Maciel Melo vai estrear como ator em novela da Globo
Por André Luis
O Caboclo Sonhador Maciel Melo estará no elenco da próxima novela das nove da Globo, Velho Chico, que estreia em março. Junto com o baiano Xangai ele formará uma dupla de cantadores, na novela escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Luiz Fernando Carvalho.
É de Barbosa e Carvalho, aliás, a novela O Rei do Gado (1997), que tinha no elenco os músicos Sérgio Reis e Almir Sater como a dupla de violeiros Saracura e Pirilampo. Maciel, que é natural de Iguaraci, e tem 33 anos de carreira, foi indicado ao papel por Xangai.
Os dois estão em Delmiro Gouveia, cidade às margens do rio São Francisco, em Alagoas, junto com o resto do elenco – entre eles, Rodrigo Santoro.
Por enquanto, Maciel tem composto trechos para as chamadas da novela, que serão cantados por Xangai. E juntos compuseram A lenda do rio para a trama. É certo que os personagens estarão na 1ª fase da novela.
O deputado federal eleito Silvio Costa Filho (PRB), vai propor na Câmara dos Deputados, a criação de uma Frente Parlamentar Mista em Defesa do Pacto Federativo. O objetivo do parlamentar, é criar uma frente envolvendo deputados e senadores para que a Câmara e o Senado possam discutir e debater o tema. Silvio vai apresentar a proposta em fevereiro, quando inicia seu mandato de deputado federal. Além […]
O deputado federal eleito Silvio Costa Filho (PRB), vai propor na Câmara dos Deputados, a criação de uma Frente Parlamentar Mista em Defesa do Pacto Federativo. O objetivo do parlamentar, é criar uma frente envolvendo deputados e senadores para que a Câmara e o Senado possam discutir e debater o tema. Silvio vai apresentar a proposta em fevereiro, quando inicia seu mandato de deputado federal. Além disso, o parlamentar vai visitar o ministro da economia, Paulo Guedes, para discutir o tema, por entender que a pauta é fundamental para o desenvolvimento do País.
Para Silvio, o Pacto Federativo é fundamental para o fortalecimento dos estados e municípios. “Entendo que precisamos de menos Brasília e mais Brasil. Antes da constituição de 1989, 70% do que se arrecadava no País ficava nas mãos dos estados e municípios, mas hoje essa pirâmide inverteu, ficando agora quase 70% nas mãos da União e pouco mais de 30% com os governos estaduais e municipais. É preciso que o Governo Federal faça uma divisão de parte dessas receitas com os entes da federação, fazendo com que eles ampliem a capacidade de investimentos. Fui vereador do Recife, deputado estadual e entendo que os maiores problemas estão nos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura, entre outros. Por isso defendo que possa haver a ampliação desses recursos. Os governos estaduais e municipais podem atacar de forma mais célere os problemas sociais”, garante.
Atualmente, os estados têm como fonte principal de dinheiro o IPVA e o ICMS. Os municípios têm o IPTU e o ISS. E a União tem o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados, além de outros. “Os estados e municípios do País estão perdendo, cada vez mais, a capacidade de investimentos. Sobretudo a maioria dos municípios, que viraram meros administradores de folha de pagamento. Pude observar nas propostas do ministro Paulo Guedes, que ele também defende e sabe da importância do Pacto para o Brasil. Vamos trabalhar, no Congresso Nacional, para que esse tema entre na ordem do dia do País. É fundamental que prefeitos e governadores participem, de forma permanente, da construção de um novo Pacto Federativo. Esse é um tema que precisa unir a todos nós”, pontuou.
O parlamentar vai procurar os líderes de partidos, deputados e senadores a partir do início de fevereiro para apresentar a proposta. Para que seja constituída, a frente precisa da assinatura de um terço dos membros do Poder Legislativo.
A se levar em consideração a pesquisa DataTrends divulgada hoje, uma constatação: não adianta a Madalena Britto ter sido a liderança que mais atraiu apoios nessa janela de pré-campanha se não conseguir chegar à base da sociedade. E isso não se faz apenas com posts em redes sociais. Como Madalena tem maior necessidade em ocupar […]
A se levar em consideração a pesquisa DataTrends divulgada hoje, uma constatação: não adianta a Madalena Britto ter sido a liderança que mais atraiu apoios nessa janela de pré-campanha se não conseguir chegar à base da sociedade.
E isso não se faz apenas com posts em redes sociais. Como Madalena tem maior necessidade em ocupar espaços para reverter os discursos de sua responsabilidade sobre o atual governo Wellington Maciel, precisa sair das bolhas das redes, ter interlocução nas emissoras de rádio, ir às comunidades, aos bairros e debater com a sociedade.
Outra, não tem sido suficiente arregimentar lideranças como os vereadores Luiza Margarida, João Marcos, João Taxista e Sargento Brito (os dois últimos ex-independentes) se não arregimenta a opinião pública. Aliás, dado o nível de credibilidade de parte da Câmara, esses acordos aparentam não fazer diferença na opinião pública.
