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Maioria dos ex-ministros de Temer que disputam as eleições em 2018 evitam citar presidente nas redes sociais

Por André Luis

Do G1

G1 analisou como políticos que integraram o primeiro escalão do emedebista falaram (ou não) sobre sua relação com o presidente em duas semanas de campanha.

O primeiro escalão de Michel Temer preferiu evitar o nome do presidente ao fazer campanha no Facebook e no Twitter. Uma análise feita pelo G1 mostra que, dos 18 ex-ministros do emedebista que são candidatos nestas eleições, 4 citaram nominalmente o ex-chefe e 1 deles usou uma imagem do presidente em um vídeo de campanha. Em nenhum desses casos o tom foi abertamente elogioso.

Procurada, a assessoria de imprensa de Temer afirmou que “a Presidência não faz comentários sobre as eleições”.

O levantamento considerou todas as postagens dos 18 políticos feitas nas duas redes sociais entre 16 e 30 de agosto, período que compreende as duas primeiras semanas de campanha.

Os 4 candidatos que mencionaram o presidente são: Henrique Meirelles (MDB), Marcelo Calero (PPS), Roberto Freire (PPS) e Romero Jucá (MDB). Além deles, Ricardo Barros (PP) inseriu, em um vídeo, uma imagem de Temer de costas durante uma reunião com vários políticos, incluindo o candidato.

Para Márcia Dias, coordenadora do bacharelado em ciência política da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e especialista em comportamento político, tentar descolar sua imagem de um governante mal visto pelo público é uma estratégia clássica dos candidatos. Em junho, pesquisa Ibope mostrou que a aprovação do presidente havia caído para 4%.

Outras Notícias

FBC aparece como um dos principais beneficiários do “Bolsolão”, diz Revista

A partir de planilhas e ofícios enviados ao Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado por Rogério Marinho, a revista Crusoé divulgou em reportagem publicada nesta sexta-feira (14) alguns dos destinos do orçamento secreto bilionário montado pelo presidente Jair Bolsonaro para comprar deputados no Congresso Nacional. Entre os beneficiados, estão empresas que pertencem ou estão ligadas a políticos aliados […]

A partir de planilhas e ofícios enviados ao Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado por Rogério Marinho, a revista Crusoé divulgou em reportagem publicada nesta sexta-feira (14) alguns dos destinos do orçamento secreto bilionário montado pelo presidente Jair Bolsonaro para comprar deputados no Congresso Nacional.

Entre os beneficiados, estão empresas que pertencem ou estão ligadas a políticos aliados ao governo, assim como caixa de prefeituras comandadas por cabos eleitorais de deputados e senadores.

Parte dos recursos do orçamento secreto foram enviados, por exemplo, para a base eleitoral do líder do governo no Senado e um dos comandantes da tropa de choque bolsonarista na CPI do Genocídio, Fernando Bezerra (MDB-PE). O dinheiro também foi parar em empresas de um irmão dele e de um amigo íntimo da família.

Dos R$ 3 bilhões do orçamento paralelo que foram para o Ministério do Desenvolvimento Regional, R$ 459 milhões tiveram a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) como destino.

Desse valor, R$ 125 milhões foram destinados à companhia por indicação de Bezerra, que tem companhia como um de seus principais polos eleitorais.

A superintendência da companhia em Petrolina, cidade pernambucana dominada politicamente pela família do senador, tem no comando um ex-assessor dele, Aurivalter Cordeiro. O dinheiro destinado à empresa tem beneficiado pessoas do círculo íntimo do senador.

Um dos exemplos citados na reportagem é a concessionária HGV Veículos, cujo dono é Hugo Bezerra Gurgel Neto, amigo de um dos filhos do senador, o deputado estadual Antônio Coelho. Desde novembro, 19 contratos já foram fechados pela Codevasf com a HGV.

Além disso, a companhia já comprou, sem licitação, uma van de R$ 205 mil da empresa Mavel Máquinas e Veículos, que tem como sócio Caio Bezerra de Souza Coelho, irmão do senador.

