Lula e Danilo costuram ato em Serra Talhada ainda este mês
Por Nill Júnior
Segundo fonte governista ao blog, o pré-candidato Danilo Cabral e o ex-presidente Lula deverão ter ato de campanha em Serra Talhada. A data está sendo fechada, mas é certo que será após o casamento do ex-presidente e candidato com Rosângela da Silva, a Janja, dia 18 de maio, em São Paulo.
Serra Talhada virou uma cidade simbólica para a campanha de Danilo Cabral após o alinhamento da prefeita Márcia Conrado com a aliança PSB-PT. Também por sua posição geográfica, com condições de receber em um ato político militantes de várias cidades sertanejas.
Danilo tem invocado a condição de candidato de Lula e vai trabalhar com esse alinhamento para melhorar sua condição nas pesquisas de opinião. A pré-candidata do Solidariedade, Marília Arraes, também tem utilizado a imagem do ex-presidente em peças de pré-campanha e redes sociais.
Danilo já tinha antecipado a vinda em entrevista à Rádio Jornal Caruaru. “Ele (Lula) teve o ato de lançamento da pré-candidatura no último sábado e, quando a gente conversou da última vez, ele disse: ‘Olha, Danilo, depois que eu fizer esse anúncio, eu vou começar a andar o Brasil, e um dos primeiros lugares aonde eu quero ir é Pernambuco, até pela relação que eu tenho por ser a minha terra’. Ele estava em Minas Gerais esta semana e tem essa expectativa de que, daqui para o final do mês, a gente tenha a presença do presidente Lula aqui no Estado de Pernambuco”, contou.
Ao som do forró, o público não ficou parado um minuto no pátio de eventos da Cohab Massangano, na noite da última sexta-feira (17). Pela primeira vez na comunidade, a abertura do São João dos Bairros atraiu uma multidão de forrozeiros. A estrutura montada ao lado da feira da Cohab foi enchendo aos poucos. A […]
Ao som do forró, o público não ficou parado um minuto no pátio de eventos da Cohab Massangano, na noite da última sexta-feira (17). Pela primeira vez na comunidade, a abertura do São João dos Bairros atraiu uma multidão de forrozeiros.
A estrutura montada ao lado da feira da Cohab foi enchendo aos poucos. A noite começou a ser animada pelos talentos locais: Edênio Lima e Wilson & Welson. Em seguida, subiu ao palco Ranieri, artista de Terra Nova que levou hits da atualidade tanto do forró como do sertanejo. Quando já passava da meia noite, o público finalmente encheu o pátio da Cohab para ver de perto a banda Brasas do Forró, que não desapontou e fez os apaixonados por forró dançarem por mais de uma hora.
A segurança do evento chamou a atenção de Ana Maria Ribeiro, assistente social que mora em Juazeiro (BA) e atravessou a ponte Presidente Dutra só pra curtir São João. “É muito bom quando estamos em uma festa com essa organização e que nos sentimos seguros. A gente se diverte sem medo”, disse.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emício Júnior, três órgãos foram responsáveis por garantir a tranquilidade do evento. “Contamos com uma empresa de segurança privada, a polícia militar e a guarda civil. Queremos que o nosso São João comece e termine em paz e alegria, como deve ser”, afirmou o secretário.
Uma das marcas dessa festa é privilegiar as atrações locais. O cantor, Edênio Lima, elogiou a proposta. “Fico muito feliz em fazer parte da abertura oficial do São João de Petrolina na Cohab Massangano, bairro que eu moro e amo. Ainda mais numa festa como esta, muito bacana e com uma super estrutura”, elogiou o cantor.
O arrasta pé no bairro continua neste sábado (18), a partir das 19h. As atrações da noite são Brega e Vinho, Lenno, Adenys Vaqueiro e Taline Clara.
Alunos de oito cursos técnicos a distância de 24 polos presenciais, localizados na capital, no agreste e no sertão no estado, participam da primeira formatura unificada da Educação Profissional do Estado. O evento acontece neste domingo (3), a partir da 9h, no Auditório Tabocas, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, e reúne 578 […]
Alunos de oito cursos técnicos a distância de 24 polos presenciais, localizados na capital, no agreste e no sertão no estado, participam da primeira formatura unificada da Educação Profissional do Estado. O evento acontece neste domingo (3), a partir da 9h, no Auditório Tabocas, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, e reúne 578 concluintes do maior programa de educação pública a distância do país.
