O jornalista Magno Martins lança nesta terça-feira (6), em Brasília, seu mais recente livro, “Histórias de Repórter” (ed. Bagaço), em noite de autógrafos no Boteco Pernambucano, às 19h, na 406 Sul.
A obra traz 103 histórias de bastidores políticos de Brasília e do Nordeste, com destaque para Pernambuco, vividos pelo jornalista desde o processo de redemocratização aos dias atuais.
Magno Martins é autor de outros livros marcantes, como “O Nordeste que deu certo”, “O Lixo do Poder”, “A derrota não anunciada” e “Reféns da Seca.” O jornalista começou sua carreira no Diário de Pernambuco, em 1980, e hoje mantém coluna e blg muito prestigiado em seu Estado.
O livro “Histórias de Repórter” conta com prefácio de José Paulo Cavalcanti, um dos mais admirados juristas brasileiros.
O vice-prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira (REDE) usou da fala no ato com Aline Mariano, Patriota e João Campos e respondeu indiretamente ao ex-prefeito Totonho Valadares. O ex-gestor cobrou a presença do governador Paulo Câmara em sua casa, caso quisesse ter o seu voto. “Vai ter que pedir voto na minha casa”, disse Valadares. Enquanto […]
O vice-prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira (REDE) usou da fala no ato com Aline Mariano, Patriota e João Campos e respondeu indiretamente ao ex-prefeito Totonho Valadares.
O ex-gestor cobrou a presença do governador Paulo Câmara em sua casa, caso quisesse ter o seu voto. “Vai ter que pedir voto na minha casa”, disse Valadares.
Enquanto Patriota contemporizou e disse que o governador Paulo Câmara certamente buscará o ex-prefeito por sua importância, o vice Sandrinho foi mais duro. Registre-se, Totonho e Alessandro são cotados para disputar um mandato em 2020.
“Vamos receber com muito carinho o governador Paulo Câmara em nossa cidade. Não é para pedir voto à gente não. É pra gente agradecer e trabalhar pra ele. Pra gente honrar o que ele fez por nós”, disse, antes de elogiar o governador.
Ele fez referência a Eduardo e a escolha de Câmara. “Eduardo não iria colocar um irresponsável para gerir nosso estado. Apoiou um nome sério”, disse.
As emendas apresentadas pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), ao orçamento federal de 2014 tiveram desempenho orçamentário próximo da totalidade. Dos R$ 12,1 milhões previstos nas 14 emendas do parlamentar destinados a obras e serviços em mais de 40 municípios pernambucanos, R$ 11,1 milhões foram empenhados pelos ministérios responsáveis pelas ações. O […]
As emendas apresentadas pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), ao orçamento federal de 2014 tiveram desempenho orçamentário próximo da totalidade. Dos R$ 12,1 milhões previstos nas 14 emendas do parlamentar destinados a obras e serviços em mais de 40 municípios pernambucanos, R$ 11,1 milhões foram empenhados pelos ministérios responsáveis pelas ações.
O montante reservado no orçamento do Governo Federal equivale a 92% do total estimado pelo senador nas emendas individuais do ano passado. A próxima fase da execução orçamentária é o pagamento efetivo dos investimentos programados.
A área da saúde foi a mais contemplada com os recursos do parlamentar. Mais de R$ 5,2 milhões foram empenhados à ampliação e construção de unidades básicas e aquisição de equipamentos em 25 cidades espalhadas por várias regiões do Estado, incluindo a capital Recife, Olinda, Petrolina e Cabo de Santo Agostinho. Entre as entidades beneficiadas estão a Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Tricentenário e a Fundação Altino Ventura.
A área de infraestrutura urbana foi a segunda mais beneficiada por meio das emendas de Humberto. No total, R$ 2,6 milhões foram empenhados para pavimentação asfáltica em Tupanatinga, Passira, Ibirajuba e São Joaquim do Monte e para elaboração de projetos em Pesqueira e Águas Belas.
Os projetos sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional também estão entre os mais privilegiados nas emendas do líder do PT. A pasta empenhou R$ 2 milhões no ano passado para ações de arranjo produtivo local, compra de equipamentos e obras de infraestrutura hídrica.
A verba prevista pelo parlamentar foi destinada ainda a projetos de infraestrutura escolar em Abreu e Lima e Maraial, de reforma de centro esportivo em Serra Talhada e de aparelhamento da Polícia Federal.