Por último, como destacado na Coluna do Domingão, Madalena Britto tem um desafio enorme, diante dos fatos e evidências: descolar da imagem e de sua responsabilidade na eleição de Wellington Maciel. O problema dois: se LW de fato for candidato à reeleição, tira votos da base natural de Madalena, seja qual for sua votação. A pesquisa só confirmou isso. Aí Zeca Cavalcanti agradece…
E LW? Para o gestor, o caminho é dar celeridade ao plano de ações estruturadoras e melhorar também sua interlocução com a sociedade. A missão não é fácil, já que Arcoverde não tem segundo turno, mas a urgência se dá na necessidade de melhora na percepção geral de sua gestão. Tem boas entregas recentes, como a requalificação do Alto do Cruzeiro e calçamentos em bairros da cidade. Mas precisa imprimir um ritmo que dê a percepção do novo tempo em sua gestão.
Foto: Leandro de Santana/ Folha de Pernambuco Ministro destaca impacto econômico do Carnaval de Pernambuco, e afirma estar preparado para disputar Por Maysa Sena/Blog da Folha O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o desenho da chapa majoritária em Pernambuco para as eleições de 2026 só deve avançar após o período […]
Ministro destaca impacto econômico do Carnaval de Pernambuco, e afirma estar preparado para disputar
Por Maysa Sena/Blog da Folha
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o desenho da chapa majoritária em Pernambuco para as eleições de 2026 só deve avançar após o período carnavalesco, destacando que o momento agora é de celebração e foco na economia, especialmente com o impacto positivo do Carnaval do estado.
“Acho que a gente pode celebrar um Carnaval participativo e democrático. Fico muito feliz com a perspectiva do Carnaval do Recife e de Pernambuco”, afirmou o ministro durante o 60º Baile Municipal, no Classic Hall, na madrugada deste domingo (6). A expectativa, disse, é de forte movimentação turística durante o período no estado. “A gente tem mais de três mil voos durante o Carnaval, com crescimento do turismo em quase 10%. Isso é muito importante para a nossa economia”, destacou.
Segundo ele, o debate eleitoral deve ganhar força somente após o fim da folia. “Passando o Carnaval, aí sim a gente inicia efetivamente o calendário eleitoral”, afirmou.
Ao comentar o nome dele como possível candidato ao Senado em 2026, Silvio Costa Filho deixou clara sua disposição. “Estou muito focado, ao lado do presidente Lula, em escutar o povo. Sou deputado federal, estou preparado para disputar o Senado, mas tudo no seu tempo”, disse.
O ministro reforçou que a prioridade do grupo político é a construção de uma candidatura unificada. “Na hora certa, vamos sentar todos que estão colocados para definir como vamos construir essa unidade”, afirmou.
A prefeita de Serra Talhada e presidente da AMUPE, Márcia Conrado, está em Brasília, onde participou na tarde desta sexta-feira (10), no Palácio do Planalto, da solenidade de reajuste da merenda escolar e do lançamento da plataforma Mãos à Obra a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Programa Nacional de Alimentação Escolar […]
A prefeita de Serra Talhada e presidente da AMUPE, Márcia Conrado, está em Brasília, onde participou na tarde desta sexta-feira (10), no Palácio do Planalto, da solenidade de reajuste da merenda escolar e do lançamento da plataforma Mãos à Obra a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) atende cerca de 40 milhões de crianças e adolescentes no Brasil, porém estava sem reajuste nos últimos seis anos.
Haverá aumento também nos valores repassados para alunos indígenas e quilombolas, crianças na pré-escola e em creches e estudantes em escolas de tempo integral.
“O presidente Lula nos convocou para irmos a Brasília participar deste momento fundamental, que é o reajuste de 39% no financiamento da merenda escolar, um apoio necessário aos municípios, para que nossas crianças possam ter merenda de qualidade nas escolas”, enfatizou a prefeita Márcia.
Além do reajuste no PNAE, o governo Lula está lançando a Plataforma Mãos à Obra, voltada para mapear o conjunto de obras que estão paralisadas no país e que necessitam ser retomadas. A definição das demandas para a plataforma será feita por gestores locais, que serão responsáveis por alimentar a base de dados do Mãos à Obra. As prioridades são equipamentos de Saúde, Educação, Esporte, Cultura, além de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Os gestores terão até 10 de abril de 2023 para incluir as informações.
Blog do Magno Os advogados Piero Monteiro Sial e Lucas Carvalho Machado, juntamente com Rudolph San do Rego Silva, apresentaram uma ação popular contra a delegada Patrícia Domingos, pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo Podemos. No documento, apresentado ao juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital, os requerentes acusam a delegada de fazer […]
Os advogados Piero Monteiro Sial e Lucas Carvalho Machado, juntamente com Rudolph San do Rego Silva, apresentaram uma ação popular contra a delegada Patrícia Domingos, pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo Podemos.
No documento, apresentado ao juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital, os requerentes acusam a delegada de fazer campanha política durante a pandemia, enquanto alegava não poder trabalhar no seu cargo de delegada por ser paciente cardíaca e, por tanto, população de risco para Covid-19.
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