Madalena admite apoiar Cybele ou Wellington Maciel
Por Nill Júnior
A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), rompeu o silêncio sobre eleições municipais e sua sucessão.
Em entrevista para o Frente a Frente, com Magno Martins, admitiu, pela primeira vez, que sua candidata pode ser a vereadora Cybele Roa (Avante), a mais votada nas eleições passadas.
Ressaltou, entretanto, que ainda não cessou também as negociações para convencer o empresário Wellington Maciel, um dos mais ricos da cidade, a ser o candidato apoiado pelo seu grupo.
“Vamos fazer uma pesquisa entre os dois para sentir a reação da população e decidir”, afirmou.
A entrevista foi ao ar ao no programa, pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, no Grande Recife.
Este blog tem intencionalmente pontuado de forma incisiva sobre a necessidade de melhoria do ordenamento urbano nas maiores cidades da região, com municipalização, organização e educação no trânsito. Mais forte ainda tem sido a cobrança de atitudes por parte das autoridades constituídas na região, com poder de ajudar a resolver o problema. Mas o que […]
Este blog tem intencionalmente pontuado de forma incisiva sobre a necessidade de melhoria do ordenamento urbano nas maiores cidades da região, com municipalização, organização e educação no trânsito.
Mais forte ainda tem sido a cobrança de atitudes por parte das autoridades constituídas na região, com poder de ajudar a resolver o problema. Mas o que fazer quando nem elas dão o exemplo?
O flagrante é do carro da vice prefeita de Tabira Genedi Brito ocupando toda a calçada da Escola Municipal Dona Toinha. Com seu gesto à busca de uma sombra, ela deixa sem alternativa os pedestres, obrigados a irem para a rua. Que feio…
Segundo o comunicador Anchieta Santos ao blog, não foi só a vice-prefeito Genedy que cometeu infrações no trânsito entre as autoridades de Tabira. O Prefeito Sebastião Dias foi flagrado, meses atrás, estacionando sua caminhoneta numa faixa amarela e na contramão.
Pelo menos duas pessoas morreram na ação que fez uso de reféns Atualizado às 16h35 As últimas informações sobre o assalto a um carro forte na subida do distrito de Jatiúca, município de Santa Cruz da Baixa Verde, entre Serra Talhada e Triunfo foram trazidas a pouco pela PM. Sabe-se até agora que de dez a doze homens […]
Pelo menos duas pessoas morreram na ação que fez uso de reféns
Atualizado às 16h35
As últimas informações sobre o assalto a um carro forte na subida do distrito de Jatiúca, município de Santa Cruz da Baixa Verde, entre Serra Talhada e Triunfo foram trazidas a pouco pela PM. Sabe-se até agora que de dez a doze homens participaram da ação.
Por volta das 11h30, a Central de Operações do 14ºBPM recebeu a informação de que na PE-365 a 11 quilômetros de Serra Talhada, no distrito de Jatiúca, Santa Cruz da Baixa Verde, nas proximidades do “Bar do Grilo”, houve uma explosão a um carro forte da empresa Preserve.
Foram acionadas a GT de Triunfo, GATI e ROCAM de Serra Talhada. Ao chegarem ao local foi efetuada uma abordagem a dois veículos tipo caminhonete de cor prata e preta, provavelmente Hilux ou similar, de placas até então não anotadas. Foram recebidos a tiros.
Conforme relato colhido através das guarnições que estão no terreno os criminosos interceptaram o carro forte e passaram atirar. Em seguida explodiram dinamites no veiculo. Após recolherem o produto do roubo, 300 metros depois foram abordados pelo GATI/14ºBPM. Após confronto, deixaram e os carros e fugiram a pé pra no sentido Paraíba.
Luis Carlos Pereira Lima, de Santa Cruz da Baixa Verde, que havia sido tomado como refém pelos criminosos e foi baleado. Ele já chegou sem vida ao Hospam. Um dos criminosos, identificado como Leandro Jonatas Oliveira Silva, 24 anos, também morreu.
