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Lucas Ramos diz que fidelidade partidária travou sua posição contrária à PEC da Blindagem

Por Nill Júnior

O deputado estadual Lucas Ramos (PSB),  com importante base eleitoral na regi, disse que tomou posição por fidelidade partidária à PEC da Blindagem,  que passou na Câmara e vai para o Senado.

Também que tem trabalhado para mudar o entendimento da bancada e evitar que o PSB embarque nessa caso a PEC da Blindagem retorne à Câmara.

“Se o Senado não rejeitar e enterrar a proposta, certamente vai promover alteração no texto, o que fará com que o projeto volte a ser apreciado na Câmara. E aí oportunidade de convencer o PSB a rever o posicionamento, e exercer com determinação meu voto contrário à matéria”, disse em suas redes sociais.

Lucas afirmou publicamente que é contrário à proposta. Ao blog, aliados do socialista defenderam que suas posições se impõem à essa votação específica.

Filho de um socialista histórico,  Ranilson Ramos, hoje afastado da cena política pela função no TCE  Lucas chegou a ter a ficha de filiação abonada por Miguel Arraes. Socialistas históricos e aliados defendem que ele pagou um preço pela fidelidade partidária,  o que não mancha sua história.

“Lucas teve posição firme, inclusive contra o impeachment de Dilma Rousseff,  onde muitos socialistas foram a favor, disse um socialista em reservas ao blog.

Na votação, Ramos seguiu a orientação da liderança do PSB, mesmo após afirmar em público que era contrário à proposta, mas admite que a decisão foi um erro.

Outras Notícias

Danilo Simões comenta resultado da pesquisa Múltipla

Em nota divulgada à imprensa, a assessoria de comunicação do candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), informa que mais uma vez recebe com tranquilidade o resultado da pesquisa do Instituto Múltipla, divulgada no blog do Nill Júnior neste sábado (14). Segundo a assessoria: “Os números revelam pontos positivos e uma trajetória […]

Em nota divulgada à imprensa, a assessoria de comunicação do candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), informa que mais uma vez recebe com tranquilidade o resultado da pesquisa do Instituto Múltipla, divulgada no blog do Nill Júnior neste sábado (14). Segundo a assessoria: “Os números revelam pontos positivos e uma trajetória de crescimento para Danilo”.

A nota destaca, que desde o primeiro levantamento, realizado em julho, Danilo apresentou um avanço nas intenções de voto, passando de 29,7% para 31% no cenário estimulado e de 17,3% para 26% no cenário espontâneo. “Esse crescimento demonstra que sua mensagem está alcançando cada vez mais eleitores, especialmente em áreas onde sua atuação tem sido mais presente”, diz a nota.

Segundo a nota: o levantamento também mostra que ainda há um grande número de eleitores que podem optar por sua candidatura. Esse fator, combinado com o trabalho intenso de sua campanha em bairros carentes e na zona rural, pode indicar que Danilo está conseguindo romper barreiras e dialogar com as reais necessidades da população.

“Outro ponto que é importante observar, é a data de coleta dos dados: a pesquisa foi realizada no dia 11 de setembro, um dia antes do debate crucial entre Danilo Simões e Sandrinho Palmeira. Não capturar o impacto desse debate, onde Danilo apresentou propostas claras e fez críticas contundentes à atual gestão, é uma falha grave. Pesquisas pós-debate tendem a refletir mudanças significativas na intenção de voto dos eleitores, e essa foi uma oportunidade desperdiçada pelo instituto ao não incluir esse fator no levantamento”, diz a assessoria.

Ainda segundo a nota: além disso, a margem de erro de 5,7% é extremamente alta para uma amostragem de 300 pessoas. Essa margem pode distorcer a real diferença entre os candidatos. Com uma diferença tão grande de margem, a verdadeira distância entre Danilo e Sandrinho pode ser bem menor.

“Estamos crescendo a cada dia, e isso reflete o esforço de nossa equipe em mostrar que Afogados precisa de renovação, com propostas sérias para acelerar o desenvolvimento da cidade,” afirmou Danilo Simões.

“A campanha de Danilo Simões segue firme e confiante, acreditando que o eleitor afogadense terá a oportunidade de, com base em informações e debates, optar pela mudança e por uma Afogados que acelere no rumo do desenvolvimento. Continuaremos apresentando nossas propostas, dialogando com a população e construindo um projeto de futuro para todos”, pontua a assessoria.

