Luciano Pacheco critica André Paulo. “Vou mandar fazer uma câmara de barro pra ele ocupar”
Por Nill Júnior
Suplente disse ao LW Cast que Câmara deveria ter treze vereadores. “Vou provar a ele que são dez vereadores”, disse
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, não escondeu sua insatisfação com a entrevista do suplente André Paulo, do PDT, ao LW Cast, da TV LW, em rede com a Itapuama FM.
André voltou a afirmar que a Lei Orgânica define treze e não dez vereadores, e reafirmou seu desejo de provar o que diz na Justiça, indo até Supremo e TSE se preciso.
Pacheco ironizou a fala do suplente e disse que o que faltou a ele foram votos. “Eu vou mandar fazer uma Câmara de barro pra ele”. Pacheco disse que respeitará a decisão da justiça, mas que ele perdeu em todas as instâncias até agora.
O vereador afirmou ter pedido direito de resposta à TV. “Vou levar toda a documentação”.
Em outro momento, disse que a campanha do suplente era cara e que tinha prova de que ele mandou buscar o que dera a eleitor de Caraíbas. “Nao sei se vai ter o inheiro de novo de Kal não”, disse, referência ao filho de Madalena Britto.
Também que, dada a forma como ele tem tratado o tema, não deve andar o projeto de aumento do número de vereadores. “Ele vai ter que ir atrás de voto”, disse, acrescentando que o quociente eleitoral vai chegar a 5 mil votos.
No último dia do prazo, o presidente Lula (PT) decidiu vetar nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. O ato deve ser publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17). Um dos motivos para o veto seria o alerta feito pela equipe econômica sobre o […]
No último dia do prazo, o presidente Lula (PT) decidiu vetar nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. O ato deve ser publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17).
Um dos motivos para o veto seria o alerta feito pela equipe econômica sobre o impacto orçamentário e o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. Caso entrasse em vigor, o custo estimado seria entre R$ 65 milhões e R$ 150 milhões por ano.
O veto de Lula terá de ser analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão.
A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando a redistribuição das 513 vagas na Câmara com base no Censo 2022.
G1 A Polícia Federal informou ter prendido na manhã deste sábado (3) o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor especial do presidente Michel Temer. O mandado de prisão foi assinado na noite desta sexta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, a pedido da Procuradoria Geral da […]
A Polícia Federal informou ter prendido na manhã deste sábado (3) o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor especial do presidente Michel Temer. O mandado de prisão foi assinado na noite desta sexta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).
Rocha Loures foi preso preventivamente (antes da condenação) em Brasília e foi levado para a Superintendência da PF no Distrito Federal. Em março, ele flagrado pela PF recebendo em São Paulo uma mala com R$ 500 mil que, segundo delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato, seriam dinheiro de propina.
Em manifestação enviada ao STF nesta sexta, o advogado do peemedebista, Cezar Bitencourt, avaliou que o pedido de prisão tinha como objetivo “forçar delação”. Ao G1, o advogado disse, na manhã deste sábado, que o ex-assessor de Temer “ficará em silêncio”.
A PGR já havia solicitado a prisão de Rocha Loures, mas Fachin negou esse primeiro pedido, sob o argumento de que Rocha Loures estava no exercício do mandato parlamentar e a Constituição proíbe a prisão de parlamentar (a não ser em flagrante).
Na ocasião, o ministro do Supremo afirmou que os indícios em relação a Rodrigo Rocha Loures eram fortes, que a prisão era imprescindível, mas a imunidade parlamentar do então deputado do PMDB não permitia atender ao pedido.
Como Rocha Loures voltou a ser suplente de deputado, Janot refez o pedido ao STF.
Embora Fachin tenha negado o primeiro pedido de prisão, ele já havia afastado Rocha Loures do mandato parlamentar – ou seja, o peemedebista continuava deputado, mas não podia exercer as funções do cargo.
O novo pedido da PGR foi feito ao Supremo porque Rocha Loures é alvo do mesmo inquérito ao qual responde Michel Temer.
Os dois são suspeitos de organização criminosa, corrupção passiva e obstrução de Justiça. Segundo as investigações, Rocha Loures seria “homem de total confiança” e “verdadeiro longa manus” do presidente Michel Temer no relacionamento com empresas e recebimento de propinas.
Presidente afastada faz a própria defesa no Senado nesta segunda. Ela discursa e depois recebe perguntas às quais pode responder ou não. Do G1 Senadores da base governista se reuniram na manhã deste domingo (28) para definir a estratégia a ser adotada durante a participação nesta segunda-feira (29) da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento […]
O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, concede entrevista neste domingo (28) no Senado (Foto: Fernanda Calgaro/G1)
Presidente afastada faz a própria defesa no Senado nesta segunda. Ela discursa e depois recebe perguntas às quais pode responder ou não.
Do G1
Senadores da base governista se reuniram na manhã deste domingo (28) para definir a estratégia a ser adotada durante a participação nesta segunda-feira (29) da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento do processo de impeachment no Senado.
Dilma terá 30 minutos para fazer um pronunciamento em defesa própria, tempo que poderá ser estendido a critério do presidente da sessão, o ministro Ricardo Lewandowki, do Supremo Tribunal Federal (STF). Depois do discurso, a presidente afastada receberá perguntas dos senadores, às quais poderá responder ou não.
Ao chegar para o encontro neste domingo, no gabinete da liderança do PSDB no Senado, o senador Aécio Neves (PDSB-MG), presidente nacional do partido, disse que os questionamentos à presidente afastada serão respeitosos, mas que, se ela subir o tom nas respostas, os senadores favoráveis ao impeachment farão o mesmo.