Guarnições de CECOP, Graduado de Operações, Santa Cruz e Calumbi com apoio do BEPI, Operação Malhas da lei e NIS-2, além de efetivo de PMs de folga estão dentro da caatinga no encalço dos criminosos. As informações são do Major Alexino de Almeida, Subcomandante do 14ºBPM.
Há muita apreensão de moradores. A Vila Jatiúca tem apenas sete ruas e é uma área pacata do município de Santa Cruz da Baixa Verde, na PE que liga Serra Talhada a Triunfo.
Ontem, um carro forte foi alvo da ação de criminosos fortemente armados. Bandidos explodiram um carro-forte da empresa Prossegur na BR-428, entre Lagoa Grande a Santa Maria da Boa Vista, no Sertão de Pernambuco.
Ainda não se sabe a quantia que foi levada pelos criminosos. Ninguém foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Por André Luis Emídio Vasconcelos, membro do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), falou nesta segunda-feira (02), durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, sobre os rumos do Partido em Afogados da Ingazeira e Pernambuco. No plano estadual, Emídio comentou sobre o clima que parece voltar a azedar entre o PT […]
Emídio Vasconcelos, membro do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), falou nesta segunda-feira (02), durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, sobre os rumos do Partido em Afogados da Ingazeira e Pernambuco.
No plano estadual, Emídio comentou sobre o clima que parece voltar a azedar entre o PT e o PSB. Já a nível municipal o petista negou que já esteja certo a aliança com o PSB e disse que o partido se encaminha para uma candidatura própria.
“O partido dos trabalhadores em reunião, no que se refere as eleições 2020, por unanimidade se encaminhou que em um possível racha da Frente Popular, não apoiaria Antônio Valadares pelo fato de que ele apoia Jair Bolsonaro e a gente entende que 2020 é uma preparação para 2022 e que nós queremos a busca do resgate da democracia. Encaminha-se para uma candidatura própria pelo o menos é a sinalização que nós temos e estamos avaliando o quadro pra ver como vai se desenrolar, mas não há nenhum encaminhamento, nenhuma decisão por parte do PT de Afogados no sentido de aliança com o PSB”, afirmou.
Segundo Emídio o partido está tendo reuniões periódicas e que a estratégia bem encaminhada é a busca do fortalecimento da legenda “no sentido de estimular várias candidaturas a vereadores (as)”.
Ainda segundo o petista a construção da definição da majoritária deve se estender no aguardo de como vai se definir o quadro, tanto em Afogados como a nível estadual.
Falando sobre o aumento das críticas do lado do PSB contra o PT e vice versa, com relação a reivindicação de protagonismo nas eleições de 2020, principalmente com relação a Prefeitura do Recife onde começa a se desenhar uma disputa entre Marília Arraes, e João Campos, Emídio pregou o equilíbrio no debate.
“Tanto PT como PSB, se quiserem estabelecer um pacto de convivência não objetivando meramente uma disputa eleitoral municipal, mas enxergando um horizonte um pouco mais distante que é a questão de 2022, sobre tudo o resgate da democracia é preciso que os dois partidos encontrem equilíbrio nesse debate e entenda que é legitimo o PT disputar sim uma eleição seja na capital ou nos demais municípios do estado e que não haja por parte do PSB essa visão hegemônica de interferência na discussão interna” alertou.
Emídio destacou que a falta de habilidade e maturidade no debate entre os dois partidos pode dificultar o projeto de resgate da democracia em 2022.
“É preciso entender que nesses grandes centros como Recife existe um segundo turno e o adversário real não está dento do PT para o PSB e nem no PSB para o PT, se não tiver esse entendimento ficará muito difícil a construção do que é mais importante que é o resgate da democracia no Brasil”, destacou Emídio.