Para 2015, o senador apresentou ao Projeto de Lei Orçamentária pouco mais de R$ 16,3 milhões em 20 emendas individuais e R$ 4,4 milhões em 37 emendas de comissão, feitas junto com as comissões técnicas do Congresso.
Por Mariana Telles* O universo do Direito costuma acompanhar os fatos sociais e só depois repercuti-los no sistema jurídico, logo, não é de hoje a discussão sobre Compliance e Programas de Integridade no Brasil. O que de fato emerge com mais urgência nos últimos dias são as reais feições que os institutos normativos vêm tomando […]
O universo do Direito costuma acompanhar os fatos sociais e só depois repercuti-los no sistema jurídico, logo, não é de hoje a discussão sobre Compliance e Programas de Integridade no Brasil. O que de fato emerge com mais urgência nos últimos dias são as reais feições que os institutos normativos vêm tomando com o tempo e com o esboço fático de um país que grita dentro e fora da lei por mais integridade.
A Lei 12.846/2013 (Lei Anticorrupção) aduz mais enfaticamente acerca dos programas de integridade e medidas de governança que devem ser adotadas imperiosamente pelas empresas, sobretudo as que contratam ou que se comunicam de alguma forma com o poder público.
Em um Brasil que a relação público x privado é revestida de uma promiscuidade quase que institucionalizada, os elementos normativos que surgem são apenas sinais de uma cultura que decreta falência na aplicabilidade dos princípios nucleares da administração pública.
Os programas de Compliance adentram na realidade brasileira, adotados inicialmente por instituições financeiras, seguindo uma tendência mundial, mais precisamente após a Operação Lava Jato, como estratégia de inteligência para mitigação de riscos e soluções de crises. Mundialmente, a ferramenta guarda estreita ligação com a legislação americana FCPA (Foreing Corrupt Practices Act), de 1977, mas somente a partir dos anos 2000 e sintonizada com as reverberações do sistema financeiro, as noções de governança se incorporaram ao nosso cotidiano, acompanhando também o modelo gerencial de estado adotado após a reforma administrativa proposto na EC 19/1998.
Os holofotes das academias, da advocacia e das corporações convergiram para o tema após as regulações mais recentes, a exemplo da Lei das Estatais (13.303/2016) e do Decreto Federal 9.203/2017, além da portaria 1089/2019 da CGU que trata especificamente da materialização dos programas e a urgência de sua aplicabilidade no setor público.
Assim sendo, surgem questionamentos acerca dos custos e benefícios da implantação de um programa de Compliance nas instituições que merecem um enfoque objetivo por parte dos aplicadores, no sentido de que a verdadeira urgência é a atuação como reais transformadores da cultura organizacional, catalisadores de uma gestão de riscos eficiente, uma comunicação estratégica e, por fim, um passo muito além da transparência, tão reconhecida pelos órgãos de controle e tão pouco efetivada pelos organismos controlados.
Para além de reforçar o controle, a transparência, a integridade e todos os outros elementos que, em regra, não deveriam soar estranhos à realidade de nenhuma instituição, um programa de integridade vem consolidar e comunicar os valores internos, garantindo conformidade com a legislação e as disposições normativas, bem como aplicando um consistente código de conduta e uma matriz de políticas institucionais, os quais, atuando em conjunto, servirão de elementos para fortalecer a organização e os seus valores intangíveis. Cumprindo muito além do que se exige na conformidade legal, estará sendo elaborada uma ferramenta de gestão que irá, de maneira indubitável, gerar eficiência e economicidade, entregando resultados e edificando um ambiente de trabalho para além do “to comply”, modificando cultura e cumprindo normas.
O Compliance não pode ser visto apenas como uma ferramenta do combate à corrupção ou mais um caminho de burocratização de práticas, devendo ser considerado como uma estratégia inteligente para a real mudança que as instituições e empresas precisam efetivar para se ajustarem aos anseios normativos e sociais. É controle e é prevenção. É legislação e é cultura. É transparência e é economia.
O preço de prevenir é muito menor do que o que pagamos coletivamente pelos danos causados na má gestão do dinheiro público.
Incorporar a cultura de conformidade (ou compliance) ao nosso sistema é um desafio gigante, mas não maior do que a necessidade de romper com os paradigmas que nos empurraram até o Brasil das falências institucionais e dos escândalos com reflexos de todas as ordens.