Fabrizio Ferraz critica apresentadora por fala preconceituosa sobre carne de bode

Na última terça-feira (7), após uma edição do programa Masterchef Brasil, a apresentadora Ana Paula Padrão virou assunto na internet ao associar a carne de bode à fome. A jornalista falou sobre esta ser um tipo de carne comum no interior dos estados do nordeste brasileiro, como Pernambuco, sendo constantemente preparada e consumida por “pessoas […]

Na última terça-feira (7), após uma edição do programa Masterchef Brasil, a apresentadora Ana Paula Padrão virou assunto na internet ao associar a carne de bode à fome.

A jornalista falou sobre esta ser um tipo de carne comum no interior dos estados do nordeste brasileiro, como Pernambuco, sendo constantemente preparada e consumida por “pessoas que possuem pouco”. Padrão sofreu duras críticas do público que a acusou de preconceito e repudiou sua fala.

Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o deputado estadual Fabrizio Ferraz, que tem base no município de Floresta, no Sertão do Estado, região que se destaca na produção e criação de caprinos, apresentou um voto de protesto à apresentadora e à produção do programa.

“É lamentável que alguém que tenha acesso ao grande público dispare uma fala preconceituosa como essa. A senhora Ana Paula Padrão ofendeu a todos os nordestinos, sobretudo, os sertanejos. Nós repudiamos veementemente as colocações dessa senhora, que demonstrou total desconhecimento e desrespeito às tradições do nosso país”, disse Ferraz.

Itapetim: Polícia Civil deflagra Operação Páscoa Segura

A Delegacia de Itapetim, sob a Coordenação do delegado Especial de Polícia Edson Augusto, com apoio da 20ª Delegacia Seccional de Polícia, sob a gestão do Delegado Especial de Polícia Marlon Frota, realizou nesta terça-feira (16), a Operação de Intervenção Tática Páscoa Segura. O objetivo da operação foi o cumprimento de mandados de prisões e […]

Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Delegacia de Itapetim, sob a Coordenação do delegado Especial de Polícia Edson Augusto, com apoio da 20ª Delegacia Seccional de Polícia, sob a gestão do Delegado Especial de Polícia Marlon Frota, realizou nesta terça-feira (16), a Operação de Intervenção Tática Páscoa Segura.

O objetivo da operação foi o cumprimento de mandados de prisões e de buscas e apreensões, buscando reprimir o tráfico de entorpecentes, o crime violento contra o Patrimônio – CVP-, bem como elucidação de um crime violento letal intencional – CVLI, tendo participado da operação vários delegados, escrivães, comissários e agentes.

A Operação buscou também, trazer a segurança necessária para os munícipes residentes em Itapetim, mostrando a população que a Polícia Civil diuturnamente vem investigando e elucidando crimes, sobretudo o tráfico de entorpecentes, crimes de homicídios, tentados ou consumados, e roubos, buscando assim prender os autores de tais delitos, e consequentemente, coibindo a ocorrência destes crimes.

Durante a operação, uma pessoa foi detida por posse de sementes de Canabis Sativa Lineu (maconha), e ainda, foram apreendidos vários objetos, os quais irão instruir procedimentos policiais em curso na Delegacia de Polícia de Itapetim.

Cantora retirada de show em Tracunhaém porque não mandou alô pra prefeito

A cantora de brega Tayara Andreza afirmou, nas redes sociais, que teve seu show interrompido em Tracunhaém, na Zona da Mata do estado, no sábado (2), porque não “estava mandando alô” para o prefeito da cidade. Além disso, a artista disse que a equipe dela foi agredida com spray de pimenta na saída por pessoas do […]

A cantora de brega Tayara Andreza afirmou, nas redes sociais, que teve seu show interrompido em Tracunhaém, na Zona da Mata do estado, no sábado (2), porque não “estava mandando alô” para o prefeito da cidade. Além disso, a artista disse que a equipe dela foi agredida com spray de pimenta na saída por pessoas do evento.

Segundo o G1, o prefeito Aluízio Xavier (PSD), na segunda (4), afirmou que não estava no local no momento do ocorrido, anunciou que iria afastar o secretário de Turismo e Cultura e pediu desculpas para a cantora.

Imagens, compartilhadas nas redes sociais, mostram a artista no palco explicando que o show dela costuma durar em torno de 1h30, mas que teria de encerrar mais cedo. A apresentação fazia parte de um evento municipal, o “Trezenário de Tracunhaém”.

“Fiquei sabendo agora que o pessoal aqui da prefeitura está pedindo para a gente encerrar o show. Que eu saiba, eu fui contratada para cantar, não para ficar mandando alô. Aí o prefeito, não sei mais quem, porque eu não estava mandando alô, pediu para eu encerrar o show”, disse para as pessoas.