O deputado federal Danilo Cabral (PSB) protocolou, nesta quinta-feira (12), uma representação ao Conselho de Ética Pública da Presidência da República contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub. O parlamentar, citando o Código de Ética da Alta Administração Pública, pede a demissão do ministro e o encaminhamento das denúncias contra ele à Procuradoria-Geral da República, […]
O deputado federal Danilo Cabral (PSB) protocolou, nesta quinta-feira (12), uma representação ao Conselho de Ética Pública da Presidência da República contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub.
O parlamentar, citando o Código de Ética da Alta Administração Pública, pede a demissão do ministro e o encaminhamento das denúncias contra ele à Procuradoria-Geral da República, para as medidas administrativas e criminais cabíveis.
A decisão de recorrer ao Conselho de Ética foi tomada após a participação do ministro em audiência pública na Câmara dos Deputados, ontem (11), quando ratificou suas declarações sobre a existência de “plantações de maconha” e produção de “drogas sintéticas em laboratórios” nas universidades públicas brasileiras.
Danilo Cabral lembrou que, os exemplos da UnB e da UFMG, apresentados pelo ministro, tiveram como desfecho judicial o afastamento das instituições de qualquer envolvimento em ações criminosas e, ainda assim, Weintraub insiste em propagar ilações sobre os fatos ora mencionados.
“As ofensas propaladas contra cidadãos, assim como a sistemática divulgação intencional de denúncias falsas, violam, de maneira patente, os princípios constitucionais da administração pública, as regras de conduta ética e caracterizam improbidade administrativa”, justificou Danilo Cabral.
Desde que assumiu o cargo, em abril, Weintraub tem se envolvido em polêmicas, com críticas e ataques a ações do próprio MEC, das universidades públicas, da comunidade acadêmica, de parlamentares e, até mesmo, com a população. “São incontáveis as declarações desastrosas e absurdas do ministro, que só revelam sua incompatibilidade para ocupar o cargo”, afirma Danilo Cabral.
Na representação, além daquelas relacionadas às universidades, o deputado elenca outras ofensas e ataques proferidos pelo ministro. Ele cita, por exemplo, a resposta do ministro, em 15 de novembro, a uma seguidora pelo Twitter, que o criticou por comentários contra a república, insinuando sua preferência pela monarquia. Na oportunidade, a seguidora afirmou que, caso o Brasil voltasse a ser uma monarquia, o ministro seria o “bobo da corte”. Weintraub, por sua vez, insultou a mãe da usuária, a quem chamou de “égua sarnenta”.
Danilo Cabral destaca que a conduta de um ministro de estado ou de qualquer integrante da alta administração pública deve obedecer aos preceitos constitucionais, assim como o arcabouço normativo que regulamenta essa atuação. O Código de Ética da Alta Administração Pública define que “a dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público”.
“A conduta dele viola flagrantemente os pressupostos constitucionais da administração pública, ao passo em que também afronta a todo o conjunto normativo que define os limites éticos para a atuação de um ministro de estado”, conclui o deputado.
Do Estado de Minas Após um comentário aparentemente improvisado em cena pelo ator e diretor Cláudio Botelho, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de “ladra”, a primeira sessão do espetáculo Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos em Belo Horizonte Minas Gerais), na noite deste […]
Após um comentário aparentemente improvisado em cena pelo ator e diretor Cláudio Botelho, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de “ladra”, a primeira sessão do espetáculo Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos em Belo Horizonte Minas Gerais), na noite deste sábado (19), foi suspensa, aos gritos de “Não vai ter golpe!”, proferidos por uma parcela do público, que assim reagiu ao “caco” do ator.
Chamada pela produção do espetáculo, sob a justificativa de que o protagonista do musical se sentia “coagido em seu camarim” e temia ser “agredido fisicamente” caso tentasse deixá-lo, a Polícia Militar deslocou ao menos três viaturas para a portaria do Sesc Palladium, na região central, por volta das 22h30.