Faculdade sertaneja entre as melhores do Nordeste

Blog conheceu a FIS, que organiza evento sobre potencialidades do Pajeú em novembro Em visita de cortesia ontem, este blogueiro conheceu de perto as instalações dessa que é a maior instituição de ensino superior do Pajeú, considerando o número de cursos, estrutura física e equipamentos: impressiona a dimensão da FIS – Faculdade de Integração do […]

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Blog conheceu a FIS, que organiza evento sobre potencialidades do Pajeú em novembro

Em visita de cortesia ontem, este blogueiro conheceu de perto as instalações dessa que é a maior instituição de ensino superior do Pajeú, considerando o número de cursos, estrutura física e equipamentos: impressiona a dimensão da FIS – Faculdade de Integração do Sertão, que fica às margens da BR 232, em Serra Talhada.

Criada em 2003, a FIS tem uma gestão eficiente, presença acadêmica na comunidade e alunos de várias cidades do Sertão de Pernambuco e da Paraíba. Catorze anos depois de criada, tem mais de 2.200 alunos, vários cursos de referência e parcerias que dotam a estrutura de um Núcleo de Apoio Jurídico, Procon, Defensoria Pública, além de acesso a serviços na área de fisioterapia, por exemplo, como parte das atividades do curso.

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Curso de Odonto aguarda aprovação do MEC: estrutura pronta

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Auditório com capacidade para mais de 1.000 lugares

Falando em cursos, são onze ao todo: Direito, Administração, Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Logística, Rede de Computadores, Segurança do Trabalho, Engenharia Civil e Construção de Edifícios. Engatilhado o curso de Odontologia, aguardando apenas certificação do MEC para iniciar as atividades. Detalhe: todos os equipamentos do curso já estão prontos. Se o Ministério o autorizasse hoje, amanhã já poderia funcionar.

A estrutura dos cursos aliás, chama muito a atenção. Além das salas de aula e espaços para os professores, uma biblioteca de primeiro mundo, um auditório para mais de mil pessoas, acessibilidade plena, recursos de ponta para todos os cursos e um edifício da dimensão da necessidade para tantas cadeiras faz da Faculdade referencial não apenas na região. Não é comum  ver tamanha estrutura Nordeste afora.

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Professores, Luiz Melo e Arijaldo Carvalho (Revista Movimentto)

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O diretor-presidente da Sociedade de Ensino Superior de Serra Talhada (Sest) e diretor acadêmico da Faculdade de Integração do Sertão (FIS), Luís Pereira de Melo Júnior, em evento recente. A FIS recebeu votos de aplauso da Alepe, entre outras comendas

A visita foi guiada por professores e pelo diretor-presidente da Sociedade de Ensino Superior de Serra Talhada (Sest) e diretor acadêmico da Faculdade de Integração do Sertão (FIS), Luís Pereira de Melo Júnior. “É muito comum receber gente do MEC aqui e ver uma impressão antes e outra depois da visita. Antes, ainda alimentam aquela imagem do Sertão árido. Depois, saem nos parabenizando pela estrutura”, conta.

A FIS prepara-se para sediar dias 10 e 11 de novembro o Seminário “Sertão do Pajeú e suas potencialidades. Além do encontro que reunirá debatedores da cadeia econômica da região e do Estado, haverá homenagem a 50 personalidades da economia, cultura, educação e empreendedorismo na região.

Justiça do Rio determina instalação de gabinete de crise para Saúde

G1 RJ A Justiça do Rio de Janeiro aceitou recurso da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) e do Ministério Público Estadual (MPRJ) e determinou, nesta sexta-feira (13), que o Município do Rio crie um gabinete de crise para contornar os problemas na área da Saúde. A instalação do gabinete foi solicitada pelas instituições […]

G1 RJ

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou recurso da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) e do Ministério Público Estadual (MPRJ) e determinou, nesta sexta-feira (13), que o Município do Rio crie um gabinete de crise para contornar os problemas na área da Saúde. A instalação do gabinete foi solicitada pelas instituições para evitar a paralisação do setor.

De acordo com o despacho, a medida deve ser implementada pela administração municipal de forma “institucional”, com a participação das organizações sociais, da RioUrbe, da RioSaúde e da Comlurb, e “intersetorial”, que inclui as secretarias municipais de Saúde e Fazenda, além de demais órgãos com autonomia plena para decisões de gestão.

A decisão do desembargador Cezar Augusto Rodrigues Costa, da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), também definiu que a medida permaneça até que seja superada a crise na Saúde do Rio, e que o gabinete tenha prazo mínimo para operação até março de 2020.

“A atuação do Judiciário não pode ser tida como intervencionista, mas necessária e devida, sobretudo quando instituições da estatura da Defensoria Pública e do Ministério Público, do alto das relevâncias constitucionais já ressaltadas, manejam uma class action [ação coletiva] que busca a normalização da prestação da saúde no município”, escreveu o desembargador na decisão.