A artista seguiu dizendo que recebeu o celular duas vezes da produção, com o pedido para que dissesse o nome do político. “Eu não tive nada a ver, o meu horário não acabou ainda. E outra coisa: ou eu canto, ou eu mando alô, meu amor. Nem o papel colocaram aqui com o nome para eu ficar mandando alô”, declarou Tayara.

Mais tarde, a cantora fez uma série de vídeos relatando uma confusão ocorrida após sair do palco envolvendo a produção do evento. “Foram para cima dos meus músicos, para bater nos meus músicos. Toraram a credencial dos meninos, foram para cima, a polícia teve que vir. Botaram spray de pimenta. A polícia não, o pessoal lá colocou spray de pimenta. Um inferno, xingando”, contou .

A artista ainda disse que, devido ao ocorrido, não pode atender o público, como havia prometido enquanto estava no palco. Ela alegou que foi impedida de ficar no camarim.

“Tive que sair sem tirar foto com ninguém, entendeu? Porque encheram de spray de pimenta. Na rua, estava impossível de atender o público. Uma falta de respeito comigo, com o artista, com meus músicos, com meus fãs, esse prefeito de Tracunhaém”, disse.

Equipe de transição de Raquel Lyra completa envio de 35 ofícios ao Governo de Pernambuco 

A equipe de transição do governo eleito de Raquel Lyra protocolou, nesta segunda-feira (28), mais dez ofícios no Palácio das Princesas em busca de informações e documentos relacionados a ações da administração estadual. Com os de hoje, somam-se 35 ofícios destinados ao governo Paulo Câmara.  Segundo a coordenadora da equipe, a vice-governadora eleita, Priscila Krause […]

A equipe de transição do governo eleito de Raquel Lyra protocolou, nesta segunda-feira (28), mais dez ofícios no Palácio das Princesas em busca de informações e documentos relacionados a ações da administração estadual. Com os de hoje, somam-se 35 ofícios destinados ao governo Paulo Câmara. 

Segundo a coordenadora da equipe, a vice-governadora eleita, Priscila Krause (Cidadania), o grupo trabalha, agora, para se aprofundar nas respostas que já chegaram da gestão atual. 

Entre esses ofícios de hoje, destacam-se solicitação de dados sobre a administração de Fernando de Noronha, atualização sobre os programas de transferência de renda em execução pelo Governo Estadual e um pedido sobre as ações judiciais relacionadas à saúde, por exemplo. 

“Esse é mais um passo importante no processo de transição. A partir do estudo da nossa equipe técnica, já realizamos 35 ofícios e agora estamos fazendo  mergulhados na análise minuciosa das respostas que estão chegando, que são fundamentais para um diagnóstico e um planejamento bem feito. A gestão atual tem enviado documentos e está dentro do prazo legal para isso. Nesse momento, além de estarmos atentos aos processos que precisam ser continuados, ou seja, a questão da volta às aulas, estamos preocupados com algumas ações administrativas que trazem impactos para a próxima gestão”, explicou Priscila. 

De acordo com a lista dos ofícios enviados desde o dia 12 de novembro, a equipe de transição de Raquel Lyra está buscando informações de todas as áreas da gestão pública, destacando-se os pontos relativos à saúde, educação, gestão fiscal, segurança e infraestrutura. Na saúde, por exemplo, foram requeridas informações sobre a estrutura e as reformas nas unidades hospitalares estaduais. 

Na infraestrutura, o grupo busca informações, entre outras, sobre as requalificações dos aeroportos de Noronha, obras de adutoras e situação dos convênios com o Ministério do Desenvolvimento Regional. 

Na segurança, o gabinete de transição pediu mais informações sobre o Fundo Estadual de Segurança Pública e Defesa Social de Pernambuco (FESPDS) e detalhamentos sobre o sistema penitenciário. 

Além dos 35 ofícios enviados à gestão atual, em nome do coordenador da transição por parte do governo, o secretário da Casa Civil, José Neto, foram enviados três ao Tribunal de Contas do Estado e 27 aos deputados federais, no sentido de garantir recursos no Orçamento Geral da União (OGU) para obras e ações custeadas pelo Governo Federal em 2023.