Mais dois: número de homicídios em Serra Talhada chega a 26 no ano
Por Nill Júnior
Foto: WhattsApp
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Por volta das 21h deste sábado (23), no bairro Bom Jesus, na Serra Talhada, mais um homicídio foi registrado. Foi na Rua Vila Nova. Segundo a Polícia, a vítima foi identificada como Givanildo Dias Sousa, conhecido como “Dodô”, 30 anos.
Segundo o blog de Nayn Neto, Testemunhas relataram que dois homens não identificados, em uma motocicleta Honda Biz, de características, não anotadas, efetuaram vários disparos contra a vítima, dos quais seis tiros à atingiram na região do tórax. A vítima veio a óbito no local.
“Dodô”, era conhecido da polícia e já cumpriu pena na cadeia pública de Serra Talhada por tentativa de homicídio. O corpo da vítima foi levado para o necrotério do HOSPAM e posteriormente será encaminhado para o IML de Caruaru.
É o 26º homicídio do ano registrado na Capital do Xaxado. Também neste sábado, um caso de feminicídio chocou a cidade. O corpo de Maria Aparecida da Silva, 30 anos, do bairro Bom Jesus, foi encontrado em outra área da cidade, o bairro Malhada enterrado em uma vala. A última vez que foi vista foi na companhia do ex-marido.
O prefeito de Calumbi, Joelson, divulgou nesta terça-feira (25) um vídeo em suas redes sociais durante visita às obras da Adutora do Bom Jesus. O projeto busca garantir o abastecimento de água para moradores da região, que historicamente enfrentam dificuldades no acesso ao recurso. No vídeo, o prefeito destacou o compromisso assumido com a população […]
O prefeito de Calumbi, Joelson, divulgou nesta terça-feira (25) um vídeo em suas redes sociais durante visita às obras da Adutora do Bom Jesus. O projeto busca garantir o abastecimento de água para moradores da região, que historicamente enfrentam dificuldades no acesso ao recurso.
No vídeo, o prefeito destacou o compromisso assumido com a população local. “Estivemos aqui anteriormente e vimos a dificuldade de água para o povo que mora nessa região. Fizemos uma promessa de campanha e aqui estamos cumprindo nossa palavra”, afirmou.
As obras seguem em andamento, e Joelson reforçou que a meta é concluir o projeto o mais breve possível. “Se Deus quiser, em breve vamos entregar água nas torneiras de todo o povo aqui dessa região”, disse.
O Prefeito Zeinha Torres esteve em Recife cumprindo agenda administrativa. Na Secretaria de Planejamento e Gestão – SEPLAG. Na oportunidade, assinou o convênio para construção da Praça Central do Bairro Santa Ana. A praça ficará na Avenida Odilon Rodrigues, e era muito cobrada pelos moradores da comunidade. Na Secretaria Estadual de Administração, apresentou projeto técnico […]
Zeinha na SEPLAG: praça para Bairro Santa Ana. Foto: TV WEB Sertão
O Prefeito Zeinha Torres esteve em Recife cumprindo agenda administrativa.
Na Secretaria de Planejamento e Gestão – SEPLAG. Na oportunidade, assinou o convênio para construção da Praça Central do Bairro Santa Ana. A praça ficará na Avenida Odilon Rodrigues, e era muito cobrada pelos moradores da comunidade.
Na Secretaria Estadual de Administração, apresentou projeto técnico e levantamento patrimonial com o desmembramento das áreas pleiteadas pelo município e das áreas remanescente, solicitadas ao Governo do Estado de Pernambuco para a doação de 20,8 hectares da Fazenda Experimental do Estado.
O pedido tem como base o Projeto de Lei Ordinária de Nº 1592/2017 de autoria do Poder Executivo, que autoriza o Estado de Pernambuco a doar a referida área ao município de Iguaracy.
Com essa doação, o Prefeito Zeinha pretende atender demandas de entidades sociais sem fins lucrativos que necessitam de espaços públicos.
Por André Luis O deputado federal Carlos Veras (PT) comemorou a aprovação, na sessão do Congresso Nacional desta quinta-feira (14), do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 21/2022, que garante mais de R$ 390 milhões para a conclusão da construção da Hemobrás, em Pernambuco. “Fui relator dessa importante proposta que garante recursos para a […]
O deputado federal Carlos Veras (PT) comemorou a aprovação, na sessão do Congresso Nacional desta quinta-feira (14), do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 21/2022, que garante mais de R$ 390 milhões para a conclusão da construção da Hemobrás, em Pernambuco.
