorridente e ainda criamos programas como o Mais Acesso a Especialistas”, frisou Nísia sobre as ações do governo Lula em prol da melhoria na saúde do povo brasileiro.
A ministra ainda ressalta que “ninguém governa sozinho. Precisamos estar juntos, trabalhando para melhorar a sua vida, e a vida de sua família. Agora é hora de votar em quem vai nos ajudar a colocar a sua cidade no rumo certo”. E conclui: “Em Serra Talhada, peço o seu voto para Márcia Conrado. Vote no time do presidente Lula. Vote 13”.
Na mesma postagem, Márcia agradeceu o carinho. “Fico superfeliz em contar com o apoio da Ministra da Saúde, Nísia Trindade, e do governo do presidente Lula, que têm trabalhado incansavelmente para trazer de volta programas essenciais para todos. Juntos, estamos cuidando da saúde do nosso povo e transformando vidas. No dia 6, conto com o seu voto, para que nossa cidade continue se desenvolvendo”, concluiu a prefeita.
Segundo publicação do Diário Oficial da União exoneração foi feita “a pedido” O Diário Oficial da União publicou a exoneração de Onyx Lorenzoni do Ministério do Trabalho e Previdência. De acordo com o ato, a exoneração, foi “a pedido”. Não há maiores informações sobre o que motivou a saída de Onyx. Um dos primeiros políticos […]
Segundo publicação do Diário Oficial da União exoneração foi feita “a pedido”
O Diário Oficial da União publicou a exoneração de Onyx Lorenzoni do Ministério do Trabalho e Previdência. De acordo com o ato, a exoneração, foi “a pedido”.
Não há maiores informações sobre o que motivou a saída de Onyx. Um dos primeiros políticos aliados do presidente Jair Bolsonaro, Onyx começou como ministro-chefe da Casa Civil e passou por diversos outros cargos até chegar ao Trabalho e Previdência. Na ocasião, Bolsonaro chegou a chamar Onyx de “meu coringa”.
Informações não oficiais dão conta de que a saída seria temporária, para Onyx administrar na Câmara dos Deputados o processo de indicação das suas emendas ao Orçamento. Em outras ocasiões, no final do ano, ele teria feito o mesmo.
A assessoria de imprensa do auxiliar presidencial afirmou que ele se licenciou temporariamente para cuidar das emendas de deputado federal. Após a destinação dos recursos, ele retornará ao cargo – a equipe do ministro estima que ele reassumirá a pasta em 10 dias.
Veja abaixo o ato de exoneração:
Decreto de 11 de novembro de 2021
Ministério do Trabalho e Previdência
O presidente da República no uso da atribuição que lhe confere o art. 84. caput. inciso I, da Constituição, resolve:
Exonerar a pedido.
Onyx Dornelles Lorenzoni do cargo de Ministro de Estado do Trabalho e Previdencia
Brasília, 11 de novembro de 2021 200° da Independência e 133° da República
O Presidente João de Maria continua sua estratégia para ser reeleito presidente da Câmara de São José do Egito. E não tem tido nenhuma preocupação com a repercussão disso. Depois de articular a ida dos seus apoiadores para um imóvel no litoral, em lugar incerto e não sabido, numa estratégia apelidada de “sequestro”, por manter […]
O Presidente João de Maria continua sua estratégia para ser reeleito presidente da Câmara de São José do Egito. E não tem tido nenhuma preocupação com a repercussão disso.
Depois de articular a ida dos seus apoiadores para um imóvel no litoral, em lugar incerto e não sabido, numa estratégia apelidada de “sequestro”, por manter os pares incomunicáveis, como em um cativeiro, ele agora editou duas medidas que evitam a necessidade de que o voto seja presencial.
Na Portaria 004/202, ele definiu que, em virtude da pandemia de Covid-19, ficam instituídas sessões semipresenciais. Os vereadores poderão participar da sessão presencial ou virtualmente. Com isso, os mantidos em “cativeiro legislativo”, poderão votar desse local sem necessidade de serem interpelados. A medida visa evitar viradas de votos até o dia da eleição.
E a única Câmara da qual se tem conhecimento no Brasil a aditar essa medida nesse período. Mesmo a última variante da Covid que teve um recente aumento de casos, arrefeceu.
Ele também decidiu via ofício marcar a sessão extraordinária que será marcada pela definição das regras e diretrizes da eleição para quinta, 15 de dezembro, às 16h. “É fazer o povo de besta. Imagine a cena. cada um em um celular, na beira da piscina, dando seu voto sem precisar vir. Arrumaram uma forma de, mesmo sequestrados, participarem da votação alegando a pandemia”, disse o vereador Vicente de Vevéi, do PSB.
A Coluna do Domingão destacou que em São José do Egito, a negociação chegou a outro nível. Na terra que se orgulha de seus poetas e cantadores, a decência política vai se deteriorando a cada debate. Foi na cidade que a população começou a cunhar a expressão “sequestrado” para adaptá -la à política. Na Capital da Poesia, “sequestrados” é como são chamados os vereadores governistas que se alinharam à reeleição de João de Maria.
Isso porque para evitar cooptação de pessoas próximas ao prefeito Evandro Valadares – João de Maria faz oposição à sua gestão por exemplo engavetando um projeto de reforma da previdência – os vereadores são obrigados a uma “reclusão voluntária”. São levados para um imóvel no litoral e ficam quase incomunicáveis. Até o telefone que toca é vistoriado.
Daí a comparação com sequestrados, como se estivessem em um cativeiro, incomunicáveis com a sociedade. “São obrigados a só aparecer na cidade no dia da votação”, revelou o vereador Vicente de Vevéi, que não comunga da prática e a taxa de um tapa na cara da população da cidade.
Imagine o que, além do cativeiro mobiliado com café, almoço e janta deve ter sido oferecido para que se submetessem a essa condição, impedidos até da despedida ao colega Flávio Jucá, morto de infarto há uma semana.
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