LW transfere responsabilidade sobre precariedade do Cine Rio Branco
Por Nill Júnior
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, o LW, fugiu da sua responsabilidade quando provocado pelo jornalista Magno Martins sobre a situação do histórico Cine Rio Branco.
Essa semana, imagens externas do prédio denunciaram a situação de abandono de um dos principais patrimônios culturais da cidade. Mesmo com praticamente dois anos de gestão, LW jogou a responsabilidade para a empresa que ganhou a licitação para reforma do espaço.
“Infelizmente a empresa que ganhou a licitação não iniciou a obra e vamos ter que ir atrás de outra empresa “. A impressão é de que o gestor só mostrou interesse em falar no tema após as imagens percorrerem o estado.
Blog apurou com exclusividade que situação interna é pior que externa e há riscos estruturais, além do projetor que deu perda total: o blog foi informado que a situação interna do espaço é muito pior que o que se vê do lado de fora. A construção do Banco do Nordeste ao lado comprometeu a infraestrutura do prédio, mas não houve nenhuma responsabilização pelo município. Há inclusive riscos estruturais graves.
Outra má notícia é que o projetor digital adquirido em 2017, quando da sua reinauguração, está danificado, fruto do uso inadequado e cedência para toda sorte de evento. A gestão pública novamente acabou o cinema.
O Deputado Rogério Leão (Avante) anunciou em suas redes sociais que testou positivo para o novo coronavirus e está com Covid-1. “Comunico aos amigos e amigas, que apesar de todas as precauções e cuidados tomados por mim, testei positivo para Covid-19, ontem, 18/09/2020”. Segundo o parlamentar, será mantido o isolamento necessário. “Isso para minha recuperação […]
“Comunico aos amigos e amigas, que apesar de todas as precauções e cuidados tomados por mim, testei positivo para Covid-19, ontem, 18/09/2020”.
Segundo o parlamentar, será mantido o isolamento necessário. “Isso para minha recuperação e proteção de todos. Agradeço por todas as mensagens de apoio e preocupação”.
Do UOL A caprinocultura (criação de bodes e cabras) se tornou uma salvação para muitos sertanejos, que vivem sob estiagem prolongada no semiárido nordestino. A situação costumava vitimar os animais na região. Em 2012, por exemplo, pelo menos 4 milhões de animais morreram. Desde o início da seca, os principais rebanhos da região encolheram, como […]
A caprinocultura (criação de bodes e cabras) se tornou uma salvação para muitos sertanejos, que vivem sob estiagem prolongada no semiárido nordestino. A situação costumava vitimar os animais na região. Em 2012, por exemplo, pelo menos 4 milhões de animais morreram.
Desde o início da seca, os principais rebanhos da região encolheram, como os bovinos e suínos. Na contramão, bodes, ovelhas e carneiros cresceram.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o número de caprinos cresceu 6,4% entre o final de 2011 e o final de 2016, chegando a 9 milhões de animais no Nordeste –o que representa 91% do rebanho do país.
No caso dos ovinos, o crescimento foi ainda maior: 15%, alcançando 11,6 milhões de carneiros e ovelhas –o equivalente a 63% dos animais criados no Brasil.
Criações reduzem êxodo
Pernambuco é destaque na criação de caprinos. O Estado tem 2,5 milhões desses animais, atrás apenas da Bahia, com 2,7 milhões (mas que tem uma área sete vezes maior do que a pernambucana).
“Estamos saindo de um período de seis anos de seca e, por incrível que pareça, nunca vi um caprino morto de fome”, diz Paulo Fernando de Oliveira, técnico em agropecuária do Cedapp (Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor, entidade que atua com assistência técnica em cidades do agreste).
Uma das vantagens de criar caprinos é o valor agregado, já que o leite da cabra hoje é vendido por quase o dobro do tradicional leite de vaca: R$ 2,03 e R$ 1,10, respectivamente.