Em Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos, Botelho interpreta o líder de uma companhia teatral em giro por pequenas cidades do interior do país. Como narrador da história, ele faz curtos monólogos, intercalados às cenas propriamente musicais.
Aproximadamente na metade do espetáculo, o ator se refere à chegada da trupe a uma cidade muito pequena e num momento muito inoportuno para atrair a atenção do público ao teatro. “Era a noite do último capítulo da novela das oito”, disse. E acrescentou: “Era também a noite em que um ex-presidente ladrão foi preso”. Citou ainda “uma presidente ladra”, cujo destino (se o impedimento ou os tribunais) esta repórter não foi capaz de registrar.
A esta altura, parte da plateia começou a vaiar e outra parcela, a aplaudir. As vaias se intensificaram. Botelho demonstrou surpresa: “Belo Horizonte?! Minha cidade?!”. Ele tentou retomar o curso da cena, afirmando que o público vaiava uma ficção. Mas, do palco, avistou o início de uma debandada de espectadores, aos quais se dirigiu com uma sugestão: “Vai embora? Vai mesmo! E passa na bilheteria para pegar o seu dinheiro de volta. Isso para mim é um orgulho. Isso para mim não tem preço”. Aos demais, anunciou: “Vou esperar o êxodo terminar para continuar o espetáculo”.
Alguns dos que neste momento se levantavam para dar as costas ao musical voltaram-se ainda uma vez para Botelho, chamando-o de “trouxa” e “babaca”. Numa dramaturgia espontânea, a caminho da saída do teatro, o êxodo se interrompeu. Um grupo de espectadores preferiu se unir e permanecer na lateral da sala. Todos de pé, junto às portas de saída, gritavam (ritmadamente) “Não vai ter golpe!, “Não vai ter golpe!”.
Os gritos se alongavam, intercalando-se com os de “Chico! Chico!”. Botelho tentou seguir com a cena. Houve intensas vaias. “Isso é típico de vocês! Vocês querem parar o espetáculo!”, dizia ele, do palco.
Já bastante tenso, o ator e diretor declarou a sessão encerrada. A atriz e coprotagonista do musical Soraya Ravenle discordou da decisão. Com gestos inquietos, insistiu para que a técnica ligasse seu microfone e propôs a todos a volta “à música de Chico Buarque de Hollanda”. “Chega de guerra!”, pediu.
Soraya cantava. Os espectadores indignados com o comentário de Botelho vaiavam. Os demais aplaudiram ao final e se voltaram para o grupo que protestava com outras palavras de ordem: “Vai embora! Vai embora!”.
Botelho retornou ao palco para um dueto, de Biscate. As vaias não cediam. O elenco todo dava sinais de nervosismo e tensão, com atores conversando entre si e gesticulando intensamente no palco. Botelho declarou a sessão suspensa e esbravejou na ponta do palco, com o braço estendido na direção da plateia, enquanto um membro da produção tentava contê-lo: “Vocês são como a ditadura! Vocês pararam o espetáculo! Vocês pararam Roda viva!”
Com um aviso sonoro, a produção se desculpou e pediu aos espectadores que se dirigissem à bilheteria para os procedimentos de devolução dos valores pagos pelos ingressos (entre R$ 25 e R$ 100).
NOS BASTIDORES
Em áudio que teria sido gravado nos bastidores após o encerramento do espetáculo e divulgado na internet, Botelho reclama da reação da plateia. “São neonazistas, são escrotos, são petistas, são o que há de pior no Brasil. Isso é o que há de pior no Brasil. Essa gente chega e peita um ator que está em cena. Um ator que está em cena é um rei. Não pode ser peitado. Não pode ser peitado por um negro, um filho da puta que sai da plateia. Não pode. Não pode ser peitado. Eu estava fazendo uma ficção”, esbraveja, em conversa com uma mulher também integrante da montagem.
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