Lideranças jovens do PSB de Petrolina, Ramos e Coelho estão em pé de guerra


O deputado estadual e presidente do diretório do PSB de Petrolina, Miguel Coelho criticou esta semana o também jovem socialista Lucas Ramos, que segundo ele, demonstrou que nos últimos eventos realizados pelo PSB, tem buscado resolver questões do seu interesse pessoal. O ponto de partida foi a ausência de ramos da Agenda 40, organizada por Coelho, que expôs as feridas abertas na legenda depois da escolha do Diretório.
“Nós queremos a união, e em relação ao deputado Lucas, quem deixa de contribuir para o partido dele mesmo, é o próprio deputado, que no último evento realizado pelo partido socialista em Petrolina deu uma declaração muito pessoal , mas penso que isso está ligado à questões mais pessoais que estão relacionadas ao passado, com aquele ideia que todo mundo sabe de racha. Estamos andando para frente e ele insiste em andar para trás”, revelou Miguel Coelho sobre justificativa de Lucas que não compareceu à agenda 40, realizada no início desse mês.
Lucas Ramos soltou uma nota para rebater: “Desde o dia 30 de setembro me encontro ao lado de Juliana, minha esposa, acompanhando-a nos seus últimos dias de gestação, inclusive comemorando com ela junto a familiares e amigos, a chegada das nossas filhas Mariana e Isabela que, no último dia 5, nasceram lindas e saudáveis, graças a Deus. Sem nenhum respeito a esse belo momento para qualquer casal, o deputado Miguel Coelho tem ocupado a imprensa para, me atacando, justificar suas isoladas movimentações dentro do PSB de Petrolina”.
Disse ainda que sua história dentro do PSB é conhecida por todos. “Hoje, como vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, atuo de forma coordenada pelo nosso líder Paulo Câmara sem nunca colocar projetos pessoais que venham a atropelar ninguém”.
E atiro: “Assim, continuarei combatendo atitudes autoritárias de um grupo que insiste em práticas políticas atrasadas, sem nenhuma conexão com a Petrolina de hoje, que exprime um forte sentimento de liberdade nos quatros cantos da cidade”.




O ex-deputado federal Pedro Corrêa (PE), ex-presidente do PP, cita políticos da base do governo e da oposição em sua delação premiada, negociada por cerca de oito meses e assinada há duas semanas com a PGR (Procuradoria Geral da República). A Folha teve acesso a alguns trechos da delação de Corrêa, preso em Curitiba, chamados de “anexos”. O acordo ainda precisa ser homologado pelo Supremo.
Também foi apresentado um anexo sobre o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que tem como foco a votação que aprovou a emenda constitucional possibilitando a sua reeleição, em 1997. Segundo o relato, o ex-presidente FHC contou com apoio financeiro do empresariado para aprovar o projeto da reeleição. Olavo Setubal, do Banco Itaú, morto em 2008, é mencionado como alguém que ajudou FHC.
Um dos fatos apontados por Corrêa envolvendo Lula, como revelou a revista “Veja” no ano passado, foi uma reunião com a participação dele, do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, e de José Eduardo Dutra, na época presidente da Petrobras, para acertar a nomeação de Costa para a diretoria da estatal, em 2004.


Em reunião finalizada, há pouco, o diretório do Partido dos Trabalhadores no Recife recuou do veto à candidatura de Marília Arraes à Prefeitura.















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