São estudantes dos cursos técnicos de Biblioteca, Serviços de Restaurante & Bar, Logística, Recursos Humanos, Comércio, Administração, Informática e Segurança do Trabalho, que passaram um ano e meio se preparando para o mercado, que serão agraciados com o diploma na manhã da colação. Após os discursos e juramento, haverá a entrega da láurea para o aluno destaque de cada curso técnico. Será a maior colação de grau da educação profissional já feita em Pernambuco. Antes deste momento, cada formatura era feita em seu polo. A ideia de juntar todos os concluintes, do litoral ao sertão, foi motivada por um desejo dos próprios alunos.
Através do núcleo de empregabilidade, os alunos são instruídos sobre o mercado de trabalho, encaminhados para estágio através do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), além de receberem orientação e dicas sobre postura e elaboração de currículo. Muitos alunos já saem dos cursos empregados, e vários vão direto para o mercado.
Mais de 10 mil estudantes estão ativos e regularmente matriculados nos cursos técnicos de EaD. Os cursos funcionam no modelo semipresencial, no qual cada aluno vai uma vez durante a semana no polo participar de atividades, e nos demais dias ele realiza tarefas no ambiente virtual.
A rede possui nove cursos técnicos a distância e, obedecendo à política de interiorização do desenvolvimento, 60 polos presenciais distribuídos por 54 municípios. Os polos são equipados com laboratórios de informática e biblioteca virtual com 50 tablets à disposição a semana inteira. Para o aprendizado se dar de maneira contínua, semanalmente os alunos têm provas presenciais e a distância. A SEE oferece o ensino técnico a distância desde 2010.
Por Anchieta Santos Diante do anúncio de que a área descoberta pela Compesa com o maior furto de água identificado no curso da Adutora que abastece Tabira está em sua chácara no Stíio São Joaquim, o vereador Dicinha do Calçamento usou a tribuna da Câmara durante a primeira sessão do ano para se defender. Dicinha […]
Diante do anúncio de que a área descoberta pela Compesa com o maior furto de água identificado no curso da Adutora que abastece Tabira está em sua chácara no Stíio São Joaquim, o vereador Dicinha do Calçamento usou a tribuna da Câmara durante a primeira sessão do ano para se defender.
Dicinha atacou a imprensa, citando rádios e blogs, acusou que a denúncia partiu de vereador, sem citar o nome, e negou existir a irregularidade apontada pela Compesa.
Ao mesmo tempo, o parlamentar cobrou a divulgação dos outros nomes que também teriam desviado a água e concluiu dizendo que tudo não passa de “uma tempestade em copo d’água”.
Ao ouvir a repetição do discurso de sua excelência na Rádio Cidade FM um ouvinte rebateu: “Dicinha está enganado. Não é uma tempestade em copo d’água. Foi um terço da água desviada para sua chácara” .
Chama a atenção que contra a Compesa, que apontou o desvio da água da adutora, sua excelência nada falou.
do JC Online O núcleo duro do governador eleito, Paulo Câmara (PSB), não fugirá à sua maior marca: perfil mais técnico que propriamente político. O mistério que cercou nas última semanas a lista completa do novo secretariado se encerra hoje, às 15h, com a coletiva de imprensa no Recife Praia Hotel. Nas funções-chaves, os nomes […]
O núcleo duro do governador eleito, Paulo Câmara (PSB), não fugirá à sua maior marca: perfil mais técnico que propriamente político. O mistério que cercou nas última semanas a lista completa do novo secretariado se encerra hoje, às 15h, com a coletiva de imprensa no Recife Praia Hotel. Nas funções-chaves, os nomes já são velhos conhecidos: Antônio Figueira (Casa Civil), Danilo Cabral (Planejamento), Márcio Stefanni (Fazenda), Fred Amâncio (provavelmente para Educação), Thiago Norões e Renato Thibaut. A surpresa fica para o escolhido para a pasta de Administração: Rodrigo Amaro. Graduado em 2007 em Administração, o jovem técnico é, atualmente, presidente da Perpart.