“Fui relator dessa importante proposta que garante recursos para a conclusão da Hemobrás, uma empresa estratégica para o desenvolvimento de Pernambuco e para o cuidado com a saúde da população brasileira”, escreveu Veras em suas redes sociais.
A Hemobrás é uma empresa pública que tem como objetivo produzir, distribuir e comercializar hemocomponentes e hemoderivados no Brasil. A sua construção foi iniciada em 2009, mas foi paralisada por falta de recursos.
Além da aprovação do PLN 21, Veras também comentou sobre a análise do PLN 39/2022, que trata de recursos para o Sistema Itaparica. Essa proposta deve ser analisada somente na próxima semana.
“Seguimos acompanhando a análise do PLN 39, que trata de recursos para o Sistema Itaparica, importante obra de infraestrutura para a região do Vale do São Francisco”, disse o deputado.
Por fim, Veras lamentou a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei 191/2020, que estabelece o marco temporal para a demarcação de terras indígenas.
“Sofremos uma derrota com a derrubada do veto que garantiria esse direito fundamental dos povos indígenas. O marco temporal é inconstitucional, e seguiremos na luta para assegurar esse direito originário dos povos indígenas”, declarou.
A Prefeitura de Sanharó e a Compesa concluíram as obras do sistema de abastecimento que está levando água ao Sítio Comorongo, na zona rural da cidade. Graças a essa parceria, nesta terça-feira (24), os moradores comemoraram a chegada da água nas torneiras. O prefeito Heraldo Oliveira e o gerente regional da Compesa, Gilvandro Tito, estiveram […]
A Prefeitura de Sanharó e a Compesa concluíram as obras do sistema de abastecimento que está levando água ao Sítio Comorongo, na zona rural da cidade. Graças a essa parceria, nesta terça-feira (24), os moradores comemoraram a chegada da água nas torneiras.
O prefeito Heraldo Oliveira e o gerente regional da Compesa, Gilvandro Tito, estiveram presentes.
“Ficou bom demais com água nas torneiras, facilita a vida de todo mundo. Foi uma benção”, disse a aposentada Alzira Maria de Brito, de 82 anos. De acordo com outra moradora, Eliane Santos, a localidade estava há nove anos sem receber água nas torneiras.
“Estamos deixando um trabalho que vai ser muito importante para a comunidade. Quero destacar o empenho do deputado estadual João Eudes e do deputado federal João Fernando Coutinho para a realização dessa obra”, disse o prefeito Heraldo Oliveira.
O gerente regional da Compesa, Gilvandro Tito, lembrou que é importante as pessoas economizarem água, já que a região está passando por um período de racionamento.
Diário de Pernambuco Um estudo liderado por acadêmicos dos departamentos de Estatística e Física das Universidades Federais de Pernambuco, Sergipe e do Paraná indicou que Recife e Belém são as únicas capitais que chegaram na fase de saturação da pandemia. Isso significa que a pior fase da epidemia já passou nesses locais e que as […]
Um estudo liderado por acadêmicos dos departamentos de Estatística e Física das Universidades Federais de Pernambuco, Sergipe e do Paraná indicou que Recife e Belém são as únicas capitais que chegaram na fase de saturação da pandemia. Isso significa que a pior fase da epidemia já passou nesses locais e que as duas cidades estão próximas de alcançar a estabilização do número total de casos e óbitos por Covid-19.
Segundo a nota técnica publicada pelos pesquisadores nesta terça-feira (21), oito capitais ainda estão enfrentando a fase inicial com crescimento rápido e outras dezessete estão na fase intermediária, quando a curva epidêmica indica uma estabilização, mas ainda está distante do estágio final da epidemia.
O estudo indica que o Recife já teria passado pela pior fase da pandemia. Se continuar seguindo essa tendência, a capital pernambucana já estará caminhando para o regime final da epidemia. “É preciso que se tenha em mente que, mesmo atingindo a fase de saturação, ainda permanece o risco de recrudescimento da curva de contágio, caso as medidas de controle da transmissão do vírus sejam relaxadas”, esclarecem os pesquisadores no documento.
O grupo de pesquisa Modinterv analisou as curvas acumuladas de mortes atribuídas à Covid-19 nas 26 capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal até o dia 19 de julho. Os pesquisadores utilizaram três modelos matemáticos para analisar as fases em que se encontram as cidades.