“É um animal de rentabilidade rápida e ciclo de reprodução rápido e que tem garantido a sobrevivência em meio à seca. O êxodo rural diminuiu muito por ele, teve gente que já voltou do Sudeste para criar animais”, completa Oliveira.
“Diminuíram em tamanho, mas ganharam adaptações”
A explicação para a sobrevivência de ovinos e caprinos no semiárido é genética. “Os ovinos e especialmente os caprinos têm habilidades diferenciadas que se adaptam bem à região. O bode e as cabras conseguem se alimentar na posição bípede e alcançam partes mais altas de vegetações que outros não alcançam, por exemplo”, afirma Francisco Ramos, professor de departamento de zootecnia da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco).
“Já os ovinos são selecionadores médios e variam sua dieta. Na época de seca, eles também têm essa habilidade”, completa.
Segundo Ramos, os caprinos e ovinos vivem no semiárido há pelo menos 400 anos. Hoje, as principais raças leiteiras têm origem europeia e se adaptaram ao clima local.
“Eles diminuíram em tamanho, mas ganharam adaptações”, explica. “São grupos animais com grande potencial de produção. Desde que se dê condições a esses animais exóticos, eles sobrevivem.”
O professor ainda explica que os animais sofrem com a seca, mas o clima local oferece vantagens para a criação. “Aqui as fêmeas estão no cio o ano inteiro. E, como chove pouco, diminui a incidência de verminoses”, diz.
Ramos afirma que o número de animais no Nordeste ainda é pequeno. Segundo ele, cada caprino consome em média entre 4,5 litros de água por dia. “É pouca água, se comparar com uma vaca, que consome de 40 a 50 litros, e que não tem essa capacidade de alimentação que os caprinos têm. A caatinga tem oferta de forragem pequena”, explica.
Do Causas & Causas Um pedido anônimo protocolado junto ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) levanta suspeitas sobre possíveis irregularidades no concurso público realizado pela Prefeitura de Monteiro, no Cariri paraibano. O certame, organizado pela empresa Facet Concursos – Associação de Ensino Superior Santa Terezinha / Faculdade de Ciências de Timbaúba, oferece 114 vagas para […]
Um pedido anônimo protocolado junto ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) levanta suspeitas sobre possíveis irregularidades no concurso público realizado pela Prefeitura de Monteiro, no Cariri paraibano. O certame, organizado pela empresa Facet Concursos – Associação de Ensino Superior Santa Terezinha / Faculdade de Ciências de Timbaúba, oferece 114 vagas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que chegam a R$ 5.597,94.
O concurso teve inscrições abertas entre 1º de setembro e 2 de outubro de 2025, e a homologação está prevista para 16 de dezembro deste ano.
Questionamentos sobre a banca organizadora
No documento encaminhado ao MPPB, o denunciante aponta que a banca responsável foi contratada sem licitação, o que, segundo ele, fere os princípios da legalidade e da moralidade administrativa.
Outro ponto destacado é o histórico da Facet Concursos, que acumula mais de 50 processos judiciais nos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. As ações envolvem denúncias de fraudes em concursos, falta de transparência e descumprimento de normas legais, fatores que, segundo o pedido, colocam em dúvida a lisura do processo seletivo em Monteiro.
Fundamentos jurídicos
O pedido cita o artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece os princípios da administração pública, entre eles legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O denunciante sustenta que a contratação da banca e o histórico de processos judiciais podem configurar violação a esses princípios.
O que pede o requerimento
Entre as medidas solicitadas ao Ministério Público estão: a instauração de procedimento investigatório para apurar as possíveis irregularidades; a suspensão imediata da homologação do concurso até a conclusão das investigações; a anulação do certame, caso sejam confirmadas irregularidades; a responsabilização dos envolvidos.
O documento foi protocolado no último dia 19 de agosto e ainda aguarda manifestação do Ministério Público da Paraíba.
