Luciara de Neemias pavimenta caminho para disputar a Prefeitura de Custódia em 2024
Por André Luis
Herdeira política do ex-prefeito Neemias Gonçalves, a vice-prefeita Luciara de Neemias é um dos principais nomes para disputar a Prefeitura de Custódia nas eleições de 2024.
Luciara é vice-prefeita da cidade sertaneja desde 2017, quando foi eleita na chapa do prefeito Manuca, sendo reeleitos em 2020. Apontada como a candidata natural à sucessão de Manuca, ela e o prefeito se distanciaram no início deste ano, seguindo caminhos opostos na política local.
Nos bastidores correm boatos de que Manuca rompeu com a vice para não apoiá-la como sucessora, apesar dela ter sido leal a ele desde que ambos foram eleitos para juntos governar Custódia, seguindo e apoiando todas as decisões do grupo.
Além de filha do ex-prefeito Nemias Gonçalves (in memoriam), que governou Custódia por três mandatos, Luciara é professora por formação e tem vasta experiência dentro da gestão municipal, onde já comandou as secretarias de Educação e de Finanças, duas das principais pastas do município.
Para fortalecer seu nome na disputa contra o grupo de Manuca, Luciara está buscando a união das oposições em Custódia. As informações são do Fala PE.
Em evento marcado pela emoção, Ministro Edson Fachin homenageou servidores que recuperaram o Tribunal e exaltou a firmeza do Judiciário contra o autoritarismo. O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta quinta-feira (8), o evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três […]
Em evento marcado pela emoção, Ministro Edson Fachin homenageou servidores que recuperaram o Tribunal e exaltou a firmeza do Judiciário contra o autoritarismo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta quinta-feira (8), o evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília. O atual presidente da Corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministro Edson Fachin, aproveitou a data para inaugurar exposições e reafirmar o compromisso do tribunal com a segurança jurídica e o Estado de Direito.As mãos que reergueram o tribunalO ponto central da cerimônia foi o reconhecimento aos trabalhadores que atuaram na linha de frente após a invasão. Fachin inaugurou a exposição “Mãos da Reconstrução” e lançou o documentário “Democracia inabalada: mãos da reconstrução”, ambos dedicados aos servidores que limparam entulhos, restauraram obras de arte e reinstalaram vidraças nos dias seguintes ao ataque.O ministro destacou a resiliência desses profissionais, que permitiram ao STF retomar suas atividades apenas 24 dias após a depredação, no dia 1.º de fevereiro de 2023. “Ao defenderem este prédio, defenderam também a Lei Fundamental do nosso país”, afirmou o magistrado.
Defesa de Alexandre de Moraes e rigor institucional
Durante o discurso, Fachin fez questão de elogiar a atuação do Ministro Alexandre de Moraes na condução dos inquéritos e ações penais decorrentes dos atos. O presidente do STF frisou que a firmeza de Moraes não deve ser confundida com “jactância” ou “bravata”, mas sim como o cumprimento rigoroso do dever de ofício, muitas vezes com sacrifícios pessoais e familiares.Citando o jurista Karl Popper e o Ministro aposentado Celso de Mello, Fachin lembrou que “a tolerância ilimitada conduz à destruição da própria tolerância”, justificando a necessidade de uma postura enérgica contra atos antidemocráticos.
Memória contra o “anestesiamento” social
Utilizando referências literárias de Machado de Assis, o ministro alertou para o perigo de o tempo apagar a gravidade dos fatos. Para ele, o dever da Corte é evitar que a sensibilidade da sociedade seja “anestesiada”, garantindo que a memória do “malfeito” e de quem se levantou contra ele permaneça viva.O evento também contou com espaços de debate voltados para a sociedade civil e a imprensa:
Roda de Conversa: Participação dos jornalistas Wesley Galzo (Estadão), Gabriela Biló (Folha de S. Paulo) e Marina Dias (Washington Post) sobre a cobertura dos ataques.
Mesa-Redonda: Discussão com especialistas como o historiador Carlos Fico, o teólogo Ronilso Pacheco, a advogada Juliana Maia e o jornalista Felipe Recondo.
A Constituição como limite e horizonte
Ao encerrar, Fachin reiterou que o 8 de janeiro não deve ser lembrado apenas pelo vandalismo e pelo ódio, mas também pela vontade de reconstruir e pelo compromisso inabalável com a democracia. Ele reforçou que manifestações políticas são legítimas, mas não podem amparar ações que coloquem em risco pilares como eleições livres e o pluralismo político.“O preço da democracia e da liberdade é uma eterna vigilância”, concluiu o ministro, afirmando que o tribunal seguirá em diálogo respeitoso com os demais Poderes, mantendo-se como guardião da Constituição de 1988. Leia aqui a íntegra do discurso de Fachin.
A Secretária de Infraestrutura do Estado, Fernandha Batista, confirmou ao programa Revista da Cultura que virá juntamente com a Diretoria da Azul Linhas Aéreas no primeiro voo oficial da rota Serra Talhada-Recife. Fernandha detalhou que a operação que começa dia 11 de novembro é apenas uma das etapas no planejamento. Segundo ela, até lá são […]
A Secretária de Infraestrutura do Estado, Fernandha Batista, confirmou ao programa Revista da Cultura que virá juntamente com a Diretoria da Azul Linhas Aéreas no primeiro voo oficial da rota Serra Talhada-Recife.
Fernandha detalhou que a operação que começa dia 11 de novembro é apenas uma das etapas no planejamento.
Segundo ela, até lá são necessárias intervenções e melhoria da sinalização do Aeroporto. Outra garantia é de que as obras de melhoria na estrutura do Santa Magalhães não foram abortadas por conta da vinda de uma aeronave menor.
Batista destacou que as melhorias inicialmente previstas estão garantidas e podem estar prontas até o primeiro semestre de 2021. Assim, caso haja necessidade de incremento da aeronave inicialmente prevista, o ATR 72-600, a estrutura estará pronta.
Ela disse que no curso da operação pode haver troca de aeronave na rota ou até uma operação híbrida, com mais de um modelo. “Ainda podemos receber interesse de outras empresas pelo trecho”, destacou.
Segundo o jornalista Orlando Santos, que cedeu vídeos do local, o trabalho de capinação e limpeza ja começou. Veja os vídeos:
Do blog do Magno O levantamento do Instituto Opinião realizado em Pernambuco mostra o senador Humberto Costa (PT) na liderança da disputa para o Senado Federal, considerando a soma do primeiro e do segundo votos. No primeiro cenário, com Gilson Machado Neto pelo PL, Humberto aparece com 27,4% das intenções, seguido por Eduardo da Fonte […]
O levantamento do Instituto Opinião realizado em Pernambuco mostra o senador Humberto Costa (PT) na liderança da disputa para o Senado Federal, considerando a soma do primeiro e do segundo votos. No primeiro cenário, com Gilson Machado Neto pelo PL, Humberto aparece com 27,4% das intenções, seguido por Eduardo da Fonte (22%) e Miguel Coelho (19%). Na sequência aparecem Sílvio Costa Filho (13,6%), Gilson (9,3%) e Fernando Dueire (3,3%). Brancos nulos somam 41% e os indecisos chegam a 64,4%. O percentual pode assustar, mas aqui estamos tratando de 200%, já que é considerada a soma dos dois votos para cada um dos candidatos.
No segundo cenário, com Anderson Ferreira substituindo Gilson como nome do PL, a liderança de Humberto se mantém com 27,3%. Eduardo da Fonte aparece em segundo, com 21,4%, seguido de Miguel Coelho (19,2%) e Sílvio Costa Filho (13,8%). Anderson pontua 11,7% e Fernando Dueire 3,5%. Nesse cenário, brancos, nulos ou nenhum somam 41,7%, e indecisos, 61,4%. A diferença entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho configura empate técnico, já que a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
A liderança de Humberto se destaca no Sertão, onde chega a 31,3%, e na Região Metropolitana, com 28,4%. Eduardo da Fonte tem melhor desempenho no Agreste (25,6%) e na Zona da Mata (21,2%). Miguel Coelho se destaca também no Sertão (33,5%) e alcança números excepcionais no São Francisco, com 82,5%.
A pesquisa espontânea para o Senado em Pernambuco revela um cenário ainda marcado pela indefinição. Quando não são apresentados nomes de candidatos, 71,5% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder em quem votariam, enquanto 12,2% declararam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes. O senador Humberto Costa lidera com 4,4% das menções espontâneas, seguido por Miguel Coelho (2,5%), Eduardo da Fonte (2,2%), Gilson Machado Neto (1,8%) e João Campos (1,3%). Os demais nomes citados não alcançaram 1%.
Humberto Costa também lidera o índice de rejeição entre os nomes testados para o Senado em Pernambuco, com 9,3% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma. Em seguida aparecem Gilson Machado Neto (8,8%) e Anderson Ferreira (5,2%). Miguel Coelho tem rejeição de 3,6%, Eduardo da Fonte, 3,4%, Sílvio Costa Filho, 3,3%, e Fernando Dueire, 3,0%. Outros 14,7% disseram rejeitar todos os nomes apresentados, enquanto 48,7% afirmaram que não rejeitam nenhum dos candidatos.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 16 deste mês, com dois mil questionários aplicados em 80 municípios de todas as regiões de Pernambuco. O levantamento utilizou a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o intervalo de confiança estimado é de 95,6%.
O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (21) vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retomou dispositivos que flexibilizam regras para repasses federais a municípios e para transferências em período eleitoral. A sessão conjunta foi convocada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a […]
O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (21) vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retomou dispositivos que flexibilizam regras para repasses federais a municípios e para transferências em período eleitoral.
A sessão conjunta foi convocada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a quem cabe marcar reuniões do Congresso destinadas à análise de vetos presidenciais. A articulação para derrubar os dispositivos começou ainda nesta semana, durante a Marcha dos Prefeitos, evento que reúne em Brasília gestores municipais de todo o país em busca de liberação de verbas, convênios e emendas parlamentares, em contato direto com deputados, senadores e integrantes do governo.
Na abertura do encontro, na terça-feira, Alcolumbre anunciou publicamente que organizaria uma sessão do Congresso para analisar os vetos e permitir que municípios voltassem a acessar recursos federais. Segundo ele, cerca de 3.100 cidades seriam afetadas pelas restrições impostas pelo governo federal.
Um dos vetos derrubados diz respeito ao artigo 95 da LDO, que estabelece que a “doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública com encargo ao donatário” não configura descumprimento das restrições da legislação eleitoral. Na prática, o dispositivo flexibiliza repasses e transferências em ano eleitoral.
Ao vetar o trecho, o governo alegou que a proposta criava exceção à Lei das Eleições e tratava de tema fora do escopo da LDO. Ao vetar o trecho, Lula também citou dispositivo da legislação eleitoral que proíbe, nos três meses que antecedem a eleição, a realização de transferências da União a estados e municípios com execeção daqueles valores destinados a obrigações já preexistentes para obras em andamento ou aqueles destinados a situações de emergência ou calamidade pública.
Contrário à derrubada do trecho, o líder do Psol na Câmara, o deputado Tarcísio Motta (SP) afirmou que a volta do trecho possibilitaria a “compra de votos”, justamente por possibilitar o repasse de valores a municípios em período eleitoral. — Isso é antirepublicano, uma aberração — afirmou.
Já parlamentares que defendem a medida argumentam que o não repasse de valores poderia afetar os investimentos em municípios, principalmente os de pequeno porte.
Os parlamentares também decidiram restabelecer um trecho da LDO que dispensa municípios de até 65 mil habitantes da exigência de adimplência para receber transferências voluntárias da União, firmar convênios e receber recursos, como de emendas parlamentares.
O dispositivo havia sido vetado por Lula sob argumento de que a medida contrariava a Lei de Responsabilidade Fiscal e poderia violar regras constitucionais ligadas à seguridade social.
Assembleia também reelegeu Evaldo Campos como presidente e Fábio Matta, vice O Sicoob Pernambuco reuniu seus delegados em Assembleia na noite desta quarta-feira e tomou decisões importantes para o futuro da instituição. A apresentação foi de Thiago Medeiros, Diretor Organizacional e Riscos. Inicialmente houve apresentação da importância da Assembleia pelo presidente da entidade, Evaldo Campos, e […]
Assembleia também reelegeu Evaldo Campos como presidente e Fábio Matta, vice
O Sicoob Pernambuco reuniu seus delegados em Assembleia na noite desta quarta-feira e tomou decisões importantes para o futuro da instituição.
A apresentação foi de Thiago Medeiros, Diretor Organizacional e Riscos.
Inicialmente houve apresentação da importância da Assembleia pelo presidente da entidade, Evaldo Campos, e por Aline Araújo, Diretora Executiva.
Aline apresentou os resultados e propostas já aprovadas nas pré-assembleias, que percorreram todo o estado.
Sobre resultados, voltou a apresentar dados que comprovam o crescimento do Sicoob Pernambuco e fortalecimento da instituição no Nordeste.
Dentre os principais pontos aprovados em estatuto, a ampliação da área de atuação do Sicoob, que agora, além de Pernambuco e Paraíba, inclui os estados de Alagoas, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.
Outra alteração estatutária aprovada foi a da criação do cargo de vice-presidente. Até então, em casos excepcionais de vacância, a escolha se daria por votação entre os membros do Conselho de Administração.
O novo Conselho de Administração também foi aprovado. O empresário Fábio Barbosa da Matta, de São José do Egito passou a ocupar a vice-presidência da instituição. Com formação superior, mestrado e doutorado na área de Farmácia Bioquímica, é Administrador de Empresas e já integrava o Conselho de Administração.
De Serra Talhada, Magna Lúcia Beserra de Melo é formada em Ciências Contábeis, administradora de empresas e já atuava como Conselheira Fiscal do Sicoob Pernambuco.
E o jornalista Nivaldo Alves Galindo Filho, Nill Júnior, pós graduado em gestão de empresas de comunicação, gestor da Rádio Pajeú e administrador do blog que leva seu nome.
Eles se somam a Evaldo Campos, José Eleandro M. de Almeida e José Joaquim D Lemos no Conselho de Administração. Os nomes do Conselho são submetidos a apreciação do Banco Central.
O atual presidente, Evaldo Campos, foi reeleito presidente da entidade. Evaldo foi um dos fundadores da cooperativa, em 1999, e tem na sua condução a marca de crescimento e fortalecimento da instituição, hoje com mais de 50 mil cooperados em Pernambuco e Paraíba. Ele destacou a história da instituição e seu fortalecimento ao longo dos anos, além de projetar o futuro da cooperativa.
Todas as propostas estatutárias e formação do novo Conselho de Administração, além de presidente e vice-presidente foram aprovados por unanimidade .
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