Mais dois Deputados garantem emendas para o Cimpajeú
Por Nill Júnior
Na busca de angariar recursos financeiros, junto aos deputados federais votados na região do Pajeú, Marconi Santana (PSB), que preside o Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú, nesta quarta-feira (17), esteve nos gabinetes de Kaio Maniçoba (PMDB) e André de Paula (PSD).
Kaio Maniçoba (PMDB), parlamentar sertanejo natural de Floresta garantiu colocar no orçamento do próximo ano R$ 300 mil, para o consórcio e destacou a atuação de Marconi. “É uma iniciativa importante, Marconi veio pedir ajuda em emendas para que a gente possa alocar. A partir daí vamos fazer movimentos importantes junto aos municípios da região”, disse Maniçoba.
“Uma satisfação para nós saber que estamos reservando recursos para intervenção importantes. Uma usina de asfalto e uma patrulha mecanizada que vão beneficiar todos os municípios ligados ao Cimpajeú. Vou atender esse pleito e homenagear todos os sertanejos do Pajeú”, disse André de Paula.
Marconi esteve acompanhado dos prefeitos: João Batista de Triunfo, Zeinha Torres de Iguaracy, Djalma Alves de Solidão e Lino Morais de Ingazeira.
Por Carolina OMS -Especial da Revista AzMina Dez anos depois do sucesso, as mulheres-fruta como a mulher Pêra e Melancia caíram no esquecimento. Mas parece que somente uma das variedades vingou, a mulher-laranja, presente nas urnas de todo o país. Para cumprir regra de 30% de candidaturas femininas, partidos registram mulheres que não recebem votos. Desde […]
Dez anos depois do sucesso, as mulheres-fruta como a mulher Pêra e Melancia caíram no esquecimento. Mas parece que somente uma das variedades vingou, a mulher-laranja, presente nas urnas de todo o país.
Para cumprir regra de 30% de candidaturas femininas, partidos registram mulheres que não recebem votos. Desde 2009, a Lei das Eleições (Lei nº 9.504, de 1997) estabelece que, nas eleições proporcionais, “cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo”.
Mas dados reunidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que nem mesmo essa exigência vem sendo cumprida e alguns partidos recorrem a candidaturas de “laranjas” para cumprir sua cota. Nas eleições municipais de 2016, 16.131 candidatos não tiveram nem um voto sequer – nem o próprio. De cada dez dos “sem-votos”, nove eram mulheres, totalizando 14.417 prováveis candidatas-laranjas.
“O TSE entende que esse número elevado de ocorrências no caso das mulheres se deve às chamadas “candidaturas laranjas”, quando o partido lança candidatos apenas para preencher a cota obrigatória de 30% de participação feminina nas eleições”, afirmou o TSE para a Revista AzMina.
A lei, no entanto, não prevê sequer uma punição para partidos que descumprirem a regra.
“A lei não prevê cassação de chapa para tais irregularidades. A alteração mais recente na legislação é de 2015 e não incluiu punição às legendas que descumprirem a norma, apenas buscou saídas para incentivar as candidaturas femininas”, respondeu o TSE para AzMina.
Quando era ministra do Tribunal Superior Eleitoral, a advogada Luciana Lóssio trabalhou para reunir informações e dados que pudessem aumentar a participação das mulheres na política, mas avalia que a legislação ainda precisa ser respeitada para se traduzir em resultados efetivos. “Corremos o risco de ter o esvaziamento de uma lei que foi criada para corrigir um déficit histórico que existe no cenário político brasileiro. A legislação só será respeitada com uma atuação firme da justiça eleitoral e intransigente em relação às fraudes hoje existentes”.
Segundo o TSE, em caso de fraude, cabe ao Ministério Público Eleitoral (MPE) ajuizar ações apontando as irregularidades, que serão julgadas caso a caso pela Justiça Eleitoral.
Questionado pela Revista AzMina, o MPE afirmou que, em relação às mulheres, candidaturas fictícias podem configurar crime de falsidade ideológica eleitoral, podendo resultar na cassação de mandato daqueles que se beneficiaram com a fraude.
“Caso sejam comprovadas fraudes, além de denunciar os responsáveis pelo crime de falsidade ideológica eleitoral, os membros do MPE podem propor ação de investigação eleitoral e de impugnação do mandato eletivo contra os candidatos homens da legenda partidária, que se beneficiaram com a ilegalidade. A impugnação não deve se estender às mulheres eleitas, visto que a fraude não influenciou suas candidaturas”, explica o MPE.
Até hoje, no entanto, nem partidos nem candidatos foram responsabilizados por usarem candidatas laranjas.
A professora de Ciência Política da Universidade de Brasília (Unb) Flávia Biroli defende que é preciso cobrar do TSE mecanismos para fiscalizar e punir os partidos nesses casos. Ela defende ainda que as cotas sejam também usadas para garantir o financiamento das campanhas das mulheres. “Para aumentar o número de mulheres eleitas, é preciso no mínimo que os 30% de cotas tenham validade também para a distribuição do fundo partidário”.
Depois da repercussão negativa em torno do voto favorável à PEC da Blindagem, que o levou a pedir desculpas públicas, o deputado federal Pedro Campos (PSB) retomou sua agenda política no interior de Pernambuco. Neste fim de semana, ele esteve em Brejinho, onde se encontrou com o ex-prefeito Zé Vanderlei e com o pré-candidato a […]
Depois da repercussão negativa em torno do voto favorável à PEC da Blindagem, que o levou a pedir desculpas públicas, o deputado federal Pedro Campos (PSB) retomou sua agenda política no interior de Pernambuco.
