Notícias

Lideranças evangélicas tem encontro com Paulo Câmara

Por Nill Júnior
2
Representantes de dezenas de igrejas de todo o Estado se reuniram, neste sábado (13), onde manifestaram apoio ao candidato da Frente Popular ao Governo, Paulo Câmara (PSB), e de seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado). Em um encontro organizado em Jaboatão pelo pastor e deputado estadual Cleiton Collins (PP), centenas de líderes religiosos ouviram as propostas e contribuíram com sugestões para o Programa de Governo do socialista, em um momento de solidariedade, oração e confiança, segundo nota da coordenação.

Paulo ressaltou a importância de o Governo firmar parcerias com as organizações religiosas, especialmente nas ações sociais. “Muitas vezes, as
igrejas chegam onde o Estado não consegue, por conta de sua capilaridade e de sua mensagem. Levando a palavra cristã, elas conseguem livrar os jovens do pesadelo das drogas e a dar suporte às famílias. O ex-governador Eduardo Campos apostou nessas parcerias, com resultados expressivos, e nós vamos continuar com essa prática”, garantiu o candidato.

As bandeiras principais dos evangélicos foram apresentadas pelo pastor Ney Ladeira, da Igreja Batista da Capunga.

Organizador do encontro, Cleiton Collins destacou a importância de um governo que reconheça o papel das igrejas. “Estamos orando para que os senhores sejam eleitos, assim como Marina Silva (PSB), para a Presidência. Pernambuco não pode parar. Contamos com a ajuda de vocês, amigos da Igreja. Vamos nos empenhar nestes dias que faltam para a eleição”, convocou o deputado.

Fernando Bezerra iniciou o discurso lembrando os 30 dias do falecimento do ex-governador Eduardo Campos, que anteviu o desgaste da polarização política no País. “Esta disputa já deu o que tinha que dar. As pessoas querem conhecer novos caminhos, novas maneiras de governar. Os brasileiros querem gestores com a capacidade de ouvir as pessoas”, disse, defendendo a candidatura de Marina à Presidência da República. Para Fernando esta será a mais importante eleição da história para os pernambucanos. Afinal, Marina era a vice na chapa de Eduardo e tem demonstrado grande carinho pelo Estado. “Tenho certeza que ela será uma excelente presidente para todos nós”, garantiu.

Outras Notícias

Duque evita polêmica, diz que tem grupo e não é candidato em 2024

Farol de Notícias A entrevista do empresário e ex-vereador de Serra Talhada, Faeca Melo, ontem (sábado) na TV Farol, durante o programa Farol de Noticias, ‘ateou fogo nos bastidores’ da política. Entre outras pérolas, Melo reprovou a gestão da prefeita Márcia Conrado, que se elegeu apenas pela força política de Luciano Duque, e ainda ressaltou: […]

Farol de Notícias

A entrevista do empresário e ex-vereador de Serra Talhada, Faeca Melo, ontem (sábado) na TV Farol, durante o programa Farol de Noticias, ‘ateou fogo nos bastidores’ da política. Entre outras pérolas, Melo reprovou a gestão da prefeita Márcia Conrado, que se elegeu apenas pela força política de Luciano Duque, e ainda ressaltou:

“Tem a tendência, é como eu já disse há um ano e pouco atrás, o candidato natural para disputar com Márcia é Luciano Duque.”

Mesmo em São Paulo, onde participou do desfile da Escola Mancha Verde, a convite do grupo Cabras de Lampião, o deputado enviou nota à redação do Farol, rebatendo os argumentos de Faeca Melo, assegurando que não é candidato a prefeito no ano que vem. Leia abaixo:

Meus amigos e amigas de Serra Talhada, agradeço a lembrança e o reconhecimento de quem sempre rememora o nosso trabalho à frente da prefeitura do nosso município.

Todavia, reafirmo que o meu compromisso com Pernambuco exige de mim o exercício do meu mandato de deputado estadual integralmente, e que, em nenhuma hipótese, serei candidato em 2024.

Temos um grupo político e defendemos o projeto que transformou Serra Talhada, e assim desejo permanecer, ajudando o nosso município e o povo pernambucano que acreditou em mim e nas bandeiras que defendemos.

Um forte abraço,

Deputado estadual Luciano Duque

PSOL pede cassação do mandato de Clarissa Tércio ao Conselho de Ética da Câmara

Além da deputada federal pernambucana, outros três parlamentares são alvos de representações do partido O PSOL entrou com uma representação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados pedindo a cassação do mandato da deputada federal Clarissa Tércio (PP). A representação foi protocolada ontem (1º), porque antes disso a parlamentar ainda não […]

Além da deputada federal pernambucana, outros três parlamentares são alvos de representações do partido

O PSOL entrou com uma representação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados pedindo a cassação do mandato da deputada federal Clarissa Tércio (PP). A representação foi protocolada ontem (1º), porque antes disso a parlamentar ainda não tinha mandato constituído.

A parlamentar já é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo mesmo motivo da representação do PSOL: apoiar os ataques golpistas e de vandalismo de bolsonaristas radicais, no dia 8 de janeiro, em Brasília, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas.

Além de Clarissa,  outros três parlamentares tiveram representações protocoladas na Câmara, também pela mesma razão: Sílvia Waiãpi (PL-AP), Abílio Brunini (PL-MT) e André Fernandes (PL-CE). Os quatro deputados são estreantes na Câmara e assumiram os mandatos nesta quarta-feira (1º).

Clarissa disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar, porque ainda não foi notificada. Como legislatura só começou ontem,  o Conselho de Ética ainda não foi reaberto.

A ex-codeputada do Coletivo Juntas Carol Vergolino (PSOL) diz que tem sido recorrente na vida política de Clarissa atitudes que não condizem com a postura exigida de uma parlamentar.

Ela lembra que quando Clarissa era deputada estadual, o Juntas recorreu à Comissão de Ética da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para denunciar atitudes dela. “A gente identifica, no fazer parlamentar dela, possível falta de decoro em vários momentos”, afirmou a ex-codeputada. Carol lembrou pelo menos duas ações de Clarissa que comprovam isso.

Uma foi em 2020, quando Clarissa esteve entre os parlamentares conservadoristas que invadiram o Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam) para tentar impedir o aborto legal de uma criança de 10 anos, vítima de estupro. “Ela incita a violência, espalha fake news”, lembrou Carol.

Outro excesso cometido por Clarissa, segundo Carol, foi quando a Comissão de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Pernambuco, em dezembro de 2021, promoveu uma audiência pública contra as vacinas.

Os palestrantes da audiência, presidida por Clarissa Tércio, mentiram o tempo todo sobre as vacinas contra a Covid-19, disse. “Foram tantas mentiras que o YouTube removeu o vídeo por violar as diretrizes da comunidade da rede social”, relembrou.

“A Deputada Eleita Clarissa Tércio (PP/PE) usou suas redes sociais para compartilhar vídeo feito por uma golpista, que furou bloqueio policial para invadir o teto do Congresso Nacional, endossando a mensagem que o Poder supostamente fora “tomado pelo povo”, lê-se em  um trecho da representação do PSOL que diz respeito à deputada.

O PSOL alega, ainda, que tanto Clarissa quanto o marido dela, Júnior Tércio (PP)  “inseriram imagens da invasão ao Congresso, com os endereços de suas próprias redes sociais”.

O caso foi tão grave, assegura o PSOL, “que ensejou um pedido de abertura de inquérito por parte da Procuradoria Geral da República contra três deputadas e deputados diplomados – dentre eles, a Representada, Dep. Clarissa Tércio – por incitação aos atos de violência e vandalismo registrados em Brasília no último dia 8 de janeiro”, diz outra parte do documento. A reportagem é de Carlos André Carvalho/Folha de Pernambuco.

Operação Lava Jato completa dois anos sem nenhum político julgado

A Operação Lava Jato completou no último domingo (28) dois anos sem nenhum político condenado e só dois parlamentares réus em ações penais que estão ainda em fase inicial de julgamento no Supremo Tribunal Federal. A Lava Jato saiu às ruas em março de 2014, seis meses antes de chegar ao STF. Desde então, o juiz […]

download

A Operação Lava Jato completou no último domingo (28) dois anos sem nenhum político condenado e só dois parlamentares réus em ações penais que estão ainda em fase inicial de julgamento no Supremo Tribunal Federal.

A Lava Jato saiu às ruas em março de 2014, seis meses antes de chegar ao STF. Desde então, o juiz federal responsável pelas ações da primeira instância, Sergio Moro, já decidiu por 106 condenações.

Em resposta a 45 acusações criminais do Ministério Público Federal contra 226 pessoas, em 21 casos (46% do total) Moro expediu sentença.

A situação é bem distinta no âmbito da Procuradoria-Geral da República e do Supremo, responsáveis pelos casos que envolvem autoridades com foro privilegiado.

A história da Lava Jato no STF começou em agosto de 2014, após depoimentos do ex-diretor de da Petrobras Paulo Roberto Costa à PGR. Ele levantou suspeitas sobre mais de duas dezenas de parlamentares. O doleiro Alberto Youssef fechou sua delação premiada no STF em dezembro do mesmo ano.

Em março de 2015, a PGR apresentou ao relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki, a primeira lista de políticos que deveriam ser investigados. Foram 28 pedidos de abertura de inquérito e sete pedidos de arquivamento.

De lá para cá, mais 39 acordos foram homologados. Zavascki expediu 162 mandados de busca e apreensão.

Flávio Marques anuncia adesão do vereador eleito Adelmo das Antenas

Neste sábado (12), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), utilizou suas redes sociais para compartilhar os resultados de um encontro político, que contou com a presença do vereador eleito Adelmo das Antenas (PSDB), do vice-prefeito Marcos Crente (PSB) e do deputado federal Carlos Veras (PT). O principal destaque foi a adesão de Adelmo […]

Neste sábado (12), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), utilizou suas redes sociais para compartilhar os resultados de um encontro político, que contou com a presença do vereador eleito Adelmo das Antenas (PSDB), do vice-prefeito Marcos Crente (PSB) e do deputado federal Carlos Veras (PT). O principal destaque foi a adesão de Adelmo ao grupo político de Marques.

Em sua publicação, Flávio Marques enfatizou o fortalecimento da base política que permitirá a continuidade de projetos transformadores para o município. “Adelmo se junta à nossa bancada para garantir mais avanços, como a melhoria da estrutura do Conselho Tutelar, transporte 100% gratuito para os universitários e a criação de um abrigo para animais”, escreveu o prefeito eleito.

O prefeito eleito reafirmou o foco em políticas sociais e infraestrutura, destacando o propósito de “fazer de Tabira uma cidade melhor para todos”.

A adesão de Adelmo das Antenas ao grupo político de Flávio é a primeira baixa do bloco da atual prefeita Nicinha Melo. Adelmo foi eleito com 501 votos, garantindo a última vaga para a Câmara de Vereadores de Tabira, que conta com onze cadeiras.

Danilo Cabral solicita à procuradora-geral da República acompanhamento da privatização da Eletrobras

Em reunião com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, deputado Danilo Cabral (PSB), apresentou uma complementação à representação entregue à PGR no dia 27 de setembro deste ano. Ao lado de parlamentares que compõem a Frente, ele solicitou que sejam tomadas providências cabíveis por parte do […]

Em reunião com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, deputado Danilo Cabral (PSB), apresentou uma complementação à representação entregue à PGR no dia 27 de setembro deste ano. Ao lado de parlamentares que compõem a Frente, ele solicitou que sejam tomadas providências cabíveis por parte do Ministério Público, em especial, o acompanhamento com proximidade da privatização da Eletrobras.

“Esse processo tem sido conduzido de forma apressada e sem a transparência necessária sobre o modelo de privatização que será adotado e os possíveis impactos na tarifa e na matriz energética brasileira”, afirma Danilo Cabral ao sair da reunião, realizada na tarde desta terça-feira (21). O deputado destacou que a representação entregue à PGR aponta aspectos de ordem econômica, do direito do consumidor e do ponto de vista jurídico.

A preocupação, do ponto de vista do direito do consumidor, é com o impacto do aumento da tarifa de energia em até 17% anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De natureza econômica, tem-se a informação de que R$ 12,2 bilhões esperados com a privatização da Eletrobras já constam em relatório de receitas do Orçamento de 2018. O aspecto jurídico aponta para a necessidade de atenção ao decreto nº 9188/17 que torna mais evidente o regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista. O decreto ainda propõe a dispensa de licitação na privatização de empresas de capital público e privado, como a Eletrobras.

A procuradora Raquel Dodge foi muito receptiva às pautas apresentadas. No início da reunião, ela expôs sua preocupação com as consequências e impactos que a água e a energia causam na vida dos cidadãos. Por fim, como ato objetivo, a procuradora designou o subprocurador-geral da República Carlos Alberto Vilhena como articulador e interlocutor desse processo no Ministério Público Federal.

A Eletrobras foi criada por Lei Federal, por isso, sua privatização deve ocorrer também por meio de lei específica. “A privatização a partir de uma medida provisória, como pretendia o governo federal até recentemente, seria ilegal e inconstitucional”, explicou Danilo. O governo federal mudou os planos e decidiu por encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei sobre o tema. Porém, ainda não se sabe o teor do referido texto, porque ele ainda não chegou à Câmara dos Deputados e, mesmo assim, seu trâmite em regime de urgência já é dado como certo.

“Os sinais são que, mesmo mudando a forma, o governo insiste em fazer uma discussão célere sem a participação da Câmara nem da sociedade”, disse Danilo Cabral. O deputado ressaltou que a privatização da Eletrobras está em um contexto nebuloso, de falta de clareza, de regulamentação e de prévio sucateamento da Eletrobras. “A privatização é mais uma escolha do governo federal para atender interesses privados, desfazendo-se de ativos públicos de enorme valor estratégico para o país”, critica o parlamentar.

Também participaram da reunião na procuradoria-geral da República o senador Humberto Costa (PT), os deputados Creuza Pereira (PSB), Luciana Santos (PCdoB) e Severino Ninho (PSB) e os representantes sindicais Flávio Uchoa, da Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste (FRUNE), e Íkaro Barreto de Sousa, do Sindicato dos Trabalhadores da Eletronorte.