Desse grupo seleto, que goza da confiança e do poder sobre a máquina, ainda faz parte Raul Henry (PMDB), o vice-governador eleito. Ele deixou de ficar com o comando da Secretaria de Educação, como era esperado, para assumir uma função-chave no governo. A ele caberá funções de monitoramento e articulação, de livre trânsito pelas secretarias.
De acordo com uma fonte ligada a Paulo, além de Danilo Cabral, mais três deputados federais eleitos farão parte do novo governo: Felipe Carreras (Turismo), André de Paula (Cidades) , Sebastião Oliveira (Transportes). Com essa tacada, Paulo consegue contemplar quatro partidos da sua base de sustentação. Os suplentes subiriam à Câmara Federal: Augusto Coutinho (SD), Fernando Monteiro (PP), Cadoca (PCdoB) e Raul Jungmann (PPS), este último teria que renunciar ao mandato de vereador.
No esforço para “mimar” os 21 partidos da aliança que o elegeu, o jogo de xadrez ainda atingiria a Assembleia Legislativa. Existe a possibilidade de ele chamar ou alguém do PSDB e outro nome de sua confiança, como os deputados Waldemar Borges (PSB) ou Aluísio Lessa (PSB). Assim, o decano Maviael Cavalcanti, o terceiro suplente, voltaria à Casa Joaquim Nabuco.
Para estruturar a sua equipe, Paulo Câmara conversou com cada líder partidário. Como fiéis conselheiros, ouviu muito o que Raul Henry e o prefeito Geraldo Julio (PSB) tinha a dizer. Na escolha, alguns fatores foram determinantes. Por exemplo, a escolha de André de Paula pode ser estratégica para o novo governador, se o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, assumir o ministério das Cidades na nova equipe da presidente Dilma Rousseff (PT). Os dois são do mesmo partido e, com o PSB na oposição, essa “feliz” coincidência facilitaria os trabalhos.
G1 No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país. Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar […]
No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país.
Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar mais ainda eleitores desencantados com o sistema político”.
A publicação afirma que o processo desorganizou a esquerda no país – como exemplo disso, cita a baixa adesão aos protestos pró-Dilma em Brasília nesta semana e a postura “desapaixonada” de congressistas do PT em defesa da presidente afastada.
O jornal aponta que o presidente interino, Michel Temer, se revelou tão impopular quanto Dilma – segundo pesquisa Ibope de julho, apenas 13% dos brasileiros consideravam o governo bom ou ótimo.
Diz ainda que o atual processo expôs fraquezas no sistema político do país, em que o presidente depende de acordos com “inúmeros partidos sem ideologia clara”, em arranjos que “incentivam a corrupção”.
Para a publicação americana, um “vácuo de poder” está se abrindo na política nacional – e sendo preenchido por siglas menores de esquerda e candidatos evangélicos.
Incerteza na economia: Em texto sobre as perspectivas econômicas do país, o Wall Street Journal afirma que “investidores podem estar dando muito crédito a políticos do país e desconsiderando os problemas”.
O diário lembra que o real se apreciou mais de 8% ante o dólar – é a moeda que mais se valorizou no mundo neste ano – e o Ibovespa avançou 9,9% desde o afastamento provisório de Dilma em maio, mas desde então Temer “fez muito pouco” para enfrentar o rombo nas contas públicas do país.
Afirma que propostas neste sentido – como uma possível reforma da Previdência e um limite constitucional aos gastos públicos – provavelmente não passarão no Congresso, enquanto as “primeiras ações” de Temer no cargo vão em sentido oposto: carência a Estados endividados com a União e “aumentos para servidores públicos muito bem pagos”.
“É difícil imaginar uma medida pior”, disse ao jornal Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica no governo Luiz Inácio Lula da Silva e diretor-presidente do centro de ensino e pesquisa Insper.
Em texto de opinião na revista Fortune, João Augusto de Castro Neves, diretor de América Latina da consultoria Eurasia Group, diz que o impeachment não irá solucionar “meses de turbulência política e econômica”.
O consultor descreve a permanência, no Brasil, de um cenário de “tempestade perfeita”: economia global menos favorável, recessão profunda, desequilíbrio fiscal, escândalo de corrupção em curso e o usual embate político.
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