Lúcio sobre críticas: prefeitura é que atuou com dois pesos e duas medidas
O promotor Lúcio diz por sua vez que a Vigilância Sanitária da Prefeitura de Afogados teria autorizado o evento na AABB e só se manifestou contra em cima da hora.
“Aí não tinha sentido ter dois pesos e duas medidas de não ter o da AABB e ter o da Chácara Vitória. Então intervimos para autorizar os dois com rigorosa recomendação. A prefeitura não poderia estar dando tratamento diferenciado”.
Sobre o fato de realizarem shows, Lúcio afirmou que os estabelecimentos tinham autorização para bar, reconhecendo que isso de fato não ocorreu na execução dos eventos. “Mas não concordo com censura prévia”.
Ele ainda diz que a fiscalização não está acontecendo e que vários eventos tem acontecido sem nenhuma fiscalização. “A prefeitura não pode desvirtuar nossa atuação. É o contrário. Nós que temos cobrado atuação há dias”, afirmou.
“Defendemos ainda que não basta multar, mas também suspender as atividades “, reclamou. Ele reiterou que neste caso, houve dois pesos e duas medidas. “Não tinha como proibir um e outro não”. Para ele, esse fato serve para maior reflexão.
Lúcio também diz ter recebido queixas de servidores que tem dificuldade até de ter carro pra trabalhar, além do número reduzido de servidores.
Ele citou exemplo de um pagode chamado “Tardezinha”, no Hotel Brotas, que não teve nenhuma vedação pelo município. “Na hora do pagode, não houve controle”.
Diz também que cidades como Flores, Serra Talhada, Brejinho, ao contrário, tem tido eventos sem controle nenhum. Ele enobreceu a medida da prefeitura de São José do Egito que adotou decreto. “Mas festas clandestinas acontecem”.



O governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), disponibilizou 60 vagas em presídios federais de segurança máxima para detentos que estão no em penitenciárias do Ceará.
O TCE publicou o resultado da análise da gestão fiscal do exercício financeiro de 2016 do Prefeito do Município de Tabira, Sebastião Dias.


O vereador Manoel Olímpio, do PDT, veio à Rádio Pajeú para reclamar ao programa Manhã Total do teor do requerimento 031/2017, assinado pelos vereadores governistas e que solicita doação de 70 hectares de uma área conhecida como Fazenda do Estado para construção da Associação do Lar do Idoso, espaço para deficientes e moradias populares.
Em suma, Manoel diz que os vereadores Francisco de Sales, Fábio Torres, Everaldo Pereira, José Jorge e Odete Soares deveriam se somar à discussão que já existe e não criar um debate paralelo. “Isso só enfraquece”, afirmou.













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