O objetivo do estudo é entender a dinâmica da epidemia e indicar em que fase as cidades estão para auxiliar as autoridades públicas na escolha das medidas mais adequadas para o enfrentamento da doença e indicar se é possível haver flexibilização.
As curvas de fatalidade da Covid-19 foram relacionadas com a taxa de crescimento do início do surto e a tendência de controle do vírus, que indica a estabilização de casos e a desaceleração de contágio. De acordo com o professor do Departamento de Estatística da UFPE, Raydonal Ospina, o Recife está próximo do que os cientistas estão chamando de “platô”, ou seja, uma estabilização após o pico de taxas diárias de novos casos e óbitos. De acordo com o estudo, essa curva que indicou a estabilização no Recife ocorreu entre 30 de abril e 6 de maio.
Tanto Recife como Belém conseguiram frear o crescimento exponencial inicial do número de óbitos adotando medidas de isolamento social logo no início da epidemia. O que foi possível concluir que a velocidade da ação das autoridades públicas influencia na eficiência do combate à epidemia.
“O Brasil atrasou na resposta, o número de casos deve continuar em crescimento. As flexibilizações de algumas regiões foram feitas de forma precária e antecipada. Alguns estados tendem a aumentar o número de casos. Existe uma pressão social e econômica para que as coisas voltem, e não tem como parar toda uma sociedade sem preparar antes e garantir uma renda básica, por exemplo, para que as famílias consigam ficar em casa. É um vírus novo que pegou a todos de surpresa e a parte política não deu respostas corretas e na velocidade adequada”, analisa Raydonal Ospina.
Os pesquisadores concluíram que das 27 cidades analisadas, em 19 delas a pior fase da epidemia já passou. O Recife aparece com uma evolução rápida para chegar ao fim da epidemia. Já em Belém, esse avanço ainda está lento. Em outras capitais, como Goiânia, Belo Horizonte, Campo Grande, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis e Brasília (DF), o estudo indicou que a epidemia ainda se encontra em sua fase inicial. Para as capitais Rio Branco, Maceió, Manaus, Macapá, Salvador, Fortaleza, Vitória, São Luís, Cuiabá, Teresina, Rio de Janeiro, Natal, Porto Velho, Boa Vista, Aracaju, São Paulo e Palmas, o estudo indicou que as curvas acumuladas de óbitos dessas localidades já passaram.
Mesmo que o Recife tenha chegado nessa fase estável, o momento ainda exige cuidado, alerta o pesquisador. “Essa pandemia é uma das maiores crises de saúde que o mundo já enfrentou. O problema é complexo e ainda exige muita cautela. Estamos em um momento otimista porque vimos que provavelmente as medidas de isolamento e prevenção surtem efeito e conseguem frear o aumento. Mas deve ser um trabalho conjunto. A política pública tem que estar sintonizada com a pesquisa científica”, comenta.
Distanciamento social deve permanecer
Apesar de indicar um otimismo com relação ao combate à pandemia, esse resultado não deve representar um relaxamento das medidas de prevenção ao novo coronavírus. O distanciamento social e o uso de máscara devem ser adotados pela população e o poder público deve continuar agindo no controle da doença e no monitorando das normas sanitárias por parte dos estabelecimentos que voltaram a funcionar.
Segundo Raydonal Ospina, o comportamento dos indicadores da epidemia diante do avanço do Plano de Convivência para a retomada gradual das atividades econômicas em Pernambuco será percebido dentro das próximas semanas.
“O efeito da abertura será observado em 15 dias. O Recife teve um tempo adequado de resposta, mas tem importação de casos por estar ao lado de outras cidades, como Jaboatão e Olinda. Existe uma dinâmica de pessoas que trabalham, de produtos que chegam. E os casos vêm sendo importados do interior e podem voltar para o Recife”, diz.
Pesquisadores ao redor do mundo indicam que o novo coronavírus pode ter uma nova onda, ou seja, um novo momento com novos casos e óbitos. Segundo Ospina, se as atuais medidas de contenção do novo coronavírus forem deixadas de lado, curva pode voltar a crescer.
“Se as pessoas relaxarem demais o isolamento, vamos pagar o preço lá na frente. A tendência é que venha uma nova onda, e isso vai depender das medidas de segurança e distanciamento social. A reabertura pode acelerar a chegada dessa segunda onda e para que não seja tão forte tem que haver a colaboração da população e fiscalização poder público”, comenta o professor.
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