Histórico de controvérsias
A Facet Concursos já esteve envolvida em diversas polêmicas. De acordo com registros disponíveis em plataformas jurídicas como o JusBrasil, a instituição figura em ações judiciais relacionadas a suspeitas de fraude em concursos, atrasos na divulgação de resultados e descumprimento de contratos com prefeituras.
Blog Tacianna Lopes O Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Lucas Ramos participou de uma reunião na cidade de São José do Egito. Na ocasião anunciou a implantação do Espaço 4.0 no município. O encontro aconteceu na Escola Técnica Célia Siqueira e contou com a presença do Prefeito do município Evandro Valadares, do […]
O Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Lucas Ramos participou de uma reunião na cidade de São José do Egito.
Na ocasião anunciou a implantação do Espaço 4.0 no município.
O encontro aconteceu na Escola Técnica Célia Siqueira e contou com a presença do Prefeito do município Evandro Valadares, do Secretário de Educação Henrique Marinho e do Secretário de Saúde Paulo Jucá.
O espaço será equipado com modernos recursos tecnológicos, como computadores de última geração, impressoras 3D e máquinas de corte a laser.
A proposta é permitir a oferta de cursos, oficinas e atividades que promovam a capacitação profissional, a inclusão digital e o desenvolvimento de habilidades específicas.
Lucas foi entrevistado pela Jornalista Tacianna Lopes, Erbi Andrade, João Carloso Rocha e o Blogueiro Marcello Patriota, e destacou a importância do projeto.
“O espaço 4.0 é um ambiente de inovação, instalado com equipamentos do estado de Pernambuco para desenvolvermos capacitações e estimular o comportamento empreendedor dos estudantes e de toda comunidade, é um equipamento que irá servir não só para São José do Egito, mas para toda região do Pajeú, todos poderão desenvolver projetos de inovação”, disse o secretário.
Segundo o Secretário de Educação da cidade, Henrique Marinho, o espaço 4.0 vai permitir aos alunos uma estrutura onde irão poder realmente entrar na parte profissional, investir e ter um espaço para aprimorar as habilidades e desenvolver a criatividade, e a partir disso, surgir empresas de tecnologias , novos produtos desenvolvidos pelos mesmos, além de toda parte de formação que esse espaço irá permitir, afirmou que será importante para a profissionalização de toda região.
De acordo com Lucas, a aquisição dos equipamentos e os serviços, serão contratados já no segundo semestre.
O Secretário também conheceu as instalações do Centro de Inclusão Digital e o Beco de Laura (Ponto Turístico da cidade).
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa está com inscrições abertas, entre os dias 01 e 27 de novembro, para o Vestibular Unificado 2020.1, abrangendo cursos nas áreas de Exatas, Humanas e Saúde. As opções envolvem os cursos de Biologia, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia, Farmácia, Fisioterapia, Geografia, Gestão Comercial, História, Letras, Matemática, […]
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa está com inscrições abertas, entre os dias 01 e 27 de novembro, para o Vestibular Unificado 2020.1, abrangendo cursos nas áreas de Exatas, Humanas e Saúde. As opções envolvem os cursos de Biologia, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia, Farmácia, Fisioterapia, Geografia, Gestão Comercial, História, Letras, Matemática, Pedagogia e Psicologia.
De acordo com o Edital, o exame será realizado no prédio central da instituição, nos dias e horários agendados pelo candidato no ato da inscrição. Também serão realizadas provas na Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Galindo (Buíque), na Escola de Referência em Ensino Médio Olavo Bilac (Sertânia) e na Escola de Referência em Ensino Médio Professora Margarida de Lima Falcão (Pesqueira), apenas durante o dia 02 de dezembro, no horário da manhã, para quem agendar.
INSCRIÇÕES – As inscrições devem ser feitas através do site www.aesa-cesa.br e para estar completamente inscrito, o candidato deve efetuar o pagamento da taxa, no valor de R$ 50,00. Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas também pelo telefone: (87) 3821-1579 ou presencialmente, na sede da instituição, que fica na Rua Gumercindo Cavalcanti, n° 420, no bairro do São Cristóvão.
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