O recurso apresentado pelos órgãos à Justiça na quinta-feira (12), questionava a decisão da 7ª Vara de Fazenda Pública da Capital que rejeitou pedido provisório para a criação do gabinete de crise e a adoção de uma série de medidas emergenciais na Saúde.

Entre outros pontos, a DPRJ e o MPRJ solicitavam a transferência de R$ 284 milhões – em 24 horas – para o Fundo Municipal de Saúde (FMS) porque, segundo a ação, as instituições mostraram que “só nos últimos três anos houve redução, bloqueio e remanejamento indevido de mais de R$ 1,5 bilhão na Saúde”. Só em 2019, esse valor já chega a quase R$ 1 bilhão, afirmam o MPRJ e a DPRJ.

Coluna do Domingão

Compesa em xeque Esse é o ciclo mais desafiador da gestão da Compesa no Pajeú.  Desde a crise com a seca que atingiu barragens como Brotas e Rosário,  a distribuição não era tão questionada. Uma pesquisa do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú,  quis saber qual era o pior serviço prestado na região.  Com mais […]

Compesa em xeque

Esse é o ciclo mais desafiador da gestão da Compesa no Pajeú.  Desde a crise com a seca que atingiu barragens como Brotas e Rosário,  a distribuição não era tão questionada.

Uma pesquisa do programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú,  quis saber qual era o pior serviço prestado na região.  Com mais de 65% das opiniões,  a Compesa conseguiu ser mais citada que empresas de telefonia celular, imprestáveis por natureza e a Celpe. Em resumo, há flagrante descontentamento da sociedade com a estatal na região.

Cada cidade tem um motivo pra chamar de seu. No Alto Pajeú,  Brejinho aguardou meses por uma operação para ligar o ramal da segunda etapa da Adutora do Pajeú e distribuir água à cidade. Dentre críticas de interferência política – o prefeito Gilson Bento é adversário de Zé Vanderlei  – a atrasos no cronograma, a água finalmente chegou dia 26 de agosto. Mas a alegria deu lugar à tristeza. Após a paralisação do Eixo Leste pelo Governo Federal, a volta da água foi interrompida por problemas na Adutora.

Itapetim entrou no bolo, por conta do mesmo problema no ramal, ficando até 25 dias sem água.  Pior, a população não tinha onde buscar água e a estatal não mandou um pipa sequer.

Em São José do Egito,  um dos problemas é a ETA subdimensionada. A paralisação na Adutora do Pajeú só piorou o que já precisava de suporte. Bairros altos choraram cerca de 30 dias sem água.

Em Quixaba,  até o prefeito Zé Pretinho,  que fala só o necessário,  soltou o verbo. Diz que cumpriu todas as exigências da Compesa para a obra que promete melhorar a distribuição na cidade, mas está vendo o povo sofrendo com a água que chega em média a cada 30 dias. A empresa precisa fazer logo o que prometeu.  O povo não aguenta mais.

Em Tabira, enquanto ruas como a Deca Marques chegavam a 18 dias sem água,  vazamentos eram registrados em áreas como a da Cohab.

Em Carnaíba,  Itã, Ibitiranga e algumas áreas urbanas se queixaram muito essa semana. Querem uma explicação para a demora na distribuição.

Em Afogados da Ingazeira,  a pelo menos um mês a ladainha é a mesma na Rádio Pajeú.  Esta semana,  por exemplos, a crítica veio de áreas como a da Cadeia Pública.  O maior problema foi a mudança do cronograma. Antes, cada área sabia o dia da semana em que a água chegava às torneiras.  Agora, cada semana tem um calendário diferente.  Leigos e até rodados jornalistas tem dificuldade de entender e explicar a mudança.

Em um grupo de jornalistas da região, e em entrevistas, a Compesa tem estimulado a população a baixar seu aplicativo acompanhar o cronograma.  Ou ligar para os canais de atendimento.  Seria uma tentativa de tentar evitar tanta exposição negativa.  Em vão. Muitos não dominam a tecnologia ou não conseguem pelos demais canais. E vão pra rádio reclamar, com todo direito de saber o que ocorre a cada queixa.

Pelos relatos recentes, há boas perceptivas.  Mário Heitor,  Diretor de Interior da Compesa, afirmou recentemente à Rádio Pajeú que há muitas obras estruturadoras sendo projetadas para melhorar a distribuição em toda a região.

Aqui, a Compesa garante que a semana que começa será de menos críticas com o fim das sequelas da paralisação do Governo Federal da Adutora por cerca de dez dias. Também promete por exemplo,  80% de Afogados da Ingazeira sem rodízio num futuro breve.

É obrigação o crédito de confiança.  Mas isso não tira a de constatar. Esse verbo transitivo direto significa “descobrir a verdade”, “verificar”. Com base nele, hoje é obrigatório dizer que a Compesa vai mal com a sociedade, com a opinião pública e a própria imprensa da região, de saco cheio de tentar apresentar respostas às tantas queixas. Cabe à Compesa agir para mudar essa impressão e nos fazer trocar de verbo. Mãos à obra!

Na Frente 

O Deputado Federal e Presidente do MDB, Raul Henry,  acredita que, em Pernambuco,  o caminho mesmo é de manutenção da aliança com a Frente Popular. Já no plano nacional, sonha com o surgimento de uma terceira via forte contra a polarização Lula x Bolsonaro.

Desabafo

O emedebista afirmou ter uma “dor de cotovelo” por não ter sido votado em Afogados da Ingazeira nas últimas eleições, lembrando os tempos áureos da aliança com Giza Simões e Orisvaldo Inácio.  Mesmo assim, ajudou as gestões Patriota (emenda para iluminação do Vianão) e Sandrinho, com R$ 300 mil para ponte no Sistema Viário.

Gugú dá dá 

A Prefeitura de Afogados da fez uma rica programação para a Semana do Bebê. Mas só na sexta nasceu a Bebê Prefeita. Antes, em uma maternidade, era possível ouvir das barrigas de duas mães próximas: “vai tú!”. E do outro lado: “vou nada, vai tú”. Foram informados pelo rádio dos desafios do lixo e do trânsito.

Mais um

Outro pajeuzeiro que pode entrar na disputa em 2022. Alexandre Pires, do Centro Sabiá e da Articulação do Semi Árido, está sendo estimulado por movimentos populares para disputar mandato estadual, provavelmente pelo PSOL. Alexandre é de Jabitacá,  município de Iguaracy.

Delegado

O vice-prefeito de Arcoverde,  Israel Rubis, também estaria se sentindo escanteado pela gestão Wellington LW. Mas segue na Secretaria de Serviços Públicos, onde quer mostrar serviço.  Se rompe ou não,  o tempo dirá.

Pinóquio

Bolsonaro mentiu no G-20 ao dizer que a economia do Brasil “está voltando forte”, ignorando inflação,  PIB sem reação, alta da gasolina. Ainda voltou a atacar a mídia. Também que tem forte apoio popular e que “não aceitou indicação de ninguém”. Amnésia do Centrão…

Silêncio

Daniel Valadares não tem respondido perguntas sobre a sua reação à fala de Rubinho do São João, que se coloca como nome natural na discussão da vice em 2024. Desconversa, desvia, esquiva e diz que o foco é a gestão.

Esquiva

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  foi a única a não se envolver em polêmicas ou bolas divididas em dez meses de gestão.  Não rebate, não critica, não polemiza. Márcio Oliveira, que era tido como o moderado é quem entra nesse enfrentamento,  como no embate público com o oposicionista Faeca Melo. Até quando, não se sabe .

Foi ela 

Ninguém duvida que Aline Mariano é a madrinha da indicação de Décio Petrônio para Coordenador do DNOCS em Pernambuco,  com apoio do Federal Fernando Monteiro. “Pra quem pensa que os Mariano estão acabados”, disse um familiar à Coluna.

Frase da semana:

“Petrobras é um problema”.

Do Presidente Jair Bolsonaro ao presidente Recep Erdogan, da Turquia, no encontro do G20.

Opinião avalia gestões Lula, Raquel e Evandro em São José do Egito

O blog traz hoje avaliação dos governos Evandro Valadares, Raquel Lyra e Lula em São José do Egito, parceria com o Instituto Opinião, de Campina Grande. Ainda hoje, teremos a divulgação de cenários eleitorais na Capital da Poesia, com um retrato do momento dos principais nomes governistas e na oposição cotados para  a disputa eleitoral […]

O blog traz hoje avaliação dos governos Evandro Valadares, Raquel Lyra e Lula em São José do Egito, parceria com o Instituto Opinião, de Campina Grande.

Ainda hoje, teremos a divulgação de cenários eleitorais na Capital da Poesia, com um retrato do momento dos principais nomes governistas e na oposição cotados para  a disputa eleitoral em 2024.

Também um cenário com os principais nomes apontados pela população na disputa a vereador em 2024.

O resultado com a avaliação dos governos sai às 10 horas. Será a primeira avaliação das gestões Lula e  Raquel em uma das cidades mais importantes do Pajeú.