As soluções estratégicas estão sendo apontadas, o ordenamento jurídico incorporando os primeiros brados, resta apenas aos organismos públicos e privados reconhecerem a necessidade de modernização, onde o conceito de moderno tem nesse mesmo contexto a acepção de correto, transparente, íntegro e alinhado a uma tendência para além de gestão e direito, mas uma tendência humana de mais integridade.
*Mariana Teles é Advogada, Master of Law em Direito Empresarial pela FGV com extensão em Compliance para o Setor Público pelo INSPER SP.
A pesquisa Vox Populi, contratada pelo PT Nacional para avaliar a corrida eleitoral em Pernambuco, aponta que o ex-presidente Lula bateria Bolsonaro com facilidade, se as eleições fossem hoje. O petista aparece com 62% das intenções de voto, na pesquisa estimulada. O atual presidente teria 14% das intenções de voto. Ciro Gomes, do PDT, aparece […]
A pesquisa Vox Populi, contratada pelo PT Nacional para avaliar a corrida eleitoral em Pernambuco, aponta que o ex-presidente Lula bateria Bolsonaro com facilidade, se as eleições fossem hoje. O petista aparece com 62% das intenções de voto, na pesquisa estimulada. O atual presidente teria 14% das intenções de voto.
Ciro Gomes, do PDT, aparece com 6% no Estado, batendo com folga o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, do Podemos, que teria 2% das intenções e voto.
O tucano João Dória surge com 1%, mesma pontuação obtida pelo senador Alessandro Vieira, apresentado pelo Cidadania.
Rodrigo Pacheco (PSD), Simone Tebete (MDB) e Felipe Dávila, do Novo, nem chegam a pontuar.
Cabo eleitoral em Pernambuco
De acordo com a pesquisa, Lula também lidera como cabo eleitoral. A Vox Populi perguntou aos entrevistados qual a chance de votar em um dos candidatos apoiados pelos principais caciques. Para quem respondeu votaria com certeza, Lula tem 35% das citações, contra 10% de Bolsonaro e 6% de Paulo Câmara.
Para quem respondeu poderia votar, Lula aparece com 26% das citações, Paulo Câmara tem 24% e Bolsonaro 12% das citações.
No sentido inverso, para quem respondeu que não votaria de forma alguma, Bolsonaro assume a liderança da rejeição com 56% das citações, contra 47% de Paulo Câmara e 19% de Lula.
Dados da pesquisa
A pesquisa para o governo do Estado e Senado foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número 00374/2022. Já a pesquisa para presidente tem o registro 08912/2022. A amostra somou 800 pessoas entrevistadas, em 37 municípios. A margem de erro é 3,5% para mais ou para menos.
O Ministério Público Federal (MPF) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura e a Secretaria de Saúde de Salgueiro, no Sertão Central, para assegurar o cumprimento integral da carga horária de trabalho pelos profissionais da Estratégia de Saúde da Família (ESF). O responsável pelo acordo, formalizado na última semana, é o procurador […]
O Ministério Público Federal (MPF) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura e a Secretaria de Saúde de Salgueiro, no Sertão Central, para assegurar o cumprimento integral da carga horária de trabalho pelos profissionais da Estratégia de Saúde da Família (ESF).
O responsável pelo acordo, formalizado na última semana, é o procurador da República Marcos de Jesus. A prefeitura terá de manter atualizado o cadastro de profissionais, serviços e estabelecimentos de saúde sob gestão municipal, inclusive os nomes e respectivas cargas horárias dos profissionais que atuam nas equipes da ESF.
Até 15 de julho, deverá ser instalado e posto em funcionamento um sistema de registro eletrônico de ponto, com disponibilização de um equipamento registrador em cada unidade básica de saúde.
Em até 15 dias após o sistema entrar em funcionamento, o município deverá enviar ao MPF cópia dos dados referentes ao controle de jornada. A prefeitura se comprometeu também a providenciar o conserto ou substituição do registrador eletrônico de ponto, em até 15 dias, em caso de pane ou defeito.
Até que o reparo seja feito, o controle das cargas horárias será feito em livro ou com uso do dispositivo registrador de unidade de saúde próxima. Durante 12 meses a partir da assinatura do acordo, o município informará mensalmente ao MPF nomes e qualificações de médicos, odontólogos, enfermeiros e demais profissionais vinculados à ESF que se desligaram ou que foram admitidos.
Até 1º de junho, as unidades públicas de saúde do município deverão providenciar quadros que indiquem os nomes de todos os profissionais da área de saúde e o registro de ponto desses funcionários.
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