Neste fim de semana, ele esteve em Brejinho, onde se encontrou com o ex-prefeito Zé Vanderlei e com o pré-candidato a deputado estadual Adelmo Moura. O movimento foi visto como uma tentativa de demonstrar tranquilidade e reforçar a mensagem de que, apesar da crise política recente, o trabalho segue normalmente.
Com a visita, Pedro buscou transmitir à base aliada o recado de que continua presente e ativo nas articulações locais, num esforço para reduzir os impactos do episódio que marcou sua atuação em Brasília.
Pesquisa do Instituto Múltipla contratada junto ao Farol de Notícias mostra que a disputa ficou mais acirrada, se comparada com levantamento anterior. Na pesquisa estimulada, o candidato Armando Monteiro (PTB) tem 52% das intenções de voto, contra 31% de Paulo Câmara (PSB). Em terceiro, o candidato Zé Gomes (PSOL) obteve 1%. Em comparação com a […]
Pesquisa do Instituto Múltipla contratada junto ao Farol de Notícias mostra que a disputa ficou mais acirrada, se comparada com levantamento anterior. Na pesquisa estimulada, o candidato Armando Monteiro (PTB) tem 52% das intenções de voto, contra 31% de Paulo Câmara (PSB).
Em terceiro, o candidato Zé Gomes (PSOL) obteve 1%. Em comparação com a pesquisa de agosto, Armando registrou uma queda de 3%, Câmara subiu 19% e o candidato Zé Gomes despencou 4%. Votos brancos e nulos somaram 3%. Já indecisos contam com 12% neste novo levantamento.
A nova consulta Múltipla foi realiza nos dias 17 e 18 de setembro de 2014 e ouviu 300 pessoas em todos os bairros e distritos de Serra Talhada. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE 00026/2014 e BR 00686/2014. O intervalo de confiança é de 95% para uma margem de erro de 5%, para mais ou para menos.
Presente no calendário estadual de eventos, pela primeira vez na história recente, a Festa de Zé Dantas, em Carnaíba, não recebe apoio ou atração do Estado. A Festa está no calendário atendendo a Lei 14.460, de 7 de novembro de 2011. Mas, o blog apurou com a gestão Anchieta Patriota que não saiu um real […]
Presente no calendário estadual de eventos, pela primeira vez na história recente, a Festa de Zé Dantas, em Carnaíba, não recebe apoio ou atração do Estado.
A Festa está no calendário atendendo a Lei 14.460, de 7 de novembro de 2011. Mas, o blog apurou com a gestão Anchieta Patriota que não saiu um real da gestão Raquel para a programação.
O pior, Anchieta suspeita de boicote político. O prefeito até apoiou Raquel no segundo turno, mas disse ter ouvido de interlocutores do governo que o fato de ser do PSB trava a liberação de recursos.
Das atrações, Genailson do Acordeon, Mari e Rayane, Zé Cantor, Bruna Pegon, Dorgival Dantas e Calcinha Preta, nenhuma tem o carimbo do Estado.
Até um recado de Dodi Teixeira, primo de Raquel, teria chegado ao prefeito através de um dos nomes que promovem a discussão sobre atrações bancadas pelo estado, indicando que não haveria apoio para o evento.
O Médico Lourival Rodrigues denunciou em entrevista a Anderson Tennens no Sertão Notícias, na Cultura FM, a falta de ambulâncias no Hospital Agamenon Magalhães, em Serra Talhada. “Sexta-feira, ao chegar ao plantão no horário da noite, já que no período diurno, não havia obstetra de plantão, a enfermeira me chamou para ver uma gestante de […]
O Médico Lourival Rodrigues denunciou em entrevista a Anderson Tennens no Sertão Notícias, na Cultura FM, a falta de ambulâncias no Hospital Agamenon Magalhães, em Serra Talhada.
“Sexta-feira, ao chegar ao plantão no horário da noite, já que no período diurno, não havia obstetra de plantão, a enfermeira me chamou para ver uma gestante de um prematuro que apresentava descolamento prematuro de placenta”.
A questão requer tratamento imediato sob risco de morte ao feto e da gestante. A queixa é de que o plantonista anterior solicitou transferência no período da manhã, e por falta de ambulância ela passou a correr risco. “Pede a um município, pede a outra, uma tá viajando, uma tá quebrada, foi o que ouvimos”, reclamou.
E acrescentou: “isso está se tornando corriqueiro. Houve transporte com técnico segurando soro, usando lanterna de celular, ambulância dando pane. Falo como cidadão e como médico. Muitas vezes a população tende a culpar o médico quando ele também é vitima do que está acontecendo no Estado”, questiona.
Graças ao profissional, um procedimento de urgência salvou a paciente. “A paciente está bem, a criança também”. Mas questiona: “se médico fosse seguir as normas não teria nenhuma cirurgia no Hospam. A condição estrutural é boa, mas médico é para operar com outro médico. Nos submetemos a operar com técnico de enfermagem, para evitar transferências”.
“O pessoal de Geres, da gestão do Hospital, da Secretaria Municipal de Saúde tem que tomar providência. Já os políticos ficam mais no discurso do que na prática. O Hospital é antigo, não tem o número suficiente de médicos. Não posso reclamar da estrutura física. Mas posso ter o melhor avião do mundo. Se não tiver quem pilotar, não adianta”, concluiu.
Ouça abaixo:
Queixas também no HR Emília Câmara: esta manhã, também houve críticas contra o atendimento no Hospital Regional Emília Câmara – HREC, em Afogados da Ingazeira. As ambulâncias estariam paradas em um estacionamento da unidade. Outra queixa foi a de que médicos plantonistas estariam se recusando a ir para Recife com pacientes graves. A Direção da unidade prometeu apurar o caso.
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