“O interesse em radicalizar e polemizar é da própria presidente da República. Obviamente, se ela, na nossa avaliação, errar no tom, as nossas respostas serão no mesmo tom. Estamos preparados para fazer os questionamentos com o absoluto respeito à presidente afastada”, afirmou o tucano.
Aécio disse ainda que o momento não é de “festa” e que se trata de um processo que deixa “traumas” tanto no Congresso quanto na sociedade, mas que está confiante de que será uma “sessão histórica”.
“Obviamente, ela dará o tom. Esperamos que seja um tom à altura desse momento difícil por que passar o Brasil. Não é um momento de festa, nem para aqueles que apoiam o impeachment. Sabemos que um processo como esse deixa traumas, não apenas no Congresso, mas na própria sociedade”, disse.
E acrescentou: “Mas estou confiante de que teremos uma sessão histórica a altura desse momento e à altura do que os brasileiros esperam tanto dos seus representantes quanto da presidente afastada”.
Entre os presentes à reunião estavam os líderes do governo no Senado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP); do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB); e do DEM, Ronaldo Caiado (GO). Também participaram os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), Ana Amélia (PP-RS), Dalirio Beber (PSDB-SC), Paulo Bauer (PSDB-SC), José Anibal (PSDB-SP), Lasier Martins (PDT-RS), Waldemir Moka (PMDB-MS) e José Medeiros (PSD-MT).
Após a reunião, que durou cerca de uma hora e meia, o senador José Agripino (DEM-RN), presidente nacional do DEM, reiterou que a decisão do grupo governista é se concentrar em perguntas técnicas, mas ressaltou que não serão aceitas provocações dos aliados de Dilma.
“Não aceitaremos a beligerância. As nossas perguntas serão de ordem técnica e jurídica. Esperamos que a sessão seja pacífica, mas não deixaremos de invocar o presidente Lewandowksi caso isso não aconteça”, disse Agripino.
Aécio conversou novamente com a imprensa depois do encontro e reforçou que a orientação é fazer perguntas técnicas sobre os decretos e as chamadas “pedaladas” que embasam o pedido de impeachment.
Ele admitiu, porém, que “é natural que haja uma contextualização” nas perguntas, sinalizando que outros temas poderão ser levantados pelos parlamentares.
“É natural que haja uma contextualização de como chegamos aqui, mas a orientação é de que vamos, sempre que possível, nos ater a questões técnicas, formais dos crimes cometidos, seja em relação aos decretos fraudulentos ou aos empréstimos também fraudulentos”, disse o senador tucano.
Caiado, que tem protagonizado embates no plenário com senadores aliados da presidente afastada repetiu o discurso de que o tom da sessão será dado por Dilma, mas que eventuais insultos serão respondidos.
“A cada ação corresponde exatamente uma reação. Na minha região tem uma frase que diz: ‘O risco que corre o pau, corre o machado’”, afirmou.
O senhor João Ézio, filho de Pedro Olímpio de Siqueira, que dava nome à Praça dos Taxistas em Iguaracy, está demonstrando a revolta em nome da família pela retirada do nome do seu pai da Praça dos Taxistas em Iguaracy. O questionamento é contra a decisão capitaneada pelo Presidente da Câmara, Tenente de Viana, que […]
O senhor João Ézio, filho de Pedro Olímpio de Siqueira, que dava nome à Praça dos Taxistas em Iguaracy, está demonstrando a revolta em nome da família pela retirada do nome do seu pai da Praça dos Taxistas em Iguaracy.
O questionamento é contra a decisão capitaneada pelo Presidente da Câmara, Tenente de Viana, que teria comandado a articulação para a mudança. O pior, derrubando o veto do prefeito Pedro Alves por 5 votos favoráveis, um contrário e duas abstenções, numa votação secreta.
João Ézio agradeceu a Chico Torres, Amaury da Ração e Lequinho. A favor, além do presidente, Jorge Soldado, Bruna Torres, Paulinho CLT e Rômulo Lopes.
A questão nada tem a ver com o homenageado, o senhor Otaviano Reis dos Santos, também com serviços prestados ao município. O problema é que havia outros espaços para homenageá-lo. Com a retirada, a Câmara causa um constrangimento sem necessidade à família do anterior homenageado.
Caro Nill Júnior, A postagem feita pelo blogueiro Magno Martins e repostada pelo seu blog é no mínimo estranha. Primeiro que a pessoa que procurou o blogueiro não tem conhecimento do que fala. Esse tipo de negociação, a qual nao há ônus, já foi feita anteriormente com a prefeitura de Tabira, no primeiro ano do […]
A postagem feita pelo blogueiro Magno Martins e repostada pelo seu blog é no mínimo estranha. Primeiro que a pessoa que procurou o blogueiro não tem conhecimento do que fala.
Esse tipo de negociação, a qual nao há ônus, já foi feita anteriormente com a prefeitura de Tabira, no primeiro ano do segundo mandato do prefeito Josete Amaral.
De lá pra cá, se passaram 12 anos, e durante esse tempo a prefeitura não o utilizava, vivia abandonado, cheio de lixo e mato, totalmente deteriorado, conforme mostram as fotos que lhe envio.
Hoje o prédio se encontra reformado, funcionando uma instalação anexa da empresa Kigarot, gerando cerca de trinta e cinco empregos diretos, porém mantida suas características originais, como também mostram as fotos.
Antes:
Depois:
Situação diferente do que ocorreu com o de Afogados da Ingazeira, o qual derrubaram e passaram uma rodovia por cima, e que também foi palco de muitos eventos bonitos e importantes.
O interessante é que quando o prédio vivia abandonado, sob administração do municipio, a pessoa que procurou o blogueiro não se preocupou, como faz agora.
Queremos deixar bem claro mais uma vez, que nem compramos o prédio nem pagamos aluguel a ninguém, como foi mencionado na reportagem.
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