Lava Jato identifica 31 conversas e entre Léo Pinheiro e José Múcio, do TCU
Época
O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro manteve 31 conversas telefônicas e trocas de mensagens com o ministro José Múcio Monteiro, do Tribunal de Contas da União (TCU).
As conversas ocorreram entre junho de 2013 e agosto de 2014, período em que o órgão discutia bloqueio de recursos para uma obra da empreiteira, a construção do estádio Arena das Dunas, no Rio Grande do Norte.
Os dados constam de relatório do Ministério Público Federal sobre a quebra de sigilo telefônico de Léo Pinheiro, mantido em segredo na Justiça Federal do Rio Grande do Norte e obtido por EXPRESSO.
Segundo as investigações, os telefonemas partiam de um celular em nome de um funcionário da OAS, André Ney Garcia, mas que era usado por Léo Pinheiro. As conversas, em geral, duravam entre um e três minutos.
Léo Pinheiro negocia uma delação premiada com a Procuradoria-Geral da República e, em seu cardápio, promete incluir informações sobre integrantes do TCU e do Judiciário.
José Múcio Monteiro chegou a participar de julgamento e proferir seu voto em processo do TCU que permitiu a liberação de recursos para o Arena das Dunas.
Procurado, José Múcio Monteiro afirmou ser amigo de Léo Pinheiro desde o período em que ocupou o cargo de ministro das Relações Institucionais do governo Lula, entre 2007 e 2009.
, ainda, que Pinheiro costumava lhe telefonar quando ia ao TCU para conversar. Múcio admitiu que, em uma ocasião, Léo Pinheiro falou sobre um processo da OAS relacionado a aeroportos, mas diz que o empreiteiro nunca pediu sua interferência em processos no TCU.



A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, participou nesta quarta-feira (04), ao lado da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, da cerimônia de assinatura da publicação do edital de licitação para construção de uma nova creche para a Capital do Xaxado.
Por falar em Maternidade, o anúncio da construção de uma maternidade em Serra Talhada pela governadora Raquel Lyra gerou uma disputa política entre os adversários Luciano Duque e Márcia Conrado. Ambos celebraram a iniciativa, mas cada um tenta associar o projeto à própria atuação, reivindicando protagonismo na conquista do